Fresno se une a Chitãozinho e Xororó para lançamento de “Camadas”

A Fresno entendeu desde muito cedo o poder da junção improvável entre artistas e gêneros distintos. Agora, Lucas Silveira (vocal e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) dão uma nova perspectiva à canção Camadas, lançada na primeira parte do disco Eu Nunca Fui Embora, em abril. A faixa ganhou uma versão com a presença da dupla Chitãozinho e Xororó. Este lançamento antecipa a chegada da segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora, programada para 26 de setembro. A colaboração entre a banda e a dupla sertaneja brinda uma parceria que arrebatou o público há 16 anos, quando eles participaram do Estúdio Coca-Cola, iniciativa produzida pela MTV Brasil para promover encontros entre artistas de diferentes gêneros com o intuito de reforçar como a música é plural e é capaz de unir as pessoas. “Nossa amizade começou naquela época e, desde então, os fãs associam muito a gente. Foi algo que deu muito certo. Diria que aquela gravação foi um dos pontos mais decisivos da nossa carreira até hoje”, comenta Lucas.  Em junho deste ano, Lucas participou de um show da dupla, em um festival em São Paulo, dando aos fãs uma palhinha do que estava por vir. O vocalista dividiu com Chitãozinho e Xororó as canções que a Fresno tinha acabado de lançar e Camadas logo chamou a atenção dos irmãos. “Por muito tempo brincamos que essa música era super sertaneja e está aí a prova”, afirma. Camadas com Chitãozinho e Xororó é o primeiro lançamento da parte final do álbum Eu Nunca Fui Embora. Definindo os próprios padrões para a divulgação do projeto, a Fresno dividiu o disco em dois momentos. “Se a gente soltasse tudo de uma única vez, ninguém ia ter ‘memória RAM’ para processar tudo. Nem a gente”, relembra o vocalista.   A segunda parte do disco Eu Nunca Fui Embora, que será disponibilizada no dia 26 de setembro, lista seis canções inéditas, mais a faixa bônus, Camadas. Lucas, Vavo e Guerra já divulgaram a tracklist, mas o trio ainda guarda seus mistérios ao esconder os feats e uma das canções. É possível afirmar pelo histórico colecionado ao longo dos 25 anos de banda que nada do que eles fazem é óbvio e, por isso, os fãs podem esperar de tudo. Eu Nunca Fui Embora irá somar à discografia de estúdio da Fresno, que é composta por: Vou Ter Que Me Virar (2021), sua alegria foi cancelada (2019), A Sinfonia de Tudo que Há (2016), Infinito (2012), Revanche (2010), Redenção (2008), Ciano (2006), O Rio a Cidade a Árvore (2004) e Quarto Dos Livros (2003). Tracklist de Eu Nunca Fui Embora – Parte 2

Cidade Verde Sounds apresenta prévia do DVD “10 Anos de Missão de Paz”

O Cidade Verde Sounds, banda liderada pelo vocalista Adonai e pelo DJ e beatmaker Dub Mastor, lançou a inédita Coração Novin, com participação especial da cantora sul-mato-grossense Marina Peralta. A faixa – que fala sobre leveza de espírito, renovação e como levar a vida com mais alegria diante às dificuldades – é a primeira amostra do DVD ao vivo 10 Anos de Missão de Paz. “Essa música remete aos antigos instrumentais de soul reggae dos anos 1970, com uma linha de rimas já bem modernas no estilo de artistas como Shaggy e Sean Paul, o que a faz muito especial. A jogada de vozes entre a Marina Peralta e eu ficaram realmente muito legais, além da leveza da mensagem. Uma música que anima o dia”, adianta Adonai. O single, bem como o projeto audiovisual do qual faz parte, foi produzido pelo renomado Daniel Ganjaman. Vencedor do Grammy Latino e conhecido internacionalmente por sua contribuição no rap e na música brasileira, o produtor assina trabalhos de feras como Criolo, BaianaSystem, Planet Hemp, Sabotage e outros mais. O DVD 10 Anos de Missão de Paz foi gravado em São Paulo no fim de abril. Com lotação esgotada na Audio Club, a produção audiovisual capitaneada por Mateus Rigola apostou em projeções vibrantes em telões multicoloridos que dialogavam com as 18 músicas do setlist, sendo 14 regravações de clássicos do Cidade Verde Sounds e quatro inéditas. Entre as participações especiais – além de Marina Peralta – estiveram nomes como Rael, Planta & Raiz, MC Kako e Fabio Brazza. “Todos os feats do DVD foram escolhidos pela afinidade que cada um, à sua maneira, tem com a banda. Seja pela sonoridade, como é o caso do Rael, Planta & Raiz e Marina, seja pelo discurso, como o Kako e o Brazza”, completa Adonai. As influências neste projeto ao vivo vão desde o reggae jamaicano da década de 1970, passeiam pelo dancehall dos anos 1990 e chegam até o boombap, subgênero e estilo de produção musical que se destacou no hip hop da Costa Leste estadunidense durante sua era de ouro (do final dos anos 1980 ao início dos anos 1990). Uma mistura que faz a sonoridade do Cidade Verde Sounds tão única na música brasileira. O grupo planeja lançar mais uma prévia em outubro e a última em novembro, quando o trabalho completo estará disponível em todas as plataformas de música.

Robinson Borba, Tatá Aeroplano e Bruna Luchesi lançam “Última Vez”

Quando começou sua carreira, mais de 40 anos atrás, o cantor e compositor Robinson Borba fazia parte de um grupo de músicos que estava revolucionando a música brasileira naquela época; Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé eram alguns de seus pares e era com eles que Robinson Borba se apresentava em festivais, tocando músicas como Mente, Mente e Babynete, que viriam a fazer parte de seu álbum Rabo de Peixe (1984). Quarenta anos depois, ele parece ter encontrado uma outra turma, que igualmente tem trazido novas ideias para a cena dessa geração. Ricardo Prado, Estevan Sinkovitz, Guilherme Kastrup, Bruna Luchesi, Guilhermoso Wild, Guizado, Malu Maria e Tatá Aeroplano são alguns desses músicos que se juntaram a Robinson na feitura de Cauda da Galáxia. O disco revela as semelhanças entre eles e a faixa Última Vez, que tem a participação de Tatá Aeroplano e Bruna Luchesi nos vocais, podia muito bem estar no repertório do Tatá. Ela é a primeira a ser revelada do álbum. “Quando ouvi a voz guia que Tatá tinha feito para a música, achei tão bom que quis manter”, comentou Borba. Já Tatá conta que ficou “viciado” na canção assim que o arranjo ficou pronto. “O arranjo, criado por Kastrup, Sinkovitz e Prado ficou perfeito, uma música dançante e psicodélica”, finaliza Tatá. O álbum Cauda da Galáxia chega dia 13 de setembro em streaming e vinil.

Rangones faz paródia de Raul Seixas; ouça “Rock das Lasanha”

Formada em 2013 em Brusque (SC), o Rangones surgiu a partir da paixão dos integrantes da banda pelo Ramones. Se valendo do universo gastronômico como tema, o grupo mescla paródias com músicas autorais. O novo single do Rangones, Rock das Lasanha, trata-se de uma versão bem-humorada para o clássico Rock das Aranha de Raul Seixas. A melodia da música, produzida por Davi Pacote, tem como base a versão de Spiderman lançada pelos Ramones em 1995. Rock das Lasanha conta com um videoclipe dirigido por Juanito Miranda da produtora QueroRECº. “Trazemos algumas referências utilizadas no clipe do Ramones, parodiando isso também. O objetivo do videoclipe é narrar a história da letra de forma cômica, enaltecendo a alegria e o bom humor, ao mesmo tempo em que apresenta a banda e o figurino que utilizamos nos shows performáticos e energéticos, em que distribuímos comidas para o público”, revela o vocalista Pio. Além de Pio, Nado (guitarra), Eder (baixo) e Renan (bateria) compõem a banda, que se inspira no humor do Mamonas Assassinas para criar o rock gastronômico presente nos álbuns Rock To Eat (2014) e Rango Ruim (2019). O videoclipe de Rock das Lasanha recebeu o patrocínio da Prefeitura Municipal de Brusque através da Fundação Cultural de Brusque com recursos do Fundo Municipal de Apoio a Cultura no ano de 2023.

Anônimos Anônimos flerta com post-hardcore e emo no novo clipe

A banda paulistana Anônimos Anônimos, do cast da Repetente Records, lançou mais um videoclipe do seu mais recente EP, Xô Criaca (2024). A faixa escolhida foi Desculpa Qualquer Coisa, que apresenta uma sonoridade mais post-hardcore / emo. A letra retrata um fluxo de pensamentos ligados à ansiedade em público e, no som, o destaque fica com as linhas de guitarra. O clipe, dirigido por Rick Costa, com fotografia de Thiago Ramos e edição por Rodrigo Fonseca, acompanha o clima introspectivo da música, com uma performance minimalista da banda em preto e branco e fundo infinito. Imagens coloridas com projeções sobre os músicos trazem também uma estética poética e impactante. Os clipes anteriores deste mais recente EP foram das faixas “Tribunal de Causas Perdidas” e “Hino da Augusta”, este último com participação de Clemente, das bandas Inocentes e Plebe Rude. O EP Xô Criaca foi lançado neste ano pela Repetente Records, selo dos integrantes do CPM22 Badauí e Phil Fargnolli, junto ao produtor artístico Rick Lion. A banda se apresenta dia 14 de setembro em Francisco Morato, abrindo o show de comemoração de 10 anos da banda Fibonattis. O EP Xô Criaca é o segundo da carreira da AA, com seis músicas que alternam do post hardcore, ao punk e stoner rock. Ouça o EP aqui, com distribuição da Ditto Music Brasil: https://ditto.fm/xo-criaca. Xô Criaca foi gravado em foi gravado em fevereiro deste ano, no estúdio Costella, em São Paulo, com a produção do experiente Alexandre Capilé (Sugar Kane). A banda, que era um power trio, agregou em 2023 o guitarrista e backing vocal Henrique Almeida (ex Miami Tiger e Elevadores), e com isso ganhou uma camada extra de força em seu som. Completam o AA: Roberto Bezerra (baixo) e Marcelo Sabino (bateria e backing vocals).

Maria Beraldo convida Zélia Duncan para “Matagal”; ouça single

No Dia Nacional da Visibilidade Lésbica (29/8), Maria Beraldo lança Matagal, composição que conta com a participação de Zélia Duncan. As vozes de Beraldo e Zélia se encontram nessa canção de amor tranquilo, que deixa o sol entrar e anuncia a chegada de Colinho, o novo disco de Maria Beraldo, que chega dia 18 de outubro nas plataformas digitais pelo selo Risco. Conhecida por sua ousadia em estirar as fronteiras musicais, sua posição provocativa e letras que revelam um coração marcado pela homofobia em amores difíceis ou impossíveis, Beraldo revela em Matagal a conquista de um romance possível, real e feliz. Para cantar sua alegria, Maria convidou Zélia Duncan, que traz consigo os passos de uma geração que abriu caminhos mato adentro para que artistas como Beraldo pudessem cantar e viver suas verdades. “Compus essa canção em uma viagem que fiz com minha namorada pra descansar um pouco do ritmo de São Paulo, olhando pra uma floresta linda com um rio que corria ligeiro numa manhã de sol. Essa música marca um momento importante da minha vida em que vivo um relacionamento muito feliz e verdadeiro e estou em paz com a minha sexualidade, depois de anos de elaboração e de muitas canções melancólicas ou tensas. Não estamos em tempos de paz, nem no mundo nem na esfera da nossa luta LGBTQIA+, mas encontrar a alegria de ser uma pessoa queer é das nossas mais poderosas armas”, conta Maria. O convite de Maria para Zélia veio depois de um show na virada cultural de São Paulo em que as duas se apresentaram na mesma noite, em shows diferentes, e o encontro no camarim encorajou Beraldo a mostrar sua nova música para Zélia. Depois do convite aceito e com a música pronta, Zélia comentou a faixa. “Gosto do fato de Maria ser uma artista intrigante, talentosa e corajosa com as sonoridades e interpretações. Adorei cantar junto, na oitava que me coube! E amo a sonoridade da faixa. Ouçam, vale cada segundo da viagem!” A faixa Matagal foi produzida por Maria Beraldo e Tó Brandileone, e traz uma levada folkeada em violões de nylon e aço, o baixo acústico no fraseado de Fábio Sá e as vozes de Beraldo e Zélia num encontro inspirado de tessituras regado a muito reverb. “Zélia é uma referência muito importante na minha trajetória e inclusive no momento mais delicado da minha saída do armário”, conta Maria. “Para além dos seus discos que embalam e dão colo à minha geração de sapatões, eu fui totalmente capturada pelo monólogo TôTatiando, que Zélia fez brilhantemente, com músicas de Luiz Tatit, em 2012. Essa época eu tava terminando meu mestrado na Unicamp e assumindo meu primeiro namoro com uma mulher. Viajei de Campinas para São Paulo 7 vezes pra ver essa peça. Fiquei muito fissurada. Ali tinha muita coisa importante pra mim. O jeito que ela pensou aquele espetáculo, toda a concepção musical e de cena, como essas duas coisas se enlaçam em uma só, o jeito que ela visitou a obra de Tatit e também a autonomia que ela exerce perante o mercado, colocando sua relação com a arte em primeiríssimo lugar. Tudo isso é muito precioso, e é claro que a representatividade bate forte no peito numa hora dessas”, conta Beraldo. Assim como o primeiro single do álbum Colinho, o recém lançado I Can’t Stand My Father Anymore, Matagal também tem letra em inglês. O álbum, porém, tem a maior parte das letras em português.

Paradise Guerrilla se inspira na alta moda para single “Dior”

Paradise Guerrilla lançou o single Dior, uma faixa pop alternativa que dialoga com uma das facetas do projeto: visuais fortes e ligação com a moda. Após seu disco autoral em inglês, a banda prepara seu disco de estreia em português, flertando com o trap, R&B e a música urbana brasileira. Assim como em Superbaby – um dos primeiros lançamentos desta fase – a liberdade feminina é destaque, dessa vez flertando com um imaginário presente em letras de trap, como dinheiro e luxo. Mas na visão da música, o afeto não se conquista com bens materiais e nem com Dior. “A parte visual é importantíssima para o projeto, mas o papel da moda em si é uma forma de expressão. Recentemente ficamos muito impactados pela série New Look, que conta a história do Christian Dior. A gente ficou realmente muito inspirado pelos valores dele, pela postura dele, mas também pela forma como ele enxerga a moda, realmente como arte e expressão”, conta Bella Vox, vocalista da banda. Além dela, a banda é formada por dois seres interdimensionais, Frankstation e U.F.O.. O Paradise Guerrilla antecipa os ambiciosos objetivos do projeto: explorar sons novos como quem desafia o desconhecido. Além disso, preparam para o lançamento da própria marca de roupas, que já teve peças antecipadas inseridas em clipes lançados do projeto. Para o novo single, eles contam novamente com a assinatura do jovem produtor carioca de 17 anos, Mvzza neste single que mostra uma banda se desafiando. Após conquistar um público fiel e se apresentar em alguns dos principais eventos de música do Brasil, como o The Town, Paradise Guerrilla prepara está em uma nova fase com uma série de singles especiais e em português. Após trabalhar com Seu Jorge em Um Dia sem Você, que ganhou um clipe realizado com tecnologia de videogame; com novos nomes do rap e do trap e em uma versão da clássica Você Me Vira A Cabeça (Me Tira Do Sério), de Alcione, eles querem continuar surpreendendo.

Áurea Semiseria exalta força e prazer de viver em “Mahi Mahi”

A Big Mama vem com tudo! Áurea Semiseria mostrou toda a sua essência em seu single de lançamento e continua os trabalhos com Mahi Mahi, que chegou aos apps. Produzida por Éocross e escrita pela artista ao lado de UnA, a nova faixa dá sequência ao storytelling que ela quer construir para seu EP de estreia. Nela, Áurea explora como a força de “Big Mama” ganha vida em todos os momentos: para descontrair e desfrutar de todos os momentos que a vida pode oferecer, garantindo que para ser feliz também é necessário ser forte. Ela revelou que Mahi Mahi nasceu de uma conversa com UnA e Sista Katia e da fértil imaginação para um passeio no Marina, um famoso hotel de Salvador, frequentado pela elite. “É uma celebração da leveza, da alegria e do prazer de viver, desafiando as expectativas sobre o que se espera de um corpo e de uma vida como a minha. Quebro os estereótipos, mostrando que, apesar das dificuldades, a vida também é feita de beleza, diversão e momentos compartilhados com amigos e amores. É uma tirada de onda, uma ode ao poder de usufruir do que a vida tem de melhor”, explica Áurea. A partir dessa história imaginada, o título da música não poderia ter sido mais conveniente. “É a história de um rolé de verão, um amor entre duas mulheres. Quero impressionar essa paquera de verão no meio da minha correria do meu trampo. É um pouco dessa dualidade da minha vida: saio de Cajazeiras para levar minha mulher pro Mahi Mahi”, finaliza. Ainda neste segundo semestre, Áurea lançará um EP com sete faixas que promete passear por influências diversas como Boombap, Drill, RnDrill, House e Pagodão. O projeto terá beatmakers de peso como Mu540, Éocross, El Lif Beatz e Apoema, bem como feats da artista com Iza Sabino, UnA e Big Black.

Montanee lança clipe cheio de energia: assista “Never Good Enough”

O grupo carioca de rock alternativo Montanee lançou um clipe oficial para seu último single, Never Good Enough. A energia da música é refletida no vídeo, que contrasta a intensidade da banda com a leveza de uma patinadora, e continua a estética preto e branco da banda. A música estará presente no EP Recalling Dreams, com data de lançamento marcada para o dia 27 de setembro. O projeto foi produzido em Nova York pelo renomado produtor Joel Hamilton, que tem no currículo oito indicações ao Grammy e trabalhos com artistas como The Black Keys, Paul McCartney, Norah Jones e Highly Suspect. No projeto, a banda cita influências de artistas como Foo Fighters, Arctic Monkeys, Nothing But Thieves, Royal Blood, e conta com participações de nomes como Rodrigo Suricato (Barão Vermelho) e Tyler Bryant (Tyler Bryant and the Shakedown). O clipe foi dirigido por Felipe Areias, vocalista e guitarrista da banda, e a direção de fotografia foi assinada por João Carlos Rocha. A patinadora convidada é Eríka Cordéiro. Montanee é composta por Felipe Areias (vocal e guitarra) Teo Kligerman (bateria) e Raphael Moraes (baixo e guitarra).