O Leopardo homenageia os bares de BH em Beer House

A banda mineira O Leopardo divulgou mais um single do seu novo álbum, Mundo Selvagem EP, com um videoclipe bem divertido. A faixa escolhida é Beer House, uma homenagem aos bares de Belo Horizonte, cidade natal dos integrantes. Com influências de punk rock, reggae e ska, O Leopardo costuma trazer críticas políticas e sociais em suas letras. No Spotify é possível ouvir outros sons marcantes do grupo. Formado em Belo Horizonte, O Leopardo nasceu no Carnaval de 2015. Posteriormente se tornou a dupla composta por Bruno Moreno e Daniel Mello. Em resumo, a banda lançou até o momento um EP e dois singles desde 2015, passando pelo ska punk, reggae e punk rock. Aliás, em 2021, em plena pandemia, a banda está lançando o novo disco Mundo Selvagem EP, com sete faixas, começando pelo single Coronaradio.
Guns n’ Roses libera VT de show no Brasil, em 2016; assista!

Em novembro de 2016, o Guns n’ Roses retornou ao Brasil com Slash e Duff em sua formação. A turnê era uma das mais aguardadas pelos fãs, após uma série de apresentações com formações totalmente desfiguradas. Contudo, a boa notícia é que a banda liberou em seu YouTube, no sábado (10), os melhores momentos da apresentação no Estádio Nacional, em Brasília. Aliás, na ocasião, a banda se apresentou também em Porto Alegre, São Paulo (duas vezes), Rio de Janeiro e Curitiba.
Toquinho lança nova versão de Aquarela com participação de Camilla Faustino

O cantor Toquinho lançou uma nova versão para um dos seus maiores clássicos, Aquarela. Em resumo, ele convidou a cantora Camilla Faustino, que deu um colorido especial à gravação. Aliás, ela contou um pouco sobre a experiência. “Achei um desafio a princípio, pois me lembro sempre de ter ouvido e cantado essa canção durante toda minha infância e adolescência, mas depois que fiquei adulta não me atrevi a cantar mais”. Camilla interpretou à sua maneira, com leveza e suavidade, sem, no entanto, fugir do que a canção pede. “Quando fomos para o estúdio gravar, Toquinho soube, mais uma vez, me abrir o caminho necessário para que eu pudesse explorar algo já conhecido como se fosse inédito. Foi uma experiência realmente surpreendente; ficou orgânico, natural e fluido. Eu amei participar”, finaliza a cantora. Aquarela, que contou com a produção de Rafael Ramos, foi gravada especialmente para o projeto Sessions JB, da rádio JB FM (Rio de Janeiro).
The Maine dá mais uma prévia de XOXO e lança o single April 7th

April 7th é a segunda música lançada do próximo álbum do The Maine, XOXO: Love and Anxiety In Real Time, previsto para 9 de julho. A canção dá seguimento ao mais recente single da banda, Sticky, que ultrapassou a marca de 500 mil streams nos primeiros dias de lançamento. Formado por John O’Callaghan, Kennedy Brock, Jared Monaco, Garrett Nickelsen e Pat Kirch, o grupo norte-americano segue em atividade desde 2007.
Indicado para fãs de Black Keys, Bones Owens estreia com discaço

De Nashville, a Cidade da Música, vem Bones Owens, que acaba de lançar seu álbum de estreia, homônimo. Em resumo, o tão aguardado álbum tem uma aspereza do oeste selvagem e moderno, com versos de guitarra corajosos ao lado da voz de Owens. Ao discutir a jornada que levou Owens à sua estreia, ele disse: “este álbum é a culminação de anos de sangue, suor e lágrimas no (music) business … fazendo discos em outras bandas, fazendo discos para outras pessoas, etc. É o fim do objetivo de fazer meu próprio álbum completo e, ao mesmo tempo, apenas o começo deste capítulo.” Tendo deixado a cidade para retornar a algo parecido com suas raízes, ele propositalmente encheu sua sala de escrita com os incontáveis tesouros e bugigangas que reuniu ao longo dos anos. “Minha mãe era dona de uma loja de antiguidades quando eu era criança – na verdade morávamos acima dela – então sempre tive esse amor por coisas antigas”, diz Owens, que trabalhou como antiquário por vários anos. Com sua coleção incluindo tudo, desde o sentimental ao absurdo – uma coleção de pontas de flechas nativas americanas desenterradas por seu avô enquanto trabalhava nos pomares de frutas do Missouri, cabeças de coiote taxidermizadas adornadas com capacetes de motocicleta antigos – Owens considera esse espaço essencial para seu processo criativo. “Para mim, a inspiração é ambiental”, diz ele. “Na maioria das vezes minhas músicas vêm de mim apenas sentado com um violão, rodeado por todas as minhas coisas favoritas.” Escrito antes da pandemia Com Bones Owens escrito nos dias pré-pandêmicos, Owens espera que o espírito desenfreado do álbum possa fornecer uma elevação muito necessária para seu público. “Quando fiz esse álbum, obviamente não tinha ideia de que o mundo estaria tão completamente mudado na época em que fosse lançado”, diz ele. “Este álbum para mim foi sobre um momento transformador na minha vida. Tratava-se de perda e dor, mas também de amor e de encontrar uma saída em tempos sombrios. Sinto que tudo isso são emoções e sentimentos aos quais estou conectado agora, tanto quanto quando foram escritos”. Contudo, Bones Owens é uma expressão completa dos impulsos mais selvagens de Owens, todos os ritmos suaves e riffs arrogantes. A estreia do músico criado no Missouri é uma vitrine potente para seu formidável trabalho com a guitarra; um talento que ele demonstrou ao se apresentar com artistas tão ecléticos como Yelawolf e Mikky Ekko. Aliás, a maior parte do álbum mostra Owens unindo forças com o baterista Julian Dorio (Eagles of Death Metal) e o baixista Jonathan Draper (All Them Witches), gravando ao vivo em fita e infundindo cada faixa com uma vitalidade frenética.
Rica Silveira e Cortecertu lançam som em defesa da saúde pública

Em meio à fase mais grave da pandemia de covid 19, o rapper e instrumentista Rica Silveira se uniu ao DJ, bibliotecário, pesquisador e repórter Jair dos Santos Cortecertu para lançar seu primeiro single de 2021: FYA. “A música é um grito de protesto contra o fascismo e neofascismo, a favor da democracia. Além disso, o Dia Mundial da Saúde foi escolhido como data de lançamento para expressar a defesa da saúde pública, vacinação para todos”, diz Rica. Aliás, produzida por Cortecertu e masterizada pelo DJ Duck Jam, o single tem a capa pelo tatuador e vocalista da Calibre 12, Aleks Navau. Enquanto o videoclipe leva a assinatura do próprio Rica.
Libra, projeto de Zeh Monstro com vocalistas femininas, ganha mais um single

Após estrear seu novo projeto, Libra, com o single Freak Show, Zeh Monstro retorna com Flakey Town, uma canção de sonoridade saudosista e retrô. Contudo, se na primeira faixa o artista divide os vocais com Lily Waters, aqui ele recebe a cantora, atriz, escritora e modelo Elyse Cizek. Libra é um projeto solo em parcerias – todas elas com vocalistas femininas. Em resumo, as canções são assinadas por Zeh Monstro, músico brasileiro radicado na Califórnia e conhecido por trabalhos como Name The Band, Holy Tree e Borderlinerz. Todavia, com Libra, ele planeja um EP que incluirá os singles já lançados e inéditas. Zeh mora em Los Angeles há seis anos, e desde então a sonoridade californiana começou a influenciar seu trabalho. Ademais, as experiências da estrada e dos palcos se tornaram uma série de duetos, iniciados com Lily Waters no indie lo-fi do primeiro single. Essa temática inspira também Flakey Town, uma faixa sobre deixar tudo de lado e sair por aí, dirigindo sem rumo em meio às praias, montanhas e paisagens californianas. Com uma forte pegada autoral, Zeh Monstro assina vocais, guitarra, baixo, teclados, baterias e máquina de ritmos e recebe ainda o saxofone de Sylvian Carton, além do vocal de Elyse Cizek. Quem gravou, mixou e co-produziu foi Will Gordon, no SirTiger Studio.
Tom Zé revisitado em dub e ska 48 anos depois por Joey Altruda

Chegou nas plataformas digitais um Tom Zé como você nunca ouviu! Joey Altruda, músico e compositor norte-americano, lançou A Babá em duas versões inéditas, heavy dub reggae e ska pelo selo Avocaudo Records. “Escolhi A Babá por vários motivos, um deles porque foi a primeira música do Tom Zé que ouvi, depois de encontrar o compacto original”, revela Joey. Composta originalmente em 1972, A Babá nasceu da união das lembranças de cantigas de roda, a ideia da dinamite na cabeça do século e a figura do capitalista famoso Rockfeller. Ingredientes que só fazem sentido depois de processados na mente criativa de Tom Zé. “Igualmente importante para mim é o conteúdo da letra dessa música e como ela é relevante para o estado atual do mundo. A versão original foi lançada durante a era da ditadura do Brasil e acho isso bastante profético. É importante para mim ter essas letras revividas em uma versão recém-gravada, como uma observação cultural e uma declaração sobre a atualidade”, explica Joey. Na melodia original, um misto de quase choro com samba paulistano. Trazer a canção para o universo dos sons da Jamaica foi um caminho natural para Joey Altruda. “Adorei toda a vibração da música e vi o potencial óbvio de fazer uma versão ska disso por causa de sua melodia, progressão de acordes e andamento”. “Joey Altruda me consultou, a respeito de aplicar à música um ritmo jamaicano e fiquei surpreso, de modo positivo, pelo interesse de ele, lá tão longe, no exterior querer gravá-la”, disse Tom Zé sobre a proposta inesperada de trazer A Babá de volta à vida. Apoio de Tom Zé Para realizar essa repaginada, Joey se cercou dos melhores. Uniu um time de peso com Marlon Sette, Dadi Carvalho, Kassin e Daniel Maia, no lado brasileiro da produção. Joey é enfático ao falar de Tom Zé. “Sua música nos faz pensar. Seu intelecto combinado com humor irreverente nas letras são declarações sociais profundas, e a arquitetura musical que ele cria é enigmática e exclusivamente sua. Cada música é uma impressão digital musical. ” Sobre o resultado final, Tom Zé declara: “Não me ocorre dar palpites a respeito. “Quem gaba o toco é a coruja. Fiquei muito satisfeito”.
Rag’n’Bone Man + P!nk = Anywhere Away From Here; ouça!

Rag‘n’Bone Man lançou uma colaboração incrível com P!nk no single Anywhere Away From Here. A faixa é prévia do novo álbum do britânico, Life By Misadventure, que será lançado em 7 de maio. Escrita por Rag’n’Bone Man, seu colaborador do álbum Ben Jackson-Cook, bem como Simon Aldred, Dan Priddy e Mark Crew, a música é sobre não se sentir confortável em seu entorno. “When the lights go up/ I don’t think I told you… That I feel out of place / Pull me underground/ Don’t know if you notice/ Sometimes I close my eyes and dream of somewhere else” Trecho da letra Contudo, Rag’n’Bone Man comentou mais sobre a canção. “Essa música é um reflexo sincero de querer fugir de situações desconfortáveis – sobre as vulnerabilidades que todos nós enfrentamos. É uma honra ter a P!nk neste disco e estou muito feliz que ela possa fazer parte disso”. P!nk, por sua vez, relembrou como conheceu o britânico. “Encontrei o Rag’n’Bone Man pela primeira vez na Europa em 2017, pouco depois de ouvir sua música Human. Até então, eu já havia me apaixonado pela sua voz e, quando nos conhecemos pessoalmente, logo percebi que também era uma ótima pessoa”. Para o seu novo trabalho, o artista rasgou o livro de regras e foi para Nashville para escrever e gravar o que se tornaria Life By Misadventure. Posteriormente, retornou ao Reino Unido quando ocorreu o primeiro confinamento. Apesar de haver em algumas dessas novas músicas uma dose de blues e soul fortes, a maior parte deste novo álbum mostra Rag’n’Bone Man dando um grande passo à frente como artista, compositor e cantor capaz de mostrar um tremendo calor e emoção real a cada respiração.