Statues on Fire lança hino antifascista Refuse to Die; ouça!

Após a potente I Hate Your God, a Statues On Fire soltou, nesta sexta-feira (11), o single Refuse To Die, a segunda música de trabalho do disco IV, previsto para 29 de setembro. O lançamento de Refuse To Die nas plataformas de streaming acontece por meio do selo Repetente Records, selo administrado e criado ano passado por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, músicos do CPM 22, com o diretor artístico Rick Lion, com distribuição digital da Ditto Music. Refuse to Die é um hino antifascista, entre riffs agressivos e passagens melódicas – a autêntica e única sonoridade criada pelo Statues on Fire. A letra fala sobre a luta e resistência, sobre não abaixar a cabeça, nunca. Em meio ao lançamento do novo disco, a Statues On Fire se prepara a sua sexta turnê pela Europa, agendada para outubro. São dez shows entre Alemanha e Holanda. Com 10 anos de atividades, Statues on Fire acumula cinco turnês pela Europa e se consolida como uma das melhores bandas do punk e hardcore nacional. Um vigor único que será mais potencializado pelo time da Repetente! Statues on Fire é formada pelos experientes Andre Alves (vocal e guitarra), Lalo Tonus (baixo), Alex Silva (bateria) e Regis Ferri (guitarra).
Day canta com Froid no single Cinzeiro; ouça!

Depois de chocar os conservadores em seu último e controverso lançamento, Day Limns lança o single Cinzeiro, em parceria com o rapper Froid. A canção chega com clipe no YouTube da artista. Composta por Day e Froid, produzida por DMAX e Los Brasileros, Cinzeiro foi escrita há mais de um ano, mas hoje tem um novo significado para a cantora. “Quando eu escrevi, estava naquela fase final do relacionamento, em que você não entende muito o que está acontecendo, mas chega a conclusão de que está em um momento diferente do da outra pessoa. Agora, me vejo como ‘os dois personagens’ apresentados na música, e simboliza a aceitação da minha dualidade, do meu 8 e 80, e significa o meu processo, que vivo em tempo real, de tentar encontrar um pouco de paz no meio do meu caos”, conta a cantora. Sobre a parceria com Froid, Day conta que se tornaram amigos antes mesmo de ouvirem a música um do outro, em uma viagem a trabalho para o exterior. “Depois comecei a ouvir o Froid e ele se tornou o meu rapper favorito, ele realmente tem essa vibe filosófica e eu curto muito o trabalho dele. Hoje, ele é o letrista (homem) que mais admiro no Brasil”, afirma. O clipe, produzido pela GAFE e dirigido por Deni Amorim (amorinpublic), é uma sequência de Minha Religião, que terminou com Day ingerindo uma luz e sendo tomada por ela. “Tínhamos um fundo branco, um fundo preto, um conceito e um sonho (risos). Decidimos fazer em preto e branco pelo conceito da dualidade, além de que o cinzeiro em questão que inspirou a música é quadriculado. No clipe, o Froid simboliza alguém que já chegou num lugar de aceitação do que é ser humano, com suas luzes e sombras. Eu represento a pessoa que está passando por conflitos internos extremamente dolorosos pra chegar nesse mesmo lugar”.
A Olívia ressalta a diversidade natural e social do país em Entre na Água

Entre na Água é a segunda música do projeto A Olívia – Selva Rock Brasileira, formado em São Paulo, que lança pela gravadora Orangeira Music uma série de músicas que bebem na origem da nossa diversidade natural e social, uma alegoria com os comportamentos humanos e instintos selvagens. Entre na Água é uma faixa de pop rock, com influências de indie que também possui momentos de funk music. O animal escolhido para ilustrar a capa é a onça e a letra é inspirada no inconsciente coletivo. O que acontece com um país onde a política não era seriamente debatida pela população e de repente vira o assunto principal de toda uma década? Um clima tenso e monotemático pesa no ar. Entre na água fala sobre a importância de se refrescar, e a melhor forma de fazer isso é dando um belo mergulho. Feito um mar traiçoeiro, Entre na Água vai da calmaria às águas turbulentas em segundos, trazendo pressão e leveza à temática do projeto que tem como inspirações claras o álbum Selvagem, dos Paralamas do Sucesso, e Homem Primata, dos Titãs, com uma sonoridade moderna que flerta com o pop e rock internacional. Ouça Entre na Água, da A Olívia
Capim-Limão reflete a vida adulta em Não Saio e antecipa disco de estreia

A banda Capim-Limão revelou a faixa Não Saio, explorando novas nuances de sua sonoridade pop, MPB e alternativa. O single marca uma nova fase para o grupo, trazendo uma reflexão sobre a vida adulta, os desafios enfrentados durante a pandemia de 2020 e a esperança de um futuro mais ensolarado. A canção, composta pelo vocalista Thito, apresenta uma estrutura única, dividida em dois momentos distintos e complementares. No primeiro, a música traz uma atmosfera reflexiva e introspectiva, abordando a necessidade de amadurecimento e o impacto do isolamento durante a fase pandêmica de 2020. A ligação direta com esse período é evidente, já que todos nos vimos afastados da parte mais colorida da vida, perdendo conexões com o mundo ao redor. No segundo momento, Não Saio traz um olhar mais esperançoso, indicando o início da abertura dessa fase cinzenta. A música celebra a retomada da ligação com o mundo real e a capacidade de enxergar sabores nas cores, em uma metáfora poderosa sobre a busca pela alegria e significado, mesmo em tempos difíceis. A capa oficial de Não Saio foi desenvolvida por Patrick Petrelli, e reflete o espírito da música, trazendo elementos que representam tanto a fase reflexiva quanto a esperançosa que compõem a jornada musical apresentada pela Capim-Limão. Com uma proposta sonora inovadora, o trio é formado por Thito (vocal), Julio (vocal e guitarra) e JP (bateria). A banda, que surgiu em Curitiba em 2020, já possui no currículo o EP Essa questão de sermos dois e singles como o recente Vou te Convidar, uma colaboração com o músico saudade. Atualmente, a Capim-Limão se prepara para o lançamento de seu disco de estreia, com a produção musical assinada pela própria banda e Gustavo Schirmer.
Cantora Anna explora diferentes facetas no single “Tinta”

A cantora, atriz e compositora Anna lançou o single Tinta. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais pela Sucre Records e chega acompanhada de um videoclipe, que também já pode ser assistido no canal oficial da artista no YouTube. Depois do lançamento de Princesinha e Chá, faixas que fizeram todo mundo dançar e seguem fazendo muito sucesso nos apps de música, Anna diminui um pouco o ritmo, mas sem deixar a sensualidade de lado, com Tinta. “Esta é uma música muito especial pra mim, além de apresentar um outro lado meu que ainda não compartilhei com meu público”, conta a cantora, que é ex-participante do programa The Voice Brasil e possui vasta experiência musical, incluindo participações em peças musicais e orquestras sinfônicas. Provando que é uma artista sem limitações (“me limitar nunca foi o meu forte”, como ela mesmo diz), Anna vem com uma faixa que é lenta, porém traz um trabalho corporal envolvente. “Eu acredito muito na pluralidade da arte. Gosto de explorar todas as ferramentas de linguagem que o pop me oferece, então porque não utilizá-las?”, questiona. Escrita por Anna em parceria com Daniel Haidar e seu produtor musical, Sucre, a premissa de Tinta é ser uma carta. “É um ultimato para ser entendida, dentro de uma relação em que a comunicação não é a prioridade do casal, por conta das circunstâncias”, explica a artista. “Esse é um assunto que queríamos abordar faz tempo”, completa Sucre. “Cada dia as relações se tornam mais superficiais e Tinta é uma música que aborda isso de uma forma poética”, completa. Tinta chega acompanhada de um videoclipe dirigido e roteirizado pelo próprio Sucre ao lado de Anna e Jessica Arnhold (também responsável pelo styling da artista), que já está disponível no canal oficial de Anna no YouTube.
Johnny Monster traz o folk rock na hipnótica e escapista “Os Pássaros”

Johnny Monster lançou o single Os Pássaros via ForMusic Records. A faixa está presente no álbum A Nova Era do Só Você, que será disponibilizado ainda em 2023. “A música é um épico folk rock de sete minutos, com muitas camadas de instrumentos, como se fosse um encontro do Led Zeppelin com Almir Satter”, diz Johnny Monster sobre Os Pássaros. “O violão de 12 cordas é perceptível na mixagem. Ela passeia por diversas paisagens sonoras, com levada hipnótica, refrão à la Radiohead e letra contemplativa e escapista, com alusão aos pássaros que cantam na cidade logo que a madrugada termina”. Os Pássaros conta com as participações de Thiago Moretti (violino), Helena Hennemann (backing vocals), Júlio Pelloso (cello), Guga Almeida (bateria) e Carlos Eduardo Freitas (baixo). O último também é responsável pela produção da canção. O próximo disco de Johnny possui “uma linha ‘folk country rock psicodélico brasileiro’ diferente dos outros projetos, onde as faixas possuíam direções variadas, mesclando estilos. Dessa vez, é quase como um álbum ‘conceito’, todas as músicas realmente se completam”. A Nova Era do Só Você começou a ganhar forma durante o difícil cenário político e pandêmico em 2020. “O trabalho tem uma mensagem muito esperançosa e uma força e coesão que nunca senti”, revela Monster. “Creio que a maturidade chegou, tanto nas canções como nas letras e no estilo, retomando o meu lado cancioneiro, trovador”. A sonoridade do projeto é altamente influenciada pelos anos 60 e 70 e por artistas como Beach Boys, Buffalo Springfield, Velvet Underground, Kevin Morby, The Coral e mais. As dez faixas inéditas, assim, foram gravadas com poucas edições, sendo usados múltiplos arranjos de cordas e camadas de violões e guitarras que trazem um aspecto vintage.
Bayside Kings lança videoclipe do single (Des)obedecer; assista

A banda santista Bayside Kings lançou o videoclipe de (Des)obedecer, música que o quarteto punk/hardcore colocou semana passada nas plataformas de streaming. (Des)obedecer é a sequência direta dos clipes, Existência, Ronin e A Consequência da Verdade, todas do álbum conceito #Livreparatodos, que contam a história do universo criado pela banda para retratar as insatisfações em que somos inseridos por um sistema não igualitário, inspirados em obras como Watchmen, V de Vingança e Pulp Fiction. O clipe sugere a reflexão sobre a revolução pessoal, sobre como o indivíduo pode se tornar agentes de mudança em vez de apenas ficar indignado com as coisas. A produção destaca duas histórias que se entrelaçam em meio a um turbilhão do cotidiano, revelando como muitas vezes somos compelidos a aderir a regras que nem sempre ressoam conosco. O roteiro é assinado por Milton Aguiar e tem participação especial do rapper Felipe Flip. (Des)obedecer é o primeiro single do EP Dualidade, a terceira parte do álbum conceitual #livreparatodos, fragmentado em quatro registros com quatro faixas. Anteriormente, o Bayside Kings lançou os EPs Existência (2021) e Tempo (2022). (Des)obedecer consagra de vez a nova fase do Bayside Kings com letras em português e seu hardcore dançante, agressivo e crítico. É mais uma faixa que busca conexão direta com o público, principalmente ao vivo, com refrão marcante e recheada de coros, os chamados gang voice. A música é sobre romper limites e crenças que impedem o indivíduo de ser autêntico e seguir a vida por si. (Des)obedecer é um levante contra as amarras da sociedade e encorajar as pessoas a se posicionarem contra algo que não concordam.
23:13 lança o envolvente e dinâmico segundo single, Melody Berlin

O projeto 23:13, formado por Fernando Vellozo (piano) e Rodrigo Saldanha (bateria), nomes conhecidos na música independente pelos respectivos trabalhos com o Huey e Bufo Borealis, soltou o segundo single, Melody Berlin. Assim como na estreia com Carmella, o duo aposta na dinâmica envolvente e elegante entre teclas e batidas, como uma conceitual peça de um filme que ainda não foi feito, que culminará no disco Contos do Reverso. Este segundo single de Contos do Reverso, o full album do 23:13 que será lançado ainda em 2023, tem como inspiração a atmosfera musical e artística dos anos 80. A música é cadenciada, com requintes progressivos, leves e dançantes, num sugestivo ambiente soturno e épico, que prende o ouvinte ao longos do seus quatro minutos de duração. O 23:13, contam Vellozo e Saldanha, tem referência da sonoridade apresentada pela banda japonesa Mouse on The Keys quando tocavam com dois pianos e uma bateria, por volta do ano de 2014. Mas 23:13 vai, claro, além. Musicalmente, é uma catarse de bandas e artistas que o duo ouviu e ainda ouve. De Black Sabbath a The Clash, passando por The Police, Paul McCartney, Bob Marley, Primus, Nina Simone, Fiona Apple e mais alguns ingredientes. Nomes como John Carpenter, Ennio Morricone e Philip Glass também temperam essa salada. O duo também comenta sobre o conceito do 23:13, que ainda tem uma série de lançamentos pela frente, tudo já composto, gravado e produzido. “Somos uma banda instrumental, as letras estão na imaginação das pessoas. Entregamos melodias, climas e camadas que ativam sentimentos individuais”. O disco do 23:13 foi gravado de forma independente no estúdio Fuego, em São Paulo. A mixagem e masterização ficaram a cargo de David Menezes, que já trabalhou com bandas importantes como Ratos de Porão, O Inimigo, entre outras.
Acompanhado do The Parking Lots, Felipe Bueno lança single

A melancolia de Eu Odeio o Amor, faixa do EP solo de Felipe Bueno, Até Que A Morte Nos Separe, se transformou em raiva e urgência em Eu Odeio o Amor II, um punk rock com direito a tecladinho e palmas no refrão. Guitarra em um lado e baixo no outro, como no primeiro disco dos Ramones. Esse single, aliás, marca o retorno do The Parking Lots, banda que acompanhará Felipe Bueno nas próximas gravações e shows. Em resumo, Eduardo Zampolo (baixo) e Roberto Salgado (bateria, palmas e voz) acompanham o músico. Além deles, Antonio Otolav, que produziu o single, participa com palmas e teclados.