Afrodizia e Big Mountain retomam parceria com Back

Reeditando a parceria de sucesso com a música Regueiro de Jah, Afrodizia e Big Mountain estão juntos novamente em Back, novo single do projeto Reggaelização. Back é uma canção que retrata a realidade das duas bandas que, em determinado momento, passaram por um momento de reconstrução e retomada. Aliás, superando os desafios e voltando com tudo para a cena. Contudo, Afrodizia e Big Mountain trazem esta mensagem para os dias atuais. Em resumo, dando luz e chamando a atenção para o aumento dos casos de depressão nos artistas, causado pelos problemas enfrentados com a pandemia. Quino, a voz do Big Mountain, e Afrodizia têm uma ligação que transcende a música. São mais de 15 anos de parceria, que iniciou com a participação de Quino na música Regueiro de Jah, do álbum Mutação (2004), passando por shows e turnês juntos no Brasil. Ademais, a produção ficou por conta de Michi Ruzitschka e co-produção de Junior Marvin, lendário guitarrista da banda The Wailers, que construiu a história do reggae ao lado de Bob Marley. A mixagem é assinada por Victor Rice, referência no reggae mundial, enquanto a masterização é do premiadíssimo Felipe Tichauer. Confira abaixo o videoclipe dirigido por Louiz Baptista, além de um documentário do processo de gravação.

Após atraso pela pandemia, The Fratellis lança sexto álbum de estúdio; ouça!

O trio The Fratellis lançou o seu sexto álbum de estúdio, Half Drunk Under a Full Moon. Repleto de surpresas melódicas, a banda entrega uma incrível faixa-título e canções exuberantes embebidas em metais e cordas. Gravado em Los Angeles com o produtor e colaborador de longa data Tony Hoffer (Beck), o novo álbum do The Fratellis estava previsto para 2020. No entanto, a pandemia adiou os planos. Six Days in June, o primeiro single do álbum, teve grande repercussão nas paradas. “Tivemos um ano inteiro de trabalho que não aconteceu, mas sabíamos que voltaria”, diz Jon Fratelli, cantor e compositor da banda. “Como uma banda que tem um público leal, sabemos que estamos em uma posição privilegiada”, completa. Half Drunk Under a Full Moon emparelha os ganchos e marcas de The Fratellis de antigamente com o espírito de aventura que eles descobriram em In Your Own Sweet Time elevado a um novo nível. “Essas são, de longe, as canções mais coloridas que já escrevi”, diz Jon. “Muitos músicos afirmam ter aquela condição de ouvir música em cores. Eu não, mas definitivamente associo certos tipos de melodia com cores diferentes e essas eram multicoloridas”. A banda que debutou com o incrível Costello Music, em 2006, se separou em 2009, e se reuniu em 2012, e têm recuperado constantemente seus seguidores ao vivo graças a uma nova geração de fãs do Fratellis, não apenas na Grã-Bretanha, mas no exterior, incluindo a China, onde eles continuaram a esgotar os shows. “Nós estamos pegando o formato da música pop e o remoldando,” acrescenta Jon. “Não tão descontroladamente quanto alguns, mas há uma curva definitiva. É tudo uma questão de encontrar essas torções, os pontos que ainda podem surpreendê-lo. Vou continuar fazendo música enquanto for capaz de me curvar”.

Sem tremer na base, Necta Puro se aventura no Drill em Anjos de Prada

RAFAEL CÉSAR e THAIS SOUZAA faixa Anjos de Prada é o primeiro single de Necta Puro no ano. O rapper de Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, recentemente homenageou o boombap, característico dos anos 1990 em seu EP Milianos. Agora, o rapper chega no melhor estilo “malako” de ser – nome de umas das faixas do EP – riscando versos com o dialeto da rua e se aventurando pelo Drill, vertente cada vez mais explorada na cena nacional. O projeto marca mais uma parceria com o estúdio Cabine 808, onde foi feita a gravação, mix/master e a capa do single. Aliás, Anjos de Prada está disponível em todas as plataformas de streaming e tem a sonoridade EP Milianos Em dezembro de 2020, Necta Puro lançou em todas as plataformas o EP de cinco faixas Milianos, com produção musical inteiramente do estúdio Cabine 808 de Caraguatatuba, mixagem/masterização de Cesar Masthif e pós-produção de DJ Pipoo, ex-integrante da banda Sr. Bamba. O projeto conta com participações de artistas em ascensão na cena underground local, como FormigaVp1, The Mosky, Haze e LSK. As bases são um prato cheio para os amantes de boombap, principalmente da era old school. Nas letras e na levada, Necta é afiado, deixando claro de onde veio, mantendo a postura e sendo real até o fim de cada faixa produzida para este projeto. Os lyrics visualizers, que somam mais de 11 mil visualizações, foram produzidos por Matheus Daguillar e Stevan Cassiano, que também assinam a produção do videoclipe Eu Memo, lançado no canal da Cabine 808, ultrapassando mais de 7 mil visualizações. Quem é o Necta? Erick de Lucca Potsman, mais conhecido como Necta Puro, tem 19 anos e nasceu em Guarulhos. Entretanto, aos 10 anos se mudou para Caraguatatuba, onde vive até hoje. O vulgo “Necta Puro” surgiu através de um trocadilho feito com um perfil de uma amiga no Instagram e ficou para o resto da vida. Necta cresceu em uma família muito eclética, ouvindo desde rap até pagode, mas as influências que o marcaram foram RZO, Sabotage, Marcelo D2, além de referências de música eletrônica. Os tios e avós também sempre foram muito ligados à música, com o costume de gravar fitas fazendo releituras com violão. Em resumo, Necta sempre estava por perto vivenciando esses momentos, e hoje é convicto de que, se tudo são influências, sua família foi essencial nesse aspecto. “Sempre me motivaram com músicas em meu cotidiano, e agora é algo que adotei para minha vida e profissão, não consigo mais viver sem”, comentou o rapper. Seu caminho como artista começou a se formar no último ano do ensino médio. Em resumo, por coincidência, caiu na mesma sala de Formigavp1, outro artista em ascensão em Caraguatatuba. Ambos perceberam o interesse em comum na cultura hip hop. Posteriormente, iniciou-se uma amizade e no fim do mesmo ano, Formiga lhe chamou para fazer uma parceria em um som. Na escola, Necta sempre foi bom em redação, e hoje, percebe que isso resultou na sua facilidade para elaborar suas composições. Contudo, essa é a prova que uma criança com papel e caneta na mão pode fazer uma revolução com as palavras.

Red Fang volta com anúncio de álbum, single novo e vídeo divertido

O Red Fang está de volta! Uma das bandas mais queridas da casa anunciou o álbum Arrows, que chega ao streaming em 4 de junho via Relapse Records. “Foi muito gratificante gravar essas músicas com Funk!”, disse o guitarrista e vocalista, Bryan Giles, sobre o álbum produzido pelo colaborador de longa data Chris Funk (Murder The Mountains). Nos sentimos muito confortáveis com uma rotina flexível. Não tocamos/criamos uma música de cada vez, mas adicionamos guitarras, vocais ou estranheza geral sempre que uma ideia surgia na mente. Foi muito divertido!Vida longa ao Rock!!” Aliás, a primeira prévia do álbum foi revelada com um videoclipe. Em resumo, a faixa-título recebeu uma produção bem digna do Red Fang com direção de Whitey McConnaughy. “O jeito dele de nos apresentar realmente funciona,” disse o guitarrista David Sullivan sobre a relação com Whitney. “O primeiro clipe que ele fez para a gente foi Prehistoric Dog, que deu um grande salto na popularização da banda. E nós amamos trabalhar com ele”. Pré-venda A pré-venda para o álbum de 13 faixas está disponível com uma variedade de formatos, incluindo versões padrões de LP, CD cassete e digital, assim como um LP de edição limitada com líquido, CD de luxo (exclusivo para Europa e Relapse.com) e dois pacotes colecionáveis: LP com um pôster limitado de setas pretas e um box set com tema Texas Hold’em de edição limitada Red Fang x Psycho Las Vegas. Chamado de Fortune Hunter Gamblers Pack, o pacote temático do pôquer inclui cartas de jogar com qualidade de cassino, dados, moedas de colecionador, box personalizado e um cartão de autenticidade (todos com artes de Ian Colazzo), assim como o LP, e uma camiseta. TracklistTake it BackUnreal EstateArrowsMy DisasterTwo HighAnodyneInterop-ModFonzi SchemeDays CollideRabbits in HiveWhyDr. OwlFuneral Coach

Gustavo Caliban e Projeto Zaia cantam um amor em meio à saudade em single e clipe

A distância de um amor na era do isolamento marca a estreia de Gustavo Caliban e Projeto Zaia. A voz do vento mostra a mistura de ritmos – boombap e jazz – para criar crônicas urbanas que são a marca do trabalho. Junto de um clipe, o single é um lançamento do selo Caravela Records em parceria com a Warner Music Brasil. Segundo single do disco Projeto Zaia – T.R.E.T.A., a faixa foi criada durante uma viagem para a Serra dos Órgãos que inspirou boa parte do disco e onde foi registrado o vídeo. O trabalho marca a estreia do grupo, com alguns anos de estrada no underground carioca. A voz do vento se une a Tudo vai tudo volta, single que ganhou um webclipe com imagens da viagem. Musicalmente, traz o clima do rap acústico com uma leve pegada de rock e a letra aborda questões gerais da vida com um ar crítico. Com espírito de coletivo artístico multilinguagem, o projeto fundado por Gustavo Caliban conta com artistas de diversas origens e histórias. Só neste single reúne o MC e produtor Caliban; a vocalista Tai.Nae, já fez parte de outros grupos como o Vindas de Vênus e Lituá; o músico turco radicado no Brasil Mr. Denial; tudo isso sobre batidas de Gagari Beats.

Current Joys revela novo single/clipe American Honey

O Current Joys, projeto de Nick Rattigan, divulgou o single American Honey, parte do próximo álbum, Voyager, que chega no dia 14 de maio. Dando sequência ao recente single Amateur, American Honey é um lamento aveludado. Consumidor ávido de cinema, artista visual tanto quanto músico, a música de Rattigan é tátil, seus cenários e sonoridades concebidos simultaneamente. Isso é notável no clipe de American Honey, que foi dirigido por Rattigan. Em resumo, ele começou a trabalhar em Nova York como assistente de produção na indústria de cinema/TV antes de se mudar para Los Angeles. Voyager se agita com a sensação de eletricidade que ecoou em todos os lançamentos anteriores do Rattigan: vocais trêmulos, gritos e roucos e um auto-interrogatório por meio da música. Mas aqui, aquela cacofonia de rock ‘n’ roll arrepiante e sentimental é sobreposta por uma orquestra de trilha sonora guiando-a. Em Voyager, Rattigan se afasta de gravações caseiras lo-fi e prefere uma banda completa e sessões de gravação no Stinson Beach Studios. Enquanto o público e as abordagens de composição/gravação mudaram e continuam a evoluir para Current Joys, a inspiração que Rattigan tira do cinema continua a ser uma força motriz. Frequentemente, ele usa o filme como ponto de partida para a composição. Aliás, Rattigan acredita no poder premonitório da música e se apega às ideias musicais que o atingem no momento, impulsionado por um existencialismo abstrato ou explosão de sentimento mais do que qualquer outra coisa. Isso impregna Voyager de intensidade e intimidade. Em síntese, com a sensação de que você está ouvindo, de uma só vez, as partes díspares que fazem um projeto.

Sonata Arctica anuncia primeiro álbum acústico da carreira

A banda finlandesa Sonata Arctica anunciou o lançamento de seu primeiro álbum acústico. Acoustic Adventures – Volume One tem previsão de lançamento para outubro de 2021 pela Nuclear Blast Tonträger Produktions- und Vertriebs GmbH. “Esta forma acústica de Sonata Arctica está fermentando lentamente há anos”, comenta o vocalista Tony Kakko. “A primeira manifestação dela, além das poucas versões acústicas de canções lançadas ao longo dos anos, foi a Acoustic Adventures Tour, em 2019, que provou ser um grande sucesso, gerando a ideia de ter essas músicas também gravadas e lançadas em um álbum ou dois, pelo menos para começar. Nossas músicas sempre foram baseadas em belas melodias, o que as torna muito fácil de transformar e reorganizar perfeitamente na forma acústica também. Devo mencionar que muitas das músicas funcionam tão bem vestidas em trajes acústicos”. Acoustic Adventures – Volume One será a primeira parte, seguida por um segundo disco acústico, a ser lançado em 2022. “Espero que você ame esses álbuns tanto quanto nós. Há muitas, muitas músicas que tivemos que deixar de fora desses álbuns Volume One e Volume Two, então nada me agradaria mais do que adicionar mais alguns volumes num futuro próximo”, sorri Tony Kakko.

Pensado antes da pandemia, Sintoma, novo álbum do In Venus, chega ao streaming

No início de fevereiro de 2020, mesmo ainda sem saber o que seria a sucessão dos meses seguintes, a banda paulistana In Venus iniciava o processo de gravação de Sintoma, seu segundo álbum, que já levantava questionamentos sobre o que seria esse complexo período de pandemia, ao mesmo tempo que refletia sobre novas possibilidades de futuro, utilizando-se da arte como ferramenta de compreensão dos nossos tempos. Entre os dias 22 a 26 de fevereiro, Cint Murphy (voz e sintetizadores), Duda Jiu (bateria), Patricia Saltara (baixo) e Rodrigo Lima (guitarra) entraram em um processo de residência artística nos arredores da cidade de São Paulo. Em resumo, a ideia era a finalização do disco, que contou também com a participação de uma coletiva de artistas e profissionais que esteve ativa na concepção do álbum. A coletiva Formas, constituída por Adriana Latorre, Brunella Martina, Camila Visentainer, Erikat, Filipa Aurélio, Thais Lopes e Thamu Candylust, surge da necessidade da banda em compartilhar processos criativos entre artistas, que foram as responsáveis pelos visuais do disco. Nesse sentido, Sintoma marca um novo momento para a banda que, há mais de um ano com uma nova formação, pôde experimentar novas formas de tocar, conferindo um caráter mais experimental e rítmico ao som do quarteto. Se a sonoridade não pode mais ser comparada ao Ruína (primeiro álbum da banda, de 2017), o cunho político permanece nas letras carregadas de questões pungentes escritas por Cint Murphy. Fase em português Outra constatação importante é que Sintoma traz todas as suas letras em português. Em um momento no qual presenciamos a falência de um ideário de globalização, voltar para as raízes parece a decisão mais acertada para falar de assuntos tão caros para nossa sociedade. Se o novo álbum chega em caráter de apontamentos e denúncias para as instâncias e comportamentos sociais que precisam urgentemente serem revistos, a In Venus também propõe, em suas práticas, desejos de um futuro possível. Abrir seus processos criativos para que uma pluralidade de corpos pudesse imputar ali outras visões de mundo foi o caminho escolhido pela banda para a construção de Sintoma. Ao enfatizar a importância da força de um coletivo majoritariamente dissidente e feminino, do protagonismo de corpos políticos como realizadores, In Venus nos mostra que seu novo álbum chega não somente como discurso, mas com atitudes que apontam para caminhos de mudança de um mercado ainda em um processo lento de ressignificação.

Nova música da Two Wolves tem referências aos anos 1980

A banda goiana Two Wolves anunciou um álbum com o lançamento da música Sun of Justice, que chegou essa semana ao streaming via Monstro Discos. O novo trabalho está previsto para julho, mas a música antecipa um pouco do conceito do álbum, que deve trazer fortes referências aos anos 1980. Com sintetizadores e uma mixagem lo-fi assinada por Marcelo Borba, Sun of Justice aborda temas mais espirituais e revelam uma nova fase da banda. Segundo o vocalista Lineker Lancellote, autor da música, o “sol da Justiça” evidencia a insignificância dos homens na Terra. Mas, ao mesmo tempo, também traz paz e propósito para a vida dos seres humanos. “É como se esse sol fosse um herói hipotético e que ele vem para libertar de um peso na vida e trazer uma nova realidade, destruindo todos os monstros que tentam atrapalhar os nossos sonhos”. Nova fase Atualmente, a Two Wolves é composta por Lineker (vocais), Rogério Paulo (bateria), Rodrigo Baicochi (baixo) e Dean (guitarra). Aliás, para Lineker, essa nova formação é a responsável por essa sonoridade mais anos 80. Sun of Justice ganhou um videoclipe com uma altíssima produção em computação gráfica. No vídeo, roteirizado por Lineker e dirigido por Rogério Paulo, o vocalista é sugado para dentro de um jogo de fliperama e passa a dirigir rumo ao sol, em meio a várias distrações da vida real que pretendem tirá-lo desse caminho. Portanto, mais uma vez, os anos 80 dão o tom, com as casas de jogos eletrônicos – tão comuns naquela década – e referências a filmes como Blade Runner e Tron. A Two Wolves é atualmente um dos grandes nomes do indie rock goiano e foi formada em 2014, em Senador Canedo, cidade vizinha de Goiânia. Em resumo, o grupo conta com músicas que já superaram a marca de 300 mil plays no Spotify.