Consolidando uma sonoridade visceral que equilibra peso alternativo, dinâmicas dançantes e tensão lírica, o quarteto norte-americano Dead Poet Society lançou na última sexta-feira (2) o álbum de estúdio Monarch. O trabalho chega a todas as plataformas digitais através da conceituada gravadora Spinefarm Records.
Para complementar a experiência sônica do repertório, a banda de Los Angeles disponibilizou uma série inédita de visualizers oficiais no YouTube para todas as canções que ainda não contavam com videoclipes próprios. A investida aprofunda o universo estético concebido para o projeto, conectando-se diretamente às narrativas visuais já apresentadas nos singles prévios Cold, Roach e Sinner Systems.
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Produção de Paul Meany
A assinatura sonora de Monarch leva a produção refinada de Paul Meany, líder do Mutemath e produtor requisitado por nomes como Twenty One Pilots e Pierce The Veil. Meany lapidou o atrito característico das guitarras do Dead Poet Society, intercalando timbres experimentais com pulso rítmico moderno e refrãos magnéticos.
Sem medo de arriscar a própria identidade
Sucessor do marcante ciclo de Fission (2024), Monarch representa um salto na autoconfiança criativa do grupo formado por Jack Underkofler (voz e guitarra), Jack Collins (guitarra), Will Goodroad (bateria) e Dylan Brenner (baixo):
“Queríamos esculpir o nosso próprio pedaço de território. Eu só queria arriscar tudo com este disco. Todas as coisas que eu sentia que nos formavam, eu queria ver o quão mais fundo poderia ir com elas e tentar extrair a essência do sentimento que faz do Dead Poet Society quem somos”, explica o frontman Jack Underkofler.