Depois de Micheque, Detonautas ataca falsos cristãos em Mala Cheia

O Detonautas Roque Clube segue extremamente crítico em suas letras novas. Após Fica Bem, Carta ao Futuro e Micheque, Tico Santa Cruz e companhia chegam com os dois pés no peito dos “falsos cristãos”. Em Mala Cheia, single lançado nesta sexta-feira (9), a porrada é bem direcionada. “Nem os crente te aguenta mais. Vê se deixa Jesus Cristo em paz. Tu é o próprio satanás. Casa com a Flordélis que é o melhor que você faz“, canta Tico em um dos trechos da faixa. Mala Cheia ganhou um videoclipe que dialoga com os últimos vídeos dos lançamentos anteriores. Realizado pela agência Seven Content, tem direção artística de Tico Santa Cruz e Victor Barão, que também assina a edição. A produção ficou com Fábio Masson e Bruno Alves. “Nosso objetivo é exaltar a figura e a palavra de Jesus Cristo, que pregava a paz, a união, o amor e a caridade. Não estamos contra nenhuma religião, mas nossa referência para Mala Cheia é a passagem de Lucas 19:45-48, que deve ser lembrada. Onde diz: “… Está escrito: A minha casa será casa de oração; mas vocês fizeram dela ‘um covil de ladrões“, reflete o vocalista. Confira o videoclipe de Mala Cheia abaixo.
Goldfinger surpreende fãs com single Wallflower; Ouça!

Após lançar uma série de vídeos de clássicos da banda, todos à distância, o Goldfinger surpreendeu os fãs com um single novo. John Feldmann e companhia divulgaram nesta sexta-feira (9) a faixa Wallflower. A canção é a primeira revelada do novo álbum do Goldfinger, que deve se chamar Don’t Look Back e será lançado pelo selo Big Noise. A previsão é que chegue ao streaming ainda este ano. Em resumo, Wallflower segue um caminho muito parecido com as canções de The Knife, último álbum da banda, lançado em julho de 2017. Em entrevista ao Alt Press, Feldmann disse que lançar o single de surpresa não foi nenhuma estratégia de marketing para divulgar o novo álbum. “Eu escrevo a música e quero que saia, quer dizer, é realmente básico. Eu sinto que somos um legado. Não estou tentando competir com o lançamento de Machine Gun Kelly (Tickets To My Downfall), que fez um álbum fantástico. Goldfinger não está mais naquela estratosfera, então isso é para os fãs. Acabamos de fazer isso para os fãs e espero que as pessoas gostem”. Sobre o último álbum, o vocalista do Goldfinger falou do impacto dele na carreira da banda. “The Knife foi um álbum muito importante para mim, porque foi realmente um álbum que fiz sozinho. Eu trabalho tão intimamente com Travis Barker em tantos projetos, e ele simplesmente me fez o maior favor tocando bateria nisso. Éramos realmente apenas eu e ele. Pelo menos a gênese do projeto era apenas eu e ele. E se tornou um dos meus, se não meu álbum favorito”.
InVersions: Fontaines D.C toca Beach Boys, BENEE recria Amy Winehouse

Para apoiar artistas independentes que estão impossibilitados de fazer shows durante a pandemia, a Deezer lançou o projeto original InVersions : um novo álbum com dez nomes revolucionários da música independente de todo o mundo, interpretando sucessos icônicos em seu próprio estilo único. Entre eles está o incrível Fontaines D.C. InVersions é uma junção cultural na qual alguns dos mais emocionantes artistas alternativos do mundo cruzam gêneros, estilos e fronteiras de maneiras que você nunca ouviu antes. A estrela em ascensão Arlo Parks canta sua primeira música em francês, fazendo um cover de Ta Reine, de Angèle, de uma forma incrivelmente bela. A banda irlandesa Fontaines D.C também fez um retrabalho inesperadamente corajoso à sua desconstrução de Wouldn’t It Be Nice, dos Beach Boys. InVersions destaca também a próxima onda de descobertas indie globais, com o cover cativante do neozelandês BENEE de Back to Black, de Amy Winehouse. Ademais, a versão feita pelo rei do pop alternativo, Gus Dapperton, do clássico dos anos 80 de Bruce Springsteen I’m On Fire. Não menos importante tem o techno colombiano da produtora pop Ela Minus com Venus as a Boy, de Björk. Todos os artistas apresentados no InVersions gravaram seus covers durante a pandemia, mostrando aos fãs um outro lado de sua criatividade em um ano difícil. Em resumo, eles foram escolhidos pela Deezer por seu trabalho inovador na música alternativa e selecionaram suas próprias canções.
Marcelo Callado: ouça novo álbum e confira o faixa a faixa

Cantor, compositor e multi instrumentista, Marcelo Callado transformou isolamento e solidão em múltiplos encontros musicais em seu mais novo álbum, Saída (YB Music). Fruto de um momento de reclusão que inspirou uma série de composições, o quarto disco solo entrega um artista refletindo sobre questões humanas e universais, ao mesmo tempo que muito pessoais. Presença marcante na última década da cena carioca, Marcelo Callado é nome de referência na bateria. Anteriormente, ocupou a função em projetos como a Banda Cê ao lado de Caetano Veloso. Ademais, se apresentou com artistas como Ava Rocha, Alice Caymmi, Branco Mello, Kassin e Jorge Mautner. Abaixo, Marcelo Callado fala um pouco sobre cada uma das faixas de Saída. “Saída veio de um momento sensível e importante na minha vida. Ele foi feito dentro desse período de reclusão, um tempo único, sui generis, onde vários sentimentos diferentes afloraram, e pude ter contato, e muita conversa comigo mesmo. A feitura do disco foi a saída para que me mantivesse nos trilhos, seguindo em frente. Uma coisa curiosa no processo de feitura do álbum foi que apesar do isolamento, é meu disco com mais trocas musicais no processo de composição. Das 12 canções, 9 são parcerias, o que demonstra a importância dos amigos num momento tão delicado”, reflete Marcelo. Faixa a faixa do novo álbum de Marcelo Callado 1. Tudo é natureza A ideia da música, surgiu a partir da leitura do livro Ideias para adiar o fim do mundo do Ailton Krenak, presente da amiga e parceira Rosa Barroso. Inspirado por alguns pensamentos do autor, me pus a refletir e a escrever sobre a importância fundamental do exercício do diálogo em nossa existência, a fala e a escuta, de um modo geral, não só entre uma humanidade homogênea que somos instruídos a crer, mas sim entre tudo que constitui a natureza; nós (e nossas diferenças), a terra, os rios, as montanhas, as árvores, os bichos, o cosmos. 2. Verso vivo Estava assistindo a live do Gilberto Gil, quando no fim ele disse “como diz a mãe de Caetano, Dona Canô: – quem não morre, envelhece”. Me veio a inspiração de escrever algo a partir dessa ideia. Comecei a letra e fiz toda a melodia e harmonia, mas acabei empacando na parte B, não conseguia concluir a ideia. Liguei pra Ava Rocha e pedi ajuda pra terminar. Acho que no dia seguinte ela me mandou o complemento lindo e assim a canção foi finalizada. 3. Assis Bueno 37 É o endereço da casa de minha avó em Botafogo. Casa que já não existe mais fisicamente, mas sim em minha memória e na de meus familiares e amigos mais próximos. Foi uma homenagem a todos que viveram momentos por lá, um local de suma importância em minha vida, e o fato de tê-la escrito e ouvido repetidas vezes, serviu como um acalanto pra alma. 4. Toque de mãe Surgiu de um texto que o Daniel Gnattali, meu eterno cunhado, escreveu no instagram dele no dia das mães. Li o texto e já foi me vindo um ritmo e uma melodia na cabeça. Aí foi só sentar, tirar a harmonia e meter bronca. 5. Curtavida Uma das duas músicas que não foram compostas durante a pandemia. O Bruno di Lullo me pediu alguma letra para musicar há uns 3 anos atrás. Tinha esse poema feito, e mandei pra ele. No dia seguinte ele mandou a música pronta. 6. Borboletas Na mesma conversa que tive com a Ava Rocha, para resolver a letra de Verso vivo, acabamos trocando uma ideia sobre como estava a vida, o momento na pandemia e tal, e contei a ela sobre as dificuldades que estava passando devido ao término de meu relacionamento amoroso. Com uma sensibilidade acima do normal, Ava me mandou a letra inteira da música e o começo da melodia. Peguei o violão terminei a música e fiz apenas algumas inserções de algumas palavras pra acertar a letra na melodia. Amizade é tudo! 7. Agora Créu Numa conversa com o amigo Pedro Montenegro, acabamos constatando que tínhamos alguns versos escritos separadamente que poderíamos juntar numa letra de música só, e assim se deu. Juntei os versos dele com os meus e musiquei-os. 8. À prova Das parcerias pandêmicas, a mais recorrente foi com a Rosa. Acho que fizemos 4 músicas juntos, e trocamos muito sobre muita coisa. Uma delas, a segunda, eu acho, foi essa letra minha que Rosa lindamente musicou. 9. Simbora Outra música da Rosa Barroso a partir de uma letra minha. Nessa Rosa acabou complementando a letra também com a segunda parte dos versos. Numa conversa super informal pelo Instagram sobre outras coisas, acabei chamando a Silvia Machete pra dividir os vocais comigo nessa música. Ela topou e gravou. Adorei! 10. Conte Comigo Parceria com o Bem Gil. Junto com Curtavida, também foi feita anteriormente à pandemia, mais precisamente no fim de 2016. Bem fez a música e me mandou pra letrar, e assim o fiz. 11. O Horror Música triste. Gosto dela, pois além de ter um cello lindo gravado pelo Moreno Veloso, conseguiu juntar na letra a ideia do horror e da dor de uma forma geral com a situação mundial da pandemia, e do descaso do nosso (des)governo, com minha situação pessoal de solidão pós separação. 12. Se quiser que vá Parceria de letra e música com Pedro Sá. Essa é engraçada pois é bem antiga. Começou a ser feita numa passagem de som da turnê do Abraçaço em 2015, mas acabou sendo finalizada somente agora. Foi no tempo certo!
Deadman Dance encanta com EP na bateria, baixo e violino distorcido

Procurando por uma banda nova, autoral e com um trabalho original? Deadman Dance é um power trio paulista que mescla bateria, baixo e, fazendo as vezes de guitarra, um violino altamente distorcido. Do flerte com o grunge, stoner rock, punk e música brasileira, surge uma sonoridade única que pode ser conferida no EP de estreia do projeto, Ticking Clocks pode ser ouvido abaixo. Foi apenas questão de tempo para que o violinista Eduardo Geraissate visse seu trabalho solo, inicialmente instrumental, contar também com letras – inclusive a que originou o nome Deadman Dance -, a bateria de Rafaela Antonelli e, por fim, o baixo de Henrique Codonho. Mas a jornada de Deadman Dance começou bem antes. Eduardo teve seu início na música erudita aos 17 anos, tocando violino em orquestras, óperas e diversas formações dentro do estilo. Após integrar um trio de música instrumental brasileira, optou por seguir o caminho da música popular e a intensificar sua ligação com o rock. Deadman Dance erudito “Desde meu começo no violino e depois na faculdade de música, eu fiquei imerso na música clássica que é inerente do instrumento. E ao longo desse tempo todo, ouvi diversas coisas como ‘você começou a tocar muito velho’, ‘você não toca tão bem assim’, ‘já pensou em mudar de instrumento?’. Quando eu decidi por começar o projeto, era algo solo, para dar vazão à ideias que eu carregava dentro de mim, mas que não tinha pra onde jogar. Iniciei fazendo loops sozinho, melodias, harmonias, até que resolvi enfiar uma letra, retomando um hábito de escrever que eu tinha deixado pra trás, quando comecei a estudar música. Só que eu sempre gostei da energia do rock, da crueza, quase um tapa na cara”, conta Eduardo. De projeto solo a coletivo, Deadman Dance se consolidou na sua atual formação em 2018. A proposta do grupo é desconstruir o formato clássico de um trio de rock. Em resumo, isso acontece quando usa o contraste de sonoridades cruas com o caráter inovador do violino. “As nossas influências vem desde Nirvana, Queens of the Stone Age, Radiohead, Far From Alaska, Joy Division, quanto da música popular brasileira. O nosso som vai no contrário da música de orquestra, sendo direto, rápido e agressivo em boa parte das vezes. Aqui o violino abandona o conceito de instrumento melódico, cuidando na maioria das vezes da parte harmônica, com o baixo fazendo as melodias entremeadas. A bateria aparece e costura tudo com precisão, preenchendo as frestas que ficam em aberto e dando o ritmo das músicas”, entrega Geraissate.
Elogiado por Eddie Vedder, carioca Black Circle estreia com Mercury

Quando vejo uma banda cover deixar a homenagem de lado e apostar em um trabalho autoral de alto nível, a recepção não pode ser melhor. A carioca Black Circle ganhou notoriedade por tocar clássicos do Pearl Jam pelo Brasil todo. Agora, no entanto, investe pesado no álbum próprio, Mercury, o primeiro da carreira. São dez faixas que comprovam a qualidade dos integrantes, que já foram elogiados por Eddie Vedder, a esposa Jill e Mike McCready (guitarrista do Pearl Jam). “Vivemos um momento de experimentação. Fomos introduzindo música por música, temperando o show do tributo com as nossas composições. Fazíamos uma hora de Pearl Jam e, quando a plateia estava dentraço, tocávamos uma nossa. Nisso, percebemos que muitas pessoas desenvolveram um interesse genuíno pelos novos sons que mostrávamos”, rebobina o guitarrista Luiz Caetano. Black Circle na gringa Um pouco antes da pandemia, finalizar este disco virou a prioridade da banda. A nova realidade (que acomoda o virtual como nunca antes na história) fez com que eles gravassem as duas últimas faixas com cada músico de sua casa o que, de certa forma, abriu os horizontes. “Sempre pensávamos em direcionar o trabalho pra fora do Brasil, tanto que optamos por escrever em inglês. Durante a pandemia, nossa interação com fãs de outros países aumentou consideravelmente. Foi quando tivemos a certeza que a obra precisava ser universal”, conta o vocalista Lenny Prado. O álbum foi masterizado por Chris Hanszek, que já trabalhou com Soundgarden e Mudhoney e foi uma figura importante da cena grunge de Seattle dos anos 1980 e 1990. Dentre as autorais do Black Circle também há um cover de Love, reign o’er me, do The Who que, em 2008, ganhou uma releitura do Pearl Jam. “Decidimos fazer essa versão de um clássico de uma banda dos anos 1960 e 1970 porque também bebemos nessas fontes”, pontua Sérgio Filho. Aos fãs do tributo ao Pearl Jam, o Black Circle promete manter a homenagem nos shows. No entanto, as apresentações terão um plus do trabalho autoral dos cariocas. Que estreia incrível!
Cigana retoma nostálgico com EP Tudo Que Há de Novo

Desconstruir para se reconstruir. Essa foi a jornada da banda Cigana em seu novo EP, Tudo Que Há de Novo, que chegou nesta sexta-feira (9) às plataformas de streaming. As reflexões que aparecem nas composições – imersas em temas como o passar do tempo, a nostalgia e a existência humana -, se desdobram em nova sonoridade. Em resumo, a criação livre totalmente à distância deu lugar a canções guiadas por sensações. Sai o peso das guitarras, entra a sutileza dos beats. O som intenso construído no primeiro disco da Cigana, Todos os Nós, veio de jams, ensaios, criações coletivas sobre improvisos em grupo que resultaram em um som entre a música brasileira e a psicodelia. Agora, no entanto, com a banda totalmente dispersa e trabalhando individualmente de suas casas, foi uma oportunidade de buscar novos elementos sonoros com a ajuda do produtor FLOWERZ. “Nós produzimos esse trabalho de uma maneira totalmente diferente do que em nosso álbum Todos os Nós – enxergamos as músicas como beats, não nos limitamos ao formato clássico de banda para compor os arranjos das músicas e isso acrescentou muito. Prestamos mais atenção para grooves e construção de camadas”, reflete Matheus Pinheiro. Além dele, Cigana é formada por Caique Redondano, Pedro Baptistella, Victoria Groppo e Felipe Santos. O EP Tudo Que Há de Novo vem para somar à discografia da Cigana. Anteriormente, o grupo lançou o álbum Todos os Nós e os EPs Sinestesia (2014) e A Torre (2015). Ademais, divulgaram o single Natureza, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto Original’s Studio.
Ouça Shot In The Dark, a primeira prévia do novo álbum do AC/DC

No dia 13 de novembro de 2020, o AC/DC lançará seu décimo sétimo álbum, Power Up. A primeira prévia do disco, que já está em pré-venda, foi divulgada nesta quarta-feira (7). O single escolhido é Shot In The Dark, que mantém a energia vibrante dos australianos. A música traz o line up formado por Angus Young (guitarrista), Brian Johnson (vocalista), Cliff Williams (baixista), Phil Rudd (baterista) e Stevie Young (guitarrista), aquecendo todas as turbinas mais uma vez. Para este álbum, a banda se reuniu com o produtor Brendan O’Brien, que dirigiu Black Ice, de 2008, e Rock Or Bust, de 2014. Carregados de energia até a próxima década, o AC/DC editou 12 faixas novas para o álbum. Power Up é o primeiro álbum do AC/DC desde a morte do guitarrista e um dos fundadores da banda, Malcolm Young, em 2017. Young já estava afastado da banda desde 2014, em função do seu sofrimento com a demência. Nos últimos anos de vida, ele permaneceu completamente recluso. Angus já adiantou que todas as faixas de Power Up estão creditadas ao irmão. “Acho que ele ficaria orgulhoso do trabalho que fizemos por ele. Até o título que damos, Power Up, o resume muito bem também. Quando ele colocou aquele violão, ele era um grande violão. Colocando desta forma: quando ele tocava violão, parecia que havia duas pessoas tocando”, declarou ao USA Today. Shot In The Dark e a volta de Brian Johnson O novo álbum também marca o reencontro de Brian Johnson com os companheiros. Em 8 de março de 2016, ele foi afastado do AC/DC após laudos médicos comprovarem que ele poderia perder totalmente a audição se prosseguisse com as turnês. Imediatamente, o AC/DC surpreendeu o mundo ao convocar Axl Rose para assumir o vocal de forma temporária. “Os membros da banda gostariam de agradecer Brian Johnson por sua contribuição e dedicação à banda ao longo desses anos. Desejamos a ele tudo de melhor com seus problemas auditivos e projetos futuros. Queremos que esta turnê termine como começou, entendemos, respeitamos e apoiamos a decisão de Brian de interromper a turnê e salvar a sua audição. Estamos dedicados a cumprir o resto de nossos compromissos de turnê para todos que nos apoiaram ao longo dos anos, e somos afortunados que Axl Rose gentilmente ofereceu seu apoio para nos ajudar a cumprir esse compromisso”, declarou a banda à época. Mas os problemas ficaram pra trás. Em entrevista para o Loudwire, Brian Johnson comentou o retorno ao AC/DC. “Quem teria pensado? Mas aqui estamos e muito orgulhosos disso. Três anos atrás, poderia não ter sido possível. Mas o vínculo na banda é tão forte que, alguns podem dizer que é inevitável, mas o fato é que estamos muito feliz por estarmos aqui agora”. Faixas do Power Up RealizeRejectionShot In The DarkThrough The Mists Of TimeKick You When You’re DownWitch’s SpellDemon FireWild ReputationNo Man’s LandSystems DownMoney ShotCode Red
Filme sobre Plebe Rude vence prêmio no 5º Santos Film Fest

Após oito dias intensos e repercussão Brasil afora, o 5º Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos chegou ao fim na noite desta terça-feira (6). Foram 67 produções exibidas, oito atividades formativas, além dos bate-papos diários, todas as manhãs, com os cineastas responsáveis pelos filmes das mostras competitivas. Os homenageados desta edição foram o ator Paulo Betti, a atriz e diretora Julia Katharine e o cineasta Sergio Rezende. O diretor do festival André Azenha e o professor Eduardo Rubi Cavalcanti (da Unisantos e membro do júri da mostra regional) anunciaram os premiados de 14 categorias em live transmitida no Facebook e no Youtube do evento. Todos os troféus levam o nome de Toninho Campos, do Cine Roxy, figura fundamental na propagação do cinema e do audiovisual na região. O filme A Plebe é Rude, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa, recebeu o troféu Toninho Campos do voto popular na mostra Hoje é Dia de Rock, Bebê. A votação ocorreu no site Blog n’ Roll. O longa concorreu com outros dois filmes: A Canção do Tempo (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García), e Os Caubóis do Apocalipse (SP, longa, comédia, também de Diego. O cineasta ainda recebeu o troféu humanitário pelo filme Selvagem, ficção que aborda as manifestações estudantis de 2015. No fim dos anos 1970, amigos brasilienses conhecem o movimento punk e resolvem montar suas próprias bandas. O que se iniciou como uma fuga para combater o tédio deu origem ao Plebe Rude. O grande premiado desta edição foi “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), que levou os prêmios do júri de melhor longa-metragem e melhor diretor (para Pablo Lopes Guelli). O filme aborda em tom crítico as fake News e o atual governo federal. Voto popular Pelo voto popular, o melhor longa-metragem escolhido foi O Samba é Primo do Jazz (RJ), de Angela Zoé, documentário sobre a vida e obra da cantora Alcione. Angela já havia vencido o prêmio de melhor longa do júri em 2018 por Henfil, documentário biográfico do famoso cartunista. Na mostra nacional/internacional de curtas-metragens os prêmios foram para Sofia (Portugal, de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana), prêmio de melhor curta pelo júri, melhor direção pelo júri para Marília Nogueira (Angela), da mineira Marilia Nogueira, e o voto popular de melhor curta ficou com Um Dia Frio (PR, animação/drama, de Victor Percy). Dentro da Mostra Regional, o Instituto Querô destacou-se com cinco dos seis filmes selecionados e leva a principal categoria, de melhor filme Baixada Santista pelo júri: Vila dos Pescadores (Santos, documentário, de Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva). O prêmio de melhor direção Baixada Santista foi para Thomas Aguina, por Projeção (Praia Grande). Já o voto popular de melhor filme regional ficou com Blandina (Santos, drama, de Arthur Micheloto). “É fundamental defendermos espaços públicos e sociais que tenham visão independente e sejam capazes de promover inclusão pela cultura. Com este resultado percebemos que o principal espaço para aprender cinema na região é uma ONG”, ressalta o diretor do SFF, André Azenha. “Estamos orgulhosos com a repercussão desta edição, que chegou a ter filmes vistos nos Estados Unidos, China, países da América do Sul e da Europa”, destaca a diretora do evento Paula Azenha. “O Santos Film Fest arrasou. Nunca tive tanto retorno sobre os meus filmes como nesta semana do festival”, celebra o diretor Diego da Costa, premiado duas vezes por “A Plebe é Rude” e “Selvagem” e que ainda participou da Mostra Rock com “Os Caubóis do Apocalipse”. Lista completa de premiados: – Longa-Metragem – Júri – “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), de Pablo Lopes Guelli – Curta-Metragem – Júri – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana – Direção de Longa-Metragem – Júri – Pablo Lopes Guelli – Direção de Curta-Metragem – Júri – Marília Nogueira (“Angela”) – Curta-Metragem – Voto Popular – “Um Dia Frio” (PR, animação/drama, de Victor Percy – Longa-Metragem – Voto Popular – “O Samba é Primo do Jazz” (RJ), de Angela Zoé – Filme Baixada Santista – Júri – “Vila dos Pescadores” (Santos), Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva – Direção Baixada Santista – Júri – Thomas Aguina (“Projeção”, Praia Grande) – Filme Baixada Santista – Voto Popular – “Blandina” – Santos, drama, de Arthur Micheloto – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – “Selvagem”, SP, de Diego da Costa – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – Voto Popular – “Tranças”, BA, de Livia Sampaio – Filmes de Rock (voto popular do Blog n’ Roll) – “A Plebe é Rude”, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – “A Canção do Tempo” (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García) – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – Voto Popular – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana