Baseado em uma história real, No Limite do Mundo chega ao streaming

O drama épico No Limite do Mundo (Edge of the World), inspirado na história verídica do aventureiro britânico Sir James Brooke – que esteve no poder como o Rei de Sarawak na década de 1840 -, acaba de ganhar data de estreia no Brasil. Com o ator Jonathan Rhys Meyers (The Tudors) no papel de Brooke, a produção chega às plataformas digitais em 3 de setembro, com distribuição da Synapse Distribution. No Limite do Mundo estará disponível para compra e aluguel na Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes/Apple TV, Google Play e YouTube Filmes. O filme mostra a jornada do explorador Sir James Brooke até se tornar um rei. A trajetória do britânico, que já foi inspiração para grandes clássicos do cinema, como Apocalipse Now, de Francis Ford Coppola, foi filmada no local exato dos acontecimentos (Sarawak, um estado da Malásia – em Bornéu). Brooke precisou desafiar a coroa britânica, em 1840, e lutar contra a colonização, escravidão e o ataque de piratas em suas terras. O longa é dirigido por Michael Haussman (Blind Horizon) e produzido por Rob Allyn (No Man’s Land). O elenco ainda conta com Dominic Monaghan (Star Wars: A Ascensão Skywalker) e Josie Ho (Contágio).

Suk Suk – Um Amor em Segredo tem trailer revelado

Com lançamento previsto para o dia 9 de setembro, o filme Suk Suk – Um Amor em Segredo (Vitrine Filmes) teve trailer revelado nesta segunda (30). Suk Suk – Um Amor em Segredo apresenta a história homoafetiva entre dois homens maduros que juntos dividem momentos de sutileza e resistência enquanto lutam pelo direito de se amarem livremente. O encontro entre PAK, homem de aproximadamente 70 anos, taxista, que se recusa a se aposentar, e HOI, um pai solo aposentado de 65 anos, numa tarde qualquer no parque poderá mudar suas vidas completamente. Apesar de anos de pressão social e pessoal imposto pelos moldes de uma sociedade tradicional e conservadora, eles se orgulham das famílias que criaram. Aliás, por meio de trabalho árduo e determinação. No entanto, durante aquele breve encontro um desejo mútuo se desperta, algo que havia sido suprimido por anos. Contudo, à medida que conversam e relembram suas histórias pessoais, eles também contemplam a possibilidade de um futuro juntos. “Hoje, em Hong Kong, a comunidade LGBT é geralmente mais aberta e a sociedade aceita mais os direitos dos homossexuais. No entanto, os homens gays mais velhos não puderam desfrutar dessas mudanças devido à sua adesão a valores culturais tradicionais estritos e laços familiares próximos. Do ponto de vista da geração mais jovem e ocidentalizada, esses homens parecem reprimidos, tristes e sem coragem de serem eles mesmos”, conta o diretor do longa, Ray Yeung. Suk Suk leva personagens a tomarem decisões complicadas Devido às suas circunstâncias individuais, Pak e Hoi têm decisões difíceis de tomar; Pak parece ingênuo e hesitante no início, mas lentamente destrói sua hesitação; já Hoi parece autoconfiante por fora, mas ainda tradicional e conservador quando se trata de sua religião. Suas aparentes diferenças superficiais em experiências e atitudes escondem uma semelhança surpreendente em valores e pontos de vista. A questão é se eles podem abraçar seu verdadeiro eu e se apaixonar ou se voltam para a segurança, conforto e aceitação social de suas famílias?

Não Me Segue é a novidade do duo carioca Tuim; ouça!

A potência do indivíduo floresce por meio da reflexão, a faísca dos pensamentos que nascem pela combustão – racional e passional – das necessidades e desejos internos. Este é um dos pontos de partida e possibilidades de Não Me Segue, a nova música do duo carioca Tuim, que em tempos de likes nas redes, quer apenas sorrisos espontâneos e a liberdade para ir e vir guiados pelas emoções. Não Me Segue também sai em um minimalista videoclipe, com direção de André Hawk. A nova música antecede uma grande notícia: o Tuim fez a trilha sonora de um espetáculo teatral chamado Bichos Dançantes, que vai ser lançado no próximo dia 4. A doçura permeia esta canção, composta por Paula Raia e Felipe Habib ainda em 2019 e que inclusive estava no repertório do último show do Tuim, antes da pandemia. Aliás, a imersão profunda da humanidade no mundo virtual devido ao necessário distanciamento social nestes tempos – que ainda vigoram – coloca Não Me Segue no debate sobre saúde mental e busca da liberdade individual. Na música, o duo, entre acordes de violão e melodias suaves, transitando entre o pop e a MPB, convida todos nós para sairmos da introspecção e inércia e ampliar-nos em alegrias e vontades. Paula e Habib pedem o olhar interior para, em seguida, vislumbrar um universo todo, mas numa dinâmica que deve ser única para valer a pena. Não Me Segue, apesar do título, é uma canção e reflexão passíveis de múltiplas contemplações e admirações. As harmonias progressivas e a letra tão pertinente à realidade dão a sensação de querer expandir, de logo poder abraçar todas as pessoas queridas e sair em festa com eles. É o caminho do sair do micro e ir ao macro, de desolar a solidão e mergulhar na imensidão. “Não me segue não, porque seguir alguém é andar sem pernas”, canta altivamente o Tuim no refrão. É o alerta máximo para ser autêntico na multidão e trilhe o caminho junto a alguém apenas quando os corações estiverem em sintonia. Existe ainda, neste single, uma coragem de artista do Tuim, de pedir para ser seguido exclusivamente pela arte, pela sua música. A inspiração do Tuim A letra de Não Me Segue é a leitura de um sonho da Paula. Ela sonhou que dormia na casa dos pais e de repente se levanta para ir à rua, sentar-se num banco ali próximo, um conforto pessoal desde a infância. No mesmo banco havia um homem, desconhecido, que começa a perguntar ‘para onde você vai?’, um desconforto e pressão que faz Paula sair correndo rua abaixo até encontrar um bloco de carnaval já em marcha, o qual ela se junta e segue em alegria – entre amigos e alegrias.

Balara e Raphael Ota unem suas influências em “Não Deu Pra Disfarçar”

A banda santista Balara e o cantor e compositor paranaense Raphael Ota lançaram a canção Não Deu Pra Disfarçar, acompanhada de produção audiovisual. O clipe traz um conceito visual retrô que se conecta com a sonoridade da música. Com fortes influências de Beatles e o soft rock britânico, a música é cantada pelas vozes de Luccas Trevisani, vocalista da banda, e do paranaense Raphael Ota. A faixa é uma junção do trabalho da banda santista e do cantor paranaense, com uma composição que remete ao amor de forma subjetiva e relacionamentos contemporâneos. Nos arranjos e timbres, os artistas uniram suas influências musicais que exercem forte inspiração para eles na produção do single. Raphael Ota é cantor e compositor da cena paranaense e já soma parcerias com vários artistas independentes da Nova MPB. Sobre a ideia para o feat, Luccas Trevisani, vocalista da Balara, comenta que é a segunda composição em parceria. “Nasceu de uma ideia de melodia de piano e voz que enviei pro Ota e que fomos lapidando juntos. O feat veio naturalmente por ser uma composição que traz bastante das inspirações musicais que temos em comum e que faria sentido dentro da discografia de ambos”. Com a pegada do ‘Pop Inspirador’, que é a mais pura essência da banda, a Balara vem crescendo gradualmente e conquistando fãs ao redor do Brasil. Apenas no Spotify, o grupo já soma 320 mil ouvintes mensais, com planos de lançamentos que irão preceder o segundo trabalho de estúdio da carreira, com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2022.

Krisiun anuncia tour na Europa e libera vídeo e Scourge of the Enthroned

O Krisiun acaba de lançar videoclipe para a faixa-título do seu recente álbum Scourge Of The Enthroned. Aliás, a banda também confirmou a renovação de contrato com a Century Media Records, após mais de 20 anos no cast da gravadora. “Estamos muito felizes com a extensão de nossa parceria com o Krisiun. Há muitos anos trabalhamos juntos e somos gratos pela confiança em que Max, Alex e Moyses depositaram em nós. Estamos sempre ansiosos para que possamos comemorar muitos anos na nossa casa”, declarou Philipp Schulte, vice-presidente da Century Media. Além disso, Alex Camargo (vocal/baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateriam) confirmaram que excursionarão ao lado do Deicide pela Europa e Reino Unido em 2022. Serão 29 shows entre os meses de abril e maio. Ademais, o power trio também revela que está trabalhando na produção do seu próximo disco de inéditas. Aliás, a previsão de lançamento é que ocorra antes do inicio da turnê pelo Velho Continente. “Finalmente chegou a hora! Temos a honra de anunciar que estaremos de volta à estrada acompanhando o lendário Deicide e a força feminina Crypta. Neste momento, estamos trabalhando duro em um novo material. As composições estão tão brutais e tão rápidas quanto antes. Ainda não definimos um nome para o disco, mas as músicas estão crescendo a todo vapor. Se preparem, pois uma poderosa tempestade está chegando. Confira as datas e garanta já o seu ingresso. Nos vemos em breve”, declarou Moyses Kolesne.

Entrevista | Hollow Coves: “As pessoas perceberam o quanto são abençoadas com o que tínhamos”

A dupla de indie folk australiana Hollow Coves sempre explora uma temática mais bucólica e minimalista em seus projetos. Foi assim com o primeiro EP, Wanderlust (2017), o álbum Moments (2019) e o último EP, Blessings, lançado em junho. As capas trazem lindas imagens de vilarejos, enquanto as canções do Hollow Coves parecem extraídas de filmes mais introspectivos. Apesar dessa personalidade mais tranquila, Ryan Henderson e Matt Carins querem conhecer o “público maluco e apaixonado do Brasil”. Em entrevista ao Blog n’ Roll, o Hollow Coves falou sobre o processo de criação de Blessings, o impacto das suas canções no público, entre outros assuntos. Confira abaixo. Como foi preparar um estúdio caseiro para dar vida ao EP Blessings? Matt: Uma grande tarefa, tínhamos que fazer, pois íamos fazer uma tour pelo mundo. Eu era carpinteiro e o Ryan engenheiro, e fazíamos musica. Por que não juntar estas habilidades para fazer um pequeno estúdio, um local bem simples? Não sabíamos como produzir música, mas já estivemos em estúdios, trabalhando com produtores, pegamos dicas. Gravar músicas é um longo processo, estamos muito orgulhosos, talvez não seja tão bom como se fosse num estúdio mais profissional, mas aprendemos e ficamos felizes. O período de isolamento social rendeu muita inspiração para vocês, vide esse trabalho. Como foi o processo de criação dele? Ryan: Eu estava morando sozinho e nós decidimos trabalhar juntos com um pessoal muito criativo. Fizemos muitas músicas com esse grupo. E procuramos uma músicas que havíamos escrito em Berlim há cerca de dois anos atrás. Hello foi uma das primeiras músicas que o Matt escreveu. Ele reescreveu os versos durante o lockdown para refletir o sentimento de estar preso dentro de si. Tínhamos uma nuvem de armazenamento, Matt escreveu uma música e deletou, mas consegui resgatar, gostei muito e aproveitamos. Matt: É uma música que escrevi quando minha irmã casou. Eu decidi lançar como single. Depois vem Blessings, faixa-título do EP. Teve um impacto positivo no publico. Apresentamos a música em diferentes formas, lives e EPs. A música e o tema são fortes, por isso é a musica-título. As canções passam uma mensagem para quem está enfrentando esse momento complicado ou é algo mais a ver com temas que vocês já pensavam antes? Ryan: Sabemos que muitas pessoas estão passando por momentos difíceis, e no passado recebemos mensagens que nossa música ajudou pessoas. Queremos usar essa plataforma para levantar as pessoas, e ajudá-las a ver a beleza da vida, como na letra de Blessings, mostrando às pessoas que há muito o que agradecer da vida. Se você tirar um momento e sair, sentirá a gratidão e perceber que tudo é uma questão de mudança de perspectiva. Se você pensar em covid e outras coisas, pode entrar numa espiral de pensamentos negativos. A Austrália parece ter enfrentado a pandemia de forma mais tranquila, pelo menos para quem olha de fora. Foi assim mesmo? Matt: A gente mora em Queensland. Aqui, começou com um pequeno lockdown. Mas rolaram grandes lockdowns em outros estados. A gente não se sente isolado, vivemos no litoral, um lugar turístico. Sabemos que foi diferente em outras partes do mundo, mas aqui não teve o mesmo impacto. Vai ser interessante quando tudo abrir de novo. Ryan: Nós não tivemos muita exposição ao covid na Austrália porque as fronteiras foram logo fechadas. Qualquer um que chegasse teria que ficar de quarentena por duas semanas, sendo testado. O governo da Austrália é muito severo, garantiu que a doença não se espalhasse de jeito nenhum. Foram registrados poucos casos, e feitas algumas restrições. Mas parece que o duro é que não conheço ninguém que teve covid. O governo quer que todo mundo tome a vacina, não veem muito risco de contágio. No resto do mundo, muitos foram vacinados, o que fez com que as coisas começassem a voltar ao normal. Na Austrália, quase ninguém quer tomar a vacina. Aqui temos as coisas no controle, acontecem poucos casos, fazem lockdown de novo, se necessário. A gente não sabe quanto tempo isso vai durar. É frustrante. Mas somos afortunados pela maneira como está a situação aqui, enquanto o resto do mundo parece estar numa situação ruim. Qual é o grande ensinamento que a pandemia trouxe para o Hollow Coves? Ryan: A gente valoriza as coisas depois de perdê-las. Existe uma música sobre isso, Don’t Know What You Got (Till It’s Gone, do Cinderella). O coronavírus ajudou as pessoas a perceberem o quanto são abençoadas com o que tínhamos, estar com os amigos, viajar pelo mundo, isso são luxos. Não posso viajar pelo mundo, mas muita gente não tem eletricidade, ajuda a colocar em perspectiva. Falando em viajar pelo mundo, existe uma expectativa de vocês para uma tour no Brasil? Matt: A gente quer muito ir ao Brasil, tínhamos planejado, mas foi cancelado. Vamos tentar assim que a pandemia esteja controlada. Temos planos de ir a diferentes países, mas tudo depende da covid. Mas queremos muito ir ao Brasil Nunca estivemos no Brasil. Ryan: Temos muitos fãs no Brasil, recebemos muitos comentários para visitar o Brasil. Dizem que o público brasileiro é crazy. Gostaria de saber como é tocar no Brasil, é interessante dizem que as pessoas são apaixonadas. Como reagem a musica, é diferente em cada país. Tocar em lugares diferentes para culturas diferentes. Não sei quando iremos ao Brasil, mas estamos ansiosos para isso.

Entrevista | Eagle-Eye Cherry: “O que tem de errado com esse cara (Bolsonaro)?”

Quando o cantor sueco Eagle-Eye Cherry gravou o seu último single, I Like It, o mundo ainda não havia virado de cabeça para baixo. Era março de 2020 e a pandemia do coronavírus estava prestes a mudar nossas vidas. Em resumo, a alegria da faixa pode ser vista como um último suspiro de alegria antes dos tempos sombrios ou um recomeço com a vacinação avançando no mundo inteiro. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Eagle-Eye Cherry falou sobre essa mudança no mundo, o novo álbum, que deve sair em 2022, o single de estreia, entre outros assuntos. Confira o resultado dessa conversa abaixo. Como foi lidar com o isolamento social em virtude da pandemia do coronavírus? Como todos nós lidamos? Tem sido muito estranho, 17 meses. Terminamos a última tour no Brasil. Foi o último show da tour. Quando cheguei em casa, finalmente, tirei um tempo livre e então fui fazer algumas músicas novas. Não voltei para tour. Tempo de desafio, não estava acreditando que fosse conseguir terminar, porque antes de iniciar, eu não tinha completado uma tour de um ano. Foi muito bom! Se eu tivesse que parar no meio da tour, ficaria muito mal. Voltei para a vida normal, voltei para o estúdio antes do lockdown. Gravei novas canções. O mundo pode ser diferente pós pandemia? Quando era mais jovem, achava que podia salvar o mundo. E, agora que sou mais velho, o mundo continua me decepcionando. Estou feliz que o homem (Donald Trump) que estava governando os EUA não está mais lá. Tempo de frustração. O mundo pode melhorar, eu não acho que nunca haverá paz na terra, porque há muitas pessoas egoístas e loucas, a maioria dos homens que governam o mundo. É uma vergonha. O cara que governa o seu país (Jair Bolsonaro) é um deles. O que tem de errado com esse cara? Quando existem líderes, no meu ponto de vista, e é tão óbvio que não são boas pessoas, eles não se importam com ninguém, além de si próprios. Aliás, não consigo entender como alguns apoiam essas pessoas. Muito estranho. I Like It, novo single de Eagle-Eye Cherry, traz uma alegria contagiante. Como surgiu essa canção? Quando gravei I Like it e mais algumas músicas no estúdio, acho que em março de 2020, o meu plano era gravar mais alguns sons. Estava nessa vibe, queria aquela energia, estava ouvindo muita música. O primeiro álbum que comprei foi London Calling, do The Clash, depois veio Ramones, Talking Heads e todas essas coisas diferentes. Naquele período, eu ouvia muito, mas minha composição não soava exatamente como isso. No entanto, a energia era deste tipo de rock positivo. Fiz algumas músicas, mas, como você disse, o tempo passou e escrevi muitas outras. Neste período de lockdown, escrevi mais musicas do que precisava para o álbum. Precisava escolher, e não tinha certeza como o álbum ia ficar. Mas tinha algumas músicas que gostei mais. Como foi o processo de gravação desse álbum? Você conseguiu fazer tudo em Estocolmo? Estou em Estocolmo, estou aqui, não tenho muita escolha. O álbum que gravei usei a banda que estava na tour, queria captar a mesma energia da apresentação ao vivo. Não tinha motivo para não gravar aqui em Estocolmo, que tem um estúdio fantástico, o Atlantis, melhor gravar lá. Quando fizermos a sessão seguinte, em setembro, acho que faria aqui, mas agora que perguntou, estou repensando. Parece um pesadelo não viajar. Adoro voltar para casa, é também um bom lugar para morar. No entanto, Estocolmo é muito previsível. Não é como Nova York, você abre a porta e não sabe o que vai acontecer. Você é sempre surpreendido em Nova York. Talvez pegue a banda e vá para outro lugar. Vamos ver. Buscou alguma referência musical que não fazia parte das suas influências? Quando você escreve uma música, com pessoas que você tem conexão, como Streets of You e I Like it, quando você entende como vai ser a música, ela te diz como será. Quando você está fazendo uma música, algumas exigem mais guitarra, mais energia. Não sou o tipo de artista que ouve uma música e quer fazer igual ao que ouviu. Eu quero que pareça algo baseado no agora, e no som da guitarra, baixo e bateria. Gosto de achar o equilíbrio. Fico muito feliz quando encontro esse equilíbrio. Eu sou eu mesmo, não como em 1998 (início da carreira). Do que o Eagle-Eye Cherry sentiu mais falta nesse período? Já consegue se imaginar excursionando pelo mundo? Consigo imaginar fazendo tour, gostaria de fazer logo. Amo tocar ao vivo. Quando você tem um retorno, um feedback do público. Você escreve uma música, grava e acha que está boa. Mas é ao vivo que você tem a melhor resposta. É quando você sabe que músicas funcionam mais. Eu adoro pessoas, encontra-las depois dos gigs. É quando a música faz sentido para mim. Eu sinto falta e não vejo a hora de voltar. Não voltarei as tours até o ano que vem, então tenho que esperar. Durante a pandemia, você participou de um festival online no Brasil. Como foi essa participação? Gostaria muito que o Brasil tivesse a pandemia controlada. Mais vacinas para as pessoas. Fiz alguns streaming gigs. Eu prefiro tocar ao vivo, como já disse antes. Eu faço gigs por necessidade, mas não vai ser sempre. Alguns artistas farão mais e mais.

Natalie Imbruglia revela terceiro single do novo álbum; ouça On My Way

A cantora Natalie Imbruglia revelou mais um single do seu próximo álbum, Firebird, que será lançado em 24 de setembro. A bola da vez é On My Way. Continuando com uma trilha sonora perfeita para este inverno, a chiclete e alegre On My Way foi escrita com o colaborador regular EG White, com quem ela escreveu o hit de 2005, Shiver, de seu terceiro álbum, Counting Down the Days. “On My Way é tão fácil que posso me imaginar ouvindo no carro com a janela aberta”, diz Natalie sobre a música. Anteriormente, dando início ao projeto, a artista disponibilizou o single Build It Better. Em resumo, se trata de um single atemporal e que te faz sentir bem. Natalie participou na composição e na produção da faixa. Aliás, a faixa veio acompanhada de um videoclipe eletrizante, que mostra com bastante cor e beleza a temática da canção. Ademais, Natalie falou sobre a faixa. “Rendendo-se ao caos e vendo o que há do outro lado é uma ótima lição de vida. Deixar algo desmoronar e ficar bem com isso é algo que eu tive que fazer na minha vida, e várias vezes”. Por fim, outra faixa que também estará presente no novo disco de Natalie Imbruglia é Maybe It’s Great. Você pode ouvir as três no player acima.

Exodus anuncia 11º álbum de estúdio, “Persona Non Grata”

Com uma união forjada na juventude de uma amizade de décadas, o Exodus retornou para revelar seu 11º álbum de estúdio, Persona Non Grata, com lançamento programado para 19 de novembro pela Nuclear Blast Records. Na sexta (20), no entanto, a banda revelou o videoclipe do primeiro single, The Beatings Will Continue (Until Morale Improves). Assista abaixo ao videoclipe que foi dirigido e escrito por BJ McDonnell e produzido por James A Rota. Gary Holt comentou a empolgação com a preparação e lançamento do novo álbum do Exodus. “Após o que parecia uma Era, nós agora estreamos o nosso primeiro single, The Beatings Will Continue (Until Morale Improves). Então, estou empolgado com este lançamento de Persona Non Grata. Vamos dar início à sangria!” Literalmente traduzido para uma pessoa “que não é bem vinda” ou “inaceitável”, Persona Non Grata toca em temas que revoltam e enojam a sociedade moderna. A banda se juntou na casa de Tom Hunting nas montanhas, onde produziram e gravaram o disco de três estúdios construídos em casa. Steve Lagudi foi o homem responsável pela engenharia enquanto a banda encarregou Andy Sneap do Backstage Studio para a mixagem do álbum. Pela terceira vez na história da banda, eles voltaram a trabalhar com o artista sueco Par Olofsson que ficou encarregado pela arte da capa. Posteriormente, o Exodus ainda se junta ao Testament e Death Angel na turnê The Bay Strikes Back. Esta trilha de 30 datas começará no dia 6 de outubro, no Fremont Theter, em San Luis Obispo, na Califórnia, e fará paradas em Austin, Nova York e Detroit. Por fim, conclui no The Fox, em Oakland, em 27 de novembro.