Dropkick Murphys libera versão comovente de We Shall Overcome

O Dropkick Murphys lançou uma versão comovente de We Shall Overcome como um single junto com um poderoso videoclipe. A música está entrelaçada na história americana – não apenas como célebre hino do Movimento dos Direitos Civis Americanos do final dos anos 1950 e 1960, mas também como uma música de protesto no movimento trabalhista anterior. Tanto a história quanto a mensagem da música ressoaram com Dropkick Murphys, campeões de longa data dos oprimidos e da classe trabalhadora. O lyric video de We Shall Overcome abre com o áudio sombrio, mas esperançoso, apelo de Robert F. Kennedy por unidade e compaixão em Indianapolis no dia do assassinato de Martin Luther King Jr. Quando a música começa, imagens em preto e branco de Dropkick Murphys são intercaladas com uma montagem de fotos históricas e imagens de movimentos de protesto americano – dos direitos civis e movimentos de sufrágio feminino a trabalhadores em greve nos piquetes. “Sempre achei essa música de protesto tão poderosa como todos sabemos por sua importância nos movimentos de direitos civis e trabalhistas, mas o que mais amo é sua positividade. A mensagem de esperança é necessária agora mais do que nunca”, diz o fundador e co-vocalista do Dropkick Murphys, Ken Casey. “Além disso, ninguém fez uma versão de rock barulhenta e poderosa – então só precisava acontecer!” Na última sexta (18), o Dropkick Murphys lançou uma edição expandida apenas digital de seu álbum Turn Up That Dial. O disco apresenta três faixas bônus, incluindo We Shall Overcome e os b-sides lançados anteriormente, as músicas cover James Connolly (por Larry Kirwan) e The Bonny (por Gerry Cinnamon). O décimo álbum de estúdio de Dropkick Murphys, Turn Up That Dial foi lançado originalmente em 30 de abril de 2021 pela própria Born & Bred Records da DKM. Apresentando faixas como Smash Sh*t Up, Mick Jones Nicked My Pudding e Good As Gold, Turn Up That Dial foi o quarto álbum consecutivo de DKM no Top 10 da Billboard, juntando-se a 11 Short Stories Of Pain & Glory (2017), Signed and Sealed in Blood (2013), além de Going Out In Style (2011).
Apocalyptica convida Geezer Butler, do Black Sabbath, para I’ll Get Through It

O quarteto finlandês de cello metal Apocalyptica celebrou novamente uma parceria com alguns dos maiores nomes do rock para lançar o single I’ll Get Through It. A música, escrita para a banda pela premiada compositora norte-americana Diane Warren, conta com a participação de Franky Perez – vocalista convidado no disco de 2015 do Apocalytica, Shadowmaker – assim como Geezer Butler, do Black Sabbath, no baixo. I’ll Get Through It pode ser encontrada em todas as plataformas digitais de streaming. O Apocalyptica fará uma turnê extensa nos Estados Unidos em 2022 e também tocará em vários festivais de verão, entre outras datas, antes de ir à Europa com a apropriadamente nomeada Epic Apocalypse Tour ao lado de Epica e Wheel. A música nasceu depois de uma visita que Geezer e Franky fizeram à sua amiga Diane, que já havia escrito a faixa Not Strong Enough para o Apocalyptica, incluída no seu álbum de 2010, 7th Symphony. “Franky e eu estávamos visitando a minha amiga, Diane Warren, no seu estúdio. Ele tocou essa música para nós, dizendo que achava que funcionaria bem com a voz do Frankie. Ele tentou na hora. Adoramos. O Franky então sugeriu que a enviássemos ao Apocalyptica. Eles a amaram e o resto é história”, comenta Geezer. Franky Perez teve o mesmo sentimento de entusiasmo após ouvir a faixa pela primeira vez. “Soube que essa música era especial a partir do momento em que a Diane Warren a tocou para mim e o Geezer. Tanto que enquadrei a letra daquela sessão no dia seguinte. Está pendurada na minha parede desde então. Essa música fala comigo em termos de letra, o que proporcionou uma performance honesta. Musicalmente, não há uma colaboração melhor que o Geezer e o Apocalyptica para fazer jus à música. Sinto que tenho muita sorte por ser parte dela”.
Charli XCX lança o disco Crash com os pés nos anos 1980

A cantora Charli XCX lançou Crash, seu aguardado álbum, na última sexta-feira (18). Esse é o quinto e último álbum de seu contrato com a gravadora. Aliás, ela também lança New Shapes, apresentando Caroline Polachek e Christine and the Queens, e anunciou sua turnê europeia e pela América do Norte, com ingressos disponíveis para pré-venda para 10 de novembro. Sobre o disco, Charlie declara que conseguiu possuir e persuadir um incrível grupo de produtores e colaboradores para participara da obra. “Alguns dos participantes são A. G. Cook, George Daniel, Deaton Chris Anthony, Lotus IV, Caroline Polachek, Christine and the Queens, Oscar Holter, Digital Farm Animals, Rina Sawayama, Ian Kirkpatrik, Jason Evigan, Justin Raisen, Ariel Rechtshaid, Ilya, Oneohtrix Point Never, Jon Shave and Mike Wise. Eles vão ficar presos no meu porão para sempre”, comenta.
Bad Wolves lança EP If Tomorrow Never Comes

O Bad Wolves lançou o EP If Tomorrow Never Comes, via Better Noise Music, na última sexta-feira (18). O trabalho vem com três versões da faixa-título: a original, uma acústica e outra com a participação de Spencer Charnas, do Ice Nine Kills. Aparecendo na trilha sonora de The Retaliators, um filme da Better Noise que será lançado nos próximos meses, os fãs serão presenteados com um novo visual com imagens do filme em breve. A faixa-título do EP é o segundo single da banda de seu aclamado terceiro álbum, Dear Monsters. If Tomorrow Never Comes possui mais de 4 milhões de streams até o momento e crescendo constantemente nas rádios, uma vez que agora é uma tendência no Top 20. Seu último trabalho, que recebeu mais de 20 milhões de streams, foi lançado no ano passado e apresentou oficialmente o novo vocalista DL. Empolgado por estar na estrada se reconectando com os fãs e compartilhando mais músicas, o vocalista DL celebrou. “If Tomorrow Never Comes é uma música sobre autorreflexão, pergunta a si mesmo sobre quem apareceria no seu funeral e o que eles diriam sobre você. Foi muito divertido colocar os vocais de Spencer Charnas na música. Queríamos colaborar com ele, e saiu melhor do que jamais poderíamos imaginar. Tem um ritmo enérgico e a mensagem por trás disso é lembrar ao ouvinte que nenhum de nós tem garantia de acordar amanhã, então viva cada dia com integridade, sem arrependimentos e esteja presente e trate hoje como se fosse o último. Estamos empolgados para que os fãs ouçam nossas novas versões dessa música neste novo EP”. O vocalista do Ice Nine Kills, Spencer Charnas, que é destaque em uma das faixas, comentou sobre a colaboração. “A história entre Ice Nine Kills e Bad Wolves é antiga, então já era hora de uma faixa juntos. Foi uma explosão estar em uma música já incrível com uma mensagem importante sobre a vida de hoje. Estava empolgado para ouvir como a colaboração final se encaixou. Honrado por fazer parte da história deste disco matador enquanto os meninos continuam seu caminho para dominar o rock moderno!” O Bad Wolves dará vida à nova música na estrada este ano, começando com sua turnê norte-americana, ao lado de Papa Roach e Hollywood Undead.
Atração do Lollapalooza lança o EP Ultravioleta; ouça!

O multiartista Edgar é ultra! Depois dos discos Ultrassom (Deck, 2018) e Ultraleve (Deck, 2021), o rapper paulista lança o EP Ultravioleta. Edgar é nome confirmado no line-up do Lolapalooza, se apresentando na sexta-feira (25). O músico Pupillo, que produziu os dois primeiros discos de Edgar, assina três faixas de Ultravioleta: A Hierarquia do Pecado, Fake News e Bíblia, Boi e Bala (que ganhará um clipe), enquanto Prêmio Nobel (Djanguru Dubmix), cuja faixa original está no álbum “Ultraleve”, ganhou remix e tem produção de Jamil El Fakih. Por fim, Edgar foi convidado pelo MAM do Rio de Janeiro como artista contemporâneo comissionado ao lado de mais três artistas indígenas com curadoria de Denilson Baniwa e Beatriz Lemos. A exposição se chama NAKOADA, nome inspirado em uma estratégia indígena de comunicação com o inimigo, e faz parte das comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna.
Johnny Monster reúne artistas convidados em álbum de versões

O cantor e compositor paulista Johnny Monster lançou o álbum Futuro Reflexo. O projeto juntou 11 artistas diferentes de diversos gêneros, variando do rock, indie e até sertanejo: cada artista ficou encarregado de reimaginar uma das faixas do disco Futuro Perplexo, trabalho mais recente do compositor que foi lançado no começo do ano, trazendo seu próprio estilo e sonoridade para as composições de Johnny. Entre os artistas envolvidos, estão nomes que têm trajetória extensa na música, como por exemplo Chuck Hipolitho (ex-Forgotten Boys), Rod Krieger (ex-Cachorro Grande), Marcio Mello (compositor de Nobre Vagabundo, hit de Daniela Mercury), Perí (ex-9 Mil Anjos) e Os Roucos, banda de Noel Rouco (ex-Rock Rocket). Também participam do projeto a cantora Maria Mariana, Raphael Belchior, Thiago Juliani e Davi Rodriguez Lima, além da banda Teorias do Amor Moderno e a dupla sertaneja Neto e Felipe. “As versões estão incríveis, lindíssimas, cada uma com seu estilo. E é surreal ouvir o álbum na sequência, parece que já foi pensado assim, as versões conversam muito bem umas com as outras”, conta Johnny Monster. “Dica, escute os dois álbuns, o meu Futuro Perplexo e o tributo Futuro Reflexo. É interessante ver as diferenças entre as versões, o que mostra como cada um dos artista tem a sua personalidade” O disco foi inspirado por projetos similares de artistas internacionais – mais especificamente o McCartney III Imagined, de Paul McCartney, e Epic Ten, da Sharon Van Etten, que também reuniram diferentes artistas para reimaginar um álbum. Johnny conta que espera que a ideia se espalhe no Brasil. “O único meio de ultrapassarmos as barreiras digitais de algoritmos e encontrarmos novos fãs, é nos unindo, um divulgando o outro. Esse projeto é muito provavelmente o momento ápice da minha carreira até agora, uma honra cada um desses grandes artistas terem topado essa loucura e feito com tanto carinho as versões”.
Arcade Fire lança single The Lightning I, II e anuncia novo álbum, WE, para 6 de maio

O lançamento de WE, o aguardado sexto álbum de estúdio do Arcade Fire, foi confirmado para 6 de maio de 2022, pela Columbia Records. A chegada do novo trabalho do grupo veio precedida pelo primeiro single, intitulado The Lightning I, II, já disponível nas plataformas digitais e com um vídeo dirigido por Emily Kai Bock. Produzido por Nigel Godrich, Win Butler e Régine e gravado em vários locais, incluindo Nova Orleans, El Paso e na Ilha Mount Desert, WE fez com que, paradoxalmente, “passássemos o maior tempo escrevendo ininterruptamente, provavelmente em toda as nossas vidas”, conta Win Butle. O novo trabalho aborda as forças que ameaçam nos afastar das pessoas que amamos e foi inspirado pela urgente necessidade de superá-las. A jornada catártica de WE segue um arco definido que vai da escuridão à luz ao longo de sete canções, divididas em dois lados distintos: o Lado I, que canaliza o medo e a solidão do isolamento e o Lado WE, que expressa a alegria e o poder da reconexão: I Age of Anxiety I Age of Anxiety II (Rabbit Hole) End of the Empire I-IV WE The Lightning I, II Unconditional I (Lookout Kid) Unconditional II (Race and Religion) WE
Casaprima mescla folk, indie e MPB em álbum “Norte”

Depois de sua estreia bem recebida com o álbum Andarilho, em 2015, Casaprima se consolida como duo no maduro novo disco, Norte. O folk, presente desde o início, ganha novos tons, indo da música brasileira ao indie, passando pelo uso de elementos eletrônicos pela primeira vez. Do agreste pernambucano de Caruaru, Casaprima canta os anseios e desejos, medos e inseguranças universais em doze canções que atestam sua evolução estética, musical e poética. A nova fase de Casaprima vem sendo preparada desde 2017, quando se iniciou o processo de gravação desse disco. A partir do final de 2021, Heitor Alves (violão e voz) e Maria Juliana (piano e voz) anunciaram o retorno de seu projeto musical com um clipe que se despedia do álbum anterior e acenava para o próximo trabalho. A partir daí, vieram os singles Maduro e Real, Eu Canto e Grão, canções que exemplificam a temática das letras. Heitor e Juliana agora dão um novo passo como Casaprima desde que a banda passou por reformulações. O disco de estreia, Andarilho, teve repercussão nacional com o single Devagar marcando presença em playlists de grande alcance. O formato de duo já surgiu em 2016, com o single Sala de Estar, e com o qual o projeto fez seus primeiros shows pelo nordeste e sudeste do Brasil, além de ter realizado uma turnê européia. Norte fala sobre ter coragem de fazer mudanças na vida, fala sobre amor e perseverança, mas também, mostra inseguranças, receios e ansiedades vividas ao longo da jornada. Dialoga com a nossa condição de seres humanos, que convivem com uma mistura de sensações e sentimentos e que, bem lá no fundo, são apenas um pequeno grão em um imenso universo. “O disco Norte significa para nós um recomeço. Um reencontro com a nossa musicalidade após seis anos de hiato. Ele simboliza para nós a busca pelo Norte, por aquilo que norteia o nosso caminho. Marca a continuação da jornada do Andarilho, que em nosso primeiro disco, deu seus primeiros passos e agora, com nosso segundo álbum, segue adiante em busca de realizar seus objetivos”, resume o duo. Ao longo de suas 12 canções, Norte faz um chamado a vislumbrar as paisagens em busca do que nos faz feliz, celebra os encontros e o Senhor do Tempo, procura direção diante das incertezas e canta nossa pequenez diante do universo. É nas dualidades, nas contradições, nos contrastes e nas similaridades das vozes de Maria e Heitor que Casaprima ganha força para traduzir em música sentimentos tão íntimos quanto universais.
Teto das Nuvens lança a densa e melodiosa Epílogo no streaming

A nova música da banda gaúcha Teto das Nuvens, Epílogo, que estreou primeiro com um videoclipe recheado de referências às estéticas animações japonesas, agora também chega nas principais plataformas de streaming. O lançamento acontece pelo braço porto-alegrense do selo Loop Reclame. Na semana passada, Epílogo estreou no Youtube com repercussão positivas – são quase 3 mil views únicos em uma semana no ar. Epílogo, a primeira inédia do quinteto de emo/rock alternativo Teto das Nuvens após o disco debute Caso Você Esteja Errado (2020), possui uma produção moderna que destaca, em um mesmo patamar, o instrumental e as vocalizações bem trabalhadas. A Teto das Nuvens comenta sobre Epílogo: “Esta música fala sobre aprisionamento e libertação dentro de relações, principalmente amorosas. O peso e a dor de quando nos anulamos para manter relações. O quanto isso acaba nos destruindo gradualmente e a dificuldade que muitas pessoas têm para sair dessa situação”.