Take My Breath inaugura nova era de The Weeknd

A nova era chegou! The Weeknd acaba de lançar o single Take My Breath, a primeira faixa de seu próximo álbum, conforme anunciado na nova edição da revista GQ, cuja capa é estampada pelo artista. O novo single exemplifica a capacidade do canadense de desenvolver seu som de forma consistente e mostra seu talento para contar histórias através de sua música. Recentemente, o cantor publicou em suas redes sociais uma série de tweets e um trailer, despertando a curiosidade e gerando grande expectativa em seus fãs. Na última segunda-feira (2), a revista GQ estreou com The Weeknd a primeira edição global em 90 anos, na qual o artista é a única estrela da capa em todas as edições. Na entrevista, ele deu uma dica do que os seus fãs podem esperar de seu próximo disco. No mesmo dia, o canadense havia divulgado um trecho de Take My Breath, junto com a data de lançamento, em um teaser promocional das Olimpíadas de Tóquio durante a transmissão do Olympics Prime Time Show, da emissora norte-americana NBC, estrelando a equipe feminina de atletismo dos Estados Unidos. Take My Breath marca o mais recente material de The Weeknd desde o lançamento de seu aclamado álbum After Hours, apresentado em março de 2020. Para divulgar a nova era, The Weeknd projetou a arte com a frase The Dawn Is Coming (“o amanhecer está chegando” em 12 cidades espalhadas pelo mundo. Na noite da última quarta-feira (4), o bairro do Humaitá, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi contemplado com a projeção, o que chamou a atenção de muitos dos cariocas. Além do Brasil, países como Reino Unido, Holanda, Noruega, Polônia, México, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Austrália, Índia e Canadá também receberam a projeção. Nascido Abel Makkonen Tesfaye e mundialmente conhecido como The Weeknd, o astro acumula mais de 51 bilhões de streams e aparece na lista dos 10 artistas com os singles mais ouvidos de todos os tempos. O cantor, que fez este ano uma performance memorável durante o intervalo do Super Bowl LV, redefine o conceito de autenticidade e prova que a mistura de estilo torna seu som único e original. Com passagem pelo Brasil em 2017, The Weeknd, que é o artista de R&B mais ouvido do ano, acumula em seu currículo três Grammys e mais de 26 Certificados de Platina, seguindo como um dos maiores nomes da indústria da música.
Para celebrar o Dia dos Pais, Biquini Cavadão lança A Vida

Às vésperas do Dia dos Pais, o Biquini Cavadão lançou A Vida, canção que aborda a paternidade, com base nas experiências vividas por seus próprios integrantes. A balada nasceu de uma parceria com Rodrigo Coura, cantor da banda RadioCafé e integrante do MonoDuo, com quem o Biquini já havia composto Nossa Diferença de Idade, no álbum As Voltas Que O Mundo Dá (2017). O riff da nova canção já existia há algum tempo, mas a letra veio em seguida, para ser dada de presente por Coelho para o seu filho Pedro, de sete anos. Para o lançamento, o Biquini Cavadão convidou grandes amigos recitando os versos de A Vida – todos, pais roqueiros. De Dinho (Capital Inicial) a Henrique Portugal (Skank), de Tico Santa Cruz (Detonautas) a Thedy Correa (Nenhum de Nós), estas postagens antecederam a estreia do som. Por fim, no domingo (8), Dia dos Pais, o videoclipe estreará mostrando a intimidade dos integrantes com seus filhos. Junto com as imagens deles tocando a canção, se misturarão cenas e fotos dos arquivos de Miguel (pai de Miguel e Felipe), Coelho (pai de Pedro) e Bruno (pai de Gabriel, Leticia e Leonardo), registradas em vários momentos ao longo da vida de cada um (Birita não tem filhos). A Vida é o segundo single do disco Através dos Tempos, produzido por Paul Ralphes. Outros singles deverão ser lançados nos próximos meses, antecedendo o álbum completo.
Adam Levine, do Maroon 5, canta Good Mood, tema de Patrulha Canina

O vocalista da Maroon 5, Adam Levine, estrela o clipe de Good Mood, tema de Patrulha Canina – O Filme, que tem estreia nacional nos cinemas em 9 de setembro. No vídeo, Adam Levine canta a música-tema composta especialmente para o filme e é acompanhado pelos personagens do filme – Liberty, Sky, Chase, Rocky, Zuma, Marshall e Rubble. A Patrulha Canina está na área! Quando o maior rival da turma, Humdinger, se torna o Prefeito de Cidade da Aventura e começa a causar problemas, Ryder e seus amigos correm para impedi-lo. Enquanto um filhote precisa encarar seu passado na cidade barulhenta, nossos heróis ganham a ajuda de uma nova aliada: a esperta basset Liberty. Juntos e equipados com muita tecnologia, a Patrulha Canina luta para salvar os moradores da Cidade da Aventura! Na estreia da Patrulha nas telonas, temos as vozes originais da série: Vyni Takahashi (Chase), Ítalo Luiz (Ryder), Gaby Milani (Sky), Lipe Volpato (Rocky), Yago Contatori (Zuma), Theo Salomão (Marshall) e Gabriel Martins (Rubble); e a chegada de Aline Wirley, como a esperta cadelinha Liberty, e dos comediantes Lucas Veloso e Wellington Muniz (Ceará), vivendo os engraçados vilões Butch & Ruben. A versão brasileira é da Unidub Studios. Patrulha Canina – O Filme é uma animação da Paramount Pictures, Nickelodeon Filmes e Spin Master Entertainment tem direção de Cal Brunker, roteiro de Billy Frolick e Cal Brunker & Bob Barlen e história de Billy Frolick. O longa é baseado na série de televisão criada por Keith Chapman, produzido por Jennifer Dodge, p.g.a. e com Ronnen Harary, Adam Beder & Peter Schlessel como produtores executivos.
Elvis Costello lança mais uma faixa do Spanish Model

Elvis Costello e seu colaborador de longa data Sebastian Krys reuniram um impressionante elenco internacional com alguns dos maiores artistas de rock e do pop latino de todo o mundo para interpretar o álbum This Year’s Model, de Elvis Costello & The Attractions, que é lançado inteiramente em espanhol (as canções foram inspiradas e adaptadas para o espanhol e cantadas em cima do acompanhamento do álbum original). Hoje, a colaboração do músico com a cantora chilena Cami é apresentada no dueto de La Chica de Hoy (This Year´s Girl). As performances clássicas em estúdio da banda The Attractions, em 1978, foram recentemente remasterizadas por Krys a partir das masters, revelando um novo poder e intensidade. As novas mixagens permitem agora ouvir mais detalhes em certos momentos: Costello e Mick Jones, da banda The Clash, travam um duelo com suas guitarras rítmicas no coda emocionante de Pump It Up, enquanto Pete Thomas quase destrói sua bateria no final de No Action. Há até mesmo uma ocasional aparição vocal de Elvis Costello. Spanish Model tem lançamento previsto para o dia 10 de setembro, via UMe.
🗣 Com ajuda do Twitter, Letty libera o single Nota de Repúdio

E se os tweets de figuras políticas do Centrão se transformassem em uma letra de rock? A cantora e compositora Letty partiu desta ideia para criar o single Nota de Repúdio. O lançamento sucede os singles Aposentadoria (2020) e Golpista (2016), que retratam o caos que o Brasil enfrenta desde o golpe. A canção conta com apoio e distribuição do Coletivo Lança, voltado para uma prática democrática e inclusiva nas artes. “O processo dessa música foi completamente diferente de tudo que eu já fiz. Ela é uma compilação ipsis litteris de tweets de figuras políticas do centrão em prol da democracia. Inicialmente, eu iria trabalhar em cima desses tweets, dando-lhes ritmo e rimas e assim eu poderia cantar. Mas achamos mais interessante seguir a linha debochada e deixamos tudo ali, tal como foi escrito. A ideia de inserir a voz do Google Tradutor partiu desse conceito de debochar da maneira mecanizada com a qual essas figuras políticas demonstram seu apreço pela democracia – que eles mesmos ajudaram a destruir”, explica Letty. Encerramento de uma fase da Letty O lançamento de Nota de Repúdio vem como o encerramento de uma fase na carreira da artista que tratou sobre o momento social e político no Brasil, iniciado em 2016. É com este single que Letty se encaminha para o processo de composição do primeiro álbum de sua carreira, ainda sem previsão de lançamento. “A produção dessa música foi bem caótica e desorganizada por conta da pandemia. Começamos a produzir lá pelo meio do ano, que foi uma época em que saíram muitas notas de repúdio do centrão por conta de alguma coisa que o Bolsonaro falou. A produção foi feita totalmente à distância”. Outra mudança na vida de Letty foi a criação de um fórum, aquele mesmo que foi popular na década de 2000, que a artista viu a possibilidade de distribuir sua música com maior alcance. Fórum “O lance do fórum foi muito motivado pelas constantes rasteiras que artistas estão sofrendo nas redes sociais por conta dos algoritmos; isso se intensificou com o anúncio das mudanças na plataforma. Como eu já tenho um site, achei que seria uma ideia curiosa criar um fórum. Mas até então não tinha pensado em um motivo pras pessoas visitarem e se cadastrarem. Quase desisti da ideia, mas depois lembrei que seria uma ótima ocasião para lançar Nota de Repúdio com exclusividade. Então de início funcionou assim: a pessoa ao se cadastrar no fórum, pôde ouvir este single em primeira mão. Criei uns outros tópicos para discussão. Vamos ver se a galera ainda sabe interagir em fórum né? Sdds anos 2000!” Já conhecida na cena paulistana, Letty é cantora, compositora, guitarrista e girlfront latina. Entusiasta do DIY a artista lançou seu primeiro EP Anywhere But Here (2015) fazendo tudo sozinha: das composições à arte da capa. Logo depois, no ano seguinte, ela lançou o compacto Songs I Should Never Have Written (2016), também no “faça-você-mesma”. Aliás, neste meio tempo ela divulgou os singles Golpista (2016) e criou o power trio Letty and the Goos, que chegou a tocar na Audio Club, no show de abertura do Supla e participou de uma coletânea em homenagem ao Autoramas. EP foi ponto de virada na carreira de Letty No entanto, foi com o EP The Rolling Stones Were Always Wrong que ela contou com a parceria do selo Howlin’ Records (atual Coletivo Lança), com produção de Guilherme Xibrusk. Em resumo, tocou em grandes eventos como o Distúrbio Feminino Fest, o Sesc Jundiaí e a Virada Feminista, em São Paulo. A capa do single foi criada por Letty, utilizando um papel higiênico e uma caneta. “A ideia era aproveitar esse contraste que provoca um certo desconforto, algo meio escatológico”, explica a artista. O single Nota de Repúdio conta com Letty (composição, guitarras e voz), Guilherme Xibrusk (produção, programação de bateria e baixo, mixagem, masterização e guitarra), Érico Alencastro (composição de baixo) e Bob Néri (composição de bateria). Contudo, este é mais um lançamento do Coletivo Lança, que nasceu após o fim do selo musical Howlin’ Records. Com formação mista, mas assumidamente feminista, o grupo pretende priorizar em seus projetos artistas invisibilizados. Em resumo, mulheres, pessoas pretas, LGBGTQIA+, pessoas com deficiência e quem mais precisar de um espaço para se expressar de forma genuína e revolucionária. Focadas na curadoria, a ideia é descobrir o novo, seja na música, na literatura, nas artes visuais e onde mais a arte estiver manifesta. Aliás, entre os artistas do casting estão Trash No Star, The Scuba Divers, Loyal Gun, Letty, Gomalakka, Drowned Men, La Burca e Fragmentos Urbanos.
Bem-vindo ao Clube, álbum novo de Day, chega ao streaming

“É sobre uma jovem sonhadora que é testada pela realidade ao seu redor e pelas suas autossabotagens. É sobre se frustrar, mas também sobre se manter em pé”. Em resumo, é assim que Day apresenta seu novo álbum, Bem-vindo ao Clube. Aliás, com 12 faixas, sendo uma delas uma parceria com Lucas Silveira, vocalista da Fresno, o novo projeto da cantora acaba de chegar a todos os aplicativos de música. Encabeçado pelo single Clube dos Sonhos Frustrados – composição de Day, Tiê Castro e Los Brasileiros, Bem-Vindo ao Clube acompanha a jornada de alguém tentando entender os movimentos de altos e baixos, de amores e desamores, de começos e finais; da vida como ela é. Todas as 12 faixas trazem histórias vividas pela cantora antes e depois de se assumir LGBT, além dos novos sentimentos trazidos pela pandemia, sonhos e frustrações de diferentes momentos de sua vida. Além de Clube dos Sonhos Frustrados que inspirou todo o álbum e inclusive seu nome, outra canção que promete se destacar é Isso não é Amor com Lucas Silveira, única parceria do projeto. Para quem é indicado o Bem-vindo ao Clube “Acho que talvez o álbum esteja um pouco mais pessimista do que eu gostaria, até porque, foi um álbum produzido em meio a uma pandemia sobre momentos caóticos que já passei em minha vida. Revivi antigas e vivi novas frustrações durante o processo e isso tornou tudo MUITO mais intenso. O álbum é tudo que eu precisava botar pra fora, basicamente. Me expresso dessa forma para poder inspirar outras pessoas a se expressarem também. Agora, com tudo pronto, mais do que nunca eu só quero me conectar com o público”. “Pesquisas mostram que jovens brasileiros de 15 a 29 anos – maior parte dos meus fãs – se encontram mais tristes, pobres e preocupados, então espero que ouvindo essas músicas se sintam inspirados, amados, compreendidos, e que não se sintam sozinhos”. Day As novas sonoridades também traduzem esses sentimentos controversos presentes nas canções. Com referências do pop, pop punk, punk rock, rock, emocore, trap e rap, o álbum cria quase que um estilo musical próprio. Em resumo, algo como Pop Emo. “Tudo que as pessoas viram e ouviram de mim faz parte da minha verdadeira essência. Me redescubro todos os dias. Isso é o que tenho dentro de mim hoje, o que quero hoje, o que sinto que preciso fazer hoje. Tenho dificuldade de me aprisionar e de me limitar em qualquer sentido da vida, e musicalmente não seria diferente. Hoje, me vejo como infinitas possibilidades e quero poder me sentir livre pra viver testando cada uma delas sempre quando quiser”, completa a cantora.
Martinho da Vila se junta a Djonga em “Era de Aquarius”, um canto de esperança

O mundo caminha e luta para deixar a pandemia para trás, seguimos renovando as energias diariamente para enfrentar as sequelas deixadas. Martinho da Vila entende como usar a música para chegar nas pessoas e lança nessa sexta-feira, com participação de um dos grandes nomes do rap da atualidade, Djonga, a faixa Era de Aquarius, um canto de esperança. “Essa época tá difícil, muito difícil. Não poder abraçar os amigos, não poder visitar os parentes, eu tenho netinho que nasceu que eu ainda nem vi”, conta Martinho. “Essa música eu comecei a fazer um tempo atrás, depois deixei um pouco, porque composição, às vezes, é isso aí, a gente deixa para lá para depois retomar. Aí agora, durante esse tempo de pandemia, fiquei pensando na Era de Aquarius e saiu a música”. Martinho da Vila Mas, como diz o sambista, nada de melancolia na hora de compor a música, que é de sua autoria com Djonga. “Espero que a música dê um pouco de conforto para as pessoas, porque ela tem um lado muito positivo”. A ideia da participação do Djonga foi uma sugestão prontamente acatada por Martinho, que explica sobre a união dos estilos. “Eu gosto sempre de misturar, misturar é sempre bom. Já gravei com Rappin’ Hood, Gabriel Pensador, e eu gosto de cantar, de interagir com pessoas de outras áreas”. Djonga reverencia Martinho da Vila Djonga também falou da emoção em participar. “Desde que eu comecei a fazer música, sempre fiz com o objetivo de poder criar com pessoas que eu admiro, pessoas que eu gosto. Gravar uma música com o Martinho da Vila é uma coisa muito especial, para mim e para a música brasileira. Ele é um dos caras que construiu essa estrada bonita que a gente vem trilhando… É muito especial estar ao lado de alguém que acompanhei pela TV e pelo rádio quando eu era mais novo, em um momento em que eu nem entendia muito bem as coisas. Então foi uma realização pessoal, mas tomara que tenha sido igualmente especial para o Martinho e para toda rapaziada dele, porque fiz com muito coração essa música. Estamos só no comecinho. A era é de Aquarius, mas eu quero o oceano”. A música chega acompanhada de clipe, que busca em sua simplicidade retratar o amor e a esperança da música. “A gravação do clipe foi descontraída para xuxu, foi muito legal, a gente brincou muito. O mais legal é que eu conheci melhor o Djonga, e ele é muito divertido, muito gente boa”, conta Martinho. Por fim, Era de Aquarius faz parte de um projeto de longo prazo de lançamentos do Martinho, que se completa no carnaval de 2022 com a linda homenagem que será feita à história do artista no desfile da Escola de Samba Vila Isabel.
Gabriel Henriques lança Impreciso, som em parceria com SPVic

O músico gaúcho Gabriel Henriques lançou o single Impreciso, parceria com o rapper SPVic, integrante do Haikaiss. O lançamento conta também com um videoclipe, mais um trabalho com assinatura da Dog Music Lab, com produção de André Nine. Quarto lançamento do artista no ano, Impreciso traz uma mescla de estilos entre o pop melódico com acordes leves e rap com linhas potentes e certeiras. A música aborda os anseios vividos pelo músico na busca por sua construção de identidade e processos pelos quais tem passado tanto na carreira quanto na vida pessoal. Em resumo, o clipe foi produzido pela Dog Music Lab e dirigido por Caio Canine, que teve a ideia por trás do conceito da produção. “Tentei extrair da letra algo que eu pudesse representar dentro da narrativa. Ali contamos sobre três dias aleatórios da vida de Gabriel, e dentro de cada dia, apresentamos nuances do comportamento e “vibes” da rotina dele. Pensando que o videoclipe se dá em três momentos, a escolha de repetir o dia anterior e dividir a tela é para reforçar ainda mais a ideia de ser indeciso, ou melhor, Impreciso”, diz o diretor, que já havia trabalhado com o músico anteriormente. Criação de Impreciso Sobre a construção da música, o artista diz que “basicamente a música fala muito desse momento de estar se construindo dentro de um mercado que é super amplo que é super gigantesco e que existem outras pessoas fazendo o mesmo e por isso também é um espaço de difícil acesso e então quando dei esse nome Impreciso, quis fazer essa música pra explicar todo esse sentimento que a inserção no meio musical pode trazer em relação às escolhas e às nossas possibilidades. Já a parceria com SPVic, um dos rappers mais conceituados da atualidade, surgiu pela ligação em comum com o produtor André Nine. “Eu conheci o Gabriel através do André Nine nessas idas e vindas no estúdio. Quando ele me mostrou eu curti o som, achei minha cara. Acho importante o rap estar mesclado com todos os gêneros. Aliás, no caso do Gabriel, acho que é um som que casa muito bem com o rap, acho que tem tudo a ver”.
Marral, sensação do rap carioca, divulga single Sou Eu

A carreira de Marral na música começou no final de 2013, mas só agora o rapper estreia no mainstream com Sou Eu. Segundo o artista, que começou a se interessar pelo hip hop através da dança, aos 15 anos, seu maior desafio será conseguir viver apenas de música. “Cheguei a dançar profissionalmente em festas e campeonatos, mas dores nos ombros me limitaram e fizeram com que eu me interessasse pela produção musical e montasse meu próprio estúdio em casa”, conta Marral. E foi em 2013, quando se mudou da Penha, no Rio, para a baixada fluminense, em São João de Meriti, que gravou seus sons. “Atualmente, eu que gravo e produzo minhas músicas que vão do R&B ao trap, sempre com muita melodia e originalidade”, afirma. Marral deveria ter uma letra “W”, mas quando o pai de Marral Frutuoso Vasconcelos foi registrá-lo, o cartório optou por duplicar o “R”. A história hoje é contada pelo próprio artista com divertimento. “O mais importante é a homenagem que meu pai quis fazer por gostar muito de surf. Marral é uma gíria havaiana, é a brisa que acalma o mar”, conta o artista.