Claustrofobia lança vídeo de The Encrypted e nova edição do álbum Unleeched

A banda Claustrofobia, atualmente morando nos Estados Unidos, assinou com o selo americano M- Theory Audio e lançou uma versão do último álbum, Unleeched. Junto com o relançamento, a banda disponibilizou o videoclipe de The Encrypted. A nova versão de Unleeched inclui faixas bônus, como Riff Cult e Força além da Força – uma versão em português de Strength Beyond Strength do Pantera. O disco já está disponível na versões CD e cassete em edição limitada (100 cópias). “Estamos super animados com o relançamento do nosso novo álbum Unleeched com duas faixas bônus pela M Theory Audio. Temos também um novo videoclipe, que é a segunda faixa do álbum e é a canção mais pesada e com mais groove”, comenta o vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo. As filmagens do videoclipe trazem uma história curiosa. “Nós gravamos no mesmo dia do vídeo de Stronger than Faith, em Nelson Ghost Town, uma mina de ouro abandonada localizada a apenas 45 minutos de Las Vegas, e então decidimos fazer uma tomada extra em um local diferente, mas a fotografia e o fundo eram muito diferentes do que estávamos fazendo, e alguém mencionou: ‘vocês poderiam filmar outra música neste local’. Olhamos um para o outro e dissemos por que não? Trocamos as camisetas, escolhemos a música The Encrypted e improvisamos tudo na hora, sem nenhuma pré-produção ou ideias. Foi tudo muito espontâneo e ficamos extremamente satisfeitos com os resultados. Caio D’Angelo, nosso baterista, editou e a pura arte aconteceu”.
Banda Expressão embala corações apaixonados com o single “Jura”

A banda Expressão voltou inspirada para criar uma canção que faz com que todo dia seja embalado com romance e muito amor. Em versos embalados ao som do reggae, Jura tem produção de Bruno Dupre, conhecido por trabalhar com grandes artistas como Rael, Maneva e Julies. A composição é assinada por Tercio de Polli, o líder do grupo, André Mastiga e Deko, conhecido por ‘canetadas’ para nomes como Maneva, Di Ferrero, Gabriel Elias e Atitude 67. O novo som da banda é justamente para aqueles que só tem olhos para o seu amado, ou amada, e que transforma a visão e o sentido da vida apenas por estar apaixonado, assim como pontou a banda. “A música conta a história da pessoa apaixonada, onde tudo ao redor faz sentido quando se pensa nela, um sentimento de amor e paixão nunca antes vivido, onde o destino faz com que se encontrem e a cumplicidade é recíproca”, contou. A canção chega com lyric vídeo criado por Tércio de Polli. Em animação, o audiovisual buscar conectar o ouvinte ao sentimento que a canção transmite. A nova do Expressão vem cheia de amor e carinho, além de um instrumental construído para dar a energia especial que ela precisa. O novo capítulo da banda inclui um show ao vivo, que será captado e lançado em uma versão mais do que especial para os fãs.
Pole dance e rock: A festa não tem hora pra acabar em novo clipe da Venuz

Uma das bandas mais comentadas no underground carioca, a Venuz mostra no clipe de 3AM que nada melhor do que a noite para esquecer um amor perdido. Gravado ao vivo em junho de 2024, durante o festival do grupo, o Mileniuz Fest, no Rio, o vídeo mostra a agitação das musicistas em cima do palco, incluindo trechos de pole dance da vocalista Aila Dap, que é professora da modalidade. O clipe sucede o lançamento do single, já disponível nas plataformas de streaming. “Quisemos fazer um clipe que mostrasse um pouco nossa essência nos palcos e na preparação pro evento. Pois além de sermos uma banda, somos muito amigas, gostamos de nos divertir juntas, mas também levamos as coisas com muito profissionalismo, e por isso decidimos começar a produzir nossos próprios eventos. Com esse videoclipe queremos mostrar que ‘yes, we can do it!’, o clássico lema feminista”, avisa Aila Dap, vocalista da Venuz. Dirigido por Kyo, videomaker profissional que acompanha a banda Drenna em uma série de clipes, o vídeo para 3AM torna explícita a busca da Venuz em dialogar com outros gêneros musicais, como o pop, o funk, o brega e o sertanejo, a Venuz sai da zona de conforto e troca a distorção pelo popular. A banda Venuz é formada por quatro mulheres que se inspiram em ícones femininos durante sua trajetória. Juntas desde 2017, já são dezenas de shows realizados por todo o estado do Rio de Janeiro. Entre suas influências estão The Pretty Reckless, The Runaways, Hole, Pitty, Vixen, Rita Lee e mais.
Pedrosa lança single e clipe “Eminente”; ouça!

O cantor, compositor e multi-instrumentista Pedrosa montou um estúdio dentro de casa, onde grava suas canções já há muito tempo. Foi assim, compondo, gravando e lançando que ele foi conquistando seu espaço na música brasileira e juntando cada vez mais fãs. Pedrosa vai lançar um novo álbum em 2025 e aos poucos tem revelado suas músicas. Eminente é a décima faixa do álbum Escondido Mundo. Ela é um reggaeton experimental romântico que fala sobre o sentimento de reconhecimento, de quão respeitosa, elevada e sincera pode ser a relação que se tem com outra pessoa. O single conta com um visualizer focado na estética Mixed Media, mostrando o dia a dia do Pedrosa fazendo seus projetos musicais. Antes disso Pedrosa já lançou o single Sentido Duplo com participação de KAIN, que também faz parte do novo projeto. Os lançamentos são da gravadora Deck.
Entre ficção e fixação, James, de Renato Medeiros, ganha clipe por Alfie Dale

Ao ouvir James sentimos a influência direta dos Beatles, mais especificamente de Paul McCartney, nessa que é a única faixa em inglês do disco A Curva dos Dias, do cantor, compositor e multi-instrumentista Renato Medeiros. A canção, melancólica, sustenta ainda certa latinidade em sua sonoridade, à exemplo das percussões que ocupam o lugar da habitual bateria, tão presente no rock, somada ao violão de nylon que embala James como uma sombria canção de ninar (com destaque para os coros de vozes feitos ao lado de Lucas Gonçalves). Nessa atmosfera, a faixa ganha videoclipe dirigido por Alfie Dale. James aborda um tema difícil: a dependência. Música e clipe, portanto, evocam a sensação de entorpecimento, sereno e encantador. Aquela falsa esperança com a qual um viciado se anestesia. “O que me motiva como cineasta é o desejo de explorar e entender personagens, e, nesse sentido, James foi o projeto perfeito para mim. A música de Renato não só criou uma sensação, mas também deu vida a uma pessoa: James. Assim que ouvi a track, senti que essa pessoa estava viva. Eu queria explorá-la mais, queria saber quem ela era e o que aconteceria com ela”, explica o diretor londrino responsável pelo audiovisual mais intenso e hipnótico que complementa A Curva dos Dias. Gravado no Reino Unido, o clipe se torna cada vez mais surreal à medida que avança, e o protagonista desce mais fundo no buraco do coelho, capturando seu afastamento crescente da realidade. Quando o solo de violão começa, o clima muda e James é puxado para o espaço do purgatório, onde se depara com sua obsessão. Ali, ele pode se entregar e abraçar sua dependência, mas, ao fazer isso, se torna um prisioneiro, perdendo sua humanidade e autonomia. Tudo isso, claro, de forma “boba e absurda”, como descreve Alfie. “Sinto que o vídeo cresceu como companheiro visual e narrativo perfeito para a música, e que eles realmente se elevam mutuamente, levando-nos a algum lugar desconhecido até o final”. Alfie é um diretor que merece atenção. Atraído por filmes focados em personagens que exploram sensivelmente emoções com reviravoltas imaginativas, seu curta-metragem My Brother Is A Mermaid recebeu destaque em premiações como Iris Prize Film Festival, Norwich Film Festival, Academy Qualifying Flickerfest e The Casting Director’s Association Awards. O filme recebeu indicações em mais de 15 outros festivais qualificadores do Bafta / Academy e foi exibido em mais de 50 festivais globalmente. Alfie continua trabalhando entre produções publicitárias e videoclipes enquanto seu último curta-metragem, Crusts, está no circuito de festivais.
Cayarí, multiartista originária da Bahia, é a nova estrela do reggae acústico

O mundo do reggae dá as boas-vindas à Cayarí, uma multiartista originária da Bahia, que lança a música Meu Natural. Este single, que mistura o reggae acústico com as influências das raízes afro-indígenas, destaca-se por exaltar o feminino e os quatro elementos da natureza. Cayarí é uma artista de múltiplos talentos, cuja carreira abrange música, atuação, apresentação e narração. Com ascendência indígena, ela autenticamente incorpora suas raízes culturais indígenas e baianas em seu trabalho, oferecendo uma experiência rica e autêntica. Além disso, em sua arte, Cayarí compartilha suas composições na língua indígena Pataxó, homenageando e celebrando a herança do povo Pataxó. O desejo de compor uma música que celebrasse o feminino, suas raízes e a natureza sempre existiu para Cayarí. No entanto, a inspiração para Meu Natural se concretizou após assistir a um documentário sobre mulheres Rastafari. Uma frase marcante, replicada por uma das irmãs (atribuída a diversos autores), “educas um homem, educarás um indivíduo, educas uma mulher e educarás uma nação“, despertou em Cayarí uma profunda reflexão que culminou na criação da música. “É com muito amor e gratidão a todas as mulheres presentes em minha vida, que me auxiliaram a me enxergar como uma rainha, que compartilho esta canção”, declara Cayarí. Meu Natural é mais do que uma música; é uma celebração de identidade, cultura e a força inerente do feminino e da Natureza. Com Meu Natural, Cayarí convida os ouvintes a embarcarem em uma jornada sonora que une o poder da música e a profundidade de suas raízes, criando uma conexão íntima com a essência do ser. Links da artistaInstagramSpotifyYoutTubeFacebook
Fresno lança vídeo inspirado na Maratona do Beijo que rolou em Santos

Organizar um concurso de beijos parece algo improvável e um tanto curioso. E, por isso mesmo, pode render muitas histórias, encontros e surpresas. Foi assim com a Maratona do Beijo promovida por um shopping center de Santos, em 1993. O evento, que acabou ganhando bastante atenção da mídia na época, serviu de mote para a gravação do videoclipe da música Me And You (Foda Eu e Você), da Fresno. A canção, presente no álbum Eu Nunca Fui Embora – Parte 1, lançado em abril, transporta o ouvinte para além da melancolia emo característica do grupo, adentrando um universo leve e espontâneo do amor ao abordar a história de duas pessoas que se conhecem e dão certo juntas logo de cara. “Entre as músicas da primeira parte do álbum, a gente quis dar um destaque pra esta em especial. Ela mostra um lado diferente da Fresno, que temos explorado nos últimos tempos. Procuramos dar uma balanceada entre as músicas que tratam do amor dessa maneira mais leve para contrastar com os momentos em que falamos de forma mais intensa”, explica Lucas Silveira, vocalista da banda, formada ainda por Vavo (guitarra) e Guerra (bateria). Essa mistura tem sido confirmada, inclusive, nas apresentações ao vivo. “A gente brinca que essa faixa faz parte do bloco sensual do show, porque de fato é quando deixamos um pouco aquele drama forte de lado e falamos sobre outros jeitos de se viver o amor”, completa. No videoclipe, o casal vencedor do concurso do beijo se conhece durante o próprio evento. A ideia foi baseada em histórias reais da Maratona do Beijo de 1993, que reuniu duplas das mais diferentes personalidades e origens, incluindo algumas que se formaram apenas para concorrer, como retratado no registro produzido pela banda. “Trouxemos isso justamente para mostrar que algumas coisas que surgem por acaso podem ser muito importantes e, por isso, temos de estar sempre atentos aos detalhes”, reforça Lucas. Camila Cornelsen, parceira de longa data do trio, foi responsável pela direção e roteiro deste projeto, totalmente filmado em película de 16mm. “Várias histórias interessantes permeiam o evento real e eu, de alguma forma, absorvi para colocar no videoclipe. Quando eu contei a ideia pros meninos de retratar o concurso, eles adoraram e acharam que seria interessante fazer um registro visual mais narrativo”, explica Camila. Lucas, Vavo e Guerra aproveitaram para explorar o estilo cowboy no figurino, em uma estética que se alinha com o conceito visual do álbum como um todo. “Esse videoclipe foi filmado nos Estados Unidos e tivemos a ideia de brincar com um estilo próprio de lá, que nós acabamos chamando de ‘cowboy suave’. A gente ainda não pode explicar todo o conceito, mas quando lançarmos a segunda parte de Eu Nunca Fui Embora, tudo vai ficar muito mais amarrado”, afirma Lucas. A obra audiovisual registra a leveza e a espontaneidade dos encontros românticos, e a escolha do casting reforça a diversidade que a banda tanto valoriza em seus fãs. “O nosso público é bem diverso. Por sermos uma banda com muito tempo de estrada, a gente acumulou muitas safras de fãs. Por isso, no vídeo tem casal hétero, casal gay, casal que se formou na hora, namorados, casal de emos…”, finaliza Lucas.
Após lançar álbum, Slim Heck solta videoclipe da faixa “Sisu”

O rapper Slim Heck começou sua caminhada na música aos 13 anos de idade e desde então não parou mais. Nesta quinta-feira (15), aos 22, anuncia o lançamento de seu segundo álbum, Memórias Do Apocalipse. Com influências que vão do rap ao metal, Slim conta que o estilo do seu som é o Boombap, puxado para um rap sombrio. “Alguns chamam hardcore hip-hop/rap ou horrorcore. Eu defino como death rap”, explica. O disco assinado pela Indio Rock Selo conta com nove faixas produzidas por Davi Indio, que foi responsável, segundo Slim, pela transformação do seu trabalho. “Eu tinha as batidas, as letras, e algumas coisas gravadas, mas quando o Davi trabalhou nas faixas, ele adicionou muitos elementos que trouxeram a qualidade que eu sempre almejava. Essa conexão que tivemos, foi o que fez o meu álbum sair com a qualidade impecável”, revela o rapper, que anteriormente havia lançado o disco Babylônia Do Mal de forma independente. Memórias Do Apocalipse tem o intuito de retratar as vivências que aterrorizam a população de baixa renda, como a violência, o crime, a depressão e as drogas. “Digamos que é um álbum com o conceito das ruas, sobre as coisas que vi e vivi. Ele passa uma mensagem, uma visão da atual realidade que estamos e o cotidiano de uma parte da população”. A faixa escolhida para divulgar o disco é Sisu, que tem participação do DJ Terrorscreen, e ganhou um videoclipe dirigido por Slim e Diego Herrera. A dupla buscou unir o aspecto monocromático e melancólico, com crueza e agressividade contida na canção. “Eu tive a ideia de fazer esse som depois de assistir um filme chamado Sisu. Basicamente, o filme mostra que, independentemente das coisas ruins que acontecem em nosso cotidiano, temos que continuar, não importa como. Acho que o grande ponto sobre essa música, é que ela é feita para você ouvir e se fortificar. Esse som, por mais que seja sombrio, é sobre resiliência”.
Bratislava lança visualizer “Casa em Chamas” inspirado em meme

Após refletir a nostalgia sensorial no single Sabor Fantasma, a Bratislava, banda que une rock, pop e música brasileira, reflete a paralisia que sentimos muitas vezes em meio ao terror em Casa em Chamas. Parte do álbum homônimo da banda, quinto da carreira, que será lançado em agosto, o single chega com um visualizer inspirado no famoso meme do cachorrinho no meio de um incêndio tentando se convencer de que tudo está bem. “Essa é uma canção que fala sobre a incapacidade de se mover ou de agir, mesmo quando a gente percebe que a casa está pegando fogo. A sensação é similar à da paralisia do sono, em que os nossos sentidos estão acordados, mas o corpo não responde”, conta Victor Meira, responsável pelas letras, vozes e teclas da banda, que conta também com José Roberto Orlando (baixo), Felipe Gonçalves (guitarra), Gustavo Franco (bateria) e Jonas Andrade (guitarra). Fundada há quase 15 anos pelos irmãos baianos Victor Meira e Alexandre Meira, a banda lançou quatro discos, fez turnês pelo Brasil e tocou em grandes festivais como Lollapalooza, COMA, Bananada, Conexão e Festival DoSol. Se reinventando em lutos, lutas, poesia e dureza, a banda encara o momento como um fechamento de ciclo e espaço para um marco de recomeço: por isso o disco homônimo. “Estamos trazendo vibes de toda a carreira da banda para esse disco. Canções mais carinhosas, outras mais brabas. Letras mais acessíveis e fáceis de se compreender, assim como letras mais enigmáticas e imagéticas também. Enfim, reúne tudo o que a Bratislava já foi e que pode ser. O disco que finalmente leva o nome da banda é o disco com o qual a banda tá confortável em dizer: isso aqui é a gente”, celebra Victor. O álbum é uma produção da Abstrato Coletivo e da Inova Com Cultura, com apoio da Inova Com Valor e realização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – ProAC.