Dami Doria expande o universo do álbum “Um Som” com novo clipe

Expoente do novo cenário sergipano, Dami Doria mostra novas cores de seu último disco, Um Som, com um clipe. A faixa instrumental Edelson Pantera nas Minas Gerais recebeu o olhar cuidadoso do diretor Felipe Moraes para traduzir em imagens as sensações do tema, aqui em uma versão mais intimista. A composição de Dami Doria homenageia o músico Edelson Pantera, nascido em São Paulo, criado em Sergipe e que na época vivia em Minas Gerais. Desse encontro de culturas, surge uma sonoridade ímpar impressa nas cordas de Dami. No vídeo, o violonista é preenchido por imagens das águas que, curiosamente, não banham o estado mineiro. Ao contrário da melodia acompanhada ao piano apresentada no disco Um Som, lançado em 2021, a versão do clipe dá destaque ao violão. O trabalho mais recente de Dami Doria é, ao mesmo tempo, singular e plural. Uma voz única e uma ampla gama de possibilidades coabitam o álbum do cantor, compositor e violonista, lançado após uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo. Natural de Aracaju, Dami toca violão há duas de suas três décadas de vida. Compõe desde a adolescência e vem construindo uma trajetória como músico, arranjador e intérprete. Em 2012, começou a chamar atenção como compositor, quando venceu o II Festival Alumiar de Novas Composições de Forró na categoria Música Inovadora. Em 2015, lançou seu primeiro álbum, Acordando, reunindo sete gravações caseiras que vinha produzindo – duas delas, Gameleira e Ao acaso, foram selecionadas na mostra de música sergipana Sescanção em 2015. E já nessa época foi plantada a primeira semente de Um Som, com faixas como Mandioca e Sambão recebendo seus primeiros arranjos em apresentações ao vivo. O resultado é um álbum plural e coeso e uma espécie de reestreia de um criador que se encontra novamente com as canções que construiu até aqui. Um Som é uma ponte do Dami do passado para o Dami do futuro. O álbum já está disponível nas principais plataformas, agora acompanhado de um vídeo para Edelson Pantera nas Minas Gerais. O novo clipe foi realizado pelo edital de premiação para produção e exibição cultural proposto pelo governo do estado de Sergipe, através da fundação de cultura e arte Aperipê de Sergipe Funcap/SE com recursos da lei 14.017/2020 Lei Aldir Blanc.
Yury Barony lança o EP Todas as Doses; ouça!

A beleza do cotidiano como inspiração. Esse é o norte que une as canções de Todas as Doses, EP de estreia do compositor Yury Barony que chegou sexta-feira (4) às plataformas de streaming. As canções presentes no Todas as Doses passeiam por mensagens motivacionais e por temas e arranjos com influências que vão do rock ao pop folk. São seis faixas autorais que demonstram toda a personalidade e criatividade do artista, em canções de força romântica e letras que trazem um saudosismo saudável dos anos 90. Pro dia Nascer, primeiro single do EP, é o exemplo perfeito do encontro de todas essas influências, com sua letra que ressalta as pequenas alegrias da vida. Capixaba radicado em Minas Gerais, Yury Barony começou a tocar seguindo a rica tradição musical do seu estado adotivo, ou seja, participando em rodas de violão com os amigos nas calçadas e esquinas do seu bairro. Após uma breve passagem por algumas bandas da região do Vale do Aço em Minas Gerais, quando teve oportunidade de abrir shows de nomes como Pato Fu e Tianastácia, Yury resolveu se dedicar ao seu projeto autoral e exercitar seus dotes de compositor. Desde 2018, foram mais de 70 composições escritas e alguns singles lançados, com destaque para as faixas Palavras ao Vento e O Menino Voou, produzidas em Belo Horizonte por Glauco Nastácia e Leozinho Nastácia. Com o EP Todas as Doses, Yury apresenta pela primeira vez o seu trabalho em formato mais robusto.
Gui Silveiras faz ponte ancestral no EP “Bate Tambô”

O músico paulista Gui Silveiras convida a um mergulho na ancestralidade como um caminho para o futuro em seu novo EP Bate Tambô. Cantor, compositor e instrumentista conhecido também por grupos como Vintena Brasileira e Firma o Ponto e por acompanhar artistas que vão de Hamilton de Holanda a Kiko Dinucci, Gui Silveiras expande sua já potente musicalidade para fazer uma viagem às nossas raízes africanas, com seus toques e poética ritmada. O lançamento é do selo A Música Vive nas principais plataformas, acompanhado do clipe para a faixa-título no canal de YouTube do artista. O trabalho tem sua inspiração no toque dos atabaques para reconstruir um colorido ancestral, porém com olhar moderno em seus timbres e arranjos. A temática das canções é uma reflexão intensa sobre nossa existência e a relação do ser humano com o todo e consigo mesmo. “Me inspiro nos sons da vida, da chegada, da partida. No canto das aves, no balançar das folhas e no pulsar dos motores, na rua, nos olhares, nas pessoas. Me inspiro na inspiração da vida, no bater de asas de um beija flor, no som da água quando corre, feito alegria, feito pranto, feito vida!”, resume Gui Silveiras. Violonista, guitarrista, educador musical e multi-instrumentista especializado na MPB, ele tem uma carreira de renome internacional. Em 2012, Silveiras foi premiado pelo Proac-SP e lançou seu primeiro álbum autoral, Caburé. E desde então foi acumulando prêmios como instrumentista e compositor. Além de seu trabalho solo, Gui Silveiras atua em diversos projetos artísticos, entre eles o grupo Vintena Brasileira com o qual gravou dois CDs, Bituca (2014) e (r)existir (2018); e o grupo Firma o Ponto. Ele já dividiu palcos pelo mundo com nomes como Hamilton de Holanda, Nelson Sargento, Arismar do Espírito Santo, Kiko Dinucci, Itiberê Zwarg e como compositor, teve músicas gravadas e interpretadas por diversas cantoras, entre elas Mônica Salmaso. Agora, Gui Silveiras embarca em um novo capítulo da sua trajetória solo. “Bate Tambô” é um passaporte para um Brasil profundo, existencial e em sintonia com suas raízes. O EP está nas principais plataformas de música e o novo clipe, já disponível no YouTube.
Simão lança single romântico “deixa que eu já vou”

O cantor e compositor Simão lançou na última sexta-feira (4) em todas as plataformas digitais, com distribuição Ditto Music, deixa que eu já vou. Composta em parceria com os amigos Vitor Kley, Schirmer, Kizner e Simão, a romântica deixa que eu já vou traz um clima good vibe praiano. Em resumo, une perfeitamente o pop e o reggae em uma mistura tipicamente brasileira. “A música foi composta em um camp durante uma conversa sobre situações onde a pessoa não dá o braço a torcer e resolvemos pegar esse assunto e trazer para um lado onde uma pessoa (do casal) daria o braço a torcer”, conta Simão. E completa, “nós sempre gostamos de escrever sobre assuntos que tenham uma conexão com um número grande de pessoas. Essa situação é algo que acontece corriqueiramente com muitas delas”.
Juliane Hooper faz sua estreia musical com Soulless

Identificada como uma voz grave e timbre visceral entre os conhecidos e seguidores que acompanham os seus vídeos covers, Juliane Hooper resolveu abrir as portas da sua carreira autoral falando de sentimentos com a faixa melancólica Soulless, que chegou ao streaming na última sexta-feira (4). Posteriormente, no dia 18, o single ganha um clipe gravado por Rodrigo Pysi. A palavra soulless é caracterizada por algo frio, sem vida e sem personalidade. E é nos dias que se sente dessa forma que Juliane transformou seu desabafo em música. “Soulless não representa necessariamente como me sinto o tempo todo, mas um sentimento que vai e vem com frequência, um sentimento de não pertencer a lugar algum e nunca se sentir em casa,” conta a cantora. Verdadeira no que entrega para a arte, Juliane decidiu apresentar primeiro os seus pensamentos sobre o vazio e o superficialismo da vida adulta. “E eu, como uma pessoa sensível, estava cansada de me sentir dessa forma, quero me sentir em casa, quero ser eu mesma e me sentir confortável sem máscaras, confortável com minhas decisões e escolhas. Então a letra fala um pouco sobre esse sentimento que também está diretamente ligado à depressão. Um vazio que traz a insignificância de tudo, principalmente dentro da sociedade fria, mercantilista e baseada em interesses que a gente vive”. O single é blues e soul com uma pegada melancólica, sensual com contrastes sensíveis e agressivos. A faixa produzida pelo produtor Julio Mossil, não só faz a estreia autoral de Juliane, como também é a que abre o EP. A escolha está ligada na história que o disco trará sobre o amadurecimento da cantora e compositora. O resultado sai neste primeiro semestre.
Com homenagens a clássicos do cinema, Bastille divulga Give Me The Future

Depois de criar um grande burburinho para sua chegada, o Bastille divulgou nesta sexta-feira (4) seu tão aguardado novo álbum, Give Me The Future. A banda preparou a chegada do álbum com seu último single, Shut Off The Lights, que já acumula quase cinco milhões de streams globais no Spotify em poucas semanas. Para celebrar o álbum, Bastille embarcará na Give Me The Future Tour nesta primavera/verão, realizando shows pelo Reino Unido e Estados Unidos. Em setembro, a banda retorna ao Brasil para se apresentar no Palco Mundo do Rock In Rio. Os ingressos da turnê já estão à venda no site. Repleto de referências a filmes de ficção científica e literatura, videogames e VR, o novo álbum de Bastille, Give Me The Future, explora um país das maravilhas futurista livre de restrições — cada canção traz uma diferente paisagem de sonhos, um lugar onde você pode viajar no tempo, para o passado e para o futuro, para ser qualquer pessoa, fazer qualquer coisa e abraçar uma nova onda de tecnologia, o que nos permite nos perder dentro de nossa imaginação. É um registro que leva a ideia das possibilidades ilimitadas do futuro e viagens por toda parte, desde um passeio no edificante Thelma + Louise – uma homenagem ao icônico filme feminista em seu 20º aniversário – até a Nova York dos anos 80, com o artista Keith Haring no brilhante e magnifico Club 57, até uma cama de hospital na Austrália para o devastador, mas esperançoso, No Bad Days. Aliás, você ouvirá basslines de discotecas, orquestras de sintetizadores, guitarras, gospel futurista, sons de naves espaciais, cordas eufóricas, vocoders, talk boxes, um coro de roadies e diferentes beats. A faixa-título, Give Me The Future, é um tributo a Phil Collins e The Police, Shut Off The Lights é uma carta de amor sônica para Graceland, de Paul Simon, e Stay Awake é uma homenagem a Daft Punk e Quincy Jones. Tendo coescrito músicas para outros artistas nos últimos anos, pela primeira vez em um álbum da Bastille, a banda abriu a porta para colaboradores. Embora produzida principalmente por Dan Smith e pelo parceiro de produção de longo tempo Mark Crew, a banda também trabalhou com um punhado de compositores e produtores para expandir seu universo musical. Distorted Light Beam foi coescrita e produzida com Ryan Tedder (Adele, Paul McCartney, Taylor Swift), que também ajudou na acústica e como produtor executivo do álbum. Thelma + Louise, Stay Awake e Back To The Future foram coescritos com o lendário compositor Rami Yacoub. Eles também trabalharam com os compositores britânicos Jonny Coffer, Plested e Dan Priddy para dar mais vida ao álbum. Também é possível ouvir a voz do premiado ator, músico, escritor, criador, produtor, diretor e ativista Riz Ahmed em uma peça de palavras faladas evocativa e encantadora chamada Promises. A peça de Riz é uma reação ao álbum e traz seu tema abrangente em um foco acentuado.
Di Ferrero convida Vitor Kley para Intensamente, seu novo single; ouça!

Intensamente, single em parceria de Di Ferrero e Vitor Kley, chegou às plataformas de música nesta sexta-feira (4), via selo slap, da Som Livre. Di explicou como surgiu a canção e como ela se encaixa nesse novo momento que vive, enquanto prepara o lançamento do primeiro álbum solo. “Foi uma das primeiras músicas que eu compus nessa minha nova fase e uma das primeiras músicas que me fez querer compor um álbum. Essa música é boa, é forte e ela veio primeiro da ideia de contar uma história com um álbum inteiro e também muito da saudade de show, de festival, de tocar e de sair”. “Musicalmente falando, essa energia da música, que sempre tem uma batida e tal, surgiu exatamente assim, essa melodia está na minha cabeça há sei lá quantos anos. E ela fala sobre deixar eu mostrar meu mundo, daquelas coisas da gente se entregar mesmo, da gente tá intenso ali na hora que a gente tem que ser, se jogar, se tirar as amarras, se soltar. Eu sempre chamei ela de música de festival, porque sempre me imagino tocando ela no Lollapalooza, no Rock in Rio e até no Coachella”, completa Di. Intensamente chega em um momento em que pop punk, emo, indie, entre tantas outras vertentes do universo do rock estão novamente presentes. “Da pra sentir um movimento acontecendo no mundo e no Brasil. Na banda que toca comigo, por exemplo, tem dois integrantes que eram do Cine, o Dan e Bruno. O Hodari, que é um artista que cresceu nessa cena Emo e hoje faz um som que é pop, mas carrega esse sentimento. Também o Peracetta que tem 20 anos de idade, já tocou em algumas bandas como o Black Days e hoje no Bad Love. O próprio Vitor Kley lançou também O amor machuca demais, que participei do clipe que tem essa pegada Emo Rock. Muitos artistas novos surgindo como o Kamaitachi, Marô, Konai, Clarissa, além da Day, Fresno e até a Anitta, que no último trabalho veio com referências dessa fase. Sinto que 22 vai ser um ano em que vários outros novos artistas de rock vão aparecer. Já imagino um festival”, comemora Di. A canção ganhou reforço de Vitor Kley, que havia sido convidado por Di para participar de outra canção, mas quando a ouviu pediu a troca. O cantor explicou como foi o encontro com Vitor Kley. “Vitor veio aqui em casa em Floripa, onde eu compus as músicas, e passou o dia aqui comigo e eu queria que ele cantasse uma outra música que era uma balada, quando ouviu Intensamente ele mudou. E perguntei o que tinha acontecido e ele disse que tinha se apaixonado pela música. Pra mim essa é uma das músicas que mais representa o álbum, é uma música muito importante e eu e o Vitor temos uma conexão, uma amizade, como se ele fosse o irmão mais novo meu mesmo, então ele somou na música demais”. Vitor Kley também falou da parceria com o amigo. “Primeiro de tudo é muito com muita alegria, com muita coisa boa no coração que que a gente vem anunciar essa parceria nossa, né? Intensamente. Eu e o Di, porra ele é um cara que é muito especial. Quando eu e o Diego nos conhecemos, tivemos aquele sentimento que a gente parecia irmão um do outro. A música é consagração da nossa amizade, da nossa sintonia, de talvez outras vidas”. Com direção de Hideki e filmado em um dia de muito sol, Intensamente também vem com um clipe divertido, ou como denominou Di, “nonsense”. “Estou muito feliz e o clipe nada mais é que dois amigos/irmãos, completamente sem planos sendo completamente desprendidos e intensos. E foi gravado num lugar muito interessante, que é um depósito de areia em São Paulo no meio da cidade e a pira do clipe foi que as pessoas continuavam trabalhando. O diretor que teve essa ideia. Então tem coisas acontecendo. No fundo era uma fábrica da Antártica, e o lugar foge do clichê de ser uma coisa solar e ter que ser praia”.
Cronixta e Felipe Cordeiro se unem no lançamento de O Som da Floresta

Duas potências artísticas do norte do Brasil se juntam com o suingue da guitarrada e o peso da palavra forte do Pará no single O Som da Floresta. O músico e rapper Cronixta se une a Felipe Cordeiro – ambos filhos da floresta e de cima do mapa do país – neste abre alas que exalta e clama por socorro pelas nossas florestas. Com produção de Bruno Habib e lançado pelo selo Dog Music Lab, o clipe tem direção do próprio Cronixta. “A minha música existe e resiste por conta de tudo que coabita em minha região. As nossas florestas, os rios e toda a diversidade que se faz viva, são elementos fundamentais dentro da minha arte. Eu, enquanto artista da Amazônia, filho da parte de cima do mapa, preciso entender essa natureza externa que me rodeia, para conseguir entender a minha natureza interna”, reflete Cronixta, que criou a letra em cima da reflexão sobre o desmatamento, o sangue das florestas, a mudança climática e a resposta honesta da natureza diante dos atos criminosos e violentos da humanidade. Fã de Manuel Cordeiro desde a infância, Cronixta celebra a parceria com Felipe Cordeiro – filho de seu ídolo. “Quando mandei o single pra ele, expliquei que eu tinha pensado em um duo mesmo. A guitarra também como protagonista. Temos uma conexão muito forte mesmo”. “Pra mim foi muito importante e legal participar dessa faixa com o Cronixta. É um encontro de linguagens, tem essa característica do hip hop, um verbo afiado, junto com uma base e minha guitarra dançante. É um pouco disso que a música pop, com referência da Amazônia, traz: dança e uma força poética muito própria. O Som Da Floresta é muito especial por ter essa união das forças: a força do corpo, do verbo e das linguagens”, comenta Felipe Cordeiro. Gravação entre São Paulo e Belém No clipe, gravado entre São Paulo e Belém do Pará, a alusão ao encantamento do boto, tradicional lenda folclórica amazônica, reflete e provoca também sobre a necessidade de resistência da floresta e de seguir sendo política, além também de remeter à cultura e memórias afetivas dos artistas. “As lendas marcaram muito a minha infância. Eu cresci ouvindo as histórias e os mitos. Quando eu faço música, liberto minha criança, é uma forma de me conectar com essa fase e trazer ela pra mais perto de mim”, comenta Cronixta, que contou com o talento de sua tia para a criação da máscara de boto, que brinca com o tema central do single.
Kamasi Washington lança single “The Garden Path”

O saxofonista Kamasi Washington estreou a música The Garden Path, e a apresentará pela primeira vez, fazendo sua estreia no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon desta noite (2). O mundo parece virado de cabeça para baixo”, disse Washington, sobre a música. “Há tanto movimento e tensão em todas as direções, de todos que você conhece – ninguém sabe o que pensar, em quem acreditar ou como abordar a vida agora. Não importa o quão inteligente você seja, é difícil não se sentir perdido”. A música é a primeira nova e original de Washington em quase um ano e segue vários anos de destaque para o titã do jazz. 2021 foi marcado pelo lançamento de Sun Kissed Child, uma faixa feita para a série Music For The Movement do The Undefeated, e um cover de My Friend of Misery do Metallica para sua célebre compilação The Metallica Blacklist. Em 2020, Washington lançou sua trilha indicada ao Emmy e ao Grammy de Becoming, da diretora Nadia Hallgren sobre a primeira-dama estadunidense Michelle Obama. Kamasi Washington é multi-instrumentista, produtor e compositor nascido e criado em Los Angeles. Seus três corpos de trabalho até o momento — The Epic; Harmony of Difference, EP originalmente encomendado para a Whitney Biennial de 2017; e Heaven and Earth – estão entre os mais aclamados da última década. As Told To G/D Thyself, curta-metragem de Heaven and Earth, estreou no Sundance Film Festival de 2019 com muitos elogios. Washington fez turnês pelo mundo e colaborou e compartilhou palcos com Kendrick Lamar, Florence + the Machine, Herbie Hancock e muitos outros.