Gabriel Henriques lança Impreciso, som em parceria com SPVic

O músico gaúcho Gabriel Henriques lançou o single Impreciso, parceria com o rapper SPVic, integrante do Haikaiss. O lançamento conta também com um videoclipe, mais um trabalho com assinatura da Dog Music Lab, com produção de André Nine. Quarto lançamento do artista no ano, Impreciso traz uma mescla de estilos entre o pop melódico com acordes leves e rap com linhas potentes e certeiras. A música aborda os anseios vividos pelo músico na busca por sua construção de identidade e processos pelos quais tem passado tanto na carreira quanto na vida pessoal. Em resumo, o clipe foi produzido pela Dog Music Lab e dirigido por Caio Canine, que teve a ideia por trás do conceito da produção. “Tentei extrair da letra algo que eu pudesse representar dentro da narrativa. Ali contamos sobre três dias aleatórios da vida de Gabriel, e dentro de cada dia, apresentamos nuances do comportamento e “vibes” da rotina dele. Pensando que o videoclipe se dá em três momentos, a escolha de repetir o dia anterior e dividir a tela é para reforçar ainda mais a ideia de ser indeciso, ou melhor, Impreciso”, diz o diretor, que já havia trabalhado com o músico anteriormente. Criação de Impreciso Sobre a construção da música, o artista diz que “basicamente a música fala muito desse momento de estar se construindo dentro de um mercado que é super amplo que é super gigantesco e que existem outras pessoas fazendo o mesmo e por isso também é um espaço de difícil acesso e então quando dei esse nome Impreciso, quis fazer essa música pra explicar todo esse sentimento que a inserção no meio musical pode trazer em relação às escolhas e às nossas possibilidades. Já a parceria com SPVic, um dos rappers mais conceituados da atualidade, surgiu pela ligação em comum com o produtor André Nine. “Eu conheci o Gabriel através do André Nine nessas idas e vindas no estúdio. Quando ele me mostrou eu curti o som, achei minha cara. Acho importante o rap estar mesclado com todos os gêneros. Aliás, no caso do Gabriel, acho que é um som que casa muito bem com o rap, acho que tem tudo a ver”.
Marral, sensação do rap carioca, divulga single Sou Eu

A carreira de Marral na música começou no final de 2013, mas só agora o rapper estreia no mainstream com Sou Eu. Segundo o artista, que começou a se interessar pelo hip hop através da dança, aos 15 anos, seu maior desafio será conseguir viver apenas de música. “Cheguei a dançar profissionalmente em festas e campeonatos, mas dores nos ombros me limitaram e fizeram com que eu me interessasse pela produção musical e montasse meu próprio estúdio em casa”, conta Marral. E foi em 2013, quando se mudou da Penha, no Rio, para a baixada fluminense, em São João de Meriti, que gravou seus sons. “Atualmente, eu que gravo e produzo minhas músicas que vão do R&B ao trap, sempre com muita melodia e originalidade”, afirma. Marral deveria ter uma letra “W”, mas quando o pai de Marral Frutuoso Vasconcelos foi registrá-lo, o cartório optou por duplicar o “R”. A história hoje é contada pelo próprio artista com divertimento. “O mais importante é a homenagem que meu pai quis fazer por gostar muito de surf. Marral é uma gíria havaiana, é a brisa que acalma o mar”, conta o artista.
Sensação de Las Vegas, Velvet Chains lança Tattooed, com Richard Fortus

De Las Vegas para o mundo. A banda Velvet Chains foi formada na capital do entretenimento, em 2018, por músicos experientes no circuito local. A proposta sonora do grupo é o rock com andamentos contagiantes, cozinha segura e melodias de guitarra e vocal cativantes, daquelas que grudam na cabeça. A música do quarteto é uma mistura de estilos e personalidades musicais consequentes do intercâmbio cultural: Jerry Quinlan (voz e guitarra) e Noelle Schertzer (bateria) são dos Estados Unidos, Laurent Cassiano (guitarra) é brasileiro e o baixista Nils Goldschmidt líder do projeto é chileno. Guiada pelo que de melhor foi feito no grunge e no hard rock dos anos 1990 e 2000, a sonoridade do Velvet Chains tem como referências grupos como Guns N’ Roses, Alice in Chains e Pearl Jam, entre tantos outros de estilos diferentes. Toda a riqueza artística desta mescla de origens e influências será condensada e apresentada amplamente ao público em 24 de setembro, quando o conjunto coloca no mercado o seu álbum de estreia, Icarus. Antes, no entanto, a banda liberou sua primeira prévia, o single Tattooed, com a participação do guitarrista Richard Fortus (Guns N’ Roses). A concepção lírica aliada à qualidade sonora é outro fator importante. “Nosso objetivo era escrever músicas com letras importantes, que ao mesmo tempo abrangessem diferentes gêneros dentro do rock dos anos 90 aos 2000. Você encontrará um pouco de Rock pesado, um pouco de grunge, um pouco de pop punk e muito mais neste disco”, explica Nils, o fundador da banda. Icarus, o álbum de estreia do Velvet Chains O álbum de estreia da Velvet Chains, Icarus, foi composto em parceria com o compositor Drew Lawrence. As gravações aconteceram no começo de 2021, em diferentes estúdios. Em resumo, a bateria foi registrada no The Hideout e o baixo no The Tone Factory, ambos em Las Vegas, enquanto guitarra e vocal foram gravados no The Killroom, em Seattle. O trabalho de engenharia de som ficou com Greg Williamson, enquanto a mixagem e masterização ficaram a cargo de Tristan Hardin. O primeiro single do trabalho, Tattooed, “fala sobre como lidar com extremos nos relacionamentos e mascarar a dor originada disto”, explicam os músicos. A música vem acompanhada de um impactante videoclipe, produzido pelo renomado Dean Karr (Marylin Manson, Iron Maiden, Velvet Revolver), que concebeu toda a narrativa do vídeo, que traz cenas fortes unidas ao som marcante da Velvet Chains. Um segundo single será divulgado antes do álbum completo: Strangelove, escrita em parceria por Nils e Drew. “Trata-se de uma atração/amor ímpar que nunca funcionaria, pois beira a obsessão. Esta provavelmente é a mais amigável para as rádios, pois é bem mais otimista do que o resto de nossas músicas. Agora ela se tornou uma das nossas favoritas para tocar ao vivo”, conclui Nils.
Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio de Floripa, estreia com disco

O disco de estreia da Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis, já está disponível no streaming via Abraxas Records. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio à viagens psicodélicas e camadas de fuzz. O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo embebido nas referências do sci-fi, nas viagens espaciais, no etéreo e no passional. Esses elementos se estabelecem, criando de forma subjetiva – e muito vinculada ao interpretativo – o início de uma saga. Mission Pilots and the Dropkick Apollo foi gravado em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira. Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências para o material consistente e empolgante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina. Formada em 2012, a a banda iniciou sua jornada tocando em pequenas festas na região. Instrumental, busca uma sonoridade que une o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigada por uma camada psicodélica. Já com um repertório autoral, a banda logo é chamada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do rock chapado, dentre eles, três realizados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless. Já está em produção uma graphic novel que aprofunda a narrativa do disco de estreia. A intenção da banda é ampliar a experiência auditiva para outras plataformas.
Pilar divulga segunda parte do projeto Ascenda; ouça!

A cantora Pilar divulgou a segunda parte do seu novo projeto, Ascenda. A faixa da vez é La Belle De Jour. Ouça mais abaixo. Ascenda é uma narrativa visual e sonora, idealizada pela cantora e compositora Pilar, que começou a ser distribuída pela Warner Music, foi co-roteirizada em três atos por ela e a artista de áudios visuais Alice Hellmann, que dirigiu o projeto, desta parceria nasceu uma obra musical e teatral tecnológica contendo 19 músicas. A direção de fotografia recebeu o olhar lúdico do multiartista Felipe Morozini, o drama luminoso de Adriele Oliveira, captação e edição Libertà films, projeções e animações VJ Grazzi e performance de artistas urbanos AFolego, Thami e Drunska. Aos longo dos três atos, Pilar percorre uma jornada pessoal universal, a tentativa de pertencimento, a desconstrução e o reencontro com a essência. Gravado ao vivo na histórica Casa das Caldeiras em São Paulo. Vai durar ao todo 3 meses, o primeiro single é Gentilmente, lançado simultaneamente no Spotify e Youtube. Musicalidade rica com produção do pianista Adriano Magoo, mix pelo multi-ganhador de Grammy Luis Paulo Serafim, e cinco participações muito especiais: Luan Otten, Marina Peralta, Zeca Baleiro, Dada Yute e Alexia Evellyn. Fica estendido o convite a você para conhecer o trabalho mágico de Pilar, que é uma artista que vem nascendo, e com certeza ainda tem muito a dizer. ATO 1 DIA 23/07 – LIVE DE LANÇAMENTO ATO 1 DIA 26/07 – GENTILMENTE DIA 30/07 – LA BELLE DE JOUR Próximos lançamentos DIA 02/08 – SINTOMAS DE AMOR DIA 11/08 – EXPRESSO LOVE DIA 13/08 – TCHAU QUERIDO DIA 16/08 – JUNTO E MISTURADO
Os Indomáveis & Sandoval Shakerman nos lembram que a vida é pra viver

O novo single da banda goiana Os Indomáveis & Sandoval Shakerman fala sobre o amor à vida, ganhar e perder e a reafirmação de identidade em clima country soul. Fair Play (A Vida é pra Jogar), disponível nas plataformas de streaming (via Monstro Discos), traz junto uma outra música, A Melhor Hora do Dia, que completa esse conceito de viver o dia, sem se ajoelhar. Os Indomáveis & Sandoval Shakerman é um grupo que une a experiência e as vivências de um veterano cantor goiano com uma turma de jovens notáveis, num som que eles já chamaram de maximum rhythm and blues. Formado por Sandoval Shakerman (vocais), Diego Floyd (guitarra), Tiago Jacobson (bateria) e Rodolpho Gomes (baixo), o grupo apresenta um rock misturado com rhythm and blues, mas num formato nada saudosista e referências bem enraizadas. Tem peso, classe, é dançante, passional e diverte, com letras confessionais, reflexivas e irônicas e um clima meio kitsch. Fair Play e A Melhor Hora do Dia foram gravadas antes da pandemia, mas que nos trazem um fio de coragem e esperança para o futuro. Duas canções que se completam, em clima de country soul, e que abordam os desafios de viver em um mundo de competição a todo momento. Afinal, “o jogo é pra jogar, a vida é pra viver” e todos nós buscamos “a melhor hora do dia”!
Tributo ao Velvet Underground tem mais uma faixa revelada; ouça I’m Waiting For The Man

I’m Waiting For The Man é o segundo single do álbum I’ll Be Your Mirror: A Tribute to The Velvet Underground & Nico: a versão leva a assinatura do vocalista do grupo The National, Matt Berninger. Matt faz uma esfuziante e intrigante cover da faixa clássica da banda The Velvet Underground, originalmente lançada em 1967. I’ll Be Your Mirror: A Tribute to The Velvet Underground & Nico é uma coletânea, um tributo contemporâneo ao disco de estreia do Velvet Underground, com cada uma das canções do álbum interpretada por nomes “descendentes artísticos” da banda de Lou Reed. Além de Matt Berninger, o álbum conta com colaborações de Kurt Vile & The Violators, Sharon Van Etten, Iggy Pop e Matt Sweeney, Michael Stipe, Courtney Barnett, King Princess, Fontaines D.C. e outros.
Integrante do Abraskadabra, Thiago Trosso mostra veia indie pop em carreira solo

Thiago Trosso é um compositor, cantor e produtor brasileiro, radicado há seis anos em Londres. Desde 2003 faz parte da cena ska punk e reggae, como um dos integrantes da clássica banda curitibana Abraskadabra. Mas é no universo do indie pop que ele estreia em carreira solo, com o versátil e envolvente Saying Yeah. Em resumo, ele chega às plataformas digitais pelo selo norte-americano 10 West, de Los Angeles. Saying Yeah é uma compilação de dez músicas que Thiago Trosso criou para figurar em trilhas sonoras de filmes e séries. Aliás, aproveitando o tempo livre imposto pela pandemia, Thiago construiu umimpressionante catálogo de mais de 100 músicas em apenas um ano, chamando a atenção de 10 West. “A 10 West é uma music library de LA, eles assinaram uma música instrumental minha que mandei por uns contatos e ficamos em contato. Recentemente, um manager de lá ouviu meu reel de songwriting e pirou, pegou 10 músicas que estavam disponíveis ou não tinham fechado nenhum contrato e montamos o Saying Yeah“, conta Thiago. Combinando seu amor pela música alternativa e pop com suas habilidades de multi-instrumentista e produtor, Thiago cria melodias e arranjos com sons únicos. Contudo, devido à experiência em mixagem e masterização, as músicas ganharam vida em seu estúdio caseiro, com a colaboração de amigos talentosos e parceiros de escrita como Jeremy Webster, David Boyden e Melisa Mia. Por fim, ao longo do álbum, são evidentes e muito bem diluídas as influências de The Clash, Tame Impala, Bob Dylan e Justin Timberlake. Carreira de Thiago Trosso em Londres Com o objetivo de construir uma carreira como compositor e artista solo, Trosso ingressou e concluiu um curso de mestrado em composição musical no ICMP Londres, aprimorando suas habilidades gerais, abrindo caminho para co-escrever com vários artistas ao redor do mundo e se estabelecendo como um escritor, embora ainda seja ativo na cena ska punk, tendo feito turnês em 13 países em quatro continentes diferentes com o Abraskadabra.
Baiana Gabi Lins lança EP de estreia, Ultrarromântica

A baiana Gabi Lins lançou nesta sexta (30) seu primeiro EP, Ultrarromântica. Cantando os desprazeres de um relacionamento tóxico, a cantora completa o trabalho com quatro faixas: Onde Há Fumaça Há Fogo, Fruta Estragada e Pura Imaginação e a inédita Rosé, que fecha a história do debute EP e também chega acompanhada de videoclipe. Com referências que transitam entre Beyoncé, Rosalía, Duda Beat e Ivete Sangalo, Gabi Lins apostou no segundo período do Romantismo, que ocorreu na segunda metade do século 19 como o principal conceito do EP. Com características como escapismo, ironia, sentimentos em contraste e pessimismo, a cantora e compositora achou o elo entre as músicas no período da literatura Ultrarromântico. Sobre as expectativas de seu primeiro trabalho finalizado, Gabi comenta: “As minhas expectativas já foram atingidas com os lançamentos dos três primeiros singles. Eu tô muito feliz com a repercussão porque eu consegui pessoas que me admiram, que admiram o meu trabalho e que respeitam o meu processo artístico. Isso já foi o suficiente! Eu quero mesmo tocar as pessoas, a minha única expectativa é essa. Tocar as pessoas de uma forma que elas se identifiquem e que elas se curem através da dor colocada ali na música”. A faixa Rosé, que dá o toque final ao EP, é o quarto ato do Ultrarromântica, levantando de uma forma implícita o escapismo que algumas pessoas utilizam para fugir de relacionamento tóxico: o álcool e o vício. A cantora usou essa temática justamente para que o assunto não fosse tratado de uma forma romantizada e sim para ser analisado de um jeito real. Gabi Lins, assim como muitos artistas, produziu seu EP em meio a pandemia e teve a arte como forma de resistência. Referente ao processo de criação e inspiração, a cantora deu mais detalhes. “O processo de criação para o álbum foi muito bacana e eu fiquei muito feliz com ele porque é o meu primeiro disco. Foi algo muito novo, eu ainda estava me descobrindo na música e tenho a sensação de que acertei, então essa sensação deixou o projeto e o processo mais especial. Além disso, eu estava na época de pandemia, fechada em casa e eu tinha arte como consolo. Então, isso com certeza me serviu de inspiração muito grande também”. O álbum relata todas as fases de um relacionamento tóxico, começando pela ideia de mudar por alguém até o fim do relacionamento e a forma de escapar do que foi vivido. A cantora baiana se inspirou em suas próprias vivências para as composições e debate o empoderamento, vulnerabilidade e a superação que muitas pessoas precisam passar em alguns momentos da vida. Com músicas em sequência e apelo visual com videoclipe para todas as faixas, o primeiro álbum de Gabi Lins combina ritmos brasileiros com uma pitada de pop internacional.