The Chemical Brothers revela Skipping Like a Stone, com participação de Beck

Às vésperas do lançamento de seu 10º álbum de estúdio, For That Beautiful Feeling, que será disponibilizado no próximo dia 8 de setembro, o The Chemical Brothers traz a participação de Beck na sua nova música, Skipping Like A Stone. O duo também anunciou o lançamento de Paused in Cosmic Reflection, um livro sobre seus 30 anos de carreira. A obra, que será disponibilizada no dia 26 de outubro, conta com horas de depoimentos do duo e retrata sua história de sucesso.

Yungblud revela Hated, single que vem acompanhado de vídeo; assista!

Yungblud dá continuidade à sua nova era com o single Hated, que acaba de chegar às plataformas de streams. A faixa é, sem dúvida, a oferta lírica mais pessoal de Yungblud até o momento. O artista também compartilha o impressionante e poderoso videoclipe, que captura o conteúdo comovente da música. Em sua página no Instagram, o cantor falou sobre o lançamento e sobre uma experiência traumática contra a qual ele quer declarar guerra. “Quando eu tinha sete anos, fui molestado por um médico. Eu nunca disse a ninguém até contar ao meu produtor quando essa música estava para ser lançada. Esta é a coisa mais pessoal que já lancei. Isso não quer dizer que seja suave ou gentil. Longe disso. É um grito de guerra e uma exposição da alma e libertar-se de experiências ruins e traumas, encontrar força interior, reconhecer o passado, aceitar a dor e ter a coragem de não deixar que ela defina seu futuro”.

Carol Biazin convoca Baco Exu do Blues para Ligações de Alma

‘’Eu quero que risque o meu nome da sua agenda. Esqueça o meu telefone, não me ligue mais…’’. É com esse famoso verso de Telefone Mudo, do Trio Parada Dura, que começa Ligações de Alma, a nova música da cantora Carol Biazin em parceria com Baco Exu do Blues. Além da letra em si, o sentimento retratado em Ligações de Alma é algo que todos os que já terminaram um relacionamento em maus lençóis já sentiram. Confusão sentimental, medo, inseguranças, raiva e ressentimento são algumas das emoções retratadas no novo single dos artistas, que têm a coragem de cantar sobre suas vulnerabilidades e a complexidade de sensações que permeiam a cabeça e o coração. A música possui elementos do pop combinados com a sensualidade das vozes de Carol, que tem um vocal marcante e inconfundível, e o tom grave de Baco. O refrão diz: ‘’Para de uma vez de me ligar / Porque eu ainda ligo pra gente / E meu coração não me atende / E toda quer chamar’’. Em um trecho, Baco completa: ‘’A sua carência é muito mais sincera que você / Em vez de ser feliz / Prefere disputar poder / Não aceita a verdade / Não tem humildade / Pra entender seu ego e assumir seus medos / Sua saudade é consequência dos seus erros’’. “Estou muito feliz de somar nessa faixa com o Baco. Ele é um cara que eu admiro muito e que tem muito em comum comigo sonoramente. Ligações de Alma é uma faixa muito especial pra mim; nela eu visito memórias afetivas com meu avô com o sample de Trio Parada Dura, que ouvíamos juntos. São memórias que fazem parte de quem eu sou musicalmente e como pessoa”, diz Carol Biazin sobre a parceria com Baco.

Yutaka revela novo som; ouça Corajoso Coração

O pop reggae brasileiro e a Nova MPB acabam de dar vida ao mais novo single de Yutaka, grande aposta da nova geração do reggae. Corajoso Coração chegou com clipe no Youtube, dando luz a uma das maiores dualidades da humanidade: a razão e a emoção. Composta pelo artista e produzida por Bruno Duprê- que trabalhou com nomes como Maneva, Rael, Viegas, entre outros-, a faixa é o quarto lançamento do EP que prevê cinco singles. Segundo o artista, a letra traz uma conversa entre a Razão e o Coração. “A Razão questiona o Coração com: – ‘como ele pode ser tão bobo e se apaixonar novamente sabendo que ele vai se machucar!’ E o Coração responde dizendo que ele não resiste e ele acredita que vai dar certo! Um drama de amor em uma canção deixando um questionamento para quem se fechou devido aos traumas”, conta Yutaka. O clipe, dirigido por Rodrigo Pysi, traz a magia de dois personagens interpretados pela mesma pessoa. A Razão e o Coração em uma conversa franca. Cantor e compositor Phillipe Yutaka, ou simplesmente Yutaka, é um dos novos e mais promissores nomes do Reggae brasileiro. Nascido em São Paulo e com apenas 2 anos de carreira, suas canções já impactaram quase 1 milhão de pessoas nos apps de música, além de já ter realizado importantes parcerias com Maneva e Viegas.

Zeu lança reggae com pegada pop e produção de Kiko Zambianchi; ouça Na Cor

O cantor e compositor Zeu lançou nesta terça-feira (22) o single Na Cor, que traz uma atmosfera envolvente ao combinar reggae com elementos do pop. A música conta com a produção e arranjos de Kiko Zambianchi, que acrescenta experiência à faixa e contribui com a sua singularidade musical. Na Cor, de acordo com Zeu, convida a um olhar simples, de valorização aos bons momentos da vida, na esperança de que o melhor sempre está por vir. “A natureza e sua grandeza é sempre uma grande fonte de inspiração, desde uma bela flor a um grande amor. As bandas de reggae jamaicanas e brasileiras são influências para mim, assim como o pop também”, revela o músico, que completa: “A música conta com a qualidade técnica e o toque de classe nos arranjos executados e dirigidos pelo mestre Kiko Zambianchi. Foi uma honra e um grande aprendizado trabalhar com ele nesta faixa”. O lançamento é uma nova aposta do selo New House, idealizado pelo próprio Kiko Zambianchi, que vislumbra o potencial de Zeu como uma das promessas do cenário musical no Brasil. “Conheci o Zeu através do produtor Bing ele me mandou umas músicas do Zeu e logo percebi o potencial que tinha ali, e o convidei para fazer parte do selo. O resultado foi um reggae delicioso de ouvir, com a voz marcante de Zeu e com muita energia. Confio muito no trabalho dele e pelo feedback que estamos tendo, acredito que em breve ele estará entre os grandes do reggae nacional, é só uma questão de tempo”, diz Zambianchi. A faixa conta ainda com a participação do músico Denny Conceição, companheiro de Kiko no Acústico MTV do Capital Inicial, hoje percussionista da banda Natiruts e parceiro de Zeu nas suas apresentações ao vivo.

Olivia Rodrigo revela segundo single do álbum Guts; ouça!

Olivia Rodrigo compartilhou o single bad idea right?, junto com seu vídeo. Sucessora de vampire — lançamento de junho que estreou em primeiro lugar na parada Billboard Hot 100, bad idea right? é o segundo single do segundo álbum dela, Guts, que chega via Geffen Records em 8 de setembro. Produzida e co-escrita com seu parceiro habitual, Daniel Nigro, bad idea right? traz essa narrativa em um cenário vertiginoso de caóticos riffs de guitarra, bateria vibrante e vocais tontos no refrão —, refletindo totalmente o espírito lúdico do processo de composição. “A música bad idea right? começou com a gente fazendo piada sobre eu ter ficado com um ex-namorado, mas depois percebemos que estávamos realmente no caminho certo”, conta Olivia Rodrigo. “Estávamos experimentando as coisas mais esquisitas — em um dos refrãos, há uma parte que soa como um instrumento ao fundo, mas sou eu gradualmente gritando cada vez mais alto”. Reflexo perfeito da energia maluca da música, o vídeo de bad idea right? é a mais recente colaboração de Rodrigo com Petra Collins. Lista de faixas de Guts all-american bitch bad idea right? vampire lacy ballad of a homeschooled girl making the bed logical get him back! love is embarrassing the grudge pretty isn’t pretty teenage dream

Banda Samba Esquema Russo subverte expectativas com “Cazuza Já Morreu”

Samba Esquema Russo é uma banda que extrapola qualquer noção de gênero musical ou nacionalidade. O projeto nascido no Rio de Janeiro é, na verdade, psicodélico e abre mão de qualquer esquema para transitar na liberdade sonora. O resultado é o single Cazuza Já Morreu, uma faixa provocadora que ganha um clipe com uma viagem sensorial por imagens cotidianas que exploram nossa relação com a memória e a realidade. O lançamento abre os caminhos para uma nova fase do Samba Esquema Russo, agora com formação renovada. Com guitarras distorcidas, o grupo tem como inspiração os contrastes entre as paisagens idílicas da chuvosa Serra dos Órgãos e a ensolarada metrópole carioca. São origens separadas por uma curta distância no espaço, mas que se afastam pela inconformidade no tempo, nas cores, tons, ritmos e sons. O vídeo acompanha essa dissonância. Entre o turbilhão de imagens, acontecimentos brutais e momentos sublimes, habita a vista enevoada e ao mesmo tempo certa do que vê. “Esteja atento: sob neblina use luz baixa”, alerta o duo. Samba Esquema Russo nasceu no atravessamento das diversas trilhas, escutando as reverberações da palavra que nasce. Primeiro veio o novo, depois o noise e agora o russo, tudo amarrado nas personalidades de Vinícius Gusmão (guitarra) e Gabriel Gorini (guitarra). O single Cazuza Já Morreu é um convite a colorir fora das linhas, ultrapassar limites e subverter expectativas. Samba Esquema Russo não se constrói por rótulos, gêneros ou tags. Para além da definição do que é esse som, o duo deixa claro tudo o que não é. “Cazuza já morreu é um rockzin que não é uma crítica social, não é uma homenagem póstuma, não é continuação, não é ruptura, não é tradição e muito menos vanguarda”, declara a banda. Samba Esquema Russo busca sentido nas palavras e nos sons tendo como ponto de partida a travessia. Na Serra dos Órgãos, o marcante trecho entre a Pedra do Açu e a do Sino é um dos mais procurados pela beleza natural. Porém, o deslocamento entre esses dois castelos requer preparo, familiaridade com o terreno, sede de exploração. Foi pensando nesse ínterim, entre um ponto e outro, que o grupo se encontrou: uma constante caminhada até o destino, sem ter medo da jornada. A novidade é a primeira em uma sequência de lançamentos já projetados pelo grupo. Enquanto isso, é possível descobrir o grito de anti-conformismo presente em Cazuza Já Morreu.

Jeza da Pedra e mellina fazem um registro afetivo do subúrbio carioca no clipe Camará Station

Duas potências da zona oeste do Rio de Janeiro, Jeza da Pedra e mellina unem forças para narrar uma crônica sobre desencontros e afetos não correspondidos no single Camará Station. É próximo ao fim da Avenida Brasil onde os artistas embarcam na sua jornada lírica em nome de um pop criativo, avesso à ostentação, sem perder porém a sua identidade e raízes periféricas em uma canção climática com a identidade potente do subúrbio. Este é o primeiro single do duo e faz parte do álbum Lolólove. A faixa ganhou um clipe com imagens que fazem parte do imaginário e do dia a dia de um Rio de Janeiro longe dos cartões postais. A parceria vem em um momento em que Jeza da Pedra conquista reconhecimento como um dos nomes incensados do rap nacional e da nova MPB, enquanto mellina se projeta como rapper e artista multimídia. O produtor musical Daniel de Souza assina a faixa direto de seu estúdio @suburb_io. A canção nasceu da amizade e das reflexões compartilhadas por mellina e Jeza sobre as zonas de desconforto geográfico e  afetivo que enfrentam como moradores da zona oeste do Rio. A música narra um desencontro romântico, tendo como cenário a estação de trem de Senador Camará e traz uma fusão de rap e indie pop com uma sonoridade dançante e envolvente.  Jeza da Pedra despontou do underground carioca em 2015 com o funk Sai que tu é mó bad. Em 2017, lançou o aclamado Pagofunk Iluminati com show de estreia ao lado da banda Afrojazz e da DJ Iasmin Turbininha. Desde então, vem somando tem parcerias musicais de peso como DJ Sexy Love, UBUNTO e Kassin. A intensidade dos amores e desejos é o tema central dos últimos trabalhos de Jeza da Pedra: Arquitetura da Despedida (Sete Estações) (2021), Amores Líquidos (2022) e a recente Paixão Cocaine. Esta última, foi lançada em junho deste ano para fechar aquilo que o artista descreve como sua “trilogia de love songs”. Já mellina é cantora, compositora e artista multimídia. Em 2021, passou a expor sua arte através do NFT, levando a convites de eventos e shows para apresentar sua obra. Debutou musicalmente em abril deste ano com o funk Acrigel, em parceria com o renomado produtor Beat do Ávila.

Lynx the Revenge lança a dramática e envolvente Saudade

O sexteto carioca Lynx the Revenge lançou o single Saudade. A balada dramática e envolvente apresenta uma inédita faceta dentro do gênero praticado, o heavy metal, cujo instrumental coloca o piano em primeiro plano, acompanhado de fraseados e solos das duas guitarras. Saudade é um single de fácil audição que fala de um sentimento vivido por qualquer pessoa. A letra aponta que é preciso olhar para si, ao redor e para sua própria trajetória para afastar a tristeza, solidão e seguir em frente. “Saudade não conta uma história específica, mas sim uma descoberta, uma constatação de um envolvimento intenso, é uma dissertação de perda que qualquer um de nós que vive ou já viveu tamanho sentimento possa vestir e tomar para si, e então viver momentaneamente essa experiência musical”, explica o guitarrista do Lynx the Revenge, Douglas Gomes. Trazendo o piano ao centro da música, com a melancolia que é intrínseca ao sentimento da saudade. Pensando nisso, o guitarrista e compositor Douglas Gomes tentou, pela primeira vez, testar seu conhecimento musical num piano. Quando então nasceu o tema da música, que também é a melodia do refrão, e espontaneamente o restante da harmonia estrutural surgiu, como conta Douglas. “O clima veio embalado e encomendado pela temática pensada na ocasião, que instantaneamente inspirou sua letra e finalização. Virou uma balada metal de fácil audição, facilmente transcende quem não ouve o gênero e sendo marcada pelo dueto vocal da Raíza Silva e do Leandro Felício”.