Entrevista | Dicky Barrett (The Defiant e Mighty Mighty Bosstones)
Yussef Dayes confirma seis shows no Brasil; veja datas e locais

Yussef Dayes, multi-instrumentista britânico e um dos maiores nomes do novo jazz, chega ao final do ano trazendo novidades. Após revelar no YouTube a performance Live from Malibu, o artista anunciou três shows no Brasil em 2024: em São Paulo, nos dias 16 e 17 de janeiro (Blue Note SP), e no Rio de Janeiro, em 18 de janeiro (Blue Note Rio). Os ingressos já estão à venda. Tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, o artista fará jornadas duplas. Ou seja, serão dois horários por data, sempre 20h e 22h30. Live from Malibu segue a fórmula de sucesso de Live at Joshua Tree, lançado no ano passado: mostra uma performance energizante e envolvente, cercada de belas paisagens. Yussef é acompanhado por Rocco Palladino no baixo, Venna no saxofone, Elijah Fox no sintetizador e teclas, além de Alexander Bourt na percussão – todos presentes no álbum Black Classical Music, trabalho de estreia do artista lançado em setembro. >> Confira entrevista exclusiva com Yussef Dayes A live session demonstra o ecletismo e a abordagem única de Dayes, mesclando influências da música africana, caribenha e sul-americana ao jazz. Tioga Pass, uma das faixas da apresentação, representa a essência inovadora de Yussef como artista.
Iron Maiden retorna ao Brasil em 2024 e traz o Volbeat junto
Simply Red anuncia dois shows no Brasil em 2025
Gypsy Tears, mistura rock clássico e hard rock em Angel of Sin; ouça!

A Gypsy Tears lançou nesta terça-feira (12), Angel of Sin, o terceiro single do novo álbum da banda, previsto para 2024. A música disponível nas principais plataformas digitais, vem acompanhada de um videoclipe filmado no Teatro Gustavo José Lemos, em Passos, Minas Gerais. Composta pelo guitarrista Thiago Valle, a faixa produzida por Arthur Luiz é um típico hard rock que se encontra com o rock clássico. “Apesar da timbragem bem ardida, a guitarra e seus riffs perfazem algo que remete ao classic rock setentista, enquanto o vocal, tanto em melodia quanto em timbre, traz uma carga forte de hard oitentista. Essa fusão é uma das marcas do som da Gypsy Tears, e em Angel of Sin isso fica jogado na cara”, conta o guitarrista. De acordo com Thiago Valle, em Angel of Sin é possível perceber as influências de cada um dos integrantes da banda, formada também por John Laporte (voz), Cleiton Hipólito (baixo) e David Augusi (bateria). O guitarrista diz ainda, que a música é uma declaração, um tanto quanto debochada, à “uma persona da noite”. “Uma mulher forte e poderosa, que leva sua vida como bem entende e atrai as atenções pra si. Alguém que, finalmente, consegue colocar o demônio dentro de você com um simples olhar. Certeza de que todo mundo conhece alguém assim”. John Laporte vê na faixa, um resgate da essência do hard rock dos anos 80, das bandas de Los Angeles. “Com esse jeito meio ‘malandro’ de cantar, que fiz questão de incorporar em minha interpretação. Estou ansioso pelo feedback do público”, diz o vocalista. A Gypsy Tears já conta com uma série de shows confirmados para o próximo ano, que marcará o lançamento do novo álbum. “Estamos com um excelente material em mãos, tanto musical quanto gráfico. 2024 será o ano de trabalharmos na distribuição desse material e em shows. Uma banda tem que ter estrada e é isso que estamos fazendo!”, garante o guitarrista.
Artificial Complex une pós-punk e shoegaze em “Devaneio”

Artificial Complex, projeto liderado pelo compositor e artista visual teresinense Érico Ferry, mostra em Devaneio que o que importa é a viagem – e não o destino. A música, marcada por uma fusão de influências que vão desde o post-punk revival e rock alternativo até elementos de shoegaze, rock progressivo, jazz e música brasileira, representa uma jornada musical única e eclética para simbolizar o renascimento de um dos expoentes mais promissores do rock nordestino. Devaneio surgiu inspirada pelas transformações da vida. A faixa explora a ideia de deixar para trás problemas insolúveis e as culpas que muitas vezes carregamos por eventos fora de nosso controle. É um chamado para mudar e abandonar o que pode estagnar nos momentos difíceis. Musicalmente, a canção reflete a influência de bandas renomadas como Interpol, White Lies, e a fase Mellon Collie do Smashing Pumpkins. O lançamento inclui não apenas a versão oficial da música, mas também a demo original, produzida em home-studio por Érico Ferry e Caio Leon, fazendo de Devaneio um single duplo. Artificial Complex, originado como um desdobramento do trabalho solo de Érico Ferry (conhecido anteriormente como Fryer), tem suas raízes na cidade de Teresina (PI). O nome do projeto, conceitualmente relacionado à artificialidade dos espaços urbanos e das relações humanas, reflete a essência das criações musicais e visuais de Ferry. Com influências que já abrangiam a música alternativa, post-punk revival, shoegaze e música experimental/eletroacústica, o projeto evoluiu ao longo do tempo, contando agora com novos integrantes e sonoridades. O álbum de estúdio anterior, The Moth – Before the Darkness (2021), e o single e clipe St. Joseph Pt. II (2022), marcaram pontos significativos na trajetória do projeto. Em 2023, um financiamento coletivo na Catarse para a produção de Devaneio alcançou sua meta em menos de 48 horas, atingindo posteriormente 125%, possibilitando assim o lançamento do mais novo single, agora sob o nome Artificial Complex.
Artistas do Megadeth, Dead Fish e Ratos de Porão formam superbanda

Uma superbanda de rock formada por alguns dos principais artistas do punk e metal do Brasil e exterior. Essa é a proposta da Heavy Metals Band, projeto musical inédito em defesa da vida marinha e conscientização sobre a contaminação de peixes por metais pesados. A banda foi criada em apoio a Sea Shepherd Brasil, entidade de proteção do oceano, e tem como integrantes artistas veganos ou vegetarianos que apoiam a causa. Entre eles, Rodrigo Lima, vocalista da banda Dead Fish, Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, Juninho Sangiorgio, baixista do Ratos de Porão, e Iara Bertolaccini, ex-guitarrista da Blastfemme. O projeto contempla o lançamento do single Ciclo Metal em português e uma versão em inglês, ambos compostos em parceria com os artistas. Na canção, os músicos não só alertam sobre os riscos de contaminação de quem se alimenta de peixes e outros animais marinhos, como também trazem referências ao universo do rock. O “Metallicola”, por exemplo, é um crustáceo batizado em homenagem ao Metallica, e que vive cercado de nódulos de manganês. “Como cresci no hardcore e punk, sempre acreditei na música como instrumento para passar uma mensagem. É o que criamos com a música Ciclo Metal. Qualquer pessoa com bom senso vai entender que poluir os mares com químicos, agrotóxicos, esgoto e metais pesados é prejudicial para todo mundo. Idem para a caça predatória. A mensagem é um alerta para todos”, destaca Juninho, que além de baixista da banda, co-produziu os arranjos da música. Dirk, do Megadeth, concorda com o colega. “A música me permite compartilhar informações sobre temas que importam. Quem tem prestado atenção sabe que a sobrevivência de nosso mundo está em jogo. Sinto que é meu dever usar a música como plataforma para tentar fazer o bem por todos os habitantes do planeta Terra – não apenas humanos, mas também animais”. Idealizado pela agência Wieden+Kennedy São Paulo e produção de áudio da Mugshot, o projeto conta, além da música, com um videoclipe criado pelo estúdio britânico Fromm, especializado em arte 3D e ilustrações, e está disponível nas principais plataformas de streaming.