Tributo à Elza Soares com Sandra Sá e Caio Prado chega à Caixa Cultural São Paulo

Nos dias 11, 12 e 14 de junho, a Caixa Cultural São Paulo será palco de um tributo emocionante aos 70 anos de carreira de Elza Soares. O espetáculo, que já passou por palcos de peso como o Rock in Rio, ganha em São Paulo uma edição histórica: pela primeira vez, a cantora Sandra Sá se une a Caio Prado para conduzir essa celebração. Um encontro de gerações e potências O show é inspirado no icônico DVD Elza, Ao Vivo no Municipal (2022). A escolha de Sandra Sá e Caio Prado não poderia ser mais precisa. Sandra, com sua trajetória marcada pelo soul, samba e uma presença de palco arrebatadora, dialoga perfeitamente com a força de Elza. Caio Prado, por sua vez, traz a intensidade da nova geração, vale lembrar que foi ele quem presenteou Elza com a poderosa “Não Recomendado”. A banda, composta por músicos que participaram da gravação original no Municipal, garante que a fidelidade sonora e a intensidade emocional do espetáculo sejam mantidas, elevando o público a um estado de catarse que culmina na emblemática Mulher do Fim do Mundo. Formação cultural O projeto vai além da música. No dia 12 de junho, às 11h, a produtora executiva Vanessa Soares ministrará a oficina gratuita Produção Executiva na Prática: do Edital à Realização. É uma oportunidade de ouro para jovens estudantes do sistema público entenderem os bastidores da cultura no Brasil. Inscrições aqui. Serviço – Tributo Elza Soares com Sandra de Sá e Caio Prado Dica: Como o tributo é extremamente concorrido, chegue cedo para garantir o seu ingresso na bilheteria!
Interpol anuncia novo álbum “This Mirror Weighs a Ton” e compartilha duas faixas

O Interpol anunciou seu novo álbum, This Mirror Weighs a Ton, o primeiro em quatro anos e também o primeiro lançado pelo selo Partisan Records. O disco chega em 28 de agosto e foi antecipado pelas duas primeiras faixas: a faixa-título e See Out Loud. Produzido por Andrew Wyatt e mixado por David Fridmann, This Mirror Weighs a Ton amplia a paleta sonora do Interpol com a adição de cordas, instrumentos de sopro, harmonias vocais em camadas, violão e experimentações de design de som, sem abandonar a identidade rítmica e melódica característica da banda. O álbum foi gravado no estúdio de Wyatt, no Lower East Side de Manhattan, marcando a primeira vez em mais de uma década que o grupo grava um disco em sua cidade natal. As faixas This Mirror Weighs a Ton e See Out Loud exploram a dualidade, mostrando o Interpol expandindo os limites de sua própria sonoridade sem perder a essência que o tornou uma referência. A faixa-título se desenvolve como uma revelação gradual, guiada por linhas de baixo distorcidas, movimentos ondulantes, texturas vocais fantasmagóricas e um design de som imersivo que transforma a linguagem familiar da banda em algo mais amplo e sutilmente estranho. Já See Out Loud aposta em ritmos tensos, guitarras cortantes e na atmosfera noturna tão associada ao Interpol, enriquecida por harmonias vocais sobrepostas, mudanças de perspectiva e uma rara participação vocal de Daniel Kessler, sua primeira desde PDA, do álbum Turn On The Bright Lights. O título do álbum surgiu a partir do processo de improvisação vocal de Paul Banks, no qual melodias e frases são desenvolvidas simultaneamente. Temas como reflexão, percepção e tensão emocional atravessam o disco, cuja capa traz uma obra da artista Addie Wagenknecht, atualmente parte da coleção permanente do Whitney Museum of American Art. Nos últimos dois anos, o Interpol permaneceu em atividade praticamente ininterrupta, liderando festivais e apresentações em arenas pela Europa, América Latina e Ásia. Com números de streaming em alta histórica e um público cada vez maior ao redor do mundo, a banda viveu um momento marcante ao realizar seu maior show até hoje na Cidade do México, diante de mais de 200 mil pessoas. No início deste ano, o grupo também se apresentou no Coachella Valley Music and Arts Festival, onde estreou ao vivo músicas do novo álbum, incluindo See Out Loud e Wings on Fire. No próximo mês, o Interpol inicia uma turnê norte-americana de 23 datas. Os ingressos já estão à venda pelo site oficial da banda. This Mirror Weighs a Ton – Tracklist
Mari Romano reflete a importância do encantamento cotidiano no enérgico álbum Além da Pele

A compositora, arranjadora e produtora carioca Mari Romano decidiu habitar a própria pele de forma completa em seu segundo álbum de estúdio. Além da Pele é um marco de maturidade pessoal e artística que transita por um universo popular e experimental, onde arranjos de sopros minuciosos encontram batidas eletrônicas e a força da percussão brasileira e latino americanas para refletir sobre crise climática, ansiedade digital e a urgência de estar presente no agora. Mari Romano estava sumida da música já faz alguns anos, mas não dos tocadores. Desde 2018, ela se consolidou como um dos principais nomes na área de produção de podcasts no Brasil. Mas em 2026, se prepara para um retorno à música autoral, com um lançamento especial. Além da Pele é seu novo disco, de 11 faixas, todas diferentes entre si. “Quis aproveitar esse trabalho para fazer tudo o que eu queria. Não penso em fazer um próximo disco tão espalhafatoso como esse. Minha ideia era transmitir uma espécie de encantamento radical, saiu um disco eufórico”, reflete ela. “Estamos o tempo todo nos comparando com os outros, vivendo na alteridade do meio digital. Eu sofria muito com essa ansiedade. Aterrar em mim mesma me deixou mais presente e acalmou essa aflição. Quis fazer um disco vivo, curioso, com energia, mas que carregasse também a complexidade da vida”. O repertório é um mosaico de ritmos que desafia classificações rígidas. Da ironia ácida de Tudo Errado, inspirada no New Jack Swing, ao samba bem-humorado de Maluco da Retronoia com a percussão mestre de Zero Telles, Mari Romano demonstra domínio técnico e narrativo. O álbum explora desde a hipnose industrial da faixa em inglês Mosquito até a influência folclórica argentina em Sentimento e Nada, composição que remete aos anos em que Mari viveu em Córdoba. O encerramento com Ilusão Delícia traz uma mensagem de renascimento, transformando dores em um samba luminoso que celebra a capacidade humana de recomeçar. Mari Romano iniciou sua jornada musical aos 11 anos e, desde então, acumulou experiências que passam pelo coletivo Xanaxou, pela graduação em Composição na Argentina e pela produção do elogiado Romance Modelo (2017). Sua carreira como editora de som de grandes podcasts brasileiros (incluindo produções como Foro de Teresina, Pistoleiros, Maníaco do Parque e Reply All) refinou sua percepção estética, permitindo que, em Além da Pele, ela assumisse o protagonismo total: das vozes e guitarras aos arranjos de metais. Os arranjos foram escritos por Mari Romano e executados pelo trio Copacabana Horns (formado por Marlon Sette, Diogo Gomes e Jorge Continentino, músicos que acompanham nomes como Caetano Veloso e Maria Bethania), e Aline Gonçalves. Além disso, a artista reuniu um time estelar de músicos: Kassin (baixo), Jeremy Gustin e Pedro Fonte (bateria), Danilo Andrade e Thomas Jagoda (pianos e synths), Guilherme Lirio e Rafael Barone (baixo), Vitor Wutzki e Bichinho (guitarras), Abel Souza (cavaquinho), além da percussão de Zero Telles e Marja Lenski. “É impressionante quanto a gente ganha da vida quando começa a habitar a própria pele de forma completa. Sem fugir dela, sem fugir da vida. Esse disco é a celebração desse momento. De quando entramos em sintonia com nós mesmos, passamos a estar no mundo, com tudo o que ele tem: sujeita, alegria, vacilos, amores, sonhos, frustrações. Pra mim esse disco é isso”, conta Mari. Mais do que um retorno, esta é uma afirmação de identidade. Um disco que convida a dançar, sentir, não se perder de si, e lutar pelas coisas que importam. Além da Pele está disponível em todas as plataformas de música digital.
Yagô inicia os caminhos do álbum Menestrel com o reggae contemporâneo “Nádegas”

O cantor e compositor maranhense Yagô dá início à sua mais nova era artística com o lançamento de Nádegas, primeiro single de seu álbum Menestrel. Já disponível em todas as plataformas digitais, a faixa funciona como um cartão de visitas para a estética que guiará todo o seu próximo projeto de estúdio. Combinando a tradição das pedras de São Luís com uma roupagem pop e futurista, a música apresenta ao Brasil um reggae contemporâneo de essência dub roots. É uma sonoridade tropical, orgânica e sensorial, feita sob medida tanto para curtir uma brisa quanto para dançar colado. Nascido em São Luís do Maranhão, capital nacionalmente consagrada como a “Jamaica Brasileira” por sua icônica cultura de radiolas, Yagô bebe diretamente da fonte de sua identidade territorial. Em Nádegas, produzida por Anselmo dos Reis, o artista transforma o balanço clássico do reggae em uma atmosfera relaxante e transcendental que fala sobre desejo, cotidiano e liberdade de corpos. O lançamento antecipa o conceito de Menestrel, um disco estruturado para expandir a música preta a partir de uma ótica intimista, espiritual e profundamente conectada aos afetos da Ilha do Amor. Figura ativa na cena independente desde a década de 2010 quando circulava sob o nome de Yhago Sebaz e lançou os discos #NegoBeats (2014) e Meio Amargo (2019) , o cantor se reinventa sua maturidade de palco e estúdio. A atual fase de Yagô conecta corpo, imagem e som em uma narrativa contínua. Com letras e direção de arte que exaltam um clima naturalista e sensual, o single projeta a força da música maranhense para além de suas fronteiras geográficas, provando que o reggae é uma cultura viva, fluida e totalmente integrada ao pop alternativo de 2026.
Abençoada: Maria Diva exalta luta e força feminina em novo videoclipe com Ruty Helen

A rapper, produtora musical e compositora independente Maria Diva, considerada umas das principais vozes femininas do trap e rap do Litoral Norte de São Paulo, lançou o videoclipe do single Abençoada, em colaboração com a cantora Ruty Helen. De acordo com Diva, a música e o videoclipe trazem um pouco da vivência como mulher, mãe, trabalhadora e artista independente na cena urbana do Litoral Norte. Além disso, o projeto busca fortalecer o movimento do Hip-Hop de Caraguatatuba, a representatividade de mulheres dentro da música e também do setor audiovisual. “Abençoada fala sobre força, fé, superação e identidade. O principal propósito do projeto é mostrar que, mesmo diante das dificuldades, ainda é possível acreditar nos sonhos e reconhecer a própria força. A ideia também visa valorizar pessoas reais, histórias reais e mostrar que cada pessoa carrega dentro de si um motivo para se sentir abençoada”, complementa Maria. A faixa é o terceiro feat realizado entre as duas cantoras, que possuem uma afinidade artística e pessoal de longa data. Para Ruty, essa foi a melhor música que as artistas já fizeram juntas e afirmou que o convite foi muito especial e irrecusável. “Participar do clipe de “Abençoada” foi uma realização muito importante para a minha carreira e, principalmente, para a minha vida pessoal, porque escrever “Abençoada” me fez lembrar o que mais importa nesse mundo: quem eu sou, os meus sonhos e que Deus está acima de tudo. Também me fez perceber o quanto é importante ter por perto pessoas que realmente têm um carinho sincero por mim.”, contou Ruty Helen. A direção do videoclipe foi realizada pela cineasta e produtora cultural da empresa Corpo Ancestral, Letícia Andra, em parceria com a equipe da Maresias TV. As locações utilizadas como cenários foram a Praia do Centro, a pista de skate e o Mirante do Camaroeiro, localizados no município de Caraguatatuba. Maria conseguiu viabilizar o projeto com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Edital nº 47/2024 de Caraguatatuba. O financiamento possibilitou a contratação de uma equipe com mais de 20 profissionais das áreas de dança, maquiagem, figurino, elenco, audiovisual e alimentação. “Uma das partes mais importantes de “Abençoada” foi justamente conseguir movimentar a cultura local e envolver profissionais de diferentes áreas dentro do projeto. Dar oportunidade para esses profissionais foi gratificante, pois consegui fortalecer a cena cultural da minha cidade e mostrar que a arte também gera trabalho, renda e transformação social”, afirmou Diva. Quem é a Diva? Ao se deparar com o nome forte e empoderado dessa artista, logo se imagina se tratar de um nome artístico/fictício. Entretanto, se enganou quem tirou essa conclusão. Maria Diva Martins de Abreu foi denominada diva quando nasceu, em 1995, na pequena cidade mineira de Josenópolis, mas há cerca de 10 anos, mora no Litoral Norte paulista. A jovem garante que desde a infância é ligada à música e sempre sentiu vontade de se tornar uma cantora e compositora. Quando completou 16 anos, definitivamente, Diva decidiu que iria escrever canções e cantar. A partir daí, a artista se encontrou no rap e segue se dedicando para conquistar o sucesso tão sonhado. Atualmente, Diva está se graduando no ensino superior em serviço social, trabalha como operadora de caixa em um supermercado com expediente de oito horas diárias, cuida do filho de nove anos, e, nos poucos momentos vagos, usa o tempo livre para fazer shows em eventos e produzir no estúdio caseiro dela. “Meu maior sonho sempre foi inspirar as pessoas que estão a minha volta, conquistar meu espaço na cena e poder ter minha renda exclusivamente com meu trabalho musical. O que eu mais quero é dar uma vida melhor para meu filho e para minha família com a minha vocação artística”, afirma a rapper. A rapper garante que tem muitas novidades para serem divulgadas nos próximos meses, pois a principal intenção é lançar um álbum só com faixas inéditas. “Estou com muitas letras e músicas sendo trabalhadas em meu Home Studio e em breve vocês verão novos lançamentos. Aguardem”, completou Diva.
Afghan Whigs celebra 40 anos de estrada e anuncia o álbum “Soft Control”; ouça primeiro single

Poucas bandas conseguiram atravessar quatro décadas mantendo a integridade e a relevância como o Afghan Whigs. O grupo, que se tornou um pilar do rock alternativo norte-americano, confirmou para o dia 21 de agosto o lançamento de Soft Control, seu décimo álbum de estúdio. A novidade chega acompanhada do single Jungle Roux, uma faixa que mantém o equilíbrio clássico do grupo entre guitarras pesadas, texturas de soul e uma urgência quase cinematográfica. Mudança de perspectiva de Greg Dulli Para Greg Dulli, o vocalista e mentor da banda, Soft Control representa uma ruptura na forma como ele encara a sua própria arte. Se o começo da carreira foi alimentado por uma raiva juvenil necessária, hoje o seu motor é outro. “Trabalhei muito na minha paz interior. Eu era um jovem raivoso, e isso alimentava minha arte. Agora, sei o que estou fazendo e há uma confiança tranquila que vem com a capacidade de sustentar isso”, explica Dulli. Processo criativo itinerante do Afghan Whigs O álbum foi um projeto de fôlego, gravado em uma verdadeira rota criativa que passou por Joshua Tree, Nova Orleans, East Hollywood e Cincinnati. O processo começou com nada menos que 22 canções, mas, fiel ao seu perfeccionismo, Dulli reduziu o projeto a 10 faixas essenciais. Segundo o músico, o formato de dez músicas é a “medida ideal” para uma declaração concisa e direta. A gravação contou com colaborações essenciais de parceiros de longa data, incluindo o produtor e guitarrista Christopher Thorn, o baterista Patrick Keeler (The Raconteurs), o tecladista Bo Koster (My Morning Jacket) e a cantora e violinista Petra Haden. Soft Control – tracklist1 Jungle Roux2 House of I3 Duvateen4 My Lover5 The Deepest Part of the Darkest Shadow6 Mariah Luster7 Memphis, Texas8 779 Loose Talk10 A Simulation
Mastodon canaliza o luto no novo single “Your Ghost Again”

O mundo do metal extremo ainda tenta processar a ausência de Brent Hinds, cofundador do Mastodon, falecido em 2025. Mas, como o rock sempre encontrou na dor uma forma de combustão, o trio remanescente decidiu transformar esse luto em um documento sonoro visceral. O novo single, Your Ghost Again, acaba de ser lançado, servindo como uma carta de despedida e um tributo honesto ao companheiro de longa data. A faixa marca uma mudança importante na dinâmica da banda: sem o frontman original, o baixista Troy Sanders e o baterista Brann Dailor assumem as rédeas vocais, dividindo as harmonias em uma performance que transborda saudade. Reconstrução sonora Para esta nova fase, o Mastodon trouxe reforços para garantir que o peso não fosse sacrificado. O guitarrista Nick Johnston assumiu o posto nas seis cordas, enquanto a produção do novo material está nas mãos de Patrik Berger (conhecido por trabalhos com Spiritbox e Bring Me The Horizon) e Kurt Ballou (lendário produtor do Converge). “Quando estávamos no estúdio gravando, eu ficava vendo o Brent. Eu o via à minha direita segurando o violão, porque era ali que ele costumava ficar. É como com a minha mãe: continuo vendo-a. Você sente um frio na barriga porque pensa que está vendo a pessoa, mas aí você se lembra que ela não está mais aqui”, desabafa o baterista Brann Dailor. O single antecipa o sucessor do denso Hushed and Grim (2021). O grupo tem trabalhado arduamente em Los Angeles para garantir que o álbum completo não apenas honre o passado, mas aponte novas direções.
+LIVE+ confirma shows no Brasil e celebra legado do rock alternativo

A espera dos fãs brasileiros pela banda +LIVE+ (Live) chegou ao fim. O grupo, que ajudou a moldar o rock alternativo das décadas de 1990 e 2000, anunciou seu retorno ao país com duas apresentações exclusivas em setembro de 2026. O grupo, liderado pela voz marcante de Ed Kowalczyk, volta ao Brasil após um hiato de 25 anos desde a sua última passagem. As datas confirmadas são: A banda construiu uma carreira com mais de 23 milhões de álbuns vendidos e hinos que dominavam as rádios e a MTV no período pré-streaming, como Lightning Crashes, I Alone e All Over You. Ingressos e pré-venda As entradas começam a ser vendidas a partir do dia 5 de junho (para assinantes do Clube Opus) e, no dia 9 de junho, para o público geral, através da plataforma Eventim. Serviço: +LIVE+ no Brasil
Cordel do Fogo Encantado faz três shows no Sesc Pinheiros neste fim de semana

O Cordel do Fogo Encantado apresenta a turnê Palavras para Colorir o Céu neste final de semana no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Os shows acontecem nesta sexta (5), sábado (6) e domingo (7). Com formação original e participação de Maria Flor, o grupo retoma sua pesquisa entre poesia, música e cena. O grupo, formado por Lira (voz e poesia), Clayton Barros (violão), Emerson Calado, Rafa Almeida e Nego Henrique (tambores) mantém a formação original iniciada no final dos anos 1990 em Arcoverde (PE). O novo show reúne repertório de todas as fases da banda, incluindo canções como Stanley, Pra Cima Deles e Chover, além de músicas inéditas e poesias recentes. A proposta explora a palavra como elemento central, em diálogo com projeções visuais, iluminação e experimentações sonoras. Show: “Palavras para Colorir o Céu” – Cordel do Fogo Encantado Data: 5, 6 e 7 de junho (sexta, sábado e domingo) Local: Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195, Pinheiros) Horário: sexta e sábado 20h, domingo 18h Ingressos: R$ 70 (inteira)