A Partícula, segundo single do novo álbum de Alexandre Nero, chega às plataformas de streaming

Depois da contundente Nossa Senhora de Copacabana, canção que fala das contradições de um bairro síntese do Brasil de hoje, o segundo single do novo álbum de Alexandre Nero vai na direção oposta. Do macro ao micro. Do olhar pra fora ao mergulho pra dentro. A Partícula, disponível nas plataformas de streaming, é a primeira parceria de Nero com o cantor e compositor carioca João Cavalcanti. Uma delicada declaração de amor sobre um universo que os dois compositores conhecem bem. “A partícula de A Partícula nasceu de uma melodia que me veio de supetão. Coisa rara pra mim. Costumam ser um parto demorado e doloroso. Saí cantando, fui pro violão e encontrei uma harmonia que me agradasse: gravei no celular e guardei por um bom tempo”, conta Alexandre Nero. “Achei a melodia tão bonita que queria um parceiro especial. João Cavalcanti é uma pessoa especial. Um grande artista, um grande homem e um grande pai. Eu, pai recente, queria fazer uma canção aos meus filhos. A letra do João chegou pronta e certeira. Conforme o tempo foi passando, e quanto mais eu cantava, fui descobrindo o meu pai ali, também. E assim percebi que não é apenas uma canção de um pai para um filho, mas de vários antepassados que se entrelaçam”, pontua. Para João Cavalcanti, a experiência da parceria com Nero, que já havia participado de projetos do artista carioca, foi emocionante. “A melodia de A Partícula veio pronta e eu fiquei imediatamente comovido. Tem aquela coisa magnética de ser, a um só tempo, melancólica e redentora. O assunto da paternidade já tinha sido sugerido e fez todo o sentido – compartilhávamos, Nero e eu, dessa latência. Adorei fazer a letra, adorei virar parceiro desse artista (que já era meu parceiro em outras aventuras, mas não em canção) e fiquei exultante com o resultado”, retribui João.
Gui Schwab e Jonavo lançam composição dedicada ao Pantanal

Gui Schwab e Jonavo (leia-se Jônavo) são parte da seara de músicos brasileiros que cultivaram o talento do canto, da composição e da execução de múltiplos instrumentos. Os artistas se conheceram em 2014, quando ambos faziam parte de bandas com uma musicalidade em comum: o pop rural (ou, como também é chamado por aí, o folk pop brasileiro). O gênero que mistura rock com pop, MPB com folk, misturou também Rio de Janeiro com Mato Grosso do Sul. E foi a partir desta afinidade que eles se reaproximaram em 2020, em meio à pandemia, para começar a colher canções. Resultado deste reencontro, Só no Pantanal é uma das composições dos dois escolhidas para selar a união entre um violeiro fluminense e um violonista sul-mato-grossense, espaços que ocupam de forma inusitada e curiosa. Ademais, é o segundo single do álbum Respirar, que Schwab lançará no segundo semestre. Nas vozes de Gui e Jonavo, a faixa poderá ser conferida no dia 18 de março, em todas as plataformas de streaming, nos perfis dos dois artistas. “A viola é um instrumento muito típico da região onde Jonavo foi criado, enquanto o violão é um instrumento mais urbano, é mais normal para um músico do Rio de Janeiro. No entanto, descobri nele um grande violonista enquanto eu sempre estive atento ao som dos violeiros pantaneiros para poder reproduzir essa sonoridade”, conta Schwab, que sempre teve uma queda forte pelo mundo rural e encontrou no novo amigo um grande parceiro de composição. Só no Pantanal começou a ser composta por Jonavo em 2020, diante das terríveis queimadas que assolaram o bioma sul-americano. O cantor, compositor, violonista e bandolinista que, até então, nunca tinha composto um chamamé – estilo musical tradicional de sua região – se viu inspirado pelas tristes cenas transmitidas pela TV. De forma despretensiosa, rabiscou as primeiras palavras lembrando de suas experiências descendo o Rio Paraguai rumo à Serra do Amolar. Com um esboço de melodia gravada com uma guitarra desplugada, enviou o rascunho em seguida para o amigo. “Me mudei para São Paulo dez anos atrás sem querer carregar o estigma de artista regional. Meu trabalho foi baseado no folk. Aprendi a tocar músicas da minha terra morando fora e, numa turnê pelos Estados Unidos, confirmei a máxima do (escritor Leon) Tolstói em que ele diz que, se você quer ser universal, fale da tua aldeia: quando toquei um chamamé, todo mundo me enxergou. Na pandemia, voltei para Campo Grande e senti uma enorme reconexão com minha terra”, diz Jonavo.
Jão abrirá show de Maroon 5 em São Paulo

No dia 5 de abril, o cantor Jão abrirá o show do Maroon 5 em São Paulo, no estádio Allianz Parque. A apresentação é a primeira das duas datas que a banda fará no Brasil, sendo a segunda no dia 6 em Porto Alegre no Centro de Eventos FIERGS. Sua atual turnê, PIRATA, que teve início no último dia 12 no Vivo Rio, vem esgotando data atrás de data, e a confirmação dele como o ato de abertura do Maroon 5 é mais uma das provas de sua grandeza, de seu sucesso, e que ele é definitivamente, o maior nome do pop masculino nacional da atualidade. Jão sobe aos palcos do Allianz às 20h, uma hora antes do show do Maroon 5, e tem tudo para ser mais um grande passo para sua carreira. Seu último clipe lançado, para a música Idiota, conta com mais de 11 milhões de visualizações no YouTube e o álbum PIRATA passou das 100 milhões de plays no Spotify.
Liam Gallagher anuncia álbum de live histórica Down By The River Thames

Liam Gallagher anunciou o álbum ao vivo Down By The River Thames, gravação da live que o músico fez em dezembro de 2020, em uma embarcação pelo Rio Tâmisa, em Londres. O disco chega em vinil, CD, cassete e serviços de streaming em 27 de maio. Em síntese, a apresentação, que rolou durante o auge das restrições no combate ao coronavírus no Reino Unido, traz um repertório muito especial, que mescla a carreira solo de Liam com clássicos do Oasis. “Então aqui está, o show que eles disseram que nunca poderíamos fazer! Como estávamos confinados, entediados e deprimidos, o rock ‘n’ roll veio para salvar o dia mais uma vez”, disse Liam em comunicado à imprensa. O eterno vocalista do Oasis continuou: “Foi uma noite e um show top e está registrado aqui para que todos possam desfrutar”. Além do disco ao vivo, Liam também prepara seu terceiro álbum de estúdio, C’mon You Know, que será lançado em 27 de maio. Por fim, o vocalista do Oasis fará grandes shows nos próximos meses. Em resumo, serão duas noites históricas em Knebworth, na Inglaterra, com ingressos esgotados, outro show marcante em Glasgow, na Escócia, além de duas apresentações no Brasil. Veja a tracklist completa de Down By The River Thames abaixo ‘Hello’ ‘Wall Of Glass’ ‘Halo’ ‘Shockwave’ ‘Columbia’ ‘Fade Away’ ‘Why Me? Why Not.’ ‘Greedy Soul’ ‘The River’ ‘Once’ ‘Morning Glory’ ‘Cigarettes & Alcohol’ ‘Headshrinker’ ‘Supersonic’ ‘Champagne Supernova’ ‘All You’re Dreaming Of’
Muse anuncia álbum para agosto e libera single; ouça Compliance

A banda de rock inglês Muse vai lançar seu super aguardado nono álbum de estúdio, Will Of The People, em 26 de agosto via Warner Records – com distribuição Warner Music Brasil. O primeiro single, Compliance, foi liberado nesta quinta-feira (17). Ouça abaixo. Sobre o álbum, o vocalista do Muse, Matt Bellamy diz: “Will Of The People foi criado em Londres e Los Angeles e é influenciado pela crescente incerteza e instabilidade no mundo; Uma pandemia, novas guerras na Europa, protestos e revoltas em massa, uma insurreição ilegal, a inconsistência da democracia no Ocidente, a ascensão do autoritarismo, incêndios e desastres naturais e a desestabilização da ordem global estão todos retratados em Will Of The People. Essa tem sido uma preocupação e um medo para todos nós conforme o império do Ocidente e o mundo natural, que nos alimentou por tanto tempo, estão realmente ameaçados. Esse álbum é uma navegação pessoal sobre esses medos e a preocupação sobre o que vem depois”. Com Muse sendo Muse, não há predominância de nenhum gênero singular. A faixa título do álbum, Will Of The People, traz provocações em tom de brincadeira a um glam-rock distópico ao mesmo tempo que não há nenhuma inocência e pureza para as texturas eletrônicas nostálgicas de Verona. De um impacto visceral em Won’t Stand Down ao tingido de uma atmosfera industrial e de riffs de granito pesados em Kill Or Be Killed ou o raio de luz de Euphoria, o álbum se conclui com o frenético final do brutalmente sincero We Are Fucking Fucked“. Sobre o novo single da banda, Compliance, Bellamy afirma que é “sobre se submeter às regras do autoritarismo e reassegurar inverdades para ser aceito em um grupo”. “Gangues, governos, demagogos, algoritmos das mídias sociais e religiões nos seduzem durante tempos de vulnerabilidade, criando regras arbitrárias e distorcendo ideias para nós cumprirmos. Eles nos vendem mitos confortantes, nos contando que somente eles podem explicar a realidade enquanto simultaneamente diminuem nossa liberdade, autonomia e pensamento independente. Nós não somos somente coagidos mas também pastoreados, assustados e impostos a produzir um diário ‘dois minutos de ódio’ contra um grupo de sua escolha e nos cegarmos para nossa voz interna de razão e compaixão. Eles só precisam da nossa Compliance (complacência)”. Tracklist de “Will of the People” Will Of The People Compliance Liberation Won’t Stand Down Ghosts (How Can I Move On) You Make Me Feel Like It’s Halloween Kill Or Be Killed Verona Euphoria We Are Fucking Fucked
Weezer lança EP Sznz: Spring no domingo; ouça single

O Weezer lançará Summer em 20 de junho, Fall em 22 de setembro e Winter em 21 de dezembro.
Lollapalooza anuncia The Libertines e Two Feet; veja o que mudou

Agendado para os dias 25, 26 e 27 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Lollapalooza Brasil anunciou duas alterações em sua programação. No sábado (26), às 16h55, o Two Feet (projeto do músico americano Zachary William “Bill” Dess) sobe ao palco Budweiser. No domingo (27), a novidade é o show do The Libertines, que vem celebrando os 20 anos do disco Up The Bracket – e também se apresenta no palco Budweiser às 18h05. Two Feet e The Libertines substituem King Gizzard & the Lizard Wizard e Jane’s Addiction, respectivamente, que cancelaram as suas participações na América do Sul, incluindo o show do Lolla BR por motivos que fogem do controle dos artistas e do evento, relacionados à covid-19. Com o cancelamento da vinda do King Gizzard & the Lizard Wizard ao Brasil, a programação das Lolla Parties também passa por alteração. No dia 23 de março, no Cine Joia, em São Paulo, o quinteto americano de hardcore Turnstile será o responsável pela abertura da programação dos sideshows oficiais do festival. Os ingressos previamente adquiridos para a apresentação do King Gizzard & the Lizard Wizard serão cancelados e, em breve, um e-mail será enviado para todos os compradores com as orientações e política de ingressos. As vendas para a noite com a nova atração iniciam na quarta-feira (16), às 14h, no site da Tickets For Fun. Vale lembrar que está mantida a Lolla Parties com as bandas A Day To Remember e Alexisonfire, no dia 24 de março, na Audio, em São Paulo. Os ingressos para esta data já estão esgotados. Confira abaixo como ficou a programação
Rolling Stones anuncia turnê comemorativa dos 60 anos na Europa; confira datas

Ninguém para o Rolling Stones. A lendária banda anunciou nesta segunda-feira (14) uma nova turnê na Europa. Intitulada Sixty, a excursão marca a celebração dos 60 anos de carreira. Serão também os primeiros shows sem Charlie Watts no Velho Continente. A turnê no verão europeu inclui dois shows no BST Hyde Park de Londres, além da primeira apresentação da banda em Liverpool desde os anos 1960. A pré-venda dos ingressos começa nesta quarta-feira (16), às 10h, horário de Londres. Os códigos de pré-venda serão enviados por e-mail para todos os inscritos no site do Stones nesta terça-feira (15). A venda geral começa na sexta-feira (18). Confira abaixo as datas da turnê comemorativa dos 60 anos de carreira do Rolling Stones JUNHO 01 – Estádio Wanda Metropolitano – MADRID, ESPANHA 05 – Estádio Olímpico – MUNIQUE, ALEMANHA 09 – Estádio Anfield – LIVERPOOL, Reino Unido 13 – Johan Cruijff ArenA – AMSTERDÃ, PAÍSES BAIXOS 17 – Estádio Wankdorf – BERN, SUÍÇA 21 – Estádio San Siro – MILÃO, ITÁLIA 25 – BST Hyde Park – LONDRES, Reino Unido JULHO 03 – BST Hyde Park – LONDRES, Reino Unido 11 – Estádio King Baudouin – BRUXELAS, BÉLGICA 15 – Estádio Ernst Happel – VIENA, ÁUSTRIA 19 – Estádio Groupama – LYON, FRANÇA 23 – Hipódromo ParisLongchamp – PARIS, FRANÇA 27 – Veltins-Arena – GELSENKIRCHEN, ALEMANHA 31 – Friends Arena – ESTOCOLMO, SUÉCIA
Atração do Lolla, Alexisonfire anuncia álbum Otherness; ouça primeiro single

O Alexisonfire acaba de anunciar Otherness, o primeiro álbum completo em mais de 13 anos. Otherness será lançado em 24 de junho pela Dine Alone Records. O álbum apresenta dez novas faixas incluindo o explosivo primeiro single, Sweet Dreams Of Otherness. O álbum é produzido pela AOF e mixado pelo punk Jonah Falco (Fucked Up, Career Suicide). “Esta música veio em grande parte da cabeça de Dallas, mas ao longo da escrita deste álbum, tornou-se mais uma declaração de missão para a banda. É sobre desempenho e abraçar uma nova confiança encontrada num estado de peculiaridade”, comenta George Pettit. O vídeo de Sweet Dreams Of Otherness dirigido pelo inimitável ator/diretor Jay Baruchel (Goon) está disponível no canal Alexisonfire no Youtube. Os fãs podem se inscrever para receber lembretes para ver a estreia ao lado da banda, que se juntará aos fãs de todo o mundo em conversas nos momentos que antecedem a estreia. Otherness é o disco mais coeso e auto-realizado da banda até hoje. Para aqueles que precisam de uma atualização, a AOF lançou quatro álbuns de estúdio de enorme sucesso, todos com certificação Music Canada Platinum: Alexisonfire (2002), Watch Out (2004), Crisis (2006), Old Crows / Young Cardinals (2009). A mistura do clássico Alexisonfire e texturas recém-descobertas de Sweet Dreams of Otherness tornou-se um roteiro para o resto do álbum. O cativante cantor Dallas Green; a atitude pesada de Wade MacNeil; o rugido pesado de George Pettit; tudo ancorado por uma mistura de vulnerabilidade, confiança, iconoclastia e imprudência comemorativa. À medida que cada música do Alexisonfire se expande e se contrai persistentemente, o baixista Chris Steele e o baterista Jordan Hasting permanecem incrivelmente firmes, presos em grooves implacáveis. O Alexisonfire produziu Otherness sozinho em cerca de uma semana. Eles mantiveram um “assunto de família”, trabalhando em estreita colaboração com pessoas que estão com eles há anos. A escrita ocorreu no clube Dine Alone Records. O álbum inclui órgão, teclados, guitarras elétricas do colaborador de longa data de Green, Matt Kelly. Jill Zimmerman e Darren “Jeter” Magierowski (que também é primo de Steele) fizeram engenharia no Jukasa Recording Studio. “A grande diferença é o espaço em que estamos. Estávamos todos muito empolgados em fazer um disco, e foi uma pausa para o que estava acontecendo no mundo. Parecia que a vida poderia ser bela”, diz MacNeil. “Nós apoiamos um ao outro. Todo mundo estava de tão bom humor. Foi um prazer poder fazer isso de novo.” Lista de faixas de Otherness 01. Committed to the Con 02. Sweet Dreams of Otherness 03. Sans Soleil 04. Conditional Love 05. Blue Spade 06. Dark Night of the Soul 07. Mistaken Information 08. Survivor’s Guilt 09. Reverse the Curse 10. World Stops Turning