The Bombers revela vídeo de Não Vencer Não é Perder; assista

A banda The Bombers lançou, nesta segunda-feira (15), o videoclipe para a faixa Não Vencer Não é Perder, single do último álbum Alma em Desmanche. A produção misturando animações e momentos marcantes da banda ao vivo dá ainda mais vida para uma das principais faixas do disco mais recente dos caras. O vídeo de Não Vencer Não é Perder foi produzido, editado e animado pela Fogo Vivo Produções – Furukawa e conta com um trabalho divertido de Chroma Key e captação de imagens de Natalia Segalina. Confira abaixo o vídeo Alma em Desmanche Falar sobre a renovação do Bombers é chover no molhado. Uma banda que surgiu em 1995, em Santos, tocando um punk rock cru, mas há anos se mostra um nome muito empolgante, sem ficar preso a rótulos. Não fica na receita batida de sempre como outros contemporâneos ainda em atividade. Um novo álbum do Bombers significa a chance de ouvir experimentos novos, mas sem se perder em sua essência. Ou seja, a pegada punk rock está lá, mas jamais gravará um álbum igual ao outro. Alma em Desmanche, que chegou ao streaming durante a semana, após ter sido lançado em formato físico nos shows, é mais uma prova dessa inquietação dos integrantes. Aqui, além da sonoridade renovada, com influências de várias vertentes do rock e o ska tradicional do grupo, o Bombers optou por um álbum 100% em português. É a primeira vez que eles lançam um registro na língua portuguesa desde Achados & Perdidos (2019), que reúne cinco canções do início da década 2000. As letras de Alma em Desmanche também são um destaque a parte. Matheus Krempel, vocalista e compositor do Bombers, abre o coração em faixas emotivas e pessoais. Em A Morte, canção que abre o disco, o refrão não sai da cabeça: “Sem medo de encontrar, à espreita em algum lugar, sem medo de encarar, não posso parar, não vou te esperar“. Deixa Ser, que vem na sequência, também não fica para trás. “Deixa ser, ver pra crer, Deixa ser e seja o que Deus quiser“. Ardendo em Chamas, a terceira do álbum, é um hit pronto desde a pandemia, quando o Bombers tocou no Juntos Pela Vila Gilda, gravou a canção no EP Bumerangue, além de ter lançado um videoclipe gravado em Cubatão, na Baixada Santista. O Louco também tem sua poesia característica. Impossível não sair cantarolando por aí: “Não existe ontem, não existe amanhã, não existe ontem, porque é só hoje, tem que ser“. Tradições mantidas do Bombers Mudamento é o ska que mantém a tradição do Bombers de incluir o ritmo jamaicano em suas produções desde os anos 1990 com a clássica Smiling. O álbum ainda traz faixas com mais refrões chicletudos, como A Roda, O Fantasma, O Abismo, Não Vencer Não é Perder e A Culpa. O Abismo, aliás, também entra na lista dos refrões mais lindos do disco: O Abismo em mim destrói o que é ruim, o Abismo em mim constrói tudo que peço e a força para seguir. Alma em Desmanche é um tapa na cara de quem fica sentado na mesma fórmula a vida inteira e não consegue evoluir. Não tenha medo de dar errado. E se der errado, bote a culpa em mim, como canta o Bombers em A Culpa. Discão!
Vocalista do The Bombers e Reverendo Frankenstein lança álbum solo

Vocalista do The Bombers e Reverendo Frankenstein, Matheus Krempel registrou um show intimista no seu próprio estúdio, Porto Produções Musicais, em Pinheiros, São Paulo, que agora chega ao streaming. Uma Noite Entre Amigos traz 13 faixas em versões acústicas. “Em 2019, gravei uma apresentação minha no formato violão e voz. O público participou bastante do show, o que ao meu ver trouxe um clima de bagunça intimista bem legal. Na época, fiquei com vergonha de lançar. Sem a companhia do The Bombers ou do Reverendo Frankenstein, a insegurança falou mais alto, abandonei o projeto. Meses atrás, re-ouvi, achei muito honesto e sorri muito”, explica o vocalista do The Bombers sobre o registro ao vivo. A apresentação de Krempel basicamente consiste de músicas do The Bombers, uma inédita (29 de Outubro) e covers de Madonna (Like a Virgin) e Soul Asylum (Without a Trace). A mixagem ficou por conta do Raul Zanardo (da banda Dum Brothers) e a masterização foi feita por mim. No próximo sábado, a partir das 16h, no Porão da Cerveja (Rua Lopes de Oliveira, 610, Barra Funda, São Paulo), Krempel fará um show de lançamento do álbum Uma Noite Entre Amigos. Ouça abaixo Uma Noite Entre Amigos, de Matheus Krempel
Inovando sem perder a essência jamais, The Bombers lança Alma em Desmanche
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Um reencontro nostálgico do punk rock santista com Old Crabs, New Grabs e The Bombers

Um reencontro do punk rock nostálgico santista, mas revigorado com novidades que mostram a força do gênero na Baixada Santista. No último domingo (9), as bandas The Bombers e Old Crabs, New Grabs ocuparam o Started Hookah Lounge and Food, em Santos, com repertórios interessantes e novidades na bagagem. O Old Crabs, New Grabs subiu ao palco primeiro. Versão 2.0 do Dead Crab, banda de hardcore que surgiu no início dos anos 1990, o grupo apresentou um set com canções do início da carreira e algumas novidades. O Dead Crab foi uma das primeiras bandas de Wagner Reis, o Bola, do Garage Fuzz. Atualmente traz em sua formação nomes de várias formações do Dead Crab: Paulo Athayde, vocal (ex-Dead Crab), Tarcisio Barja (guitarra, ex-Dead Crab, ex-Blind), Daniel Adriao (baixo, ex-Zero Dollar, ex-Agentes) e Adriano Molas (bateria, ex-Dead Crab, ex-Figment). O Old Crabs, New Grabs ressurgiu no fim de 2019 com a ideia de tocar covers e relembrar o Dead Crab. No entanto, o retorno foi ganhando consistência e músicas novas surgiram. Algumas delas foram tocadas no último domingo, como Lockdown, feita durante a pandemia. O mesmo vale para Until My Last Breath e Shelter. Outras soaram como nostalgia para o público, como Trapped in Myself, que fechou o show. Essa foi uma das primeiras faixas do Dead Crab. Em breve, o Old Crabs, New Grabs deve lançar nas plataformas de streaming um “ensaião”, gravado com todos os integrantes dentro do estúdio. Um álbum cheio não está descartado. The Bombers Como um bom vinho, quanto mais velho, melhor! Esse é o caso do The Bombers. Com um set enxuto e repleto de novidades, a banda testou o seu mais recente álbum, Alma em Desmanche, totalmente em português. Foram sete canções do disco no repertório. Aliás, cabe uma explicação do vocalista, Matheus Krempel, sobre o álbum. “Estamos divulgando esse álbum para quem vai nos shows. Por enquanto só estamos com a versão física, que é vendida nos shows. A versão digital só chegará no fim de novembro”. A ideia dos integrantes é priorizar a audição para quem vai aos shows e compra o CD. Alma em Desmanche traz canções lançadas em EPs exclusivos no Bandcamp, além do EP Bumerangue (2020). Ardendo em Chamas, a primeira apresentada do novo álbum, parece muito bem integrada ao repertório. Veio para ficar nos sets do Bombers. Deixa Ser, Não Vencer Não é Perder, A Morte e Mudamento empolgam também. Mostram uma banda em completa evolução e sempre disposta a sair da zona de conforto. Faz isso como poucos. O set também guarda espaço para os fãs mais nostálgicos. Nesse caso, My Way, My Strenght, Designated Driver, Mestre Jonas, Não Sei Nada e All About Love foram mantidas. As canções representam várias fases do Bombers. A etapa final foi caprichada: O Fantasma, single mais recente que ganhou videoclipe, a clássica Smiling e Come Back Home, que não estava prevista no repertório.
Invisibilidade na cidade é tema de single do The Bombers; ouça O Fantasma

The Bombers lançou, nesta terça-feira (13), O Fantasma, single que antecede o quinto álbum da banda, previsto para outubro deste ano. Nesta nova etapa, o grupo busca suas influências musicais em nomes que vão desde Rancid e Social Distortion, até Paralamas do Sucesso, Titãs e o rock nacional dos anos 1970. O Fantasma representa a nova fase da banda paulista e nos cede uma amostra do que virá no disco Alma em Desmanche, que conta com temáticas um pouco mais amargas e sonoridade pesada, em contraste com um refrão mais pop. “A faixa traz uma musicalidade mais fluída e menos comprometida com o que se espera ouvir de nós”, revela o vocalista Matheus Krempel. O novo single, composto por Krempel em parceria com Lucas Lerina, versa sobre a invisibilidade que acomete os dias atuais. “A letra trata da angústia de se sentir solitário e abandonado em uma sociedade egocentrista e hipócrita. Sejam nas redes sociais, onde as pessoas colecionam milhares de seguidores como se fossem amigos ou mesmo na maior cidade de todo o continente americano, que é São Paulo. É sobre a frieza do dia a dia, bem distante dos likes distribuídos nas redes sociais”, explica o vocalista, que também diz tentar refletir na letra, como extrair algo positivo dessa condição de anonimato. A faixa ganhou um videoclipe feito por um coletivo de amigos, com imagens captadas no local que inspirou a letra, a estação de metrô Marechal Deodoro em São Paulo. “Não se trata de uma tradução da letra para o ambiente visual, no entanto, a ideia foi a de colocar como protagonista aquele que passa despercebido. As atrizes representam nessa história, a tensão e a escolha de olhar o outro ou não. O se olhar no espelho para enxergar o problema do outro”, conta Krempel. O The Bombers foi formado em 1995 e atualmente é composto por Matheus Krempel (voz e guitarra), Gustavo Trivela (guitarra), Raul Signorini (baixo) e Estefan Ferreira (bateria).
CPM 22 vem a Santos no sábado; The Bombers, Caiçara Clã e DZ Rock abrem

O CPM 22 é atração confirmada na Arena Club, em Santos, no próximo sábado (4). A banda, formada por Badauí (vocal), Luciano Garcia (guitarra), Phil Fargnoli (guitarra), Ali Zaher (baixo) e pelo santista Daniel Siqueira (bateria), deve trazer para o show os hits Um Minuto Para o Fim do Mundo, Dias Atrás, Anteontem e Não Sei Viver Sem Ter Você. As bandas The Bombers, Caiçara Clã e DZ Rock serão as responsáveis pela abertura do evento. Influenciada pela cena punk rock e hardcore californiana dos anos 90, com músicas rápidas, melódicas e letras que traduzem relações humanas e cotidiano, o CPM 22 traz como referências bandas como Screeching Weasel, No Use For A Name, Face To Face, Lagwagon, entre outras. Eles foram uma das poucas bandas do hardcore brasileiro a ganhar um disco de ouro e fazer sucesso no mainstream, e com isso, abriu as portas para uma nova geração de bandas de rock brasileiras. Em 2008, ganharam um Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro. Os ingressos estão à venda com valores a partir de R$ 70,00 e podem ser adquiridos através do site Articket. Serviço CPM 22 Data: 4 de junho, sábado Local: Arena Club Endereço: Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Matias, Santos – SP. Horário de abertura da casa: 22h00 Ingressos: Link
Desplugado e inovador, The Bombers surpreende mais uma vez

Exista alguma banda mais ativa que o The Bombers na atualidade? Após uma série de EPs mensais, shows exclusivos com transmissão online e releituras de Caetano Veloso e Gilberto Gil, a banda santista divulgou na sexta-feira (5) o álbum Desplugado no Espaço Coletivo. Gravado ao vivo e de forma acústica no Espaço Coletivo em São Paulo no início do ano, o disco conta com seis faixas mixadas e masterizadas pelo guistarrista Gustavo Trivela. Desde 1995 na ativa, o The Bombers é uma daquelas bandas que se dispõe a ignorar modismos e prefere abrir mão de uma situação confortável para correr riscos na busca de imprimir sua marca no cenário musical. Seja nos seus primórdios quando evocavam Operation Ivy e The Clash, mesclando seu rock punk com influências de ska ou mesmo regravando Blitz (Someone’s gonna die) no final dos anos 1990, o Bombers nunca foi uma banda previsível ou fácil de assimilar. Em 2014, quando lançaram All About Love (Hearts Bleed Blue), seguiu surpreendendo ao adicionar piano, saxofone, vocais femininos, raggamuffin e baladas à sua fórmula. Posteriormente, em 2017, ganharam o Prêmio Profissionais da Música na categoria Hardcore, pelo disco Embracing the Sun (Hearts Bleed Blue). Aliás, no álbum trouxeram o baião, tecno brega, rap e uma versão de Mestre Jonas, clássico trio Sá, Rodrix & Guarabyra. Contudo, sempre mantendo o punk rock como base do seu som. Desplugado, mas inovador Em resumo, Desplugado no Espaço Coletivo é um disco ao vivo onde a banda apresenta uma forma nova e inusitada de tocar punk rock. Apenas com um violão e uma viola caipira. O repertório conta com cinco faixas, pinceladas de seus principais trabalhos, com um destaque para a faixa Deixa Ser. Em síntese, nada mais é do que uma versão acústica de uma faixa ainda inédita, que fará parte do próximo disco da banda. Com esse lançamento a banda segue inovando e desafiando os conceitos pré concebidos. Aliás, correndo riscos com a tranquilidade de quem sabe que nadar contra a corrente é só uma forma de manter o som vivo e atual. Desplugado no Espaço Coletivo é um lançamento do selo Craic Dealer Records em parceria com a CD Baby Brasil.