The Writing On The Wall abre a nova fase do Iron Maiden; ouça!

O Iron Maiden revelou nesta quinta-feira (15) o single The Writing On The Wall, acompanhado de um videoclipe. A canção foi escrita pelo guitarrista do Maiden, Adrian Smith, e pelo vocalista, Bruce Dickinson. Ademais, produzida por Kevin Shirley e co-produzida pelo baixista e membro fundador do Maiden, Steve Harris. Bruce Dickinson inicialmente tinha um conceito para o vídeo, que se concretizou em colaboração com dois ex-executivos premiados da Pixar, Mark Andrews e Andrew Gordon. A dupla tem mais de 50 anos de experiência na indústria de animação, entre eles, sucessos como Os Incríveis, Ratatouille, Monstros SA e Procurando Nemo. Com parceiros fazendo fila para se envolver com o projeto, eles escolheram a BlinkInk, estúdio de animação celebrado pelo trabalho com a Adidas e Coca-Cola. No diretor da BlinkInk, Nicos Livesey, outro fã de longa data dos Maiden e de espírito semelhante, eles encontraram um homem que compartilhava a visão coletiva da faixa – resultando no filme final que apresenta o primeiro vislumbre de uma nova, impressionante e espetacular encarnação de Eddie em formato 3D. Bruce vibra em The Writing On The Wall Primeiramente, Bruce comenta que tinha uma ideia bastante clara do conceito para acompanhar a música. Posteriormente, quando conheceu Mark e Andrew, no Zoom, rapidamente ficou claro que estavam todos no mesmo barco. Aliás, isso foi reforçado com a adição de Nicos e da jovem equipe BlinkInk. “Nossas reuniões semanais de equipe via Zoom eram geralmente altamente criativas e muito divertidas! Estou muito orgulhoso do resultado do vídeo, é mais como um mini filme. Sabia que ia funcionar assim que Mark deu vida ao meu tratamento, com seus incríveis storyboards – pensei que poderíamos fazer algo muito especial juntos. Acho que fizemos e espero que nossos fãs concordem”. Contudo, o diretor, Nicos Livesey, retoma a história de The Writing On The Wall. Aliás, ao citar o desejo de fãs querendo trabalhar na produção, citou inclusive os brasileiros. “Nós rapidamente encontramos o conhecimento que queríamos, e as pessoas estavam literalmente se atirando em mim para trabalhar em um vídeo do Maiden – tínhamos mais de 60 pessoas em 13 países, do Brasil à França, e da Romênia aos EUA, para adicionar algo ao clipe e eu diria que o amor, paixão e conhecimento da banda brilham em cada quadro. Eles formaram um time dos sonhos para os produtores e eu gerenciarmos”.
Look For The Good, com versões ska de Jason Mraz, chega ao streaming

O cantor Jason Mraz lançou, em todas as plataformas digitais, a edição deluxe de seu mais recente álbum Look For The Good. Essa edição inclui as tão conhecidas músicas Make It Mine, I’m Yours e Lucky (feat. Emily King) na versão reggae/ska, além de trazer três faixas inéditas. Uma delas é Be Where Your Feet Are – uma música feliz e alto astral com uma mensagem de positividade, entregue do melhor jeito Jason Mraz de ser. No fim de julho, Mraz dará início à turnê Look For The Good Live! em Austin, no Texas, com sua banda de reggae de 13 integrantes. Antecipando as datas, Jason Mraz lançou uma versão ska de sua faixa vencedora do Grammy Make It Mine. Em resumo, foi a primeira música de uma série de clássicos do Mraz repensados, que ele vem compartilhando antes do início da turnê. Os clássicos atualizados e algumas canções novas farão parte de uma reedição deluxe de Look For The Good, em 16 de julho. Look For The Good, lançado em junho do ano passado, conta com participações de convidados especiais, como a atriz e comediante Tiffany Haddish e a estrela do reggae Sister Carol. Por fim, Jason Mraz anunciou no dia do lançamento do álbum que todos os lucros do álbum, incluindo o adiantamento de sua gravadora e os royalties subsequentes, seriam doados para ONGs que promovem oportunidades e igualdade para vidas negras.
Twenty One Pilots entra em um submarino no clipe de Saturday

O duo Twenty One Pilots lançou o videoclipe de Saturday, que faz parte do novo álbum Scaled and Icy. Dirigido por Andrew Donoho, o clipe de Saturday foi filmado ao longo de uma semana em maio passado, utilizando vários locais, incluindo um cenário subaquático e um submarino em operação. O vídeo mostra a banda submergindo para uma performance literal embaixo d´água em uma festa no fundo do mar antes que um visitante inesperado invada a celebração. Saturday chega junto com o anúncio de Takeøver Tour, de 2021-2022. Praticamente esgotadas, as datas estão definidas para começar em 21 de setembro e a banda se apresentará várias noites em Denver, Los Angeles, Chicago, Boston, Columbus, Atlanta e Londres, transitando em cada mercado de raras e intimistas performances em clubes a espetáculos em arenas. Scaled and Icy, que está disponível nas plataformas digitais, estreou em primeiro lugar nas paradas da Billboard nas categorias Álbuns de Rock e Álbuns Alternativos enquanto ficava em terceiro lugar na “Billboard 200”. Aliás, foi a maior semana de abertura de um disco de rock em 2021. Entre os destaques do disco estão Saturday, Choker e Shy Away, que atualmente é número 1 na Alternative Radio pela oitava semana consecutiva. Ficando como #1 em apenas três semanas, Shy Away coloca a dupla em um grupo de elite com várias canções para subir para o #1 em três semanas ou menos incluindo U2, REM, The Cure, Linkin Park, Red Hot Chili Peppers e Foo Fighters.
Mundo Livre S/A critica a gestão da pandemia no Brasil com Baile Infectado

Já está disponível em todas as plataformas de música, Baile Infectado, o novo single do Mundo Livre S/A. A faixa, carregada de irreverência, critica a gestão da pandemia no Brasil. Fred Zero Quatro (cavaquinho e voz), Xef Tony (bateria e backing vocal), P3dr0 Diniz (baixo e backing vocal), Léo D. (sintetizadores, teclado e programações) e Pedro Santana (percussão) compuseram o arranjo de forma remota, algo inédito para a banda pernambucana. A produção ficou por conta de Fred Zero Quatro, P3dr0 Diniz, e Léo D., que também foi o responsável pela mixagem e masterização. “Embora alguns governantes estivessem tentando garantir um distanciamento social para que o vírus não se alastrasse, você via todo todo tipo de festa clandestina e aglomeração acontecendo em todas as classes sociais. A ideia é fazer uma metáfora dessa situação”, comenta Fred Zero Quatro. Aliás, lançado pelo selo Estelita, Baile Infectado é a primeira amostra do novo álbum autoral do Mundo Livre S/A, previsto para ser lançado durante o segundo semestre de 2021. De acordo com a banda, esse será “o disco mais mangue” de toda a carreira.
Pitty tira do baú a inédita Tempo de Brincar; ouça!

Celebrando o mês mundial do rock, Pitty antecipou as comemorações com o lançamento de uma joia rara que estava guardada em seus arquivos. A música inédita foi composta quando Pitty e Martin estavam experimentando equipamentos no estúdio novo da cantora por volta de 2010. Nessa ocasião nasceu Tempo de Brincar, com Pitty gravando bateria e cantando, e Martin fazendo a guitarra e o baixo. Tempos depois, junto com o produtor Rafael Ramos, abriram os arquivos e fizeram gravações complementares nas quais Pitty gravou piano e Martin acrescentou algumas guitarras. Tempo de Brincar ficou pronta e agora chegou o momento perfeito para ser lançada. “A música é um rock, bem ‘stoner’, e a letra eu fui construindo pensando em Tempo de Brincar como analogia para várias coisas. Em inglês é to play e isso tem várias conotações; tocar, brincar, atuar, e até brincadeiras eróticas. A música fala sobre a noite ser um tempo de brincar”, explica Pitty. O clipe, lançado simultaneamente à música, foi dirigido por Fabrizio Martinelli. “Nossa inspiração foi a estética grunge, bem anos 90. E aí pensei nessa ideia de gravar eu e Martin apenas, assim como foi com a música, e gente ir se dividindo entre os instrumentos e ir formando a banda. Nós adoramos os clipes dos anos 90, foram referências de audiovisual importantes para a nossa geração. Ideias simples e esteticamente interessantes”, finaliza a cantora. Tempo de Brincar é um lançamento da gravadora Deck e já está disponível em todas as plataformas de música.
Plebe Rude revive revoluções de 1968 em novo single

No dia 7 de julho de 1981 era formada a Plebe Rude, que se tornou uma das principais bandas de rock do país e carrega na bagagem sete álbuns de estúdio e três ao vivo. Após exatos 40 anos, o grupo lançou na última quarta-feira (7) o primeiro single do disco Evolução – Vol. II, intitulado 68. A faixa, produzida pelo vocalista Philippe Seabra, faz parte do projeto Evolução, que teve seu primeiro volume lançado em 2019. O trabalho narra em um total de 28 canções, a trajetória do ser humano na Terra através de uma ampla análise do homem, do seu desenvolvimento e de sua vivência em sociedade. O baixista André X conta que 68 foi escolhida para apresentar o álbum Evolução – Vol. II por discorrer sobre um tema, ainda, relevante. “É sobre um ano marcante do século XX, no qual, em várias localizações do globo, protestos contra o status quo se levantaram, com consequências explosivas”, revela. André X diz que a banda foi atraída pelo fato de que muitos dos levantes foram comandados ou tiveram a participação de jovens. “Além de todas as consequências políticas e sociais, os protestos trouxeram a juventude para a cena global, como protagonistas. Após 1968, minorias e excluídos também passaram a ter voz e serem representados. Foi um ano anti-repressão, que procurou mudar a sociedade, tornando-a mais inclusiva, tolerante e livre. Apanharam muito, mas não cederam”. 1968 e suas inspirações Seabra também aponta a importância do ano específico escolhido pela Plebe como tema da nova canção. “68 foi um ano de muitas lutas, desde os protestos contra a guerra do Vietnã, dos direitos civis e a primavera de Praga. O assassinato do Martin Luther King talvez tenha sido o fato mais marcante. Mas foi como o ano terminou que marcou 68 e deu significado e esperança para tudo o que aconteceu. O Apollo 8 em dezembro circundou a Lua pela primeira vez e foi ali que vimos toda a fragilidade da Terra através da famosa imagem ‘earthrise’. Um ano tão difícil foi encerrado com a raça humana se vendo na vastidão do espaço. Quem sabe aprenderia a deixar de lado as diferenças e cuidar daquele pontinho no céu”. Temas contemporâneos da Plebe Rude Apesar da Plebe Rude se debruçar em um tema do passado com a faixa single de Evolução – Vol. II, o baixista conclui que o momento atual está presente em todas as músicas do projeto Evolução. “Me pego ouvindo o disco e pensando: essa música é sobre algo que aconteceu na história tempos atrás, mas parece que estamos cantando sobre hoje”. E finaliza: “Com a nova onda conservadora se consolidando, é importante o exemplo histórico de que lutar é possível”. O vocalista concorda: “A letra é assustadoramente atual. Esse momento esdrúxulo que estamos passando pediu um comentário social que ninguém está abordando”. O álbum Evolução – Vol. II foi finalizado antes do início da pandemia de covid-19, no entanto Seabra revela que a faixa ainda inédita, A Hora de Parar, teve uma atualização para abarcar o tema. “A trajetória do homem, tristemente previsível, nos fez não ter que atualizar mais nada. O Volume 2 começa na revolução industrial e segue a história desse curioso rebanho que tende à autodestruição. Mas durante o caminho quem sabe aprenda alguma coisa para reverter esse futuro sombrio”.
Pedro Luís lança música de Luiz Melodia em parceria com Jane Reis

O projeto Toda Melodia – Passarinho Viu se junta a amigos, familiares e admiradores de Luiz Melodia nas homenagens aos 70 anos de um dos maiores criadores da música popular brasileira. O músico Pedro Luís encontra Jane Reis – musa e esposa de Melodia – em uma clareira na mata, para recriar o duo de Passarinho Viu, uma pérola do álbum Nós, gravada originalmente pelo casal. O projeto traz um vídeo musical da canção – também em versão 360º -, e um bate papo entre Pedro e Jane, em que foram lembrados e revisitados os grandes e íntimos momentos da carreira e da vida de Luiz Melodia, com fotos e vídeos inéditos. Pedro Luís define o encontro: “Revisitar com Jane Reis uma canção que ela dividiu tão lindamente com o Luiz na versão original e ainda poder deixar o papo fluir com essa delicadeza de pessoa que ela é. Assim foi esse encontro, simples e fundamental, como sempre foi nosso poeta gigante, fonte de canções imensas que brotaram em mais de quatro décadas e se tornaram eternas em nosso cancioneiro”. Para o diretor do vídeo, Mário Diamante, “ter trazido um estúdio de gravação, com luz, câmeras e microfones, pro meio da mata, onde as imagens do Melodia cantando, sorrindo e dançando, estavam sendo projetadas, criou um ambiente mágico e, ao mesmo tempo, intimista para que Pedro e Jane recriassem a canção”. O single Passarinho Viu chegou na última quinta-feira (7) aos aplicativos de música, através da gravadora Deck. Com produção da Raiz de Oito, o vídeo também está disponível no YouTube.
Aurora apresenta a empoderada e otimista Cure For Me

A cantora norueguesa Aurora divulgou um single novo na última sexta-feira (9), Cure For Me. O videoclipe também já pode ser visto, e foi dirigido pela própria cantora e pela Fill In Productions. Escrita na Austrália pela cantora pop, a música é sobre se libertar da vergonha e excluir os céticos. Cure For Me é uma música empoderada e otimista começa com a marca característica de Aurora, seus vocais suaves, mas crescentes, e se desenvolve para um refrão sombrio e caótico. Sobre Cure For Me, Aurora explicou: “Às vezes, sinto que o mundo inteiro está tentando te convencer de que algo está errado com você. E, infelizmente, muitas vezes as pessoas acreditam que isso seja verdade. É muito assustador como é fácil alguém te convencer de que você está errado. Ou que você é excessivamente emocional, ou estranho demais, ou não é bom o suficiente. E eu acho que é hora de bloquearmos essas vozes. Porque de jeito nenhum ninguém deve te convencer de que você não é digno por causa da sua aparência ou seu modo de agir, ou no que você acredita ou ama. Devíamos ter permissão para sermos humanos. E nós não precisamos de uma cura para isso”.
Biquini Cavadão inicia nova fase com Nada é Para Sempre

Em novembro de 2020, o Biquini Cavadão entrou em estúdio para gravar um novo álbum autoral, o primeiro após quatro anos do lançamento de As Voltas Que O Mundo Dá, em 2017. Entre eles, a banda fez um tributo à Herbert Vianna, Ilustre Guerreiro, em 2018, e o registro desta turnê em áudio e vídeo em Ilustre Guerreiro Ao Vivo, lançado durante a pandemia, em 2020. As faixas do novo álbum, Através dos Tempos, serão apresentadas ao longo dos próximos meses. Aliás, a primeira delas é Nada é Para Sempre. Ouça abaixo. “Quando sugeri que gravássemos um novo disco de inéditas, falei muito com a banda de fazermos um trabalho com alto astral. E Nada é Para Sempre é isto: um aviso de que, apesar de tudo, seguiremos em frente e superaremos tudo que estamos vivendo agora”, avalia Bruno Gouveia, vocal do Biquini Cavadão. “A letra de Marcelo Hayena, cantor do Uns e Outros, me foi apresentada por telefone. Somos amigos há muitos anos e já compusemos juntos outras vezes para os discos deles, mas esta é a primeira vez que a recíproca ocorre. Ele me disse que havia escrito esta letra numa madrugada e em forma de oração. Por acaso, ao ler, me lembrei de uma antiga melodia. De fato, foi esta canção que me fez procurar Coelho, Birita e Miguel para gravarmos um novo disco”. Produzido por Paul Ralphes, foi gravado remotamente por todos. Praticamente não se encontraram em estúdio, nem mesmo ao fazerem as fotos e clipes. No entanto, o entrosamento com o produtor data de longos anos. Foi Paul quem assinou a produção de dois discos da banda no final da década de 90 (biquini.com.br e Escuta Aqui). Contudo, a julgar pelo primeiro lançamento, muita coisa boa vem por aí.