Venom anuncia o brutal álbum “Into Oblivion” e lança single inédito

A lendária banda britânica Venom anunciou o lançamento do seu 16º álbum de estúdio, Into Oblivion. O disco chegará ao mercado no dia 1º de maio de 2026, através da gravadora Noise/BMG. Para já dar um gosto do caos sonoro que está por vir, o trio liberou nas plataformas digitais o primeiro single do projeto, a explosiva Lay Down Your Soul. Legado e a formação mais duradoura do Venom Formado em Newcastle em 1979, o Venom dispensaria apresentações. O grupo é amplamente reconhecido como um dos mais influentes da história, tendo literalmente batizado e pavimentado o caminho para o desenvolvimento do black metal. Décadas depois, o legado da banda continua inspirando gerações dentro da música pesada. Into Oblivion marca o primeiro material inédito do grupo desde Storm The Gates (2018). O trabalho traz a formação consolidada por Cronos (baixo, vocais e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). A química do disco reflete a longevidade dessa line-up, que já soma impressionantes 17 anos juntos. “Passou num piscar de olhos! Tudo se resume à amizade e ao respeito mútuo”, resume o baterista Dante. Sangue, suor e “Lay Down Your Soul” O álbum reúne 13 faixas que carregam o DNA clássico do Venom: peso absoluto, atmosfera sombria e refrões marcantes feitos para berrar ao vivo. A produção mistura o espírito cru dos anos 80 com uma abordagem ligeiramente mais moderna e progressiva. O processo de criação levou anos, esbarrando na pandemia e na obsessão da banda em alcançar o resultado perfeito. “Este álbum realmente ultrapassou limites, mas se você quer fazer um disco matador, paga por isso com sangue, suor e lágrimas”, cravou o frontman Cronos. O guitarrista Rage endossa o peso da obra: “Estou extremamente orgulhoso deste álbum, é impressionante! Ele soa diferente, mas ao mesmo tempo familiar. A sonoridade deu um grande salto.” O single de estreia, Lay Down Your Soul, é a prova viva dessa evolução. Com uma energia que remete diretamente à clássica faixa “Black Metal”, a música promete se tornar um novo hino nos mosh pits. “Acho saudável reconhecer coisas do passado e trazê-las para um novo contexto. Os fãs vão enlouquecer com isso”, completa Cronos. Formatos Into Oblivion já está disponível em pré-venda e chegará aos fãs em formatos de colecionador. Atenção colecionadores: As pré-vendas das edições físicas feitas diretamente pela loja da Noise Records incluirão um photo card limitado assinado por Cronos, Dante e Rage (enquanto durarem os estoques). Tracklist de “Into Oblivion”:
OVM lança o intenso single duplo “Depois?” e mergulha no alt-rock dos anos 90

A arte não tem a obrigação de ser confortável, e a banda OVM sabe muito bem disso. O grupo acaba de lançar nas plataformas digitais, via selo Casalago Records, o denso e reflexivo single duplo Depois?, composto pela faixa-título e pela visceral As Pedras. O lançamento marca a segunda de cinco etapas de entregas previstas até o terceiro trimestre de 2026. Todo esse material será compilado no aguardado segundo disco cheio da banda, o primeiro desde a sua estreia em 2018. Saúde mental, ansiedade e fugas As composições deste novo projeto foram maturadas ao longo de cinco anos e compartilham um tema central pesado e urgente: as condições da psique humana e a neurodivergência. O objetivo lírico não é romantizar a dor, mas gerar empatia. A banda trata a massa social como uma entidade imprevisível, exigindo que transtornos sejam integrados à equação das nossas relações diárias. “A OVM não fala para quem quer ouvir boas notícias; nosso conteúdo é calcado na realidade. A ideia é provocar o desejo de dançar através dos arranjos e grooves, enquanto expomos as incoerências e pensamentos intrusivos que afetam a sociedade”, afirma o grupo. Fúria dos anos 90 e a produção rigorosa Com dez anos de estrada na bagagem, a OVM consolidou sua identidade na intersecção perfeita entre a agressividade e a melancolia do grunge, do post-punk, do alt-rock e do noise dos anos 90. A produção deste novo trabalho é assinada pelo maestro Gui Godoy (Casalago Records). Para garantir que o futuro disco de 2026 soe como um soco no estômago coeso e unificado, a banda adotou uma estratégia técnica rigorosa inspirada em gigantes da produção, como Butch Vig, Andy Wallace e Rick Rubin: todos os instrumentos de todas as faixas estão sendo gravados exatamente com o mesmo setup e nas mesmas sessões.
Anônimos Anônimos lança single e clipe de estrada

A banda Anônimos Anônimos surpreendeu o público nesta quarta-feira (4 de março) com o lançamento do single Do Banco de Trás pra a Direção. A faixa é a segunda amostra do aguardado disco de estreia do grupo, intitulado Acabou Sorrire, que tem previsão de chegada ao streaming em maio, através da Forever Vacation Records. Mergulho no dream pop e a passagem do tempo O novo single marca uma virada interessante na sonoridade da banda. Pela primeira vez, a Anônimos Anônimos apresenta um som que flerta abertamente com o dream pop e o indie, evocando a atmosfera melancólica e melódica de nomes como Turnover e Beach Fossils. Liricamente, a canção aborda o inevitável peso do amadurecimento e a passagem do tempo. O vocalista Flávio contextualiza a mensagem: “É sobre como vamos aprendendo a lidar com as responsabilidades e dificuldades desde a infância, do banco de trás, como observadores, até a vida adulta, indo para a direção como condutores.” Essa pegada mais melódica, segundo a própria banda, acabou se tornando a espinha dorsal de todo o novo disco. O álbum foi gravado e produzido no cultuado Estúdio Costella, um celeiro do underground nacional. “Percebemos que as músicas com melodias fortes e letras pessoais eram onde a banda realmente funcionava. O disco inteiro foi pensado a partir disso”, resume Flávio. Um Opala clássico e o clipe de estrada do Anônimos Anônimos Para ilustrar perfeitamente a metáfora da letra, Do Banco de Trás pra a Direção ganhou um videoclipe belíssimo dirigido por Rick Costa (parceiro de longa data do grupo). Filmado em Arujá (SP), o registro visual é um verdadeiro road movie que mostra a banda na estrada dirigindo um clássico e impecável Opala 67, com direito a modernas imagens em 360 graus e vistas aéreas de drone. 🎫 Próxima parada: Fenda 315 O próximo compromisso da banda já tem data marcada e promete ser especial. A Anônimos Anônimos se apresenta na sexta-feira, 13 de março, na Fenda 315, reduto da cena independente em São Paulo. O show servirá como palco para a gravação do clipe do terceiro e último single antes do lançamento do álbum completo.
Jovem Dionisio inicia nova era com o single “Melhor resposta”

A banda curitibana Jovem Dionisio acaba de dar o pontapé inicial em um dos momentos mais interessantes e maduros de sua trajetória. Já está disponível nas plataformas digitais, via Ditto Music, o single Melhor resposta, faixa escolhida para abrir os caminhos de Migalhas, o aguardado terceiro álbum de estúdio do grupo. A escolha de iniciar a comunicação do novo disco com essa música não aconteceu por acaso. Com uma estrutura rítmica menos previsível, a canção reorganiza a escuta do público desde os primeiros segundos, apontando diretamente para o universo mais contido, intimista e atento aos detalhes que atravessa todo o novo projeto. Construção coletiva e o respiro sonoro Longe dos excessos, Melhor resposta nasceu de uma ideia inicial de voz e guitarra, ganhando contornos definitivos a partir da construção coletiva da banda dentro do estúdio. As camadas instrumentais se somam com precisão cirúrgica, revelando uma escrita musical que se desenvolve muito mais pela sensibilidade da escuta do que pelo acúmulo de elementos. Menos digital, mais manual Assim como o restante do vindouro álbum Migalhas, o novo single reflete um processo criativo muito mais manual e menos apoiado em mediações digitais. É um trabalho onde cada decisão acontece no encontro direto e orgânico entre os instrumentos e as ideias dos músicos. O resultado final é uma faixa que apresenta o novo disco a partir de um lugar de muita verdade, revelando uma Jovem Dionisio interessada em aprofundar sua linguagem musical, mas sem jamais abandonar a essência e o carisma que a consagraram no cenário nacional.
Julies lança a reflexiva “Viver Não é de Graça”

Para embalar este fim de semana com uma energia solar e reflexiva, o cantor Julies, um dos grandes destaques do pop reggae nacional, liberou nas plataformas de streaming o seu novo single, Viver Não é de Graça. A faixa chega como uma brisa refrescante após um dia de calor intenso. Produzida pelo renomado trio Los Brasileros, a canção nasce de um lugar onde a vida pulsa sem pressa, convidando o ouvinte a aceitar os ciclos com o coração aberto, falando de amor e tempo sem nenhuma urgência. Encontro de pesos do reggae no single A música não foi construída sozinha. Julies assina a composição ao lado de Tales de Polli, DEKO e Tercio de Polli, parceiros de longa data que acompanham o artista desde o início de sua trajetória. Para se ter uma ideia do peso desse encontro, são nomes que já assinaram e estiveram presentes em sucessos gravados por gigantes da cena, como Maneva e Expressão Regueira. “Essa música foi uma delícia de fazer, porque tá muito dentro do que a gente ama compor. Quando a gente se junta, deixa de ser obrigação e vira um prazer real, uma celebração entre amigos que se entendem musicalmente”, conta Julies sobre o processo criativo. Aceitação e esperança é mensagem de Viver Não é de Graça, de Julies Longe de se apoiar na dor ou no drama, Viver Não é de Graça mergulha na ideia de que viver e amar exigem compreensão e mudanças inevitáveis. A inspiração vem daquele instante em que a euforia dá lugar ao silêncio. O próprio artista faz questão de ressaltar o tom da obra: “Ela não é uma música de sofrimento. É sobre entender o processo, aceitar que nem todo dia o céu vai brilhar, mas que a vida segue e encontra a gente de novo”. O refrão brinca com a ambiguidade. Pode soar como uma canção puramente romântica para alguns, mas carrega uma mensagem profunda sobre a caminhada individual de cada um. Versos como “viver não é de graça” e “dói, mas sei que passa” revelam um tom realista, mas profundamente esperançoso.
Linda Ramalho lança single duplo com cover de Pitty e anuncia álbum ao vivo

A cantora e compositora Linda Ramalho acaba de dar um passo importante em sua trajetória artística com o lançamento de um single duplo explosivo, que serve como o cartão de visitas perfeito para o seu primeiro trabalho ao vivo. Desde que iniciou sua carreira solo em 2018, Linda sempre fez do palco o seu habitat natural, dando espaço para improvisos e percebendo a força de suas interpretações diante do público. Para capturar essa essência crua e elétrica, ela gravou o projeto Linda Ramalho Ao Vivo no final de 2025, no Estúdio Eco Som, no Rio de Janeiro, contando com a energia de uma plateia íntima formada por amigos e fãs. Single duplo: rock autoral e tributo a Pitty Para aquecer os motores até o lançamento do álbum completo (marcado para o fim de março), a cantora liberou nesta sexta-feira (27) duas faixas que mostram sua versatilidade e maturidade sonora. A primeira é a autoral Quem é Quem?. Originalmente concebida com uma roupagem eletrônica, a faixa foi totalmente repaginada para o formato ao vivo, ganhando peso e se transformando em um autêntico rock and roll. A segunda é uma releitura de Memórias, clássico absoluto da Pitty. A versão de Linda carrega um significado especial e mantém a tradição da roqueira baiana ao incluir um medley com Ando Meio Desligado, dos Mutantes. “A Pitty é das minhas maiores influências, umas das minhas cantoras favoritas da vida. Conheço todas as músicas, todas as fases”, comenta Linda Ramalho. “Inclusive, na minha versão de Memórias, faço o mesmo medley que ela faz. Me sinto muito feliz de poder tocar essa música da mesma forma que ela, mas é claro, do meu jeito.” Lançamento completo de Linda Ramalho Para garantir a pegada pesada e coesa do projeto, Linda Ramalho (voz) é acompanhada por um trio de peso: João Fessih (baixo), Caco Braga (bateria) e Diogo Lopes (guitarra). O single duplo Memórias e Quem é Quem?, assim como os videoclipes oficiais da gravação, já estão disponíveis em todas as plataformas digitais. O lançamento é uma parceria do selo Avohai Music com a Discobertas.
30 Seconds To Mars lança a inédita “Over My Head” e anuncia edição de luxo de “A Beautiful Lie”

A banda Thirty Seconds to Mars lançou o single Over My Head, que já está disponível em todos os aplicativos de música nesta sexta-feira (27). A novidade faz parte das grandes celebrações pelos 20 anos de lançamento de A Beautiful Lie, o segundo álbum do grupo liderado por Jared Leto e um verdadeiro marco multiplatinado em sua carreira. Edição comemorativa e faixas inéditas de A Beautiful Lie Para coroar a data, o disco ganhará uma edição comemorativa de peso com arte totalmente reimaginada. O lançamento oficial está marcado para exatamente daqui a um mês, no dia 27 de março de 2026. O projeto será disponibilizado tanto em formato digital quanto em um cobiçado LP duplo de luxo. O grande atrativo para os fãs de longa data é o resgate do acervo da banda: o álbum reunirá faixas inéditas gravadas durante as sessões originais da época, além de apresentar uma novíssima versão acústica do mega hit antológico The Kill. A pré-venda das edições físicas já está liberada através da UMusic Store. Resgate de uma era As celebrações dessas duas décadas de história não começaram agora. Em 16 de agosto do ano passado (2025), o Thirty Seconds to Mars realizou um show especial catártico onde tocou A Beautiful Lie na íntegra, reforçando o impacto cultural que o disco teve em toda uma geração de fãs. Dando sequência aos presentes para o público, em janeiro deste ano, o grupo já havia revelado a faixa God’s Eye, outra música resgatada das sessões originais daquela mesma era e que foi lançada oficialmente quase duas décadas depois, atendendo aos apelos fervorosos dos fãs.
Tuca Mei mistura MPB e indie-funk no solar single “Desapegada”

Para quem busca uma trilha sonora leve, afetiva e bem-humorada para o fim de semana, a cantora e compositora carioca Tuca Mei acaba de entregar a pedida certa. Tuca Mei lançou o single Desapegada, faixa que inaugura os trabalhos do seu aguardado álbum Ctônica, previsto para o mês de julho. A canção apresenta uma artista que investiga o amor a partir de seu próprio processo de amadurecimento emocional. A letra aborda a contradição íntima de muitas pessoas que se reconhecem livres e independentes, mas que não abrem mão do carinho e da intimidade. Em Desapegada, amar não parte da carência ou da posse, mas do desejo consciente de estar junto. Efeito “Mandruvá” Um dos elementos mais curiosos e centrais da faixa é o uso da palavra Mandruvá. O termo é usado no Sul de Minas Gerais para descrever certos tipos de lagartas que se enrolam nas folhas para formar um casulo. No universo familiar de Tuca Mei, a expressão virou um apelido carinhoso para aqueles momentos de proximidade em que a vontade é de ficar “agarradinho” e em paz. Na música, a imagem funciona como a metáfora perfeita para o aconchego afetivo. Indie-funk acústico e sensorial de Tuca Mei em Desapegada Musicalmente, Desapegada aposta em uma sonoridade crua e espontânea. Guiada por um violão de nylon vintage, a produção valoriza o som dos dedos nas cordas e a respiração da voz, criando uma escuta muito próxima do ouvinte. A faixa mistura de forma muito sutil a MPB contemporânea, o pop brasileiro e os elementos do funk carioca — resultando em um indie-funk delicado e nostálgico. A produção musical e visual do projeto foi realizada em parceria com o Estúdio Camelo Azul (Barbanjo Reis e Sérgio Carvalho), com arranjos de cordas assinados por Octávio Peral. O que esperar de “Ctônica” O álbum Ctônica será composto por oito faixas que investigam raízes, instintos e a potência interior de Tuca Mei. O projeto se desdobrará ao longo de 2026 com lançamentos audiovisuais (cada música ganhará um visualizer) e culminará em um grande show de lançamento no segundo semestre.
Social Distortion quebra hiato de 15 anos com o álbum “Born To Kill”

Para os órfãos do punk rock de Orange County, a espera finalmente acabou, e a notícia vem com gosto de superação. O Social Distortion anunciou seu oitavo álbum de estúdio, batizado de Born To Kill. Com lançamento marcado para o dia 8 de maio via Epitaph Records, o disco encerra um doloroso hiato de 15 anos sem material inédito. Mais do que isso: é o primeiro trabalho da banda desde que o icônico frontman Mike Ness passou por um bem-sucedido tratamento contra o câncer. Boogie rock, lendas e arte de peso em Born To Kill, som novo do Social Distortion A faixa-título já está entre nós e ganhou um videoclipe oficial. A música é um boogie rocker turbinado com a energia punk clássica da banda, trazendo referências líricas diretas a gigantes como Iggy Pop, David Bowie e Lou Reed. E para quem estava com saudade, a voz de Mike Ness continua tão inconfundível e áspera quanto antes. Para garantir que o retorno fosse histórico, Ness co-produziu o disco ao lado do veterano Dave Sardy. O álbum é recheado de participações de peso, incluindo a lenda do country/folk Lucinda Williams e Benmont Tench (tecladista do The Heartbreakers, de Tom Petty). A estética visual não ficou para trás: a arte da capa foi assinada pelo próprio Mike Ness em colaboração com o renomado artista Shepard Fairey (famoso pela campanha Hope e pela marca Obey). Turnê explosiva (por enquanto, só nos EUA) Para celebrar a nova era, a banda anunciou uma turnê massiva pela América do Norte que é um verdadeiro sonho para qualquer fã do gênero. O Social Distortion cairá na estrada acompanhado pelos veteranos californianos do Descendents e pelos punks australianos do The Chats. A rota começa no fim de agosto no Arizona e cruza os Estados Unidos até outubro. Os ingressos para os shows começam a ser vendidos nesta sexta-feira (27 de fevereiro), às 10h (horário local). Aos fãs brasileiros, resta torcer para que o sucesso do retorno traga os caras de volta aos palcos da América do Sul em um futuro próximo. Curiosidade bônus: Aproveitando o embalo, o Descendents também anunciou a reedição em vinil bubblegum (chiclete) do seu clássico álbum Enjoy! (1986).