Luca Latorre homenageia o nascimento do filho em O Mundo é Teu

Duas canções irmanadas pelo mesmo tema: o amor dos pais por um bebê. Assim surge O Mundo é Teu, canção de Luca Latorre que inaugura seus lançamentos autorais de 2024. O single chega após o nascimento do primeiro filho do artista, o pequeno Matteo, que também já havia sido homenageado pela mamãe Lorenza Pozza na faixa Aqui Dentro. O olhar terno sobre a paternidade é o maior trunfo dessa composição inédita, uma narrativa ainda pouco usual na construção da relação de pais e filhos. Como sempre faz em seu trabalho, Luca Latorre se debruça sobre os afetos com um olhar sincero e entrega uma canção que ecoa em todos aqueles que já tiveram um recém-nascido em casa, seja na posição de pais, irmãos, avós ou tios. Com produção musical de Jeff Pina, parceiro usual de Latorre nos seus trabalhos autorais, o lançamento oferece a linguagem musical desenhada pelo artista nos últimos trabalhos. Luca traz sua forte influência do british rock e pop romântico para delinear a jornada da paternidade, desde os primeiros momentos da gravidez. A estreia de O Mundo é Teu foi nos palcos, já que Luca Latorre e Lorenza Pozza realizaram o Show de Bebê, espetáculo para famílias que cortou com participações especiais de Rafael Cortez e do duo Mar Aberto. Naquela ocasião, a música composta a seis mãos – também com Jef Souza e Lorenza -, serviu para revelar o nome do bebê ao público que acompanhou de perto essa gestação.
Linkin Park revela música inédita com vocais de Chester Bennington

A banda Linkin Park divulgou, na última sexta-feira (23), a música inédita Friendly Fire. A faixa veio acompanhada de um videoclipe e traz imagens e vocais do vocalista Chester Bennington, que morreu em 2017. A faixa foi gravada em 2017 e contém os vocais originais de Chester Bennington. Segundo publicação da banda nas redes sociais, a música faz parte das gravações do disco One More Light, lançado em 2017. Chester Bennington morreu em julho de 2017, ao cometer suicídio. O sétimo álbum da banda, One More Light, foi lançado no mesmo ano, dois meses antes da morte do cantor.
Paul Weller celebra 66 anos com álbum novo e libera primeiro single

No sempre em evolução no panorama da música contemporânea, poucos artistas possuem a influência duradoura e o espírito inovador de Paul Weller. Com uma carreira fonográfica que começou em 1977, o artista agora anunciou o lançamento de seu 17º álbum solo e seu 28º no total. Intitulado 66, o novo álbum de Paul Weller chega às plataformas digitais no dia 24 de maio, um dia antes de seu aniversário de 66 anos. Como degustação, a primeira faixa lançada de 66 é o robusto ritmo percussivo de Soul Wondering, que já está disponível em todas as plataformas digitais. Paul Weller sempre demonstrou um compromisso inabalável em empurrar os limites artísticos enquanto permanece fiel às suas raízes. O novo álbum promete não ser exceção, oferecendo uma jornada cativante através de sua evolução musical contínua. As 12 músicas de 66 foram trabalhadas no estúdio Black Barn, de Weller, ao longo de três anos, com uma série de músicos convidados. No passado recente, Paul tem sido um colaborador entusiasmado, mas 66 parece ser a celebração mais completa desse processo. No projeto há contribuições líricas de uma lista ilustre, incluindo Suggs, Noel Gallagher e Bobby Gillespie (Ship Of Fools, Jumble Queen e Soul Wondering, respectivamente). Espalhadas pelo álbum, há participações de uma série de velhos amigos, incluindo Dr. Robert, Richard Hawley, Steve Brooks e Max Beesley.
Ana Luísa Ramos lança Clouds, bossa nova de clima nostálgico em inglês

Durante uma viagem de carro pelo interior de São Paulo na véspera de seu aniversário, a brasileira com base no Canadá Ana Luísa Ramos escreveu Clouds, canção que lança agora como o primeiro single de seu terceiro álbum solo, Solaris. “Clouds fala sobre viver no presente e estar, de fato, presente. É sobre contemplar as pequenas grandes coisas da vida e querer se entregar por inteiro”, divide a artista. Gravada entre Brasil, Canadá e Estados Unidos; e arranjada por Daniel Bondaczuk, produtor brasileiro radicado em Nashville; a faixa cria elos entre o Brasil e o hemisfério norte. Bossa nova cantada em inglês, a música chega pelo selo canadense The Citadel House, acompanhada de videoclipe dirigido por Eric Taylor Escudero, com quem Ana Luísa divide o duo Ana & Eric. O vídeo foi gravado em Newfoundland, no Canadá, e inclui imagens de arquivo realizadas em vários locais da ilha norte-americana, como Middle Cove e Cape St. Mary’s, além de registros nostálgicos feitos no Brasil. “Essa canção retrata as longas estradas, a vastidão do horizonte, os novos começos e o amor incondicional. A ideia foi representar esses elementos visualmente através de imagens da natureza, de viagens, turnês, representando as lembranças que compõem a vida”, conta Ana Luísa. Com foto produzida por Sarah Kierstead e design por Thiago Dalleck, a capa transmite a melancolia e a introspecção que estão presentes também na música. Junto com uma paleta de cores terrosas, a imagem traz a essência orgânica que faz parte do trabalho de Ana Luísa Ramos. Este conceito será estendido para a identidade visual do disco Solaris, com lançamento marcado para abril. Do latim, a palavra que dá nome ao álbum significa aquilo que obtém a energia do sol, remetendo à delicadeza das composições e ao brilho da voz da artista. Ouça Clouds abaixo
Mark Knopfler apresenta segundo single do novo álbum; ouça Watch Me Gone
Catfish and the Bottlemen retorna com Showtime; ouça!

Cinco anos após o último álbum, The Balance, o Catfish and the Bottlemen está de volta com o single Showtime, lançado pela Island Records. A faixa foi produzida por Dave Sardy, que já trabalhou no segundo álbum do Catfish, The Ride, de 2016. Showtime mostra o vocalista Van McCann escrevendo em seu típico sentido autobiográfico, começando no primeiro verso: “De volta ao enxerto novamente, acabei de vender minha voz por um longo fim de semana, você sabe que não há outro lugar onde eu em vez disso, redefinir“. Mais tarde na faixa, ele faz referência à atração principal da banda no Festival de Leeds em 2021, que foi um de seus últimos shows antes do desaparecimento, que muitos suspeitavam ser permanente. Após suas apresentações em festivais em 2021, o baterista Bob Hall e o guitarrista Johnny Bond anunciaram sua saída da banda. Sem substitutos anunciados, o baixista Benji Blakeway é o único outro membro ao lado do vocalista McCann.
Frank Turner canta sobre compartilhar a música em lojas de discos

Frank Turner lançou o terceiro single do novo álbum, Undefeated, que será lançado no dia 3 de maio pela Xtra Mile. A faixa da vez é Girl From The Record Shop. Anteriormente, o músico revelou os singles Do One e No Thank You For The Music. Undefeated será o primeiro álbum de Frank Turner como artista independente, após ter passado os últimos dez anos em uma grande gravadora. Em entrevista ao NME, Turner descreveu Girl From The Record Shop como um “tipo de fantasia limítrofe” do ponto de vista de sua adolescência. “As lojas de discos foram extremamente importantes para mim quando criança, tanto como refúgios, mas também como um lugar para descobrir música e conhecer outras pessoas”, disse. “Fiz muitos amigos na Selectadisc no Soho no final dos anos 90 e início dos anos 2000 – mesmo que não tivesse dinheiro, eu entrava e ouvia discos o dia todo e saía nerd. Se houvesse uma mulher bonita trabalhando na loja de discos e vestindo uma camiseta do Riot Grrl, então eu estaria completamente fodido. O que eu vou fazer? Absolutamente nada – eu não conversei com pessoas que gostava quando era adolescente”, completa.
Paulo Tó e Ítalo Nascimento brincam com narrativa no single Zugzwang

Os cantores e compositores Paulo Tó e Ítalo Nascimento fazem de sua primeira canção juntos uma jornada labiríntica, uma narrativa não-linear que desafia os sentidos. Assim é Zugzwang, faixa que anuncia o lançamento colaborativo dos músicos. A canção narra a confusão e o não pertencimento em uma letra curta e poética que evoca a inventividade musical de ambos os artistas. Este é o primeiro de dois singles a serem lançados nessa nova parceria entre Tó e Nascimento. As duas canções se irmanam em certa poética da “vertigem”. Retratam uma relação amorosa que nos conduz a um sumidouro, um labirinto temporal, em que tudo será modificado definitivamente. Zugzwang é um emaranhado poético e sonoro que brinca com o conceito do próprio título – uma referência do jogo de xadrez. Um jogador está em zugzwang quando vê-se encurralado e sua posição desmoronará com qualquer movimento legal. Com formação musical na MPB, no samba e nas raízes da música brasileira, Paulo Tó mergulhou recentemente pelos timbres e grooves do funk e trap em seu mais recente trabalho, o também colaborativo disco Terno Azul, com Salloma Salomão. Sua discografia também conta com a estreia De Cara No Asfalto (2016), DOMiNGO (2020) e Galope (2021). Já Ítalo Nascimento lançou em 2021 o EP de estreia Pássaro-Máquina, criando um público que vem aguardando seus próximos lançamentos. Mas a parceria entre os dois vem de antes: Paulo produziu o primeiro lançamento autoral de Ítalo, em 2019, ainda com a banda Antúrio, com o EP Landsick.
Sum 41 lança terceiro single do novo álbum com clipe gravado no Punk Rock Museum

O tão aguardado álbum final do Sum 41, Heaven x Hell, chega no próximo mês pela Rise Records, e eles compartilharam a faixa de abertura para aquecer o público. Waiting On A Twist of Fate lidera a parte Heaven do álbum duplo, que o vocalista Deryck Whibley descreve como “o início do pop punk do Sum 41”, e que descreve seu som perfeitamente. O vídeo que acompanha foi filmado no Punk Rock Museum de Las Vegas. Aliás, dentro do antigo ônibus de turnê Bookmobile do Green Day. Por fim, conta com a participação especial de CJ Ramone. Waiting On A Twist of Fate é o terceiro single revelado do novo álbum. Anteriormente, a banda divulgou as faixas Rise Up e Landmines.