Em turnê pelo Brasil, Tagua Tagua lança vídeo de Colors

Tagua Tagua goza de uma boa fase. Após lançar o segundo disco, Tanto (Wonderwheel Recordings), ele segue realizando shows pelo Brasil desde final de abril. Já passou por Recife, João Pessoa, Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro e nesta sexta chega a São Paulo, na Casa Natura Musical, com participação especial de Mahmundi. As casas cheias e o coro do público cantando as canções do novo álbum e também do anterior, Inteiro Metade (Costa Futuro, 2020), comprovam que o projeto do produtor musical Felipe Puperi está indo por um bom caminho. Seguindo o ritmo, hoje (16), ele lança o clipe da faixa Colors com direção de Rollinos. “É uma grande pira com as cores e efeitos de pós-produção. Além de ser também a primeira vez que apareço tocando todos os instrumentos, de uma certa maneira mostrando o processo de criar a música”, diz Felipe. O processo de produção do vídeo foi dividido em dois momentos: “Primeiro foi filmado tudo com fundo verde chroma-key na minha casa e depois editado e pós produzido analogicamente pelo Rollinos”. A explosão de cores faz alusão à letra da música. SERVIÇO – Tagua Tagua | Lançamento Tanto Data: 19.05 – sexta Horário: Show – 22h Abertura da Casa: 20h30 Classificação: 16 anos Casa Natura Musical Rua Artur de Azevedo 2134 – Pinheiros, São Paulo INGRESSOS Pista em pé – Lote 1: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 2: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 3: R$ 80,00/R$ 40,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 4: R$ 100,00/R$ 50,00 (meia-entrada) Bistrô Superior: R$ 120,00/R$ 60,00 (meia-entrada) Camarote: R$ 160,00/R$ 80,00 (meia-entrada)

The Zasters usa o indie rock para falar de ansiedade em Anxiety

A banda The Zasters lançou, nesta sexta-feira (12), o single Anxiety, que sucede Trovão, parceria com The Monic, e Pants on Fire, ambas lançadas em 2022. A faixa chega acompanhada de um videoclipe. Chegando com uma sonoridade bem indie pop, a faixa fala, como o próprio título indica, sobre a ansiedade e suas diferentes formas, causas e consequências. “Anxiety é sobre alguém que por fora parece estar bem, mas na cabeça dela a pessoa se sente insegura e nem sempre consegue controlar os pensamentos ruins que aparecem”, explica a banda. “A gente sofre bastante de ansiedade, e essa letra veio como um desabafo em momentos de crises. É um pouco sobre estar em negação, não querer encarar algumas realidades da vida, sobre fingir que está tudo bem quando não está”, completam os integrantes Jules Altoé, Na Sukrieh, Rafa Luna e Daniely Simões. O indie pop chegou a partir do momento em que a música começou com uma guitarra bem ritmada e rápida e a banda decidiu adicionar grooves dançantes. “Achamos que seria bem legal a ironia da letra com uma sonoridade mais divertida. A Ju (Jules Altoé) chegou com uma ideia (que acabou se tornando o comecinho da música) em que a letra ficava bem apressada, ansiosa. E conforme as ideias pra letra foram se encaixando com essa coisa da ansiedade, mas com um sentimento de negação, achamos que precisávamos de uma sonoridade gostosinha e dançante pra falar as coisas horríveis que a letra dessa música fala. Como se a gente disfarçasse os medos e ansiedades em grooves dançantes e melodias bonitas”. A faixa foi gravada com o músico e produtor Gabriel Zander, no Estúdio Costella, e apesar do teor sério da letra, a banda conta que se divertiu muito gravando Anxiety. “Esperamos que as pessoas quando ouvirem essa música se divirtam tanto quanto a gente se diverte tocando ela! Além disso, esperamos que as pessoas ansiosas como nós, quando ouvirem a música e sacarem a letra, saibam que elas não estão passando por isso sozinhas. Acho que somos uma geração inteirinha de ansiosos, e que como diz o refrão da música: ‘esperamos que fique tudo bem, mesmo quando sentirmos que nunca seremos bons o suficientes’”, finalizam os integrantes. Assim como a faixa, o clipe da The Zasters aborda situações de ansiedade e como lidamos com elas. “Mesmo estando em um lugar bonito e contagiante com pessoas que gostamos, há momentos que não percebemos o quão bem isso faz por conta da ansiedade. Trouxemos alguns momentos cantando o refrão pois essa parte da letra meio que resume bem todo o resto e o que queremos dizer”, conta a banda. Sobre o audiovisual, a banda explica: “Foi um final de semana que passamos juntos, e a gente alternava entre gravar cenas externas quando a chuva dava uma trégua e fazer as cenas dentro de casa. A casagrito ouviu a música e se propôs a fazer um clipe pois acharam que Anxiety precisava alcançar visualmente mais pessoas. Nós lemos e juntos fizemos algumas alterações no roteiro proposto e topamos na hora e em poucos dias fomos para uma casa de praia e passamos o final de semana gravando. Foi um processo tranquilo e gostoso mesmo com a instabilidade do tempo”.

Ed Sheeran revela Boat, canção que é uma metáfora para a depressão

Ed Sheeran apresentou, na última sexta-feira (21), o single Boat, faixa de abertura do seu próximo álbum, – (Subtract), e que chega com um clipe de tirar o fôlego. Escrita no litoral inglês em meio aos elementos extremos do inverno, a música serve como uma metáfora para a depressão: um combate às lutas de se sentir desmotivado e não saber como quebrar o ciclo. O vídeo, dirigido por Mia Barnes, mostra Ed submerso no mar com as ondas o engolindo, consolidando ainda mais a mensagem de Boat. A canção dá sequência ao lançamento do 14º single nº 1 de Ed no Reino Unido, Eyes Closed – um feito que levou o artista a alcançar o terceiro lugar no topo das paradas da história do Reino Unido, atrás apenas de Elvis e dos Beatles. O novo álbum de Ed, – (Subtract), será lançado em 5 de maio pela Asylum/Atlantic, uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Escrito em um cenário de dor e esperança, Ed escreveu e gravou o projeto de 14 faixas com Aaron Dessner (The National) em fevereiro do ano passado, após uma série de eventos impactantes em sua vida.

Roterdan e Plastic Fire estão juntos em single inédito; assista!

Roterdan e Plastic Fire, duas bandas do rock carioca, se uniram para lançar uma música poderosa sobre invisibilidade social. Descartável aborda a questão das pessoas que se sentem imperceptíveis na sociedade e, na maioria dos casos, têm seus sonhos negligenciados ou ignorados, dessa forma, o trabalho colaborativo resulta em uma single de grande impacto, tornando-se um lembrete de que ninguém deve sentir sua existência como algo descartável. A Roterdan, formada por Rafael Espíndola (voz), Matt Nunes (guitarra e voz), Charles Barreto (guitarra) e Magno Barbosa (baixo e voz) e Cassiano Geraldo (direção criativa e composição), é conhecida por sua música melódica e introspectiva, traz um toque de vulnerabilidade à canção, acrescentando o peso emocional à luta que surge ao tentar ser visto e ouvido nos dias atuais. Enquanto a Plastic Fire, conhecida por suas mensagens contundentes e performances energéticas, soma raiva e frustração, apontando para aqueles que conveniente ou inconscientemente não querem enxergar os invisíveis. O videoclipe da música, dirigido por Cassiano Geraldo, é igualmente poderoso, mostrando um faxineiro que luta para sobreviver e enfrenta constante desrespeito e maus-tratos. Em seus sonhos, porém, ele se transforma em um dançarino confiante e talentoso, movendo-se com graça e alegria em um mundo que celebra seus talentos ao invés de ignorá-los.

Paula Santoro lança terceiro single que vem acompanhado de clipe

A música Coisa mais maior de grande (Gonzaguinha) é o terceiro single do novo álbum da cantora mineira Paula Santoro chamado Sumaúma, já disponível em todas as plataformas digitais. Coisa mais maior de grande é canção necessária para um momento de transformação político-sócio-econômica, como agora. A música tem arranjo e piano de Rafael Vernet (também produtor do disco) que trouxe a sonoridade do congado mineiro para a faixa, com a participação de Maurício Tizumba no tambor. O clipe de Coisa mais maior de grande foi dirigido por Túlio Cipó e Patrícia Menezes. No vídeo Paula se “veste” da obra do artista plástico Advanio Lessa. O primeiro single Yê Melê (Luis Carlos Vinhas e Chico Feitosa) – tema afro que já foi gravado por Sérgio Mendes, Elis e Bethânia nos anos 60, já está disponível em todas as plataformas. E o segundo também: Sassaô, letra e música de João Bosco com participação dele. Em Sumaúma, Paula Santoro dá voz tanto a canções leves e solares como também a outras densas e profundas. O álbum tem participação de compositores como Arthur Verocai, e João Donato e recria, de forma contemporânea, a sonoridade dos anos 70. Paula Santoro nasceu em Belo Horizonte. Ela traz suas raízes em sua música, que tem grande influência do Clube da Esquina. Além dos seis álbuns solo já lançados, sua discografia inclui colaborações em gravações de Guinga, Arthur Verocai, Mário Adnet (álbum indicado ao Grammy Latino), Bianca Gismonti, Eduardo Neves e outros.

Edgar lança clipe um clipe usando técnicas de Inteligência Artificial

Sem Medo, faixa do álbum Ultraleve (Deck), de Edgar, acaba de ter seu videoclipe lançado. Assim como o clipe de Fake News, esse foi produzido através da técnica de inteligência artificial. “Desde que conheci o Eduardo Mauss, que trabalha com NFT e escultura digital, venho pesquisando inteligência artificial. Tive a ideia de colocar as palavras da música e chamei o Andre Cebola, que já tinha dirigido o outro clipe, para dirigir”, conta Edgar. “A partir desse conceito fui usando trechos da letra da música como input em um sistema de inteligência para gerar essas sequências de imagens, que depois foram distorcidas analogicamente e digitalmente”, explicou Cebola. Através da arte generativa e synth de vídeo analógico, ele, em parceria com Elbi, criou as intervenções “humanas” no trabalho da IA.

Conheça jøta, artista que testa novos limites do rock e do pop em O Pior de mim

Renascendo em suas identidades musicais, jøta se entrega por completo em O Pior de mim, faixa que traz forte pegada do rock alternativo com veia pop. Num mergulho intimista para encarar seus próprios demônios, o artista revela problemas que circulam o imaginário de diversas pessoas. A música chega com um clipe. “O Pior de Mim é uma música que revela um pouco das minhas inseguranças e incertezas na vida. Ela aborda a depressão e as dificuldades de conviver com essa doença que afeta muitas pessoas. Por isso, esta canção é muito significativa pra mim. Ela foi escrita em um momento chave da minha vida, e serve como ponto de partida para uma busca emocional que se reflete na letra, expondo todos os meus sentimentos”, revela. Nascido e crescido em Sorocaba, em São Paulo, jøta teve diversos projetos musicais e bandas em sua trajetória, transitando do pop e rock alternativo até o emo e pop punk. Agora, ele quer unir todas essas identidades e sonoridades em um projeto solo que explora suas inseguranças e incertezas, com o objetivo de enfrentá-las e superá-las por meio da arte. Com beats de Matheus Zanetti e produção, mix e master de João Hassuike, O Pior de Mim está disponível em todas as plataformas de streaming.

Black Pantera lança clipe às vésperas do show no Lollapalooza

Uma das melhores bandas de rock da atualidade, o Black Pantera vem se consagrando a cada novo show. Depois de terem se apresentado em várias cidades do Brasil, em festivais como Rock in Rio, Primavera Sound, Knotfest e Afropunk Bahia, eles chegam ao palco do Lollapalooza Brasil no próximo dia 26. Antes disso, apresentam o clipe de Não Fode meu Rolê, música que faz parte do álbum Ascensão (Deck). Com direção de Carol Borges e gravado em Uberaba, cidade natal dos integrantes, o vídeo traz imagens atuais e fotos antigas, muitas de família. “Essa clipe traz nossa história, mostra a época em que começamos a ter nossas primeiras bandas, os lugares onde crescessemos e vivemos. A música fala sobre uma quebra de paradigmas, de força de vontade, da nossa luta para fazer nosso som, nosso trabalho”, comenta o baixista Chaene “É um dos nosso clipes mais bonitos, é uma homenagem às nossas famílias, nossos amigos e aos lugares que sempre nos acolheram. Nos emocionamos muito com o resultado”, finaliza.

The Mönic lança single e clipe tarantinesco de Bateu

Primeiro single do aguardado segundo disco da The Mönic, Bateu é um hit instantâneo, tanto que mesmo antes de ser gravada já era cantada em coro nos shows. Um pouco diferente da maioria das composições da banda, com uma letra super curta, ela surgiu como uma brincadeira no ensaio. “Comecei a tocar uns acordes e cantar como um mantra. Daí a Joan começou a entrar no coro e tocar baixo, o Coiote já sentou na bateria e veio a Alê pra somar no coro e segunda guitarra, em poucos minutos saiu a estrutura da música” – conta a guitarrista e vocalista Dani Buarque –“Alguns dias depois eu sentei e fiquei buscando um riff que representasse a vibe de doideira dela. Na afinação normal parecia que não saía nada, então mudei pra drop D e o riff chegou. Ela também foi a primeira composição que abusei bastante doS berros, hahahaha” – finaliza.  Bateu (The Mönic) foi produzida por Rafael Ramos (Pitty, Matanza, Titãs e outros), assim como todo o disco novo, e será lançado pela Deck. A masterização foi feita pelo Chris Gehringer (NY), engenheiro de som conhecido por masterizar trabalhos de Turnstile, Lady Gaga, Rihanna, Dua Lipa e outros. O videoclipe foi dirigido por Estevam Romera. “Ele já havia falado que queria filmar algo coloridão e perguntou se a gente topava fazer um clipe, meses antes da gente escolher o single. Quando escolhemos, ele foi o primeiro que passou na cabeça. Escrevemos o roteiro e sugerimos alguns planos de filmagem como por exemplo o final ‘A la Tarantino’ com a famosa ‘trunk shot’”, explicou Dani.   “Os vídeos que virão são parte de um storytelling do álbum que começa em “Bateu”, Ep. 01. Ao final do clipe, terá uma janelinha com o Ep. 02: um visualizer que continua a história com Antes Tarde de trilha sonora, o nosso segundo single apresentado de surpresa pra galera”, finaliza Dani. Além desse lançamento a The Mönic aproveita para anunciar a festa “Não tem banda com mina”, que trará sempre shows de bandas com mulheres como integrantes no FFFront, em São Paulo. A estreia será dia 18 de março com shows de The Mönic e NPKN Horney. Não Tem Banda com Mina Local: FFFront Data:18.03 sábado  Horário:19h Bandas: The Mönic, NPKN e Horney Ingressos: R$20 a R$40