Paura lança World to be Free, primeiro single do oitavo álbum

“A utopia é, provavelmente, um dispositivo social necessário para gerar esforços sobre-humanos sem os quais nenhuma grande revolução é alcançada”. Esta reflexão do historiador Eric Hobsbawm, autor do clássico A Era dos Extremos, é uma síntese pontual do manifesto que o Paura escancara no novo single World to be Free e no próprio disco que vem aí, Karmic Punishment: o hardcore como voz altiva e incessante contra o racismo, contra o preconceito e contra as polarizações que segregam. O single que inaugura os trabalhos do novo álbum, o oitavo da carreira de 28 anos, traz o corriqueiro e autêntico hardcore do Paura, direto, pesado e reflexivo, com riffs e batidas raivosas, um espectro que permeia – não à toa – todas as outras faixas de Karmic Punishment. World to be Free é uma música antifascista e contra extremismos, seja na política quanto na vida em sociedade. É um grito contra um mundo que dá brechas ao preconceito e ainda estrangula quem se posiciona contrário a um pensamento hegemônico claramente misógino e segregador. Esta e todas as 13 faixas do novo disco atravessaram junto ao Paura pela pandemia e pelo governo brasileiro anterior, o que naturalmente se tornaram nortes importantes para as composições e a aura ácida de Karmic Punishment. World to be Free e todo o Karmic Punishment foi gravado por Thiago Bezerra no Mastery Studio e Canil Studios, mixado pelo mesmo no Madness Music Studios e masterizado por killingsworth no Dead Air Studios. O lançamento, que acontece entre junho e julho deste ano, será nas plataformas de streaming e também em CD físico, que chega graças a uma parceria do Paura com os selos Conspiracy Chain, Samsara Discos, Tu.Pank Recs, Two Beers Or Not Two Beers, 255 Recs, Fuck It All Recs, Terceiro Mundo Chaos Discos, Tumba Produções, Distro dos Infernos, Lokaos e Vale do Caos Recs. Assista World to be Free, do Paura
Maroon 5 divulga vídeo do single Middle Ground; assista

A banda Maroon 5 estreou o vídeo de seu mais novo single, Middle Ground. O vídeo foi gravado em Malibu (EUA) e dirigido por David Dobkin, da RSA & Black Dog Films, que também dirigiu os conhecidos vídeos do grupo para Sugar e Girls Like You. “Queríamos deixar as letras contarem a história e a mensagem, e permitir que o visual se conectasse ao público de uma maneira muito pessoal e humana”, disse Adam Levine, vocalista da banda, durante entrevista à publicação People sobre o novo lançamento. A banda, vencedora de três prêmios Grammy e com múltiplos Discos de Platina, também apresenta a música nesta noite, ao vivo, durante a final da temporada do programa The Voice. Middle Ground marca o primeiro lançamento do Maroon 5 desde 2021. A faixa estreou na playlist New Music Friday do Spotify em todo o mundo e acumulou 1,5 milhão de streams globais nos primeiros dois dias de estreia.
Auri abre nova fase da discografia com intenso rock alternativo

A banda Auri busca a luz em meio à escuridão em sua primeira faixa inédita desde 2021. Em Tirar o Melhor do Pior, eles se inspiram em sentimentos de empoderamento para criar uma música ao mesmo tempo melódica e pesada. O lançamento chega junto de um clipe. “Tirar O Melhor Do Pior é uma música que fala sobre autonomia, sobre encontrar forças em si, mesmo que o ao redor não colabore para isso. É uma música que fala sobre o efeito ‘flor de lótus’, sobre florescer em um ambiente inóspito, sobre ser luz mesmo no escuro. Com esse single conseguimos uma sonoridade pesada e ao mesmo tempo pop, com riffs e convenções, mesclando novas influências”, conta o vocalista e guitarrista Ton Radaell, que também assina a direção do clipe. “O clipe mostra uma pessoa sendo sufocada por algo externo, enquanto busca forças em si para lutar contra isso e para conseguir ascender, reforçando a mensagem da música, através da metáfora”, completa Além dele, a banda é formada por Thaysa Pizzolato (teclados), Bernardo John (Baixo), Danilo Galdino (guitarra e backing vocal) e Bruno Miranda (bateria). Após o álbum de estreia, Resiliência (2017), dois EPs lançados em 2020 e uma série de singles, Auri está pronta para a próxima fase da carreira, com uma identidade e sonoridade renovadas.
Em turnê pelo Brasil, Tagua Tagua lança vídeo de Colors

Tagua Tagua goza de uma boa fase. Após lançar o segundo disco, Tanto (Wonderwheel Recordings), ele segue realizando shows pelo Brasil desde final de abril. Já passou por Recife, João Pessoa, Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro e nesta sexta chega a São Paulo, na Casa Natura Musical, com participação especial de Mahmundi. As casas cheias e o coro do público cantando as canções do novo álbum e também do anterior, Inteiro Metade (Costa Futuro, 2020), comprovam que o projeto do produtor musical Felipe Puperi está indo por um bom caminho. Seguindo o ritmo, hoje (16), ele lança o clipe da faixa Colors com direção de Rollinos. “É uma grande pira com as cores e efeitos de pós-produção. Além de ser também a primeira vez que apareço tocando todos os instrumentos, de uma certa maneira mostrando o processo de criar a música”, diz Felipe. O processo de produção do vídeo foi dividido em dois momentos: “Primeiro foi filmado tudo com fundo verde chroma-key na minha casa e depois editado e pós produzido analogicamente pelo Rollinos”. A explosão de cores faz alusão à letra da música. SERVIÇO – Tagua Tagua | Lançamento Tanto Data: 19.05 – sexta Horário: Show – 22h Abertura da Casa: 20h30 Classificação: 16 anos Casa Natura Musical Rua Artur de Azevedo 2134 – Pinheiros, São Paulo INGRESSOS Pista em pé – Lote 1: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 2: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 3: R$ 80,00/R$ 40,00 (meia-entrada) Pista em pé – Lote 4: R$ 100,00/R$ 50,00 (meia-entrada) Bistrô Superior: R$ 120,00/R$ 60,00 (meia-entrada) Camarote: R$ 160,00/R$ 80,00 (meia-entrada)
The Zasters usa o indie rock para falar de ansiedade em Anxiety

A banda The Zasters lançou, nesta sexta-feira (12), o single Anxiety, que sucede Trovão, parceria com The Monic, e Pants on Fire, ambas lançadas em 2022. A faixa chega acompanhada de um videoclipe. Chegando com uma sonoridade bem indie pop, a faixa fala, como o próprio título indica, sobre a ansiedade e suas diferentes formas, causas e consequências. “Anxiety é sobre alguém que por fora parece estar bem, mas na cabeça dela a pessoa se sente insegura e nem sempre consegue controlar os pensamentos ruins que aparecem”, explica a banda. “A gente sofre bastante de ansiedade, e essa letra veio como um desabafo em momentos de crises. É um pouco sobre estar em negação, não querer encarar algumas realidades da vida, sobre fingir que está tudo bem quando não está”, completam os integrantes Jules Altoé, Na Sukrieh, Rafa Luna e Daniely Simões. O indie pop chegou a partir do momento em que a música começou com uma guitarra bem ritmada e rápida e a banda decidiu adicionar grooves dançantes. “Achamos que seria bem legal a ironia da letra com uma sonoridade mais divertida. A Ju (Jules Altoé) chegou com uma ideia (que acabou se tornando o comecinho da música) em que a letra ficava bem apressada, ansiosa. E conforme as ideias pra letra foram se encaixando com essa coisa da ansiedade, mas com um sentimento de negação, achamos que precisávamos de uma sonoridade gostosinha e dançante pra falar as coisas horríveis que a letra dessa música fala. Como se a gente disfarçasse os medos e ansiedades em grooves dançantes e melodias bonitas”. A faixa foi gravada com o músico e produtor Gabriel Zander, no Estúdio Costella, e apesar do teor sério da letra, a banda conta que se divertiu muito gravando Anxiety. “Esperamos que as pessoas quando ouvirem essa música se divirtam tanto quanto a gente se diverte tocando ela! Além disso, esperamos que as pessoas ansiosas como nós, quando ouvirem a música e sacarem a letra, saibam que elas não estão passando por isso sozinhas. Acho que somos uma geração inteirinha de ansiosos, e que como diz o refrão da música: ‘esperamos que fique tudo bem, mesmo quando sentirmos que nunca seremos bons o suficientes’”, finalizam os integrantes. Assim como a faixa, o clipe da The Zasters aborda situações de ansiedade e como lidamos com elas. “Mesmo estando em um lugar bonito e contagiante com pessoas que gostamos, há momentos que não percebemos o quão bem isso faz por conta da ansiedade. Trouxemos alguns momentos cantando o refrão pois essa parte da letra meio que resume bem todo o resto e o que queremos dizer”, conta a banda. Sobre o audiovisual, a banda explica: “Foi um final de semana que passamos juntos, e a gente alternava entre gravar cenas externas quando a chuva dava uma trégua e fazer as cenas dentro de casa. A casagrito ouviu a música e se propôs a fazer um clipe pois acharam que Anxiety precisava alcançar visualmente mais pessoas. Nós lemos e juntos fizemos algumas alterações no roteiro proposto e topamos na hora e em poucos dias fomos para uma casa de praia e passamos o final de semana gravando. Foi um processo tranquilo e gostoso mesmo com a instabilidade do tempo”.
Ed Sheeran revela Boat, canção que é uma metáfora para a depressão

Ed Sheeran apresentou, na última sexta-feira (21), o single Boat, faixa de abertura do seu próximo álbum, – (Subtract), e que chega com um clipe de tirar o fôlego. Escrita no litoral inglês em meio aos elementos extremos do inverno, a música serve como uma metáfora para a depressão: um combate às lutas de se sentir desmotivado e não saber como quebrar o ciclo. O vídeo, dirigido por Mia Barnes, mostra Ed submerso no mar com as ondas o engolindo, consolidando ainda mais a mensagem de Boat. A canção dá sequência ao lançamento do 14º single nº 1 de Ed no Reino Unido, Eyes Closed – um feito que levou o artista a alcançar o terceiro lugar no topo das paradas da história do Reino Unido, atrás apenas de Elvis e dos Beatles. O novo álbum de Ed, – (Subtract), será lançado em 5 de maio pela Asylum/Atlantic, uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Escrito em um cenário de dor e esperança, Ed escreveu e gravou o projeto de 14 faixas com Aaron Dessner (The National) em fevereiro do ano passado, após uma série de eventos impactantes em sua vida.
Roterdan e Plastic Fire estão juntos em single inédito; assista!

Roterdan e Plastic Fire, duas bandas do rock carioca, se uniram para lançar uma música poderosa sobre invisibilidade social. Descartável aborda a questão das pessoas que se sentem imperceptíveis na sociedade e, na maioria dos casos, têm seus sonhos negligenciados ou ignorados, dessa forma, o trabalho colaborativo resulta em uma single de grande impacto, tornando-se um lembrete de que ninguém deve sentir sua existência como algo descartável. A Roterdan, formada por Rafael Espíndola (voz), Matt Nunes (guitarra e voz), Charles Barreto (guitarra) e Magno Barbosa (baixo e voz) e Cassiano Geraldo (direção criativa e composição), é conhecida por sua música melódica e introspectiva, traz um toque de vulnerabilidade à canção, acrescentando o peso emocional à luta que surge ao tentar ser visto e ouvido nos dias atuais. Enquanto a Plastic Fire, conhecida por suas mensagens contundentes e performances energéticas, soma raiva e frustração, apontando para aqueles que conveniente ou inconscientemente não querem enxergar os invisíveis. O videoclipe da música, dirigido por Cassiano Geraldo, é igualmente poderoso, mostrando um faxineiro que luta para sobreviver e enfrenta constante desrespeito e maus-tratos. Em seus sonhos, porém, ele se transforma em um dançarino confiante e talentoso, movendo-se com graça e alegria em um mundo que celebra seus talentos ao invés de ignorá-los.
Paula Santoro lança terceiro single que vem acompanhado de clipe

A música Coisa mais maior de grande (Gonzaguinha) é o terceiro single do novo álbum da cantora mineira Paula Santoro chamado Sumaúma, já disponível em todas as plataformas digitais. Coisa mais maior de grande é canção necessária para um momento de transformação político-sócio-econômica, como agora. A música tem arranjo e piano de Rafael Vernet (também produtor do disco) que trouxe a sonoridade do congado mineiro para a faixa, com a participação de Maurício Tizumba no tambor. O clipe de Coisa mais maior de grande foi dirigido por Túlio Cipó e Patrícia Menezes. No vídeo Paula se “veste” da obra do artista plástico Advanio Lessa. O primeiro single Yê Melê (Luis Carlos Vinhas e Chico Feitosa) – tema afro que já foi gravado por Sérgio Mendes, Elis e Bethânia nos anos 60, já está disponível em todas as plataformas. E o segundo também: Sassaô, letra e música de João Bosco com participação dele. Em Sumaúma, Paula Santoro dá voz tanto a canções leves e solares como também a outras densas e profundas. O álbum tem participação de compositores como Arthur Verocai, e João Donato e recria, de forma contemporânea, a sonoridade dos anos 70. Paula Santoro nasceu em Belo Horizonte. Ela traz suas raízes em sua música, que tem grande influência do Clube da Esquina. Além dos seis álbuns solo já lançados, sua discografia inclui colaborações em gravações de Guinga, Arthur Verocai, Mário Adnet (álbum indicado ao Grammy Latino), Bianca Gismonti, Eduardo Neves e outros.
Edgar lança clipe um clipe usando técnicas de Inteligência Artificial

Sem Medo, faixa do álbum Ultraleve (Deck), de Edgar, acaba de ter seu videoclipe lançado. Assim como o clipe de Fake News, esse foi produzido através da técnica de inteligência artificial. “Desde que conheci o Eduardo Mauss, que trabalha com NFT e escultura digital, venho pesquisando inteligência artificial. Tive a ideia de colocar as palavras da música e chamei o Andre Cebola, que já tinha dirigido o outro clipe, para dirigir”, conta Edgar. “A partir desse conceito fui usando trechos da letra da música como input em um sistema de inteligência para gerar essas sequências de imagens, que depois foram distorcidas analogicamente e digitalmente”, explicou Cebola. Através da arte generativa e synth de vídeo analógico, ele, em parceria com Elbi, criou as intervenções “humanas” no trabalho da IA.