The White Stripes celebra o 20º aniversário de White Blood Cells com versão deluxe

The White Stripes está celebrando o 20º aniversário de seu terceiro álbum de estúdio, White Blood Cells, com o lançamento da versão digital expandida. Aliás, White Blood Cells (Deluxe) inclui performances ao vivo bônus do álbum, gravadas em Detroit, no Gold Dollar, em 7 de junho de 2001. Além disso, um vídeo da eletrizante I’m Finding It Harder To Be A Gentleman, do mesmo show, foi ao ar no canal do YouTube. Em resumo, White Blood Cells retorna em todas as plataformas de streaming, com os áudios remasterizados em HD a partir dos tapes originais, utilizando o processo Plangent para oferecer a maior qualidade de áudio. Ademais, o álbum autointitulado de 1999 e o icônico Elephant também foram remasterizados, além de outros da discografia, que terão sua versão em HD lançadas ao longo do ano. Como parte da comemoração, ao utilizar uma das hashtags a seguir no Twitter, um emoji personalizado da Peppermint Swirl aparecerá: #TheWhiteStripes, #WhiteBloodCells20, #WhiteBloodCells, #FellInLoveWithAGirl, and #HotelYorba. Anteriormente, presenciamos o lançamento do remix underground The Glitch Mob do hino Seven Nation Army. Agora, todavia, Seven Nation Army (The Glitch Mob Remix) ganha um alucinante vídeo, dirigido pelos cineastas YoungBoy Never Broke Again & Lil Baby, Lil Skies. Ouça o álbum deluxe do White Stripes

Mark Hoppus, do Blink-182, revela tratamento contra câncer

O músico Mark Hoppus, 49, do Blink-182, disse nesta quarta (23) que está em tratamento contra um câncer há três meses. Em comunicado publicado no Twitter, ele afirmou que tem procurado se manter positivo e esperançoso. “Eu tenho câncer. É uma droga e estou assustado, mas ao mesmo tempo sou abençoado com médicos, família e amigos incríveis que me ajudam a passar por isso”, escreveu. No entanto, ele não detalhou o tipo de câncer que foi diagnosticado. “Ainda tenho meses de tratamento, mas estou tentando me manter com esperança e positivo. Mal posso esperar para estar livre do câncer e ver todos vocês em um show num futuro próximo. Amor para todos vocês”, concluiu ele, que é um dos fundadores do Blink-182

The Killers convoca Bruce Springsteen para nova versão de Dustland Fairytale

A icônica banda de Las Vegas, The Killers, está de volta com Dustland, uma nova versão de Dustland Fairytale, do álbum Day & Age, de 2008. O single conta com a participação de ninguém menos que The Boss, Bruce Springsteen. Anteriormente, em 2020, a banda lançou o aclamado álbum, Imploding The Mirage. Aliás, o disco foi produzido pela banda em parceria com Shawn Everett e Jonathan Rado, da Foxygen. O trabalho foi gravado em Los Angeles, Las Vegas e Park City, no estado de Utah, e traz as participações de Lindsey Buckingham, kd lang, Weves Blood, Adam Granduciel, Blake Mills e Lucius. Em resumo, o álbum trouxe alguns hits badalados, como Caution e My Own Soul’s Warning. Contudo, durante o período de divulgação do disco, o Killers realizou várias lives com versões distintas das canções.

Natalie Imbruglia anuncia álbum Firebird e libera primeiro single; ouça!

A cantora Natalie Imbruglia está de volta com o anúncio de seu mais novo álbum, Firebird, que será lançado em 24 de setembro. Dando início ao projeto, a artista disponibilizou em todas as plataformas digitais, o primeiro single Build It Better. Em resumo, se trata de um single atemporal e que te faz sentir bem. Natalie participou na composição e na produção da faixa. Aliás, a faixa vem acompanhada de um videoclipe eletrizante, que mostra com bastante cor e beleza a temática da canção. Ademais, Natalie falou sobre a faixa. “Rendendo-se ao caos e vendo o que há do outro lado é uma ótima lição de vida. Deixar algo desmoronar e ficar bem com isso é algo que eu tive que fazer na minha vida, e várias vezes”.

Duda Raupp junta Kamau e Fabriccio para lançar Janelas; ouça!

A música sempre foi voz. O artista por meio dela tenta se expressar, o ouvinte por meio dela tenta se identificar. E foi nessa troca, que o produtor e beatmaker chegou até Kamau e Fabriccio. A música também é porta e Janelas, não à toa leva o nome do novo single de Duda Raupp. Janelas é uma brecha para reflexão sobre sentimentos e afeto. Foi se questionando sobre a dificuldade de expressar seus sentimentos e demonstrar afeto a outros homens, que Duda Raupp, se vendo como homem, percebeu que isso não fazia só parte da sua característica, mas como uma construção da própria sociedade. “Para mim, Janelas traz a abertura para que cada um de nós três possamos nos abrir. Falar de nossos afetos, curar as nossas feridas, e tentar ser melhor,” conta Duda Raupp. Kamau e Fabriccio escutaram o que Duda queria trazer e participaram inteiramente no processo de criação. “Eu tinha a ideia de criar um instrumental inédito para esse som, pensando em que ele ia receber as vozes do Fabriccio e do Kamau, mas ainda querendo trazer bastante de mim na sonoridade. Em um mês mandei três ideias diferentes pro Kamau, que gostou de todas, mas insistiu na ideia de que o beat tinha que ser eu, algo novo”. “Acho que me preocupei demais em fazer algo que encaixasse com o que eu ouço desses artistas, mas tive mais dificuldade em expressar o que era o Duda nesse som. Foi aí que procurei algo em beats parados que eu tinha, e encontrei o instrumental certo” Duda Raupp Parcerias Com a aprovação dos artistas, Janelas nasceu e se tornou a primeira música autoral de Duda Raupp com convidados. Aliás, a conexão foi tão grande que o som que faz a mistura de Rap, R&B e influências do Neo Soul só mostra o quanto estávamos precisando da parceria desse trio. Duda conheceu Kamau em junho de 2020 no evento de beatmakers, Beat Brasilis, que acontece semanalmente, antes presencialmente e durante a pandemia online, o que possibilitou a participação de Duda, que reside em Porto Alegre. A amizade com uma das grandes figuras do hip hop trouxe para Duda bastante conhecimento sobre o mercado da música e também a parceria com a Foco na Missão. E foi através da produtora que teve contato com o Fabriccio, mas o trabalho do cantor já tocava em seus fones de ouvido, sendo referência e inspiração. Feedback dos convidados “Desde que conheci o trabalho do Duda eu pensava no melhor momento para trabalharmos juntos. Já tinha aceitado antes que ele fizesse o convite e disse que estava aguardando o beat certo. Quando ele citou o nome do Fabriccio que já é um artista que também admiro, achei mais legal ainda. Quando chegou o beat certo com a guia do Fabriccio o verso saiu em 20 minutos. Gostei bastante do resultado,” conta Kamau. “Pra mim antes de tudo foi uma experiência realmente especial, além de ter me identificado muito com o instrumental e o clima que ele propõe, e também de ter podido conversar com o Duda sobre essa temática do som, e ter podido trazer minhas sensações e experiências para letra. E pra ficar mais inesquecível tem o Kamau que eu escuto a tanto tempo e que além de me inspirar pelo som esses anos todos muitas vezes me fez pensar, refletir, aprender coisas novas. Sem dúvida uma experiência das mais especiais pra mim”, conta Fabriccio. Anteriormente, Duda Raupp lançou, no primeiro semestre, o seu EP de estreia Giro.

Com atriz global em clipe, banda santista Balara revela novo single

A banda santista Balara lançou, na sexta-feira (18), o single Deixa Ela Voar, que chega acompanhado de videoclipe com mensagem importante sobre mulheres independentes. Em resumo, a banda traz o pop com elementos que transitam entre a nova MPB, o pop rock e o urban music, onde fala sobre mulheres inspiradoras, batalhadoras e determinadas a alcançar seus sonhos pessoais e profissionais, sem que para isso tenham que se privar de suas liberdades. “Acredito que essa é nossa canção mais pop e groovada até agora. Escrevi à distância, no início da pandemia, junto com Mateus Cristóvão, amigo e parceiro antigo de composições. Fiquei muito feliz com o resultado e a sonoridade que alcançamos com o trabalho de produção musical, que trabalhei em parceria com outro grande amigo, o produtor e músico Jeff Pina, que já trabalhou com Anavitória, Gabriel Elias. Já sobre a letra, ela fala por si só, uma exaltação à mulheres incríveis e inspiradoras”, comenta Luccas Trevisani. Aliás, acompanhada de videoclipe, a produção audiovisual traz participação da atriz global Natália Curvelo. “Tivemos a honra de tê-la para esse lançamento, o produto final ficou lindo, apesar de todas as adversidades da pandemia. Além disso, a direção de fotografia é assinada pelo diretor e fotógrafo Luringa”, completa. Formada por Luccas Trevisani (vocal, piano, violão e guitarra), Danilo Almeida (bateria) e Daniel Debski (guitarra e backing vocal), a Balara surgiu em 2018 e já soma 250 mil ouvintes mensais no Spotify, mais de 10 milhões de plays. Ademais, conquistou dois prêmios internacionais, como “Melhor Mensagem Social em Videoclipe Musical” e “Melhor Produção em Videoclipe Musical” no renomado Festival de Cinema Prémios Latinos.

Entrevista | Andi Deris (Helloween): “Vai ser um recomeço para a música”

*Desde que lançou o seu último álbum de estúdio, My God-Given Right (2015), o Helloween surpreendeu os fãs com uma série de novidades. A mais impactante delas foi a Pumpkins United World Tour, que trouxe Kai Hansen e Michael Kiske de volta ao lineup. A super reunião rendeu duas passagens pelo Brasil (2017 e 2019) e um álbum ao vivo. Agora, a banda alemã consolida de vez essa formação com a estreia do disco homônimo, lançado na última sexta-feira (18). Vocalista do Helloween desde 1994, Andi Deris conversou via Zoom com o Blog n’ Roll. Na pauta, o novo álbum, turnê com o Hammerfall e Brasil. Descontraído e fumando um charuto durante a entrevista, Andi se mostrou extremamente divertido e chegou a brincar que entendia tudo que era dito em português, mas só conseguia arriscar uma conversa em espanhol. Com pandemia no meio do processo de preparação do novo álbum, qual foi o grande desafio do Helloween para tirar o disco do forno? Nós começamos a gravação bem antes da pandemia. Lembro que quando a pandemia chegou aqui, nós já estávamos preparando a mixagem. Quase tudo já estava gravado, só faltou uma parte do Michael, que precisou ir até o estúdio com uma autorização para circular durante o lockdown. Não tivemos problema, justamente porque estava quase tudo terminado. A única questão foi que eu e nosso produtor teríamos que viajar para Nova York para a mixagem, mas os Estados Unidos fecharam as fronteiras, então tivemos que encontrar uma solução, que foi a internet de fibra ótica. Felizmente, tenho uma internet muito boa aqui no meu estúdio, e em Nova York eles tinham a mesma conexão, e isso facilitou demais o processo. Tínhamos apenas 0.1 milissegundos de delay. Foi fantástico, parecia que estava lá. Reunir o lineup da Pumpkins United rendeu o resultado esperado? Isso é algo que já pensávamos fazer (um álbum para os fãs de todas as fases da banda), mas que você só percebe que deu certo quando está tudo pronto. Acho que fizemos um bom trabalho. Tivemos que fazer canções que se conectassem com os anos 1980, outras com os anos 1990, outras com os trabalhos menos antigos, e além disso também tivemos que construir as pontes entre essas músicas. Às vezes você faz um álbum e nem tudo sai como você espera, mas nesse tudo aconteceu de forma muito suave. Dizem que cozinhar demais queima a comida, mas dessa vez valeu a pena planejar com calma, porque a opinião de todos importou demais. Trabalhando com músicos tão bons fica mais fácil de alcançar esses sonhos. Além disso, os produtores também fizeram um trabalho muito bom para que o álbum fosse coerente. A escolha dos singles que antecederam o álbum parecem pensadas com muito cuidado, justamente para mostrar a força do lineup atual. Como foi feita a definição? Skyfall era um single um pouco óbvio para nós. É uma música longa, tem o Michael Kiske, que os fãs queriam tanto voltar a escutar… então foi a escolha perfeita para abrir o álbum. E Fear Of The Fallen foi, para mim, a melhor escolha para mostrar que: “olhem, aqui estão Michael e Andi em uma música que combina as gerações da banda”. É uma faixa muito completa e bem construída, que combina nossa história e passeia pelas décadas do metal. Uma música para todos, muito rica. O que você tem escutado ultimamente? De alguma forma impacta no trabalho de vocês? Eu sou muito aberto para ouvir qualquer coisa que me interesse. Então, estou sempre procurando por temperos musicais, como sons, arranjos, e até novas bandas. Não fecho meu ouvido para nada que seja novo. Acho que todos que têm um sonho merecem ser ouvidos. Passei por isso no começo e sei como é. Sou um artista curioso e gosto de entender o que é novo. Escuto duas, três vezes, até entender o conceito e aprender. E isso me ajuda a evoluir também. Claro que isso não faz com que eu mude as características da nossa banda, mas me dá pequenos temperos para apimentar cada vez mais nossa música. E acredito que nosso novo álbum seja especial justamente por combinarmos três décadas de metal e usando elementos novos. Voltar aos palcos e embarcar em turnê com o Hammerfall. Existe cenário melhor? Como chegaram na definição para a escolha deles? Hammerfall é uma banda de grandes amigos. Eles gravaram mais de um álbum no meu estúdio, já fizemos shows juntos e nos conhecemos há uns 15 anos. Então, é natural que você convide uma banda que tem uma boa relação para uma turnê. E é a primeira vez que vamos fazer uma turnê com ele. Na turnê que faríamos ano passado e foi atrapalhada pela covid, eles não poderiam participar porque estavam com a agenda cheia. Além disso, nossas agendas nunca bateram. Mas dessa vez vai dar certo, até porque todos os artistas estão com tempo nessa época. “É como se o safety car estivesse na pista da Fórmula 1. Todos estão com tempo para se ajeitarem até que a largada seja dada novamente. Vai ser um recomeço para a música”. Andi Deris, vocalista do Helloween Estou muito ansioso, mas sou supersticioso. Não gosto de demonstrar. Bato na madeira e torço para dar certo (risos). Não dá para prever as coisas. Não sei como é a real situação da covid atualmente, porque sabemos que sempre há questões políticas por trás. Na Alemanha, por exemplo, os números são maiores que no ano passado, mas as pessoas estão todas nas ruas. Não dá para entender bem, parece que tudo é um instrumento. O Helloween coleciona turnês bem sucedidas pelo Brasil. Tem alguma mais especial para você? Por que? Provavelmente, minha melhor memória é da minha primeira vez no Brasil, até porque a primeira é sempre a mais marcante. E, no caso, foi algo enorme. Foi em 1996, quando teve o Monsters of Rock em São Paulo. Se não me engano, o Megadeth estava escalado para o festival, mas eles tiveram um

Entrevista | Bryan Giles (Red Fang): “são músicas boas para quem está mal-humorado”

Cinco anos após Only Ghosts, o Red Fang está de volta com mais um ótimo disco de estúdio. Arrows, o quinto álbum da carreira, saiu no início de junho. Aliás, será a base da turnê da banda pelos Estados Unidos, após quase dois anos sem shows. Serão 29 shows em 32 dias, a partir de 15 de outubro, em Tacoma/WA. No entanto, antes, no dia 21 de agosto, fará uma apresentação em Las Vegas. O guitarrista e vocalista, Bryan Giles, conversou com o Blog n’ Roll sobre o processo de gravação de Arrows, pandemia, relação com os fãs, videoclipes divertidos e o carinho pelo Brasil. Confira abaixo. Como foi o processo de gravação de Arrows? Fizeram algo inusitado? Foi bom! Gravamos aqui em Oregon, e fizemos com o Chris Funk, que também produziu nosso primeiro e nosso segundo álbum. Eu me dou muito bem com ele e adoro a sensibilidade estética que ele tem. Ele se interessou em trabalhar conosco nesse álbum, então foi um processo bem natural. Nós gravamos as baterias em uma piscina. Foi estranho, mas deu certo (risos). Estava vazia, claro, e eu amei o resultado.  A pandemia atrapalhou de alguma forma os planos da Red Fang? Nós gravamos o álbum em outubro de 2019. A pandemia não atrapalhou. E dá para perceber que as músicas não têm nada a ver com esse momento (risos). O que os fãs podem esperar de Arrows?  Acho que são os mesmos músicos produzindo, e nós não mudamos nossa filosofia. Acho que fizemos o que gostamos, e todos nós gravitamos em torno de sons mais agressivos. Quando as pessoas escutam, elas reconhecem o som do Red Fang. Talvez esse álbum seja um pouco mais assustador que os outros, e eu gosto muito disso.  O Red Fang sempre é muito criativo e divertido em seus vídeos. Essa característica será mantida em Arrows? Acabamos de divulgar nosso segundo vídeo. É divertido lançar esse tipo de coisa, então com certeza faremos mais. Gravamos antes da pandemia também.  Como é voltar aos palcos após uma pandemia tão mortal? Nós temos uma turnê nos EUA marcada para outubro. Será a primeira vez que tocaremos para o público em um ano e meio, então estou bem animado. Imagino que não será exatamente a mesma coisa de antes, mas estou otimista para que todos estejam vacinados até lá e as pessoas possam tossir em público sem ser expulsas do local. Você acredita que as pessoas vão tirar lições da pandemia? Acredito que sim. Seres humanos estão acostumados a pisar nos próprios pés. Pessoas se preocupam com suas contas bancárias enquanto milhares estão morrendo. Estamos preocupados com o dinheiro, mas se o mundo está em chamas, não vamos ter onde parar nosso barco, porque todos estarão mortos.  As pessoas são rasas muitas vezes, e não veem a perspectiva de tudo. Acho que é possível que a humanidade melhore, mas imagino que o mundo fique ainda pior, infelizmente. Acho que uma grande porção da população não está nem aí. Se a gente pensar em mudanças climáticas… é complicado. Nos importamos com a nossa geração e não ligamos para a dos nossos filhos. Arrows é indicado para quem? Nós aproximamos o tom das faixas, e o álbum é muito coerente nisso. É uma experiência bacana de 43 minutos, porque é um álbum contínuo. Mas, em relação às músicas, acho que elas são boas para quem está mal-humorado (risos). Você costuma buscar bandas novas no streaming? Gosto de algumas bandas novas, mas dependo muito dos meus colegas de banda para conhecer novas bandas, porque geralmente eles me apresentam. Mas, não tem banda há mais de um ano (risos), estou meio perdido.  O que você lembra de divertido da passagem de vocês pelo Brasil, em 2018? Fizemos o Maximus Festival em 2018, e foi muito empolgante estar no Brasil. Foi bem legal conhecer as pessoas, e eu fiquei muito surpreso só de me chamarem para tocar no Brasil. A gente abriu para o Slayer em Porto Alegre, e aquilo me aterrorizou, porque os fãs de Slayer são assustadores. No entanto, foi um momento único, porque sou muito fã de Slayer e acompanho a carreira deles há muitos anos.  Mas, lembro que fiz uma tatuagem no Maximus Festival. Foi de graça, e me disseram que o tatuador não falava inglês (risos). Tentei falar espanhol, mas me disseram que não seria legal e eu só fiquei quieto (risos). Fiz uma caveira em alta voltagem, e ficou bem legal.

Expoente da MPB santista, Gon lança versão lo-fi de “Sinhô”

Foi na reclusão da quarentena que o músico santista Gon viu que era possível e preciso se reinventar. Apesar de ter lançado o seu primeiro EP, Origami, dias antes de oficialmente ter sido declarado que estávamos vivendo uma pandemia de covid-19, o artista, nos meses que passou em casa, decidiu dar uma nova cara para a sua mais bem-sucedida composição: a canção Sinhô. Com mais de 20 mil plays nas plataformas digitais, Sinhô acaba de ganhar uma nova roupagem no estilo lo-fi. Em resumo, é um tipo de gravação marcada por ser feita com poucos recursos técnicos e muitas vezes em estúdios caseiros. Aliás, tudo a ver para quem passou o último ano em casa sem poder se apresentar. “Estar nessa fase de pandemia não foi nada simples, mas depois de um tempo em casa, aprendi a usar essas músicas como ferramenta de relacionamento. Eu aprendi que poderia usar essa arte para me conectar com as pessoas de forma verdadeira”, diz o cantor e compositor. A composição une as atmosferas do conforto da música lo-fi e a sinceridade emocional do artista. Aliás, é um convite para ouvir todas as músicas desse músico promissor da Baixada Santista. Ouça o som abaixo