Hybrid Theory: estreia do Linkin Park ganha versão após 20 anos

Em 24 de outubro de 2000, o Linkin Park lançou o álbum Hybrid Theory e mudou o curso do rock para sempre. Duas décadas depois, eles entregam a visão definitiva da estreia e lançam Hybrid Theory: 20th Anniversary Edition pela Warner Records, com distribuição nacional pela Warner Music Brasil. O projeto ascendeu a expectativa dos fãs em todo o mundo e o burburinho da crítica. Antes da chegada, o grupo liberou In The End (Demo) na semana passada. Em uma semana, o single acumulou mais de 1 milhão de streams. Para não deixar de mencionar, Hybrid Theory: 20th Anniversary Edition promoveu o mito de uma joia em particular não lançada intitulada Pictureboard, que finalmente aparece no disco de Forgotten Demos. Por vinte anos, os fãs exigiram a faixa documentada pelo HYPEBEAST. Eles atenderam a demanda, é claro. O Linkin Park preparou o terreno para o lançamento, revelando a tão procurada demo de 1999 de She Couldn’t. Em apenas um mês, ela gerou mais de 3 milhões de streamings.
Rodolfo Cinel divulga o single My Magical Knife

O cantor de folk e blues Rodolfo Cinel lançou a música My Magical Knife em todas as plataformas digitais. A canção faz parte de seu primeiro projeto como cantor solo e vem inspirada no livro As Portas da Percepção, do escritor Aldous Huxley. Na obra de 1954, Huxley aborda sua experiência com o uso de mescalina, uma droga muito popular nos anos 1940 a 1960 e que era usada em cerimônias religiosas para uma melhor transcendência e autoconhecimento. Com esta história em mente, Cinel compôs My Maginal Knife contando como o personagem utiliza, de forma consciente, a mescalina e acaba entrando em uma tristeza sem fim, rumo a uma liberdade de corpo e alma. “Com o contato ao desconhecido, o personagem faz uma autocritica de sua vida. A experiência funciona em sua mente de forma completa, estudando seus medos e sonhos” explica o cantor. A gravação foi feita em junho de 2020, em meio à pandemia de covid-19, por meio de home studio em São Paulo. Ademais, contou com a participação do cantor Gabriel Delillo, da banda Avenoar nos violões. “O Gabriel foi uma parceria nota mil para esta canção! Ele gravou o solo da música de primeira, mas quando fui checar no e-mail, o arquivo não estava mais lá. Depois de entrar em desespero, eu peguei fragmentos de outros solos e editei para encaixar! Ficou incrível… ele só vai ficar sabendo disso depois, mas não queria incomodá-lo” disse Rodolfo rindo. Anteriormente, o músico já havia revelado The Devil I Know. Rodolfo Cinel é um dos artistas confirmados na segunda edição do Juntos Pela Vila Gilda.
Suco de Laranja, de Renato e Seus Blue Caps, ganha versão do Dona Iracema

A Dona Iracema trouxe sua irreverência e mistura única de estilos em Suco de Laranja, uma versão moderna da canção de Renato e Seus Blue Caps, um dos mais clássicos grupos da Jovem Guarda. A gravação foi inclusive autorizada pela família do compositor, Renato Barros, que faleceu em junho deste ano, no Rio de Janeiro. Ademais, quem também viabilizou esse lançamento foi o Portal Pedrada Rocks. A versão da banda baiana é distinta da original, apesar de manter a estrutura da canção lançada em 1979, no disco homônimo. Tem o peso do habitual hardcore da Dona Iracema, assim como ganhou momentos de arrocha e bolero. Para realçar a mistura, algumas partes de ‘disco music’ foram mantidas. O lançamento da sugestiva Suco de Laranja, se pensada no contexto atual da política nacional, marca a entrada do guitarrista Pablo Bahia, agora no front ao lado de Balaio (vocal), Diegão Aprígio (vocal e contrabaixo) e Oscar Sampaio (vocal e bateria).
Future Islands, enfim, solta seu sexto álbum, As Long As You Are

O Future Islands lançou seu sexto álbum, As Long As You Are. Anteriormente, no início da semana passada, a banda havia divulgado As Long As You Are Listening, Together, um evento interativo de audição do álbum em tempo real, e apresentou For Sure no The Late Show com Stephen Colbert. Na última sexta (9), para celebrar o lançamento de As Long As You Are, o Future Islands fez seu único show de 2020. O grupo de Baltimore tem estado na estrada por mais de uma década, mas 2020 é o primeiro ano em que a banda não pega a estrada desde 2008. Para seu 1.235º show ao vivo, o grupo ficou online para uma livestream global e única. A Stream of You and Me foi filmado em Maryland e contou com um show de luzes único criado pelo artista Pierre Claude (The Strokes). A transmissão foi dirigida por Michael Garber (Phoenix). As Long As You Are olha para o passado e também para o futuro, enfrentando velhos fantasmas e abraçando uma nova esperança. É um álbum sobre confiança, cheio de honestidade, redenção e desapego, permitindo que velhas feridas cicatrizem ao encerrar capítulos dolorosos. O álbum inclui os dos singles anteriormente lançados, Thrill e For Sure. Sinalizando uma nova era para o Future Islands. O baterista Mike Lowry se junta oficialmente como membro e compositor, complementando o trio fundador: William Cashion, Samuel T. Herring e Gerrit Welmers. O quarteto assumiu funções de produção pela primeira vez, co-produzindo As Long As You Are com Steve Wright, no Wrightway Studios, em Baltimore. Em resumo, seu synth-pop new wave repleto de melodias alegres e refrões celestiais é tão eufórico e alegre quanto qualquer obra da banda em seus 14 anos de carreira.
Com aura solar e pra frente, Muito Demais, de Lucas Bernoldi, é lançado

Muito Demais, terceiro disco de estúdio de Lucas Bernoldi, está na área. O cantor, compositor e produtor assina pela primeira vez a direção musical de um álbum próprio, tendo realizado a maior parte dos processos de criação em seu home studio, batizado de Estúdio Prata. “Tem momentos contemplativos, umas paisagens urbanas, experimentos… é um disco muito pra frente, com uma aura solar”, adianta Bernoldi. Itamar Assumpção, Tom Zé, Raul Seixas e Mutantes formam o quarteto fantástico de influências do jovem artista. O clipe da faixa homônima já provocou boas risadas. Muito Demais narra a saga matinal do personagem Gabirú, morador do bairro Vila Romana em São Paulo que, junto aos seus privilégios, caminha pela cidade refletindo sobre as notícias cotidianas da televisão. Lucas Bernoldi e as participações O universo sintético e de colagens sonoras de Lucas Bernoldi passa pela faixa Lua Nova, que conta com a participação da Papisa, representante do dream pop nacional. Outra musa indie que participa do álbum é Mãeana, na preguiçosa faixa Areia. Rafael Rocha (Tono) também está na canção. A canção-manifesto Eu Quero Viver fala sobre a vida de forma suave, dançante e solar. Não à toa, virou um lyric vídeo onde o espírito dança com alegria e consciência no meio de todas as barbáries do mundo contemporâneo. A música conta com a participação muito especial do ator, escritor, poeta, cantor, diretor e um dos fundadores da banda Aláfia, Jairo Pereira. Muito Demais é o terceiro disco de Lucas Bernoldi, que conta com Filipe Gomes (bateria), Gabriel Catanzaro (baixo), Pedro Bienemann (guitarra), Mirella Celeri (vocais). Este álbum é o sucessor de Prateado (2017) e de Sombras Coloridas (2014) – o disco de estreia de Bernoldi que caiu nas graças da crítica de todo o Brasil. Com a Banda Cigarra, que faz a festa de muitas festas de música brasileira, Bernoldi lançou o dançante e delicioso álbum Cigarra (2018). “Vamos cuidar da saúde mental e da vigília dos nossos pensamentos para conseguir ultrapassar barreiras e ‘colocar o bloco na rua’ como cantou o grande Sérgio Sampaio” indica o cantor e compositor Bernoldi.
A Banda Que Nunca Existiu convida Pedro Mariano para segundo single

A Banda Que Nunca Existiu (ABQNE) está reunindo grandes nomes da música para dar voz ao seu álbum de estreia. Em resumo, um repertório inédito dos compositores Humberto Lyra e Luiz Pissutto. O primeiro single, Só Uma Vez, chegou nas plataformas digitais em julho trazendo no vocal o guitarrista gaúcho Augusto Licks (ex-Engenheiros do Hawaii). Ele ainda encorpou o arranjo com suas guitarras em overdub. A faixa, inclusive, foi uma das apresentadas por Augusto Licks na primeira edição do Juntos Pela Vila Gilda, em julho passado. Agora, A Banda Que Nunca Existiu recebe Pedro Mariano, um dos grandes intérpretes de sua geração, para cantar a romântica Essa Canção. “Participar de um projeto repleto de canções inéditas é tudo o que um intérprete pode querer, pois a vida do intérprete é garimpar composições. Quando esse mesmo projeto reflete todo o amor que seu autor tem pela música e tudo o que ela representa, as coisas ficam ainda mais especiais. Fiquei muito feliz com o convite”, comenta Pedro Mariano. Gravado em grande parte no estúdio NaCena, de João Marcelo Bôscoli, e programado para lançamento no início de 2021, o primeiro álbum da ABQNE reunirá nomes como Augusto Licks, Pedro Mariano, André Abujamra, Luana Camarah, Projeto Chumbo, Paulinho Moska e Zeca Baleiro, padrinho do projeto que tem uma causa social: parte da renda será revertida para uma instituição destinada a pessoas com câncer, em memória às mães dos compositores.
Julies recebe Maneva para cantar sobre amor e respeito

O cantor Julies, queridinho da casa, está com uma novidade inspiradora repleta de amor, sentimento e representatividade! Ao lado do Maneva e pregando a pluralidade do amor, o cantor divulgou o single e clipe Nosso Sentimento. Composta por Julies, Tales de Polli, vocalista do Maneva, e DEKO, produção musical de Thiago Stancev, Nosso Sentimento fala da simplicidade do amor nos pequenos gestos de uma relação. “Essa música fala sobre o verdadeiro significado do amor em uma relação que independe de gênero, sexo, religião ou qualquer pré-conceito. Ele está nos pequenos gestos, nos lençóis da cama encharcados de suor e sentimento, na cumplicidade e na saudade carregada de ansiedade para ter logo em seus braços a pessoa que se ama”, conta Tales. Representativo Inspirado na série Sense 8, um dos maiores sucessos da Netflix, e considerando justa toda forma de amor, o clipe conta história de seis personagens, sem definição sexual, que compartilham de momentos e sensações uns com os outros, reforçando o posicionamento dos artistas de que o amor deve ser celebrado entre as pessoas, independentemente de qualquer pré-conceito. “Vivemos dias sombrios, de intolerância e preconceito. Em cima disso, me senti na obrigação de tentar conscientizar e mostrar que amar independe de cor, gênero ou religião. Parafraseando Lulu Santos, considero justa toda forma de amar e lutarei por este direito. Viva o amor”, conta Julies. Relação entre Julies e Maneva Amigos dentro e fora dos palcos, o lançamento da canção coroa uma história bonita e curiosa entre Julies e Maneva. Isso porque uma das maiores revelações do pop nacional foi assessor de imprensa do grupo de reggae por quase quatro anos e conta que a banda foi peça fundamental para o ponta pé inicial na carreira. “A relação que tenho com o Maneva sempre foi muito além de uma simples amizade ou trabalho, é algo inexplicável! Eles são responsáveis diretamente por tudo que está acontecendo hoje. Eles estão comigo desde a primeira música que lancei! Sempre estiveram lá para me apoiar, tanto que todas as músicas que lancei até hoje foram gravadas por eles e poder lançar um single ao lado deles oficialmente, pessoas que amo muito, faz meu coração transbordar ainda mais de amor”, conta Julies. Tales de Polli, vocalista do Maneva, diz que gravar com Julies é motivo de grande prestígio e alegria devido a amizade entre eles. “Foi uma experiência muito legal gravar com ele! O Julies é um grande amigo nosso que está aparecendo como um dos principais nomes da nova geração do pop e do reggae nacional. Além de gravar, também tive o privilégio de produzir e compor esta música e estou muito feliz com o resultado”.
Debochada, Carol Biazin lança clipe com cara de anos 1980

A cantora Carol Biazin está com mais uma novidade saindo do forno! Pouco mais de um mês após lançar o single Sempre Que Der ao lado de Vitão, a ruiva acaba de divulgar o single Desgrama. Escrita por Biazin em parceria com a cantora DAY e Tiê Castro, Desgrama foi uma das músicas que mais deram trabalho pra cantora até hoje. “Essa foi uma das músicas mais difíceis que já gravei. Usei e abusei bastante dos graves da minha voz, coisa que nunca havia feito. Também estou muito orgulhosa e feliz por mostrar ao mundo um lado debochado e sarcástico que fará parte de 50% do meu álbum de estreia”. Produzida pelo coletivo Los Brasileiros, o single reforça um lado da cantora ainda pouco explorado, o deboche. “Essa música fala de um pedaço bem específico da minha vida, que é bem representado no clipe, e aborda um lado debochado e bem antagônico de canções como Sempre Que Der, que também faz parte do álbum, por exemplo. Nunca achei que poderia fazer algo semelhante, mas tenho me apaixonado cada vez mais por este artista e personagem que estou lapidando dentro deste álbum”, confessa. Videoclipe de Carol Biazin Usando e abusando de inspirações dos anos 1980, o clipe conta a história de uma pop star infeliz com a própria carreira, sendo obrigada a fazer coisas contra sua própria vontade. Com atuação primorosa e cômica de Carol Biazin, o clipe foi dirigido por Ygor de Oliveira, diretor que já trabalhou com nomes como Gabriel Elias, Outro Eu e Carol & Vitoria. “O clipe conta a história de uma pop star cansada de ser obrigada a fazer o que não quer e de ser quem não é. O resultado ficou incrível e estou apaixonada por ele”. Com apenas 23 anos de idade, Carol mostra-se uma grata realidade da nova geração do pop brasileiro. Próxima de lançar seu álbum de estreia no início de 2021, a ruiva é coautora dos singles Pouco de você, do cantor Vitão. Também participou de Juntinho da Rouge, e Complicado, de Vitão e Anitta. Ademais, Carol foi finalista do The Voice 2017 no time da cantora Ivete Sangalo.
The Zasters recebe Alexandre Capilé em Tiny Terror Vol. II

Indie, sintetizadores e uma brincadeira pra lá de divertida com um aplicativo de videochamadas. É assim que a The Zasters divulgou o videoclipe de Tiny Terror vol. II. A faixa conta com participação especial do vocalista e guitarrista da Sugar Kane, Alexandre Capilé. O videoclipe é uma produção da Foca Audiovisual e tem direção de André Barreto. Na oportunidade, a banda realiza uma performance enquanto amigos e fãs interagem com a música. Toda a filmagem ocorreu de forma remota devido à pandemia do covid-19. As sessões de gravação aconteceram da mesma maneira. Assim, a mixagem e a masterização ficaram a cargo do guitarrista da The Zasters, Rafael Luna. Vale pontuar que a faixa foi originalmente lançada em 2017, apenas sob o título de Tiny Terror e integrando o EP This is a Disaster. A baterista Nabila Sukrieh destaca a mudança de título na canção. “Decidimos chamar esse single de Tiny Terror vol. II porque não é apenas uma regravação. Nós mudamos radicalmente a música. Desde os timbres ao arranjo e à interpretação da letra. Tudo tem uma nova estética, já que nos inspiramos em artistas que trazem elementos eletrônicos. Tais como Grimes, Tame Impala, Billie Eilish e Hot Chip”, frisou. Além de Nabila e Rafael, a The Zasters ainda é formada por Juliana Altoé (voz, synth e guitarra) e André Celkevicius (baixo). O grupo está em atividade desde 2015 e ainda divulgou os singles Come See The Band (2019), Going Down (2019) e Meltdown (2020) anteriormente.