Wyn Starks celebra identidade e resiliência no novo single “Coco”

O cantor e compositor norte-americano Wyn Starks acaba de apresentar seu mais novo single, Coco. Lançada para celebrar o Juneteenth (feriado nos EUA que marca a emancipação da população negra), a faixa é um manifesto de celebração: uma ode à identidade preta, à resiliência e à liberdade de brilhar e ocupar espaços sem medo, unindo a força do Pop ao balanço do Soul. A melodia de “Coco” transita com naturalidade entre gêneros, confirmando Starks como um artista pronto para cruzar as fronteiras entre o R&B, o soul clássico, o pop moderno e o rock dos anos 80. Nome em ascensão global Com mais de 90 milhões de streams acumulados, Wyn Starks não é mais uma promessa, mas uma realidade consolidada. O artista ganhou projeção mundial com o estrondoso sucesso de Who I Am, faixa que ultrapassa 44 milhões de reproduções. A canção tornou-se um marco emocional ao protagonizar uma das cenas mais comentadas do documentário I Am: Celine Dion, onde a própria diva canadense canta junto após o impacto de sua recuperação. O fenômeno foi imediato no Brasil: os streams de Wyn Starks cresceram 400% em 2024, levando a música ao Top 200 do Shazam no país e motivando, inclusive, o lançamento de um lyric video em português, um reconhecimento direto à força da nossa base de fãs. De volta ao palco e ao estúdio Além do novo single, o artista segue lembrado por sua audição histórica na 17ª temporada do programa America’s Got Talent, onde sua performance levou a jurada Sofia Vergara às lágrimas e alcançou mais de 15 milhões de visualizações no YouTube. Atualmente, Wyn dedica-se à finalização de seu novo álbum de estúdio, que promete expandir ainda mais sua paleta sonora.

LP anuncia álbum “Room 12” e lança o single “Love Is All I Have”

Se a vulnerabilidade fosse uma moeda, a LP seria a artista mais rica do mundo. A cantora e compositora norte-americana abriu um novo capítulo em sua discografia com o lançamento de Love Is All I Have. A faixa não chega sozinha: ela é o primeiro vislumbre de Room 12, oitavo álbum de estúdio da artista, que tem lançamento confirmado para o dia 2 de setembro de 2026. O clipe oficial, dirigido por Zack Mizurik, acompanha a estética contemplativa da canção. Filmado em uma propriedade rural, o vídeo alterna entre paisagens abertas e interiores sofisticados, refletindo o sentimento de uma artista que, após anos de estrada, parece ter encontrado o momento certo para encarar suas próprias histórias. Uma canção escondida em Room 12 Escrita em parceria com seu colaborador de longa data Mike Del Rio, Love Is All I Have nasceu de forma simples: um ukulele e uma melodia. Segundo LP, a música era como um fantasma que ela carregava há anos. “Essa canção parecia estar escondida dentro de mim, esperando o momento certo. Ela reúne fragmentos de diferentes términos que vivi. Tendo vivido os dois lados, o desespero de querer que alguém fique e o alívio de partir, senti que poderia ser a protagonista da minha própria história neste registro”, explica a artista. Marco de “Lost On You” O anúncio do álbum coincide com uma celebração importante: os dez anos de Lost On You, o disco que catapultou a LP para o estrelato global com mais de 1 bilhão de streams. Para comemorar essa década de sucesso, a turnê mundial atual da artista inclui um segmento especial onde ela executa o álbum na íntegra. É a chance dos fãs brasileiros ouvirem clássicos como a faixa-título ao lado de novas experimentações que virão em Room 12.

Chuck Hipolitho lança “short shorts vol. 1” e prova que menos é mais

Pode parecer que Chuck Hipolitho está surfando na tendência de faixas rápidas das redes sociais, mas a verdade é que o produtor e músico já cultiva esse conceito há mais de duas décadas. O veterano do rock nacional, figura carimbada na cena com passagens por Forgotten Boys, Vespas Mandarinas, CSS e no comando do estúdio Costella, lançou o EP short shorts vol. 1, um projeto onde a economia de tempo é a regra de ouro. Composto por cinco faixas que, juntas, mal atingem o tempo de uma música pop convencional, o EP não chega a 40 segundos por faixa. Segundo Chuck, a inspiração vem de um lugar afetivo e nostálgico: as aberturas de desenhos animados (Hora de Aventura, South Park), que conseguem apresentar um universo inteiro em um piscar de olhos. A inversão do processo criativo do Chuck Hipolitho Diferente da maioria dos compositores que busca a melodia primeiro, Chuck inverteu a ordem: ele começa com uma ideia, escreve uma letra “cirúrgica” e só então a música ganha forma. “Escolho uma ideia, escrevo a letra da forma mais sintética possível, defino verso e refrão e parto para a composição”, revela. O resultado é um processo ultra-rápido, com gravação e finalização acontecendo quase no tempo de um ensaio. O EP transita por diversos espectros do rock, sempre com a urgência do punk e a melodia do rock alternativo, condensando piadas internas, reflexões e homenagens, como a explícita the velvet underground, em instantes fugazes de pura energia.

Muca e Roberto Menescal criam uma ponte entre gerações no álbum “Beleza”

Quando a tradição da Bossa Nova encontra a inquietação da produção moderna de Londres, o resultado é algo que transcende o tempo. O produtor e músico Muca (retornando ao Brasil após 16 anos no Reino Unido) uniu forças com a lenda viva Roberto Menescal para lançar Beleza, um álbum que não apenas celebra o passado, mas projeta a música brasileira para o futuro. O projeto é ambicioso: o disco foi concebido como um “coro global”, reunindo 12 cantoras de diferentes partes do mundo para dar alma às composições. A lista de convidadas é um verdadeiro caleidoscópio sonoro, incluindo Liana Flores, anaiis, Josyara, Fabiana Cozza, Sofia Grant, Sarah, Mirella Costa, Ilessi, Alice SK, Heidi Vogel, Joia Luz e Amanda Maria. Narrativa radial de Muca e Menescal Mais do que uma coleção de canções, Beleza é uma história contada em círculos. A estética de produção moderna de Muca, aliada ao DNA harmônico insuperável de Menescal, cria um terreno fértil para que cada intérprete explore facetas distintas: da melancolia à euforia. O álbum, gravado entre Londres, Rio de Janeiro e São Paulo, é um manifesto sobre a coexistência de diferentes tons. Para Menescal, a experiência foi revigorante: “Projetos assim permitem aprender algo novo e trazer novas ideias e pessoas. Eu me diverti muito trabalhando neste disco, e foi maravilhoso poder participar e oferecer orientação”. Significado de “Beleza” O título do álbum é uma ressignificação da expressão coloquial brasileira. Beleza aqui deixa de ser apenas uma palavra para confirmar que “está tudo bem”, tornando-se o conceito central da obra: uma escolha consciente pela alegria, positividade e pela irradiação de boa energia, mesmo diante do caos do mundo atual. É uma bossa nova com os pés no chão e a cabeça no mundo.

Rodrigo Sha e Carlinhos Brown lançam hino de esperança inspirado na Copa

O clima de celebração da Copa do Mundo 2026 vai muito além das quatro linhas. O multi-instrumentista Rodrigo Sha acaba de apresentar o single I’m Fighting Goal (Together We Make History), um encontro de gigantes que conta com a voz e a percussão de Carlinhos Brown. Com produção e composição assinadas por Sha e Philippe Neiva, a faixa não é apenas uma música sobre futebol, mas um hino sobre a capacidade humana de evoluir, unir nações e celebrar a diversidade. Uma colisão de talentos A música é uma verdadeira celebração da sonoridade brasileira contemporânea. As vozes de Sha e Brown se entrelaçam em uma melodia contagiante, apoiadas por um time de músicos que dá peso ao arranjo: Lancaster (baixo), João Viana (bateria) e o próprio Philippe Neiva nos teclados. A produção é o ponto alto: Rodrigo Sha traz sua assinatura nas flautas, saxofones e beats, enquanto Van Nissenbaum dá o toque final com sintetizadores e samples de coros que dão um ar épico à canção. O resultado é uma faixa que transborda esperança, feita para ser cantada em coro. “A canção celebra a evolução, diversidade e harmonia entre as nações, convidando todos a refletirem sobre a força da união em um mundo cada vez mais interconectado”, define Sha sobre o propósito da obra.

Rolling Stones lança “Jealous Lover” e anuncia podcast exclusivo

O Rolling Stones continua a provar que a longevidade no rock não é apenas uma questão de tempo, mas de química. A banda liberou Jealous Lover, o single mais recente de seu próximo álbum, Foreign Tongues, que chega às lojas no dia 10 de julho via Polydor/Universal Music. A faixa é uma aula de como transitar entre estilos, ancorada por um groove de R&B profundo e pelo falsete inconfundível de Mick Jagger. Encontro com Robert Smith Além da nova faixa, o álbum traz uma surpresa que já está causando alvoroço nas redes: Divine Intervention, uma das faixas do disco, conta com a participação especial de Robert Smith, o icônico líder do The Cure. A parceria une duas das maiores instituições da música britânica em uma sonoridade que promete ser um dos pontos altos do lançamento. Bastidores exclusivos: “Speaking In Tongues” Para os fãs que querem entender a cozinha do projeto, os Stones estrearam hoje o podcast Speaking In Tongues. Apresentado por Norah Jones, a série de seis episódios é um mergulho profundo no processo de composição e gravação com o produtor Andrew Watt, trazendo reflexões de Mick, Keith e Ronnie sobre o legado que ainda estão construindo após o sucesso de Hackney Diamonds.

Selvagens à Procura de Lei lançam single triplo e anunciam álbum “Pivete”

A banda cearense Selvagens à Procura de Lei está de volta e, desta vez, o foco é a vida real. O grupo deu o pontapé inicial na divulgação de seu novo álbum de estúdio, Pivete (previsto para agosto), com o lançamento do single triplo Dia de Rua. Ao contrário da tendência de produções polidas e algoritmos, o quarteto aposta em um manifesto orgânico: abrir mão da inteligência artificial e abraçar a imperfeição. “É livre, espontâneo e analógico. Vamos contra as ideias estabelecidas”, explica o vocalista Gabriel Aragão. Resistência e parcerias potentes O single triplo traz colaborações que elevam o projeto a um patamar de manifesto político e social: Para o baterista Matheus Brasil, a presença de Leo Suricate foi um momento de catarse. “Vimos o Léo inflamando multidões em carros de som em Fortaleza, trouxemos essa mesma energia para o estúdio. O resultado foi arrepiante”. Conceito de “Pivete” O álbum promete uma linha narrativa sobre um personagem marginal: o seu nascer, viver e morrer. É um projeto que busca, antes de tudo, a conexão real. O baixista Jonas Rio define bem o espírito do trabalho: “São músicas para bater cabeça no palco, mas também para refletir entre o individual e o coletivo”.

30e assume gestão global do Faith No More e anuncia turnê mundial para 2027

A 30e, companhia brasileira líder em entretenimento ao vivo, anunciou um global deal estratégico com o Faith No More, uma das bandas mais influentes e disruptivas da história do rock. O acordo de longo prazo confere à empresa brasileira o papel de núcleo estratégico e operacional para as próximas turnês mundiais da banda, abrangendo os cinco continentes. Quebrando o eixo tradicional Historicamente, o fluxo do show business global é centralizado nos eixos Estados Unidos e Europa. Este acordo subverte essa lógica, colocando uma potência latino-americana na liderança do planejamento global de um ícone mundial. O modelo garante que a 30e exporte sua inteligência em dados, marketing e infraestrutura, enquanto a banda mantém controle total sobre sua autonomia artística e legado. Identidade compartilhada O Faith No More, sempre conhecido por desafiar gêneros e romper com o status quo — seja fundindo funk e metal ou experimentando texturas imprevisíveis —, encontrou na 30e um parceiro alinhado com esse espírito. “A 30e é uma empresa que quer desafiar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso. A abordagem deles não soa como a engrenagem de sempre”, declarou a banda em comunicado oficial. Pepeu Correa, CEO da 30e, reforçou que a escolha do grupo não foi por acaso: “Eles moldaram gerações inteiras justamente por se recusarem a jogar sob as regras óbvias do mercado, e é esse mesmo espírito audacioso que move a 30e”. Ascensão global Este não é o primeiro passo da empresa neste tabuleiro. No início de 2026, a 30e já havia anunciado um acordo de longo prazo com o System Of A Down, consolidando sua posição como uma das principais exportadoras de inteligência e estratégia do mercado de música ao vivo. A parceria com o Faith No More, construída em conjunto com a agência WME, sinaliza um novo momento para o setor no Brasil: um país que não apenas recebe grandes shows, mas que agora comanda a engrenagem criativa por trás deles.

Não Religião retorna aos palcos no Hangar 110

O punk rock nacional perdeu um pouco de sua voz quando o Não Religião pausou suas atividades, mas a espera acabou. Formada em São Paulo em 1985, a banda que ajudou a pavimentar o hardcore e o rock alternativo brasileiro retorna para um show de reunião mais do que necessário no dia 20 de junho de 2026, no Hangar 110, em São Paulo. A banda, liderada por Tatola nos vocais, volta para mostrar que a crítica social e política de seus três discos fundamentais, A Verdadeira História de Um Brasileiro, Pegaram Jesus Pra Cristo e Ninguém Me Escuta, permanece urgente. Uma noite de resistência e solidariedade O show contará com participações de peso, incluindo a lendária banda 365, e convidados como Swave, Chicko Noise e Cadillacs Punk Rock. A discotecagem da noite fica por conta do DJ Maia (89 FM). Além da celebração musical, o evento abriga uma causa nobre: o Bazar do Mingau. Amigos e o próprio músico estão doando instrumentos, discos, roupas e equipamentos para um bazar solidário. Toda a renda será revertida como combustível para o tratamento e recuperação de Mingau, uma das figuras mais amadas do rock nacional. É o punk rock cumprindo seu papel original de rede de apoio e coletividade. Serviço: Não Religião – Show de reunião