Ricardo Dezotti e os Imortais divulga single Sentir na Pele

A verve hard rock é o balanço da enérgica Sentir a Pele, novo single do power trio paulista Ricardo Dezotti e Os Imortais, que agora estreia na Abraxas Records com uma das músicas mais alto astral já lançadas em 2021. A banda, formada em 2019, é Ricardo Dezotti nas guitarras e voz, Arino Baccarin no contra baixo e vocais e Éder Moraes “Frodo” na bateria e vocais. Sentir na Pele é a segunda música do trio – a estreia é a potente Jane, que tocou à exaustão em rádios do interior do estado e levou a banda para diversas apresentações ao vivo na região de Porto Ferreira. O novo single é um robusto e cadenciado hard rock, com letra em português, que aborda situações e sentimentos cotidianos, com uma pertinente mensagem de seguir em frente e vibrar com a vida. A harmonia é cativante, com levada forte, e por duas vezes a banda deixa um espaço, então administrado pela bateria de Éder Moraes, que executa com maestria a levada, até explodir novamente na potência dos três instrumentos juntos, além de solos matadores de Dezotti. O single do Ricardo Dezotti e os Imortais foi gravado no Moby Dick Studios, em Santa Rita do Passa Quatro, pelo produtor e colaborador Alexandre Machanocker. “Um trabalho realizado com muito carinho por todos os envolvidos. E o resultado, comprova-se na qualidade de som de cada instrumento, execuções, e a amálgama sonora”, observa o guitarrista Dezotti.
Ed Sheeran anuncia álbum novo e libera single Visiting Hours

Ed Sheeran anunciou o novo álbum = (Equals, ou, em tradução livre Iguais), que será lançado no dia 29 de outubro. Junto ao anúncio, ele liberou a faixa Visiting Hours, que também ganhou um vídeo de performance ao vivo. Em resumo, é a segunda canção do disco. Anteriormente, ele havia liberado Bad Habbits. O artista comentou a chegada do novo disco, em nota oficial enviada à imprensa. “= (“Equals”) é um álbum muito pessoal e que significa muito para mim. Minha vida mudou de forma gigante ao longo dos últimos anos – eu me casei, me tornei pai, experienciei perdas e reflito sobre isso tudo ao longo do álbum. Eu vejo como meu álbum de transição para a maturidade, e eu mal posso esperar para dividir esse próximo capítulo com vocês”. Aliás, Ed anunciou o projeto durante uma live transmitida pelo Instagram, junto à arte da capa e a lista de faixas completa do álbum. 1. Tides2. Shivers3. First Times4. Bad Habits5. Overpass Graffiti6. The Joker And The Queen7. Leave Your Life8. Collide9. 2step10. Stop The Rain11. Love In Slow Motion12. Visiting Hours13. Sandman14. Be Right Now
Stratego, segundo som do novo álbum do Iron Maiden, está entre nós

Stratego, a segunda faixa do álbum Senjutsu, 17º de estúdio do Iron Maiden, enfim, chegou às plataformas digitais. O disco completo será lançado em 3 de setembro. Faixa dez do álbum que soma 82 minutos, Stratego foi escrita pelo guitarrista Janick Gers e pelo baixista Steve Harriss. Gravada no Guillaume Tell Studios, a música foi produzida por Kevin “Caveman” Shirley e co-produzida por Steve Harris. Senjutsu é o primeiro registro de estúdio da banda em seis anos. Gravado em Paris, seu anúncio de estreia aconteceu com o lançamento do clipe de animação de seu primeiro single, The Writing On The Wall, em julho. Para Senjutsu – numa tradução simplificada, algo como técnicas sábias – a banda mais uma vez alistou os serviços de Mark Wilkinson para criar o espetacular Samurai, mote da arte da capa, baseado na ideia de Steve Harris. Como seu álbum anterior The Book Of Souls, Senjutsu será um CD duplo/vinil triplo. Steve Harris justificou a escolha pelo Guillaume Tell Studio, na França, por considerar que é um lugar que tem uma vibração muito descontraída. “As instalações ali são perfeitas para as nossas necessidades; a construção já foi um cinema e tem um pé direito super alto, então tem uma ótima acústica. Nós gravamos esse álbum da mesma forma que fizemos em The Book Of Souls, no qual nós escrevíamos uma canção, a ensaiávamos e então a escrevíamos exatamente do jeito que fizemos, enquanto estava fresca em nossas mentes”. Bruce Dickinson está animado com Stratego Aliás, o cantor e líder da banda, Bruce Dickinson, completou a linha de raciocínio de Steve Harris, relembrando o processo de gravação. “Nós todos estamos realmente muito empolgados com esse álbum. Nós o gravamos no início de 2019, durante uma pausa na turnê Legacy, então nós pudemos maximizar nossa turnê, porque ainda tínhamos um grande período para a preparação de arte para a capa e de vídeos especiais. Claro que a pandemia postergou mais as coisas – mais até do que planejamos – ou seriam essas estratégias?”.
Rolling Stones anuncia pacotão completo para os 40 anos de Tattoo You

O Rolling Stones anunciou hoje o lançamento, via Universal Music, de Tattoo You (40th Anniversary Edition), uma edição deluxe expandida do álbum Tattoo You, em celebração ao seu 40º aniversário. O recém-remasterizado álbum, que será lançado em 22 de outubro, será acompanhado por nada menos que nove faixas inéditas da época. A primeira delas, o irresistível rock Living In The Heart Of Love, já está disponível em todos os serviços digitais. O anúncio de hoje chega 40 anos depois que o célebre álbum foi lançado, em 24 de agosto de 1981, enquanto as lendas do rock’n’roll se preparam para voltar à estrada com 13 novas datas na turnê No Filter nos Estados Unidos. A nova turnê começa dia 26 de setembro, em St. Louis, e se estende até novembro. A expectativa para a nova edição de Tattoo You será alta entre os devotos dos Stones e de seus novos admiradores. A remasterização do 40º aniversário do álbum original de 11 faixas inclui favoritas como Hang Fire, Waiting On A Friend (mostrando o gigante do saxofone de jazz Sonny Rollins) e, claro, a faixa de abertura Start Me Up, que tem sido uma assinatura da banda desde então. Mais novidades com Tattoo You Os formatos deluxe também incluirão Lost & Found: Rarities e Still Life: Wembley Stadium 1982. O disco Lost & Found, assim como Tattoo You, contém nove músicas do período do lançamento original do álbum, recentemente completadas e aprimoradas com vocais adicionais e guitarras da banda. Entre estas, Living In The Heart Of Love, um exercício aprimorado de rock dos Stones com todo o grupo em sua melhor forma, solos improvisados de guitarra e detalhes refinados de piano. Outros destaques de Lost & Found incluem uma versão impressionante de Shame, Shame, Shame, gravada pela primeira vez em 1963 por um dos heróis do blues da banda, Jimmy Reed; sua leitura de Drift Away, originalmente interpretada pela pérola do soul Dobie Gray; e uma fascinante versão com tons de reggae de Start Me Up. Still Life: Wembley Stadium 1982 é uma lembrança imperdível do show da banda em Londres, em junho daquele ano, na turnê Tattoo You. O poderoso conjunto de 26 faixas está repleto de mega-hits do Stones, incluindo a abertura, com Under My Thumb, e as grandes de todos os tempos, como Let’s Spend The Night Together, Honky Tonk Women e Brown Sugar. O show de Wembley tem covers de Just My Imagination, dos Temptations; Twenty Flight Rock, de Eddie Cochran; Going To A Go Go, do The Miracles; e o rock’n’roll Chantilly Lace, de Big Bopper. Também apresenta testes antecipados ao vivo para as faixas do então novo Tattoo You, como Start Me Up, Neighbours, Little T&A e Hang Fire. Tattoo You (40th Anniversary Edition), via Universal Music, segue a reedição em 2020 do marco histórico de 1973 dos Stones, Goats Head Soup, que levou o álbum de volta ao Nº 1 no Reino Unido. Notavelmente, esta marcou a segunda vez que seu catálogo inigualável chegou ao topo da parada no Reino Unido duas vezes, após a edição deluxe de 2010 de seu álbum Exile On Main St., de 1972. No primeiro lançamento, Tattoo You, produzido pelos Glimmer Twins com o produtor associado Chris Kimsey, liderou as paradas nos Estados Unidos (onde foi quatro vezes platina), Canadá, Austrália e em grande parte da Europa, recebendo Certificados de Ouro e Platina em todo o mundo.
Johnny Monster e Bianca Jhordão, do Leela, se juntam em “Pra Lembrar de Você”

Dando continuidade aos lançamentos que antecedem seu novo disco, Futuro Perplexo, Johnny Monster convida a vocalista e guitarrista da banda Leela, Bianca Jhordão, para dançar com ele e com o mundo no single Pra Lembrar de Você, que chegou nesta quinta (19), via ForMusic Records. O clipe da canção, dirigido por Eduardo Menin, será lançado em breve. Com referências ao som contagiante dos anos 1980, a faixa traz como inspirações sonoridades de bandas como Blondie, Human League, ABBA, e trazendo para os dias de hoje, nomes como Future Islands e The Big Moon. A dupla, amigos e companheiros de música desde os anos 1990, quando já estavam nos palcos com suas respectivas bandas Rip Monsters, de Johnny, e Polux, de Bianca Jhordão, cantam sobre o amor e a liberdade, numa canção leve, divertida e contagiante. Sobre o lançamento do próximo projeto, Johnny promete compartilhar com o público o álbum mais diversificado de sua carreira até agora, mostrando sua versatilidade e convidando colaborações de peso para ajudá-lo nesta jornada. “Teremos o ator Eriberto Leão cantando comigo em uma faixa sobre discos voadores. Além disso, tem grandes músicos envolvidos no projeto e alguns parceiros na autoria de algumas canções.” Com a experiência de uma carreira consolidada, mas atento para discussões e ritmos dos dias de hoje, Johnny Monster inicia um novo momento de sua carreira celebrando o passado, mas retratando o presente com maestria e de maneira inédita.
Pânico em SP, do Inocentes, ganha versão comemorativa de 35 anos

O ano era 1986 e o álbum era um desses que viraria clássico de uma era: Pânico em SP. E é por essa importância que o Inocentes, comemorando os 35 anos desse marco tão especial, lançou a edição comemorativa na sexta-feira (13). Aliás, a data também celebra os 40 anos de carreira da banda. Presentes no álbum, sucessos com Rotina, Não Acordem a Cidade e Ele Disse Não chegaram a tocar bem nas rádios especializadas. Ademais, o disco foi ganhando status de cult, até ser eleito pela Rolling Stone brasileira como o 6º maior disco da história do punk nacional. Aos 35 anos, o álbum é considerado um clássico do rock brasileiro dos anos 1980. Na edição especial, junto às faixas originais estão duas faixas bônus, a versão ao vivo de Rotina e de Expresso Oriente. Com uma formação que conta desde 1995 com Anselmo Monstro no baixo, Nonô (Luis Singnoreti) na bateria, Ronaldo Passos na guitarra e Clemente na voz e guitarra – a mais longeva e clássica desde então – a banda inaugurou sua história com o marcante disco Ruas. Clemente, na época baixista, iniciou a carreira em 1978 na lendária banda Restos de Nada. Posteriormente, passou pelos Condutores de Cadáver, da qual também saíram os outros membros fundadores do Inocentes. Contudo, logo se tornou um dos pilares do punk por seus shows incendiários e pela postura cheia de atitude. Participação em coletâneas Ao lado de Cólera e Olho Seco, participaram da coletânea Grito Suburbano, em 1982, primeiro registro sonoro do punk brasileiro. Logo depois, no mesmo ano, do festival O Começo do Fim do Mundo, no Sesc Pompéia, resultando em uma coletânea gravada ao vivo. Em 1983, lançaram o compacto Miséria e Fome, que deveria ter sido o primeiro disco do grupo. No entanto, todas as 13 faixas foram censuradas pela ditadura militar. Mesmo assim, o reconhecimento veio rápido: Jello Biafra (Dead Kennedys) incluiu Miséria e Fome na lista dos 10 melhores lançamentos do ano no Maximum Rock’n’Roll. Ademais, Grito Suburbano foi lançado na Alemanha pelo selo Vinil Boogie com o nome de Volks Grito. A banda foi incluída ainda em outra compilação alemã – Life is a Joke, do selo Weird System. Apesar do sucesso, com o acirramento das brigas de gangues entre 1983 e 1984, o Inocentes afastou-se do movimento e se aproximou da cena do rock paulista. O nascimento de Pânico em SP Nessa época, o titã Branco Mello defendeu a contratação de uma das bandas originais do punk da periferia paulistana, então já passado pelo hardcore e num cenário beco-sem-saída de desinformação e violência do circuito de shows punk, que levou inclusive Clemente Tadeu a encerrar e recriar o grupo em 1984, mais alinhado ao pós-punk, ao pub rock e ao punk 77, junto aos irmãos Tonhão (bateria) e André Parlato (baixo) e a Ronaldo Passos (guitarra). O time juntou suas poucas economias e gravou uma demo-tape ouvida pelo então presidente da Warner, André Midani, que resultou na assinatura de um contrato para três obras. Clemente, conforme conta o jornalista Ricardo Alexandre no encarte do disco, “fez uma única exigência: que a Warner pagasse as horas de estúdio que a banda havia usado na gravação da demo-tape. A gravadora topou, agendou o estúdio para março de 1986 e propôs experimentar com o grupo um novo formato de disco: um EP de seis músicas, chamado na época de Mini-LP.” O repertório era dividido entre material recente, pós-punk, do grupo, como Rotina, Ele Disse Não e Expresso Oriente, e canções mais antigas, dos tempos dos shows de hardcore do início da década como Salvem El Salvador, parte do repertório da banda no lendário festival O Começo do Fim do Mundo, e Pânico em SP, que já haviam gravado na coletânea Grito Suburbano, ambos de 1982. Havia ainda Não acordem a cidade, uma das primeiras composições de Clemente, de 1979. Gravação de Pânico em SP Pânico em SP foi gravado durante 70 horas de março de 1986 nos lendários estúdios Mosh, em São Paulo, tendo o jovem de 24 anos Branco Mello como produtor estreante, Pena Schmidt como co-produtor e “tutor” e o não-creditado Liminha que, então diretor artístico da gravadora, de passagem por São Paulo aproveitou para timbrar, microfonar e registrar a bateria e o baixo, sobre os quais todo o resto foi construído. Com essa sonoridade mais próxima ao pós-punk, a banda se consolidou como o primeiro conjunto do punk paulista contratado por uma grande gravadora. Com a saída da Warner no início dos anos 90, a banda passou por um período conturbado, com várias mudanças de formação e sonoridade. No entanto, sempre produzindo e lançando discos, até retomar a trilha do sucesso com seus integrantes atuais. O Inocentes já lançou 14 álbuns, um DVD e participou de quatro coletâneas, no Brasil e na Alemanha. Tocou em festivais como Abril Pro Rock, Porão do Rock, Close-Up Planet e Rebellion, o maior de punk do mundo, em Blackpool, na Inglaterra. Por fim, abriu shows de nomes como Ramones, Sex Pistols, Bad Religion e Pennywise, entre outros.
Julia Mestre e daBossa mergulham no Rio dos anos 1960; ouça Sentimento Blues

Chegou às plataformas digitais, na sexta-feira (13), a canção Sentimento Blues, do duo carioca daBossa, composto por Jean Charnaux nos violões e Danilo Cutrim -também conhecido por integrar as bandas Braza e Forfun – no vocal. A novidade chega ao público com a parceria brilhante da cantora Julia Mestre, que, ao lado do duo, também assina como compositora da canção. Em resumo, Danilo falou sobre como foi a experiência em compor com a Julia Mestre. “Eu e o Jean conhecemos a Julia em pequenos encontros musicais durante a pandemia, e ela mesma sugeriu que compuséssemos algo juntos. Pedi que começássemos do zero, sem nenhuma melodia ou letra já feita antes. Desde o início insistimos em um suingue de bossa, mas saiu com a harmonia e o lamento do blues. O resultado todos poderão conferir e, esperamos que gostem como nós gostamos – e nos divertimos – ao cria-la”. Para completar o lançamento, o single ganhou um clipe produzido por Caio Lamin, os artistas se produziram e viajaram no tempo para um Copacabana Palace nos anos 1960, com direito a golas rolês, muito laquê e cinturas marcadas. “A música nos levou para os anos 1960 e até agora não conseguimos voltar. A vida vale por esses encontros, que não se preveem e nem se marcam, mas simplesmente são para acontecer – como foi o caso do nosso encontro com a Julia!”, concordaram Danilo e Jean. Aliás, quem também participou desta festa foi Dedé Teicher, que deu o ar da graça e um show na bateria. “Tivemos nomes maravilhosos envolvidos neste projeto! Julia, Dedé, Mafram Maracanã nas percussões, Jorge Helder nos baixos… Obrigado a todos!”.
Com videoclipe “brutalmente feminino”, Jade Baraldo lança Não Ama Nada

Quais são os limites entre uma vilã e uma anti-heroína? Para a cantora e compositora catarinense Jade Baraldo, a resposta está no ditado que diz que “a diferença entre o remédio e o veneno está na dose”. Independente do rótulo, há algo em comum entre personagens que andam por esses caminhos: todas são donas da própria narrativa. Esse ponto em comum é o que costura a letra e o videoclipe de Não Ama Nada, single da artista que chega pela Warner Music. No registro audiovisual, a peculiaridade sonora de Jade se junta a elementos como união feminina e inversão de papéis ainda associados a gênero para repelir a objetificação das mulheres. “Essa música marca uma nova era, a da Jade ex-trouxa”, brinca a cantora e compositora, que vê em Não Ama Nada uma mensagem “para todos os filhos da mãe” que já passaram em sua vida. “O sentimento é o de olhar para as pessoas que querem te usar, como se fosse uma boneca – seja profissional ou pessoalmente, e dizer ‘eu não preciso de você, você é só mais um e que venham os próximos’”, explica. Em um paralelo entre o mundo real e um submundo apresentado pela artista, o registro audiovisual constrói uma narrativa potente, reforçada pela sonoridade da faixa, que traz uma batida mais agressiva, resultado do encontro entre as ideias de Jade (que foi inspirada por músicas como A Palé, da espanhola Rosalía, e MY POWER, lançada por Beyoncé) e as do produtor Lucs Romero. “Eu procurei um beat agressivo e passei essa referência pro Lucs, eu precisava disso pra colocar todo esse sentimento pra fora. E, no final, a música virou esse misto de situações em que tem um lobo em pele de cordeiro e a sonoridade reflete bem isso”, diz a artista sobre a parceria com o produtor, conhecido por trabalhos com Chameleo, Pabllo Vittar e Tuyo. Não Ama Nada mostra por quais caminhos Jade Baraldo vai percorrer nessa nova era e a posiciona como um nome no pop que não pretende seguir regras ou moldes pré-estabelecidos – seja pelo mercado ou pela sociedade. Não à toa, ela vem com um olhar que pode ser visto como rebelde, mas a artista prefere defini-lo como livre, pessoal e intenso. “Gosto de trabalhar as vísceras nas minhas músicas”, explica. E este é apenas o primeiro passo dessa nova fase. Cantora e compositora catarinense, Jade Baraldo começou a sua carreira cativando os ouvidos de pessoas que passeavam pelas praças de Brusque, cidade onde nasceu. Aos 16 anos, a artista escreveu a primeira letra e, desde então, começou (de forma independente) a dar contornos a um pop singular que abraça influências de sonoridades que vão desde as mais alternativas, como Lana Del Rey, às batidas que permeiam a cena mainstream, como o trap. Essa versatilidade se reflete também nas parcerias que a cantora acumula, entre elas, produções ao lado de nomes como Luccas Carlos, Fresno e Davi Sabbag. Com o disco de estreia, Mais Que os Olhos Podem Ver, lançado em 2019, Jade passou por palcos expressivos, como o do Rock in Rio daquele ano. Os festivais Queremos!, no Rio de Janeiro, e MADA, no Rio Grande do Norte, também já receberam a artista. Agora, Jade prepara-se para mostrar novas facetas de sua criatividade (tanto musical quanto visual) e personalidade e dá início a uma nova era em sua trajetória – agora como parte do elenco da Warner Music Brasil.
Suricato e Filipe Soares unem forças em Insanidade

Suricato e Filipe Soares apresentaram, na sexta-feira (13), o single colaborativo Insanidade, uma composição de Filipe Soares, Bibi e Rodrigo Suricato, que traz em sua letra uma reflexão sobre o lado obscuro e cruel da condição humana. Em resumo, questionando sobre o que é normal e o que não pode jamais ser parte do cotidiano, com um posicionamento claro para que se escolha e sinalize qual lado cada um escolhe nessa jornada. Uma união de forças para causar mudanças, mas sem nunca ser insensível à dor alheia. O videoclipe oficial traz direção da Deeper Produções. Aliás, Suricato falou sobre como surgiu a ideia de Insanidade. “É a segunda vez que trabalho com o Filipe Soares. Ele é um produtor/artista que adora música pop, assim como eu, e me convidou para fazermos algo juntos no estúdio. Insanidade marca um importante momento de transição, tanto para mim quanto para o Filipe. É um Suricato com mais atitude e maturidade devido ao momento em que vivemos. Somos uma espécie resiliente. Me recuso a encarar os absurdos que vivemos nesse momento como fatos corriqueiros. As estatísticas de mortes movidas por preconceitos no Brasil são inaceitáveis. Sobrevivemos por milhares de anos às maiores atrocidades, mas também nos acostumamos com facilidade ao caos. Sinto em mim uma mudança profunda que impactará positivamente meus próximos trabalhos”. “Insanidade é um grito de socorro em meio ao caos, mas também um convite a olharmos para dentro de nós e refletirmos sobre onde podemos melhorar como seres humano e contribuirmos para uma sociedade melhor e mais justa”, completou Filipe. Filipe Soares é produtor musical e engenheiro de som. Cursou na França o Mix With The Masters, o maior curso de produção musical e engenharia de som do mundo. Em sua carreira, já trabalhou com grandes nomes da música como Anitta, Luísa Sonza, Rodrigo Suricato etc. Trabalhou em colaborações internacionais com Samantha James, SOFIA e The Norwegian Wind Esemble (Orquestra da Noruega). Neste período repleto de incertezas, cancelamento de shows e isolamento social, Suricato fez o que nenhum outro artista nacional conseguiu. Só em 2020 ele lançou um número impressionante de três discos e um single, sendo seu ano mais produtivo.