Ed Sheeran surpreende fãs com single Afterglow

O cantor Ed Sheeran surpreendeu os fãs, nesta segunda-feira (21), ao divulgar a faixa surpresa Afterglow. A música já está disponível em todas as plataformas digitais e chega com uma arte criada pelo próprio Ed. Ademais, ele disponibilizou um vídeo de take contínuo com a performance da música. Aliás, sobre o lançamento, Ed Sheeran deixou um curto recado para os fãs. Em resumo, afastou a possibilidade de ser single de um novo álbum. “Hey pessoal, Afterglow é uma música que escrevi ano passado e que queria lançar para vocês. Não é o primeiro single de um próximo álbum, é apenas uma música que amo e espero que vocês amem também. Aproveitem! Tenham um maravilhoso recesso festivo e Ano Novo. Agora, eu vou voltar pro meu mundo de pai, ciao, abraços”. Anteriormente, Ed foi revelado com o artista britânico com mais streams de 2020 no Reino Unido. O ruivo, que atualmente está numa pausa, escreveu a faixa com Fred (quem também co-produziu a música juntamente com Ed) e David Hodges.
Armada revisita canção da banda carioca Ack

A Armada divulgou a faixa Três Acordes, Um Amor e Uma Cerveja. A canção faz parte da série de gravações de quarentena produzida pela banda. A música curta e divertida é uma versão do Ack, grupo punk rock carioca dos anos 1990, e ganhou um videoclipe editado por Mauro Tracco, também baixista da Armada. A ideia da regravação veio depois do convite para participar do Festival Punk Rock Bash, realizado no início do mês em homenagem às bandas brasileiras dos anos 1990. “Quando fomos convidados para participar do festival, a reação inicial foi: vamos fazer uma música do Blind Pigs!”, conta o vocalista Henrike Baliú, que antes da Armada, esteve à frente dos porcos cegos por mais de duas décadas. “Mas seria óbvio demais, e se tem algo que o Armada tenta se distanciar, é da obviedade. Escolhemos então Três Acordes, Um Amor e Uma Cerveja. Eu e o Fábio Seidl, baixista e vocalista do Ack, somos primos irmãos, crescemos juntos escutando as mesmas bandas, lendo os mesmos quadrinhos e montamos bandas na mesma época. Tocamos juntos, participamos dos discos um do outro e sempre fomos muito próximos”, revela. Seidl, que considera Henrike como sendo seu “primo de sangue e irmão de alma”, diz que, apesar de Armada e Ack serem bandas que nunca coexistiram, elas sempre se relacionaram. Esse foi o motivo para a Armada ter aproveitado a oportunidade para convidar os integrantes do Ack a participarem da nova versão de Três Acordes, Um Amor e Uma Cerveja. Além de gravar os coros, a banda também aparece no vídeo. Possível retorno do Ack “O Ack é uma banda em estado de animação suspensa, que se reúne em shows esporadicamente, já que seus integrantes foram morar em diferentes partes do mundo desde 2004”, conta Seidl, que atualmente reside nos EUA. No entanto, ele deixa escapar os próximos planos do grupo. “Há rumores de que a banda esteja preparando uma ‘volta’, possivelmente com material novo”. Coletânea Anteriormente, a Armada também participou da coletânea Oi! This is Streetpunk, lançada pelos selos americanos Pirates Press Records e LSM Vinyl. Prensado em vinil duplo dez polegadas, o disco conta com 20 das melhores bandas de streetpunk da cena mundial. Ao lado de nomes como Lion’s Law, 45 Adapters e Bonecrusher, a Armada entrou com The Rebel Sound, primeira faixa da banda composta em inglês. “Decidimos gravar em inglês para fazer algo diferente do que vínhamos fazendo, pois essa é a ideia da Armada, sempre navegar por novos mares”, diz o vocalista Henrike Baliú, que teve como inspiração para a letra da música sua banda favorita. “Os Forgotten Rebels nunca tiveram o reconhecimento merecido. São pioneiros do punk no Canadá, estão na ativa desde 1977. Não estão no Hall da Fama do Rock ‘n’ Roll, mas foram os responsáveis por me fazer querer ter uma banda punk quando era moleque. Já estava na hora de fazer uma letra que mostrasse a importância deles na minha vida”, revela.
Mineiro Gabriel Gonti divulga som feito em parceria com Dani Vellocet

O cantor e compositor mineiro Gabriel Gonti, atração no primeiro Juntos Pela Vila Gilda, divulgou nesta sexta-feira (18), pela gravadora Deck, a música Próxima Vida. Com cara de hit, a nova canção fala sobre mudanças de vida. Conta a história de um casal que precisou se afastar, não por falta de amor, mas sim pelo destino os colocarem em caminhos opostos. “Tem horas em que precisamos navegar sozinhos, em outros mares, para evoluir e então estarmos abertos para uma vida a dois”, conta Gonti. Próxima Vida foi composta em parceria com Bibi, Deco, Bárbara Dias, Rafa e Dani Vellocet. Em resumo, a canção faz parte da nova safra do repertório de Gonti. “Esse single abre portas para as melhores músicas da minha carreira, que vibram com uma energia muito positiva e alegre. Próxima Vida é uma virada de página”, afirma o cantor. Ademais, dirigido por Ygor Oliveira, o clipe segue o mesmo clima da canção, com ares praianos. “O processo de gravação foi surreal. Encontramos uma praia deserta no litoral paulista, o céu e a cor do mar estavam perfeitos para simbolizar a onda da música. Pra dar ainda mais emoção ao processo de gravação, a câmera molhou durante as cenas filmadas no mar e ficamos vários dias esperando as imagens serem recuperadas. Mas tudo valeu a pena, nossas expectativas foram superadas com o resultado”, conclui Gonti.
Criolo solta Sistema Obtuso com vídeo em realidade estendida

O cantor Criolo lançou Sistema Obtuso, single em parceria com Tropkillaz. Em resumo, em uma volta às raízes, o músico apresenta esse marcante rap, que ganhou ares de trap graças à parceria com o duo eletrônico. “Sentimento de gratidão gigantesca pela oportunidade de fazer esse trabalho com Tropkillaz. E é uma música onde eu peço licença a todos os jovens pra apresentar esse som, que é diferente de todos os sons que eu já fiz e é um aceno para dizer que a gente tá aqui e que eles tão ensinando muita coisa pra gente”, afirma Criolo. Ademais, a faixa chega com um tecnológico videoclipe em realidade estendida (XR), gravado em São Paulo e dirigido por Denis Cisma. “Esse clipe é o quinto que eu faço pro Criolo. Acho que faz parte de um universo e de uma linguagem criada desde o primeiro clipe, com uma crítica sócio-política em imagens impactantes. A grande diferença desse clipe é a utilização de uma técnica nova chamada Virtual Production, utilizada na série Mandalorian. O clipe de Sistema Obtuso foi 100% feito em estúdio, filmamos com um fundo de painel de LED de 10x5m. Essa técnica possibilitou inserir o Criolo e os atores em universos virtuais”, conta Denis Cisma. Aliás, o clipe conta com o ator Júlio Andrade, indicado duas vezes ao Emmy internacional como melhor ator; e Carolina Amares, bailarina que já fez parte do grupo Corpo. Posteriormente, no dia 23 de janeiro, Criolo também apresenta na plataforma Twitch, onde mantém sua Criolo TV há mais de seis meses, o primeiro show em realidade estendida (XR) do Brasil.
Documentário de Billie Eilish na Apple TV+ tem trailer divulgado

O trailer do documentário Billie Eilish: The World’s A Little Blurry foi divulgado nesta sexta-feira (18) pela Apple TV +. O filme será lançado nos cinemas pela NEON, no entanto tem estreia mundialmente na Apple TV + em 26 de fevereiro de 2021. O documentário conta a verdadeira história de maioridade da cantora e compositora e sua ascensão ao estrelato global. Do premiado cineasta RJ Cutler, o filme oferece um olhar profundamente íntimo sobre a vida desta adolescente extraordinária. Em resumo, com apenas 17 anos, Billie Eilish navegou pela vida na estrada, no palco e em casa com sua família. Tudo isso enquanto escrevia, gravava e lançava seu álbum de estreia, WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?. Ademais, o documentário, com Billie Eilish, Finneas O’Connell, Maggie Baird e Patrick O’Connell, é da Apple Original Films.
Com pedido de desculpa à Rihanna, Eminem lança álbum surpresa

Com 16 faixas inéditas, Eminem liberou nesta sexta-feira (18) uma versão deluxe do seu último álbum, Music To Be Murdered By, lançado em janeiro último. Music To Be Murdered By – Side B (Deluxe Edition) também traz uma nova arte da capa, diferente do álbum original. Contando com produção executiva de Eminem e Dr. Dre, a nova versão traz as colaborações de Skylar Gray, DJ Premier, Ty Dolla $ign, Dr. Dre, Sly Pyper, MAJ e White Gold. Aliás, a nova versão, que inclui as 16 faixas inéditas antes das 20 do disco original, traz um pedido de desculpa de Eminem à Rihanna. Em resumo, o rapper havia vazado uma canção há anos na qual dizia estar “do lado de Chris Brown”, que a agrediu em 2009. Em Zeus, Eminem canta: “peço desculpas do fundo do meu coração para Rihanna por aquela canção que vazou/ Desculpe, Rih, não era para te atingir/ De uma forma ou de outra, foi um erro meu“. Acompanhando o disco, Eminem disponibilizou o videoclipe de Gnat, que já foi visto mais de 1,6 milhão de vezes, poucas horas após seu lançamento. Apresentado em janeiro deste ano, Music To Be Murdered By fez sua estreia no top 3 do iTunes Brasil e ficou em primeiro lugar nos trending topics do Twitter, além de alcançar o primeiro lugar nas paradas de álbuns da Billboard, da Rolling Stone e em mais 14 países.
Prevista para abril, série Sombra e Ossos ganha trailer

A série Sombra e Ossos, que será lançada em abril, na Netflix, ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (17). Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim. Ademais, nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da 21 Laps Entertainment para a Netflix. Aliás é estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker) e Amita Suman (Inej).
Cidade Invisível tem primeiro teaser divulgado pela Netflix

Cidade Invisível, nova série original brasileira da Netflix, estreia dia 5 de fevereiro. Em resumo, Carlos Saldanha, criador e co-produtor, embarca em seu primeiro projeto live-action trazendo as lendas folclóricas brasileiras para os dias de hoje. O enredo é uma criação original de Saldanha inspirado em uma história desenvolvida por Carolina Munhóz e Raphael Draccon. Com sete episódios, a história acompanha os esforços de um fiscal ambiental (Marco Pigossi) para descobrir os reais motivos da morte de sua esposa. Aliás, eles parecem estar ligados diretamente ao surgimento de um boto-cor-de-rosa em uma praia do Rio de Janeiro. Cidade Invisível é uma série policial que traz temas relevantes como a preservação ambiental, o resgate da cultura popular brasileira, além de explorar as relações humanas através do místico. Protagonizada por Marco Pigossi e Alessandra Negrini, a produção ainda conta com Jéssica Córes, Fábio Lago, Wesley Guimarães e Manu Diegues no elenco.
Entrevista | Silva: “Eu e Anitta amamos ska e reggae”

Os primeiros acordes de Passou Passou, faixa de abertura do novo álbum do capixaba Silva, Cinco, já passam uma mensagem bem legal: o músico inova como poucos. O ska, com uma batidinha bem característica do som jamaicano dos anos 1960, mostra o artista totalmente fora da zona de conforto. E faz isso com muita qualidade. Para alguns pode lembrar até o Los Hermanos. Talvez pela brasilidade colocada na faixa. “Gosto muito de ska e rocksteady, adoro os sopros que eles usam. Eu nunca tinha usado isso no meu trabalho. Pra mim era algo muito distante, gostava só de ouvir. Aí quando comecei a experimentar isso nos shows, deu certo. Fica Tudo Bem estava diferente do disco, coloquei uma bateria na entrada com contratempo de ska. Mas as pessoas não associavam isso. Mas pensei que poderia fazer coisas nessa linha. Entraram dois skas nesse disco”. Silva conta que chegar na sonoridade foi um desafio. “Geralmente as coisas que gosto são muito anos 1960 e 1970. Estava acostumado a ouvir, mas como fazer soar parecido era um desafio. Igual não tem como ficar, eles usavam equipamentos diferentes. Levei dois ou três dias para chegar na bateria de Passou Passou. A pandemia me possibilitou ser bem minucioso nessa gravação”. Passou Passou não é o único ska do álbum. Facinho, com a participação de Anitta, é a outra surpresa para os fãs do gênero jamaicano. “Eu tava fazendo Facinho já pensando na Anitta. Ela gosta muito de reggae e ska. Aí eu falei: patroa, vamos fazer um hit? Bem a cara dela isso. Mandei, ela adorou e já topou”. João Donato Mas o álbum de Silva traz muitas outras sonoridades. Vai da MPB ao jazz, mas passa pelo ska e samba. Isso sem falar nas participações especiais de João Donato e Criolo. Quem Disse, a canção que ele gravou com Donato, é jazz puro. “A música também já foi pensada no Donato, mas foi engraçado porque ele acabou mudando a música toda. Era para ser um samba mais acelerado, mas ele entrou no estúdio, com o conhecimento dele que é muito avançado, coisa de gênio, jazzística, e deixou tudo simples. Ele parou e disse: essa música tá acelerada, né? E deixou completamente diferente, mas muito com a cara do Donato. Foi uma honra muito grande”. Criolo Sobre a parceria com Criolo, Silva conta que sempre admirou o artista. “Adoro o jeito como ele fala as coisas, a música dele é muito boa”. “A gente só se conhecia de oi, tudo bem. Mas no réveillon passado, estávamos na mesma festa em Salvador, e tive a oportunidade de trocar uma ideia com ele. E rolou essa vontade de fazer algo junto. Ele criou uma parte para a segunda parte da letra, fez até uma dancinha, deu umas ideias de palco”. O resultado de Soprou, canção gravada com Criolo, é um samba que remete à origem no Recôncavo Baiano, como se composto por Caetano Veloso e vocalizado por Clara Nunes, mas em roupagem apropriada para o dueto de Silva com Criolo. A segunda parte, escrita por Criolo, surpreende e traz o ouvinte do passado para o presente-futuro que a gente gostaria de ver e ouvir.