Origami Aquém estreia com álbum enérgico e bem humorado, “O Pior dos Origamis”

A banda Origami Aquém solidifica sua trajetória no cenário musical e alternativo nacional com seu álbum de estreia, O Pior dos Origamis. Mesclando a urgência do rock com letras irreverentes, o grupo lança seu primeiro trabalho pelo selo Caravela Records, juntamente de um clipe para a faixa Tarot. A Origami Aquém é uma banda sergipana que vem se destacando para além da cena local. Depois de ganhar renome com shows na orla da cidade, o quarteto logo passou a dividir os palcos com bandas novas e já renomadas da região. Agora, os músicos estão prontos para mostrar a força do “rock serigy” para muito além de suas fronteiras com o álbum O Pior dos Origamis. São dez faixas onde rock, folk e garage rock se encontram, numa mescla de canções radiofônicas com apelo pop e outras mais experimentais e ruidosas. Após cinco singles que marcaram a estreia de Origami Aquém – Esteriótipo e Mente Vazia, de 2021; e Lixo Espacial, Mate o Amor e Rei de Nada, este ano -, o disco chega com oito faixas inéditas. “A estética do álbum foi definida ainda durante o lançamento do segundo single da banda, Mente Vazia. A foto de capa pulando sobre uma placa de ‘pare’ fez com que recebêssemos uma intimação judicial por vandalismo. Tivemos que ir na delegacia numa segunda feira, 7 da manhã, explicar que já encontramos a placa caída no chão num terreno baldio perto do local da foto e que não arrancamos ela do chão. Esse ocorrido engraçado nos fez pensar em lançar um álbum com estética de prisão, como se fôssemos astros do rock dos anos 70 e tivéssemos ido em cana por matar o amor”, explica o vocalista, Serjo. Além dele, a banda é formada por Galego, Murillo e Árabe. O bom humor ganhou espaço desde o título do álbum. Originalmente pensado como uma série de singles, o álbum O Pior dos Origamis buscou inspiração no rock gaúcho de bandas como Cachorro Grande, Bidê ou Balde e artistas como Júpiter Maçã. Essas referências foram mescladas ao rock alternativo e grunge. “O resultado ficou bem interessante… Um indie rock mais comercial e menos engessado, fugindo do estereótipo que é imposto pela estética sonora da cena indie atual”, sintetiza Serjo.

Artista carioca faz clipe em forma de stories mostrando término de modo lúdico

Diego Tavares segue transformando em música as nossas mais sensíveis vulnerabilidades. É o caso no novo single, Tentei Lembrar, uma canção de amor agridoce que revisita as memórias de um relacionamento após o fim. A melancolia da letra contrasta com a interpretação lúdica que a canção ganha no clipe. Entre emojis, objetos cênicos, figurinos e fantoches, o artista canta o apego às lembranças mais cotidianas de uma relação. O vídeo mexe com referências divertidas, ao mesmo tempo que traz metáforas visuais, que vão da estranheza ao cômico, além de uma grande quantidade de easter eggs e mensagens subliminares. Pensado como uma série de stories, o clipe é uma sequência de vídeos curtos que funcionam em conjunto ou separadamente. Cada cena é uma historieta que dialoga com plataformas como TikTok e os reels, do Instagram, onde tudo acontece em poucos segundos. A confusão temporal da canção se torna uma brincadeira com a própria narrativa acelerada, onde o improvável surpreende a cada novo elemento que entra em cena. Tentei Lembrar faz parte de uma sequência de lançamentos de Diego Tavares. Após consolidar sua carreira solo em 2021, com o disco de estreia 3 Invernos, o artista carioca radicado em São Paulo está em uma nova e prolífica fase, evoluindo sua estética sonora, lírica e visual. Diego já lançou este ano Antes de me deixar, parceria inédita com a cantora Lara Aufranc, além de um vídeo intimista e acústico para a faixa-título de seu primeiro álbum. Agora, Tentei Lembrar abre mais um capítulo nessa história. A passagem do tempo, as despedidas e os recomeços são presença constante no trabalho de Diego Tavares, o que faz de suas composições diálogos diretos sobre os dilemas existenciais de toda uma geração em busca de novos caminhos. Seu trabalho solo é justamente uma procura por outras formas de criar. Depois de integrar bandas na cena carioca, o artista se voltou para o indie folk e, agora, passa a incorporar ainda mais elementos da música brasileira em seus lançamentos mais recentes. O resultado é uma série de singles onde mescla uma forte voz de compositor e autor, juntamente da sua expressão enquanto intérprete. Para celebrar este novo momento, Diego recebe em Tentei Lembrar os arranjos, mixagem, guitarra, baixo e sintetizadores de Fabio Barros; bateria de Arquétipo Rafa; e masterização de Carlos Freitas. Gustavo Pelota e Rodolfo Lacerda assinam a direção do clipe para a Fósforo Filmes.

João Mantuano traz delicadeza nos acordes e sutilezas na letra de Regresso

Regresso é a nova música do cantor e compositor João Mantuano, que em 2020 lançou o elogiado disco – e indicado ao Grammy Latino – Chico Chico e João Mantuano, em parceria com Chico Chico. Nesta nova música, mais um lançamento do selo Toca Discos, com produção de Felipe Rodarte, Mantuano mostra uma MPB folk de acordes delicados e sutileza na letra para tratar do retorno ao ofício das melodias com a flexibilização da pandemia. Mantuano conta que a harmonia de Regresso existe desde 2010. “Foi a canção que mais demorei para terminar. Venho mudando e moldando sua letra e forma há anos, até que finalmente uma letra surgiu junto a nova melodia”. Regresso é baseada em ritmos latinos, mantendo a característica de uma MPB folk. A delicadeza dos acordes se adequou às sutilezas que a letra propõe, sem perder a força nos momentos mai rigorosos. A poesia fala sobre momentos que nos sentimos sós, como ressalta Mantuano, momentos em que tudo parece estar escuro em volta e tudo que você tem é o calor da própria alma cansada, enfrentar o mar e arriscar a vida para voltar a terra firme. Por isso se chama Regresso: a pequena embarcação voltando na escuridão longínqua, solitária e calma, após ser arrastado para longe por uma tormenta. “A volta à terra pode significar um novo sacrifício, que também pode custar sua vida. Uso essa canção, pessoalmente, para voltar ao mundo da música depois de tanta luta nesse processo pós-pandêmico”, ele reflete.

The 1975 lança I’m in Love With You, terceiro single do novo álbum; ouça!

The 1975 lançou I’m In Love With You – a terceira faixa de seu aguardado novo álbum Being Funny In A Foreign Language. I’m In Love With You segue os lançamentos recentes Happiness e Part Of The Band, o single de retorno da banda. Todas as três faixas farão parte de Being Funny In A Foreign Language, o quinto álbum de estúdio da banda, previsto para 14 de outubro pela Dirty Hit e disponível para pré-venda agora no site oficial da banda. Em apoio ao Being Funny In A Foreign Language, a banda também anunciou detalhes da parte do Reino Unido e Irlanda de sua turnê At Their Very Best em janeiro de 2023. Os ingressos já estão disponíveis via pré-venda. The 1975 fez seu esperado retorno ao vivo no mês passado, se apresentando no maior festival de rock do Japão, Summer Sonic 2022, em Tóquio e Osaka, antes de retornar para dois triunfantes slots no Reading & Leeds Festival. A banda cairá na estrada novamente em novembro e dezembro para a parte norte-americana de sua turnê At Their Very Best. Being Funny In A Foreign Language 1. The 1975 2. Happiness 3. Looking For Somebody (To Love) 4. Part Of The Band 5. Oh Caroline 6. I’m In Love With You 7. All I Need To Hear 8. Wintering 9. Human Too 10. About You 11. When We Are Together

Nickelback anuncia primeiro álbum em cinco anos e libera San Quentin

O Nickelback se prepara para lançar seu décimo álbum de estúdio. Get Rollin’, o primeiro disco em cinco anos, tem lançamento previsto para o dia 18 de novembro via BMG e foi antecipado pela faixa que abre o trabalho, San Quentin. O single chega junto de um lyric video. San Quentin é um faixa pesada e urgente que dialoga com o histórico da banda canadense de unir baladas poderosas com faixas para bater-cabeça em seus álbuns. A canção surgiu depois que o vocalista Chad Kroeger conheceu um diretor da prisão de segurança máxima da Califórnia e ouviu suas histórias. A faixa narra um plano desesperado de fuga. “Passamos os últimos anos gravando em um ritmo que nos deu liberdade para criar sem pressa e mal podemos esperar para que todos ouçam as novas músicas”, conta a banda. “Sentimos falta do contato com o público e estamos ansiosos para dar vida às novas músicas no palco, então vamos fazer rolar!” Considerada pela Billboard em 2009 a banda de rock mais bem sucedida da década, o Nickelback é o 11º artista mais vendido de todos os tempos, contando com mais de 50 milhões de discos vendidos e mais de 4,7 bilhões de streams de carreira até hoje. Com clássicos como How You Remind Me, Rockstar, Far Away e Photograph, a banda lançou 23 singles que chegaram no topo das paradas, com 19 deles alcançando o Billboard Hot 100. Tracklist: San Quentin Skinny Little Missy Those Days High Time Vegas Bomb Tidal Wave Does Heaven Even Know You’re Missing? Steel Still Rusts Horizon 10.Standing In The Dark Just One More High Time (Acoustic) * Does Heaven Even Know You’re Missing? (Acoustic) * Just One More (Acoustic) * Horizon (Acoustic) *

Coldplay anuncia transmissão ao vivo de show em Buenos Aires; saiba como assistir

O Coldplay anunciou nesta quinta-feira (8) uma transmissão especial ao vivo da espetacular turnê mundial Music Of The Spheres World Tour diretamente do estádio do River Plate, em Buenos Aires. O evento será exibido em todo o mundo em milhares de cinemas em mais de 70 países nos dias 28 e 29 de outubro em parceria com a Trafalgar Releasing, que também é produtora executiva ao lado de CJ 4DPlex. O evento dará aos fãs da banda a chance de experimentar ao vivo o aclamado show Music Of The Spheres que vendeu mais de 5,4 milhões de ingressos. No show, a banda apresenta sucessos clássicos da carreira, incluindo Yellow, The Scientist, Fix You, Viva La Vida, A Sky Full Of Stars e My Universe em um estádio repleto de luzes, lasers, fogos de artifício e pulseiras de LED – todos combinam para tornar os shows do Coldplay uma experiência inesquecível. Esta apresentação em longa-metragem será dirigida pelo aclamado diretor vencedor do BAFTA e indicado ao Grammy Paul Dugdale. Os ingressos para o evento – a primeira transmissão mundial ao vivo de um show da América Latina – estarão disponíveis em 15 de setembro às 15h no site do show (onde os fãs também podem se inscrever agora para obter atualizações e informações).

Metronomy retorna ao Brasil com shows em SP e RJ; veja preços e datas

O grupo inglês de eletropop Metronomy confirmou dois shows no Brasil. A banda liderada por Joseph Mount sobe ao palco no dia 3 de dezembro, no Pavilhão Pacaembu, em São Paulo; e no dia 4 de dezembro, no Sacadura 154, no Rio de Janeiro. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial (com taxas). Queridinho no meio alternativo, o Metronomy veio ao Brasil, pela última vez, em 2019, também por meio do Popload Gig. Naquela ocasião, o quinteto afirmou em entrevista: “Qualquer chance que temos de voltar ao Brasil, nós sentimos que precisamos aceitar”. Então eis o retorno. O grupo passa por aqui com a turnê Metronomy Tour 2022, que atravessa a América Latina após uma temporada nos Estados Unidos. Em fevereiro, a banda lançou o seu sétimo álbum de estúdio: Small Word (2022) — e que motivou a nova tour. Gravado durante a pandemia, o disco é um trabalho com tom otimista e pessoal. Em entrevista à imprensa, em fevereiro, o vocalista Joseph Mount explicou: “Eu queria que ele fosse mais aberto e pessoal, é algo que você pode fazer quando já está consagrado”. Nos shows em São Paulo e no Rio de Janeiro, o Metronomy apresenta o leque de canções que marcam a sua trajetória, incluindo The Look, The Bay e, claro, o repertório do último álbum. “Esta é a quarta vez que trazemos o Metronomy para tocar no Brasil e espero que não seja a última. O show deles é sempre muito bom e animado. Enquanto a banda estiver na ativa e lançando discos bons, a gente sempre vai considerar a vinda dela para um show da Popload”, afirma Lucio Ribeiro, idealizador do Popload. ServiçoPOPLOAD GIG com Metronomy @ São Paulo Data: 3 de dezembro (sábado) Local: Pavilhão Pacaembu Endereço: Praça Charles Miller, s/nº, Pacaembu Horário: 20h30 Abertura dos portões: 18h30 Classificação etária: Entre 10 e 15 anos, a entrada é permitida se acompanhado do responsável legal. A partir dos 16 anos permitida a entrada desacompanhado.Ingressos: Pista: R$ 390,00 (inteira) | R$ 214,50 (entrada social) | R$ 195,00 (meia-entrada) Link de vendas (com taxa de conveniência) POPLOAD GIG com Metronomy @ Rio de Janeiro Data: 4 de dezembro (domingo) Local: Sacadura 154 Endereço: R. Sacadura Cabral, 154 – Saúde, Rio de Janeiro Horário: 20h30 Abertura dos portões: 18h30 Classificação etária: De 10 a 14 anos acompanhado dos responsáveis legais e a partir de 15 desacompanhado. Vedada a entrada de menores de 10 anos. Ingressos Pista: R$ 390,00 (inteira) | R$ 214,50 (entrada social) | R$ 195,00 (meia-entrada) Camarote: R$ 490,00 (inteira) | R$ 269,50 (entrada social) | R$ 245,00 (meia-entrada) Link de vendas (com taxa de conveniência)

Avril Lavigne faz show compacto, mas repleto de hits em São Paulo; confira review

Já se passaram 20 anos desde o lançamento do álbum de estreia de Avril Lavigne, Let Go, que estourou mundialmente com hits como Complicated e Sk8er Boi. Agora, em sua quinta vez no Brasil, a cantora canadense retorna renovada e com um álbum repleto de energia e sucessos em potencial. Na quarta-feira (7), Avril Lavigne apresentou um show sucinto, com 1h10 de duração, no Espaço Unimed, em São Paulo. Alguns fãs se queixaram de ser pequeno, mas foi suficiente para apresentar as faixas de trabalho de Love Sux (2022) e passear por outros cinco álbuns da carreira. Nas 14 faixas tocadas, a cantora deu uma atenção maior a Love Sux e Let Go, com cinco e quatro faixas respectivamente. Goodbye Lullaby (2011). Os demais discos foram representados pelos seus maiores hits. Acompanhada de uma banda cheia de energia, a Rainha do Pop Punk, responsável por popularizar o gênero entre as mulheres, ainda guardou uma surpresa para o fim, tocando Avalanche, de Love Sux, pela primeira vez em um show. Duas décadas depois de surgir na música, Avril Lavigne segue com o mesmo rosto. Parece não ter envelhecido nada. A energia e disposição no palco idem. Corre, chuta os balões de ar e conversa com o público diversas vezes. A disposição do set também é interessante. Inicia com dois dos carros-chefes de Love Sux (Cannonball e Bite Me), antes de intercalar os hits de todos os álbuns. Antes de iniciar Complicated, Avril Lavigne sentou no palco da bateria e agradeceu aos fãs pelo apoio nos últimos 20 anos, ouvindo todos os discos e curtindo fase a fase. Por fim, vale ressaltar que Avril se provou autêntica mais uma vez. Não só pelo show, mas pelo novo álbum, com produção de Travis Barker (baterista do blink-182), John Feldmann (vocalista do Goldfinger) e o rapper Mod Sun. Esse trio conseguiu extrair o melhor da cantora, equilibrando a nostalgia do pop punk do início dos anos 2000 com uma dose de inovação. Edit this setlist | More Avril Lavigne setlists Abertura de Avril Lavigne Antes de Avril Lavigne subir ao palco, a cantora Day Limns se mostrou a escolha mais acertada possível para abrir a noite. Fã de carteirinha da canadense, ela não escondeu em momento algum a satisfação de estar ali. “Isso é um sonho sendo realizado. Eu esperei por isso desde os meus sete anos”, disse durante a apresentação. Foram 30 minutos de show e uma oportunidade única de apresentar o álbum de estreia, Bem-vindo ao Clube, que conversa perfeitamente com o público de Avril. Day, aliás, teve um grande feedback da plateia. Foi acompanhada em coro em sua versão para Na Estante, de Pitty, além de ter seu pedido atendido por lanternas de smartphones em Dilúvio, que veio logo na sequência. Suas principais canções foram deixadas para o fim, com Clube dos Sonhos Frustrados e Finais Mentem. Na primeira, Day mostrou sua camiseta personalizada para o show, com a frase “Clube dos Sonhos Realizados”. “Acreditem no sonho de vocês. Eu não fui nas quatro primeiras vezes que a Avril veio ao Brasil, mas eu disse que a quinta seria especial. E hoje estou aqui. Tuitei isso na última vez que ela veio. Eu juro”.