The Smile, de Thom Yorke, Jonny Greenwood e Tom Skinner, lança The Smoke

The Smile, o novo grupo formado por Thom Yorke e Jonny Greenwood do Radiohead, e Tom Skinner do Sons Of Kemet, revelou uma nova faixa, The Smoke. A canção chega acompanhada de um lyric video, criado pelo escritor e diretor vencedor do Bafta, Mark Jenkin. The Smoke é a continuação do single de estreia da banda, You Will Never Work In Television Again. The Smile fará três shows consecutivos em um período de 16 horas e três fuso-horários na Magazine London neste fim de semana. Apresentando-se para um público esgotado sentado por rodada, as três apresentações também serão transmitidas em tempo real via livestream. Devido à grande demanda por ingressos presenciais para os shows, a banda lançou recentemente uma cédula mundial de ingressos, oferecendo um par de ingressos para cada país do mundo nos três shows. Esses ingressos limitados já estão esgotados, mas para mais informações sobre ingressos de streaming para os shows ao vivo exclusivos da banda, visite o site da The Smile. Apresentando material inédito de The Smile, a transmissão ao vivo é dirigida pelo premiado Paul Dugdale e produzida pela Driift. Além de poder participar de um show em casa, os shows também serão transmitidos em locais e cinemas independentes participantes no Reino Unido, Europa e EUA, via Rippla. Os horários dos shows estão a seguir:Primeira transmissão: Brasília – 17h do sábado / Londres – 20h sáb. / Nova York – 15h sáb. / Los Angeles – 12h sáb. / Sydney – 7h dom. / Tóquio – 5h dom. Segunda transmissão: Brasília – 22h do sábado / Londres – 1h dom. / Nova York – 20h sáb. / Los Angeles – 17h sáb. / Sydney – 12h dom. / Tóquio – 10h dom. Terceira transmissão: Brasília – 8h do domingo / Londres – 11h dom. / Nova York – 6h dom. / Los Angeles – 3h dom. / Sydney – 22h dom. / Tóquio – 20h dom. Todas as três transmissões também estarão disponíveis para os compradores dos ingressos com replays ilimitados por 48 horas a partir das 11h (horário de Brasília) de domingo (30).

Prada é a pedida para os fãs de trap; ouça novo single de Luck

Luck lançou o single Prada, nesta sexta-feira (28), acompanhado com videoclipe. Frequentador de batalhas de rap, o músico traz uma track que chega com diversas referências gringas, entre eles Iann Dior, que costuma mesclar um pouco do rock com suas batidas. A letra de Prada, que traz um tom melancólico e foi criada em um momento de crise amorosa do artista, se mescla ao beat alto astral produzido por Drakoz e NK, responsáveis pela mixagem e masterização da música. Luck se arrisca no trap e bebe da fonte rock em sua nova trajetória na música. Figura conhecida no meio, o baiano Luis Cardoso é multitalentos e agora explora o universo fonográfico. O artista conta com quatro outros singles lançados. Sua personalidade musical e artística o fazem buscar por seu mergulho em um estilo próprio. Há dois anos começou a produzir e montou um estúdio em sua própria casa, onde criou seus primeiros sons autorais. Estrela das redes sociais, seu canal no YouTube conta com mais de 300 mil seguidores. Desde fevereiro de 2017 tem atuação frequente e em ascensão nas redes sociais e na internet como um todo. Atualmente vive em Belo Horizonte, mas nasceu e passou a infância no estado da Bahia. Há dois anos passou a investir na carreira de músico.

Tecnologia, solidão e alienação em novo single da Scalene; ouça Discórdia

Apresentando o caos como ferramenta possível para mudanças pragmáticas, o Scalene conceitua o single Discórdia. A faixa, que chega às plataformas de streaming pelo slap, selo da Som Livre, teve seu rascunho iniciado ainda durante a confecção do último trabalho de estúdio da banda, o álbum Respiro (2019). Como uma característica inerente ao trio formado por Gustavo Bertoni (vocal), Tomás Bertoni (guitarra) e Lucas Furtado (baixo), o processo criativo é uma constante busca por referências plurais e por diferentes elementos em seu som. Quem iniciou a composição do single foi Gustavo Bertoni. A letra estabelece um tripé temático entre tecnologia, solidão e alienação. “A tecnologia faz a gente se conectar com bastante informação e pessoas, só que isso acaba não suprindo as necessidades e, sim, gerando solidão. Então, essas bolhas nas quais a gente vive são reflexo da alienação criada pelos algoritmos, tudo fomentado pela tecnologia”, discorre Tomás Bertoni sobre a letra que também contou com uma associação feita por Lucas Furtado, conectando a ideia ao discordianismo, religião que cultua a Deusa Éris e propõe a discórdia como forma de questionar dogmas. “Usamos essa referência como uma camada extra de profundidade dentro da letra”, explica o baixista. Para amarrar toda a narrativa, o Scalene também utiliza artifícios visuais que buscam refletir sobre o presente distópico vivido, como na capa do single. Já, musicalmente, o hip hop foi uma das fontes de referência, mesclado com traços de stoner rock, subgênero já explorado pelo grupo em trabalhos anteriores, além de retomar o uso de sintetizadores. “Às vezes, resgatamos certos elementos ou exploramos novas características sonoras — nosso próximo álbum é um ótimo equilíbrio entre isso. Tratamos mais de falar sobre se sustentar nessa eterna ponte do que sobre chegar ao outro lado”, pontua Gustavo sobre a nova fase do Scalene, que pretende dar mergulhos mais profundos, sem necessariamente propor conclusões. Até o momento, já foram apresentados o som explosivo de Febril, seguido do single duplo Névoa e Tantra, que integram a tracklist do quinto disco de estúdio, com lançamento previsto para o primeiro semestre.

Carol Biazin assume novas facetas em “Garota Infernal”

A cantora Carol Biazin já iniciou 2022 com os dois pés na porta. Mostrando o porquê já é considerada um dos maiores nomes do pop nacional, a cantora apresenta sua primeira novidade do ano. Trazendo uma mistura de trap e pop, a cantora lançou Garota Infernal, single que está disponível em todos os apps de música e YouTube. Mais madura, confiante e sexy, Garota Infernal fala sobre a história de um relacionamento aberto. Composta pela ruiva e produzida pelos Los Brasileiros, coletivo responsável pelo sucesso de nomes como Anitta, Ludmilla e Vitão, a canção foi concebida para sonorizar a abertura de um reality show de uma importante emissora de televisão, mas acabou sendo gravada pela cantora. “Diferente de outras tantas que já lancei, essa canção não é autobiográfica. Na verdade, essa canção era para ser abertura de um importante reality show de pegação, mas acabei me apaixonando pela canção e resolvi lançar”. Aliás, influenciada por nomes como Doja Cat e Nathy Peluso, Carol conta que Garota Infernal é o single ponto de partida para começar explorar suas intenções vocais, novas sonoridades e mostrar seu lado mais sexy. “Já faz um tempo que quero explorar extensões vocais em minhas músicas, mostrar meu lado mais sexy e confiante. Aproveitei também para explorar novas sonoridades e misturar o trap com pop. Me senti muito confortável em fazer isso a partir deste single”. Garota Infernal tem clipe dirigido por Mlk Brutal O clipe dirigido por Mlk Brutal – que já trabalhou com nomes como Marina Sena & Luísa Sonza – traz Biazin em uma faceta provocante e dona de si. Com uma linguagem Tik Tok, o vídeo traz a diva provocando várias personagens após serem enfeitiçadas por um chá alucinógeno em meio a ambientes psicodélicos. Beijo na boca é o que não falta na produção que contou com ajuda da ruiva em sua roteirização. “Esse é de longe um dos clipes que eu mais gosto. Tive a oportunidade de auxiliar na criação do roteiro e traz elementos visuais e um lado mais ‘autoconfiante’ que queria explorar faz tempo. Espero que meus fãs curtam tanto quanto eu”, comenta Carol. Por fim, sobre o futuro, Carol Biazin promete muitas músicas e surpresas. Em resumo, a diva contou que em breve fará um ‘camping’ de composição ao lado da TAG Music – escritório indicado ao Grammy Latino 2021 com Mulheres Não Choram de Ivete Sangalo e Emicida – e do coletivo Los Brasileiros – que também já trabalhou com nomes como o rapper Projota, Maneva e Luccas Carlos. “Esse ano vai ser de muito trabalho. Além do DVD gravado em dezembro do ano passado e que deve sair neste ano, também faremos um camping de composição com os mais importantes nomes da música pop. Vamos reunir o máximo de produtores e compositores que conversem com o pop e o trap para encontrarmos músicas para meu repertório. Devemos ter uns seis singles durante o ano”, finaliza.

Thomas Roth abre 2022 dando sequência ao seu projeto musical Ouro Velho

“Não enxergo este projeto como um recomeço ou um resumo da ópera. E, sim, como mais uma etapa, mais um andar neste prédio que imagino ser ainda maior e mais alto”, sintetiza Thomas Roth sobre Ouro Velho, projeto do cantor, compositor, produtor musical e publicitário que ganha novos capítulos em 2022. Com a intenção de compartilhar canções inéditas e regravações que compõem sua trajetória artística, o músico, carioca de nascimento e paulistano de coração, conceitua o experimento musical semanal que, até o momento, conta com 17 faixas disponibilizadas nas plataformas de streaming e em seu canal de YouTube, a caminho das 52 canções que ao final celebram sua carreira. Em janeiro, Canção de Verão, eternizada pelo grupo Roupa Nova, teve novos contornos na voz de Thomas Roth, com feat da dupla Scatolove, sendo seguida das faixas Tempo de ser feliz e Milagre do amor com participação da dupla Rod Hanna. A inédita Deixa eu ser teu Sol chegou nesta quinta-feira (27), para completar as novidades do mês. “Esta é uma das canções em que admito mais uma vez minha fragilidade. Eu, definitivamente, cansei desses grilhões que nos aprisionam: ter que vencer, ser invencível, infalível, ter que ter sucesso, etc. Cansei disso e aprendi há muito tempo que tenho limitações, defeitos e cometo erros. A faixa, apesar de ser uma música de amor, fala essencialmente sobre isso”, discorre Thomas sobre a inédita composição Deixa eu ser teu Sol, que nasce para explorar suas facetas estéticas-musicais, mostrando sua facilidade em caminhar no passado, presente e futuro de diversas maneiras ao longo do projeto. O quarto mês de Ouro Velho teve início com a regravação de Canção de Verão, uma parceria com o compositor Luiz Guedes, que na atual versão traz a contribuição dos músicos Léo Ramos, vocalista e guitarrista da Supercombo, e Isa Salles – que juntos formam a dupla Scatolove. Já Milagre do Amor, originalmente criada com a colaboração de Guedes, desta vez chega na voz de Thomas para propor sentimentos de esperança, expectativa de sonhos e enaltecimento do amor, temáticas cada vez mais em ebulição no cenário atual. Tempo de ser Feliz foi a primeira música inédita do ciclo verão de Ouro Velho. Composta por Thomas e Teco Fuchs, a sua letra conversa com outras do projeto, lançadas anteriormente em 2021, como Tudo que eu quero e Bons Tempos. “Eu amei o astral de Tempo de ser Feliz, a sua harmonia e melodia e, imediatamente, o tema veio à minha mente. É o poder das canções de nos impregnar com suas emoções e tudo o que vem junto. As lembranças de momentos de paz, de amor, de carinho, de família, momentos singelos e únicos. Acho que tinha um pouco de cansaço da pandemia, da tristeza, da dor que sentíamos já ao final de 2020″, relembra Thomas sobre a décima quinta faixa do projeto que segue sendo pautado por diferentes gêneros e estilos musicais, bem como diversas gerações, tudo em nome da divulgação da arte que permeia os 52 anos de carreira do músico.

Bryan Adams antecipa álbum com balada Never Gonna Rain

O cantor e guitarrista Bryan Adams lançou o single e clipe Never Gonna Rain, que estará em seu novo álbum de estúdio, So Happy It Hurts. Em resumo, o ícone canadense traz nessa faixa as melodias e emoções que marcam sua discografia para falar das feridas que o tempo ajudará a curar. “O otimista por definição é alguém que continua esperando o melhor, mesmo diante do pior. Vivendo no momento, em vez de ter medo. Transformando os negativos em positivos. Pegando a chuva e transformando em uma benção”, diz Adams, que já revelou outros três singles: a faixa-título, Kick Ass e On The Road. Todavia, em suas décadas de serviço à música, Bryan Adams conseguiu liderar as paradas de sucesso em mais de 40 países. Prestes a lançar seu 15° álbum de estúdio, ele acumula em sua carreira três indicações ao Oscar, cinco ao Globo de Ouro, um Grammy, um AMA e uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Além da música, ele se consolidou como um fotógrafo de renome internacional, como na edição deste ano do conceituado calendário Pirelli. Aliás, o álbum So Happy it Hurts já está em pré-venda e será lançado no dia 11 de março de 2022. Assista ao videoclipe de Never Gonna Rain

Placebo compartilha vídeo de performance ao vivo de Try Better Next Time

A banda Placebo lançou um vídeo de apresentação ao vivo de seu single mais recente, Try Better Next Time. Lançado na semana passada, Try Better Next Time segue as novas faixas recentes Beautiful James e Surrounded By Spies, sendo a última a que anunciou a notícia do tão esperado oitavo álbum de estúdio da banda – e primeiro juntos em quase uma década – Never Let Me Go, que será lançado em 25 de março. Try Better Next Time abre ainda mais o que sabemos sobre a descrição franca e honesta de Never Let Me Go sobre nossos tempos modernos. Onde o single de abertura Beautiful James revelou um comentário severo sobre a proliferação de opiniões ignorantes, e a faixa seguinte Surrounded By Spies gerou temas de saturação de tecnologia, Try Better Next Time – a peça central comovente do álbum – pode ser facilmente confundida como uma visão apocalíptica do futuro. Em vez disso, encontramos a banda se concentrando menos em finais e mais em novos começos. É um hino para o fim de um mundo que nós conhecemos – não o fim dele completamente – e uma celebração da possibilidade do que pode vir a seguir, quer a humanidade tenha um assento à mesa ou não. Quando Brian Molko considera como podemos “criar barbatanas e voltar para a água”, isso é proposto com o bem maior em mente. É deixar de lado o ego em face do eco-desastre, em reconhecimento a tudo o que a humanidade fez ao planeta. O mundo continua girando, seja sob a influência da humanidade ou não. Comentando, ele diz: “Não é o fim do mundo, apenas o fim da humanidade, uma distinção que em nossa arrogância exagerada não conseguimos detectar. A Mãe Natureza está extremamente cansada de nós. Tente melhor na próxima vez.” Entrando no lançamento de Never Let Me Go, Placebo continua a ver o assunto principal através de lentes o mais amplas possível. Os detalhes têm um foco nítido, mas são sempre considerados com uma visão mais ampla em mente. Às vezes, pode pintar seu mundo como um mundo devastado pelos efeitos de crises crescentes, mas também se destaca como um documento de como manter um ao outro e cultivar relacionamentos, mesmo quando parece uma batalha perdida.

Black Pantera lança primeiro single de Ascensão; ouça Padrão é o Caralho

Primeiro single de Ascensão, o aguardado novo álbum do Black Pantera, Padrão é o Caralho é uma boa amostra do que vem pela frente. Com produção de Rafael Ramos e o som poderoso do trio mineiro, formado por Charles Gama (voz e guitarra), Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo Augusto (bateria), a música traz como questionamento a ideia de haver um padrão de beleza e de tantas outras coisas. “Uma vez ouvi uma música antiga dizendo que ‘a coisa tá feia/a coisa tá preta’. Quem disse isso? Quem determina o que é feio ou bonito? Aí escrevi esse verso ‘a coisa tá linda/a coisa tá preta’. Não importa a sua cor, se você é gordo ou magro, se usa barba ou com quem você se relaciona. Na verdade não existe padrão”, comenta Chaene. “A ideia é questionar todo tipo de padrão, muito além da estética. Nós mesmos somos uma banda fora do padrão, pois não nos enquadramos em um único estilo musical e essa letra mesmo, num rock pesado, é fora do padrão”, finaliza o baixista. Aliás, a capa de Ascensão traz uma foto de Victor Balde feita na província de Meconta, localizada ao norte de Moçambique, e integra a coleção Lute Como Uma Moçambicana. Por fim, o álbum será lançado em março pela gravadora Deck.

Band of Horses libera terceira prévia de Things Are Great; ouça!

Lights, disponível nas plataformas digitais, é a terceira faixa a ser disponibilizada antes do lançamento do novo álbum de Band of Horses, Things Are Great. A música é sobre superar as coisas que estão dando errado na sua vida; as luzes se acendem, significando um dia melhor. A canção começa com uma pessoa bebendo com um estranho em uma van e se transforma no que parece um episódio de Law & Order, mas o caso é um mistério em descobrir para onde foi o amor.