Turnê de 35 anos de Hunting High And Low, do A-Ha, ganha datas no Brasil

A turnê mundial para celebrar o aniversário de 35 anos do álbum de estreia do A-Ha, Hunting High And Low, lançado em 1985, chega finalmente ao Brasil em março de 2022. Em resumo, considerado um dos mais importantes discos da história da música pop, o álbum, que é tocado integralmente nos shows da turnê, apresentou ao mundo hits atemporais como Take On Me, The Sun Always Shines On TV, Train Of Thought e, claro, Hunting High And Low. Aliás, adiada por causa da pandemia, a turnê recebeu críticas entusiasmadas da imprensa e aclamação do público. Em síntese, os shows acontecem em 10 de março em Recife, no Classic Hall; dia 12 de março em Salvador, na Arena Fonte Nova; 16 de março em Belo Horizonte, no Expominas; 17 de março no Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena; 19 de março em São Paulo, no Espaço das Américas; e 23 em Curitiba no Athletico Paranaense. Por fim, ingressos estarão disponíveis no site da LivePass para todas as cidades, a partir de 25 de novembro às 10h. Confira os preços nas outras cidades. Serviço da turnê Hunting High And Low em SP Data: 19 de março Local: Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP) Horário: 21h30 Abertura dos portões: 19h30 Preços – Limitação: 4 ingressos por CPF, sendo 2 de meia-entrada.Preços: Pista Premium – R$ 640,00 (inteira) / R$ 320,00 (meia-entrada) Pista – R$ 340,00 (inteira) / R$ 170,00 (meia-entrada) Mezanino – R$ 640,00 (inteira) / R$ 320,00 (meia-entrada) Camarotes – R$ 640,00 (inteira) / R$ 320,00 (meia-entrada).Parcelamento em até 10 vezes sem juros.
Can’t Help Thinking About Me, de David Bowie, ganha nova versão

Can’t Help Thinking About Me, uma versão inédita do single de David Bowie de 1966, chegou às plataformas de streaming na última sexta-feira (19). A canção estará presente nos boxes digitais Brilliant Adventure (1992 – 2001), que será lançado na próxima sexta-feira (26), e Toy (Toy:Box), com lançamento para 7 de janeiro de 2022, um dia antes da data em que o cantor completaria seus 75 anos de idade. Can’t Help Thinking About Me foi o primeiro de três singles de David Bowie para a gravadora Pye e foi ressuscitado pela primeira vez em mais de 30 anos quando David o performou no show VH-1 Storytellers, em agosto de 1999. Posteriormente, a música permaneceu na setlist para a curta turnê promocional do álbum hours…. O vídeo inédito para a faixa foi gravado no The Elysée Montmartre em Paris em 14 de outubro daquele ano. A versão ao vivo da música foi gravada para o show de Mark Radcliffe na BBC Radio 1. Mark e seu co-apresentador Marc Riley lembraram do dia com carinho. “Estou tão feliz que a faixa está sendo lançada pois foi uma grande surpresa e alegria quando ele a incluiu no set do dia do Maida Vale. Me lembro da ocasião com muita ternura. David estava usando uma camisa excelente e estava em ótima forma, brilhante. Eu me recordo de David dançando com Gail Ann Dorsey ao som de I Try de Macy Gray, que estava tocando no rádio. Entrevistei Gail Ann há mais ou menos um ano atrás, e ela também se lembrava vividamente daquele momento. Foi um dos poucos dias mais queridos e especiais que passei com ele, pelo qual sou eternamente grato”, comenta Mark Radcliffe. Bowie solicíto com Can’t Help Thinking About Me “A atenção que David Bowie nos deu durante uma sessão foi alucinante, para ser franco. David nos disse: “um de vocês pediu que tocássemos Drive in Saturday? Eu engoli seco. Tão presunçoso da minha parte! Sim David, eu disse. Podemos fazer isso! Aqui está o setlist atual, o que mais você deseja?. Acho que nunca me mexi tão rápido na minha vida. Antes que o Mark pudesse tirar a mão do bolso, eu peguei o pedaço de papel do David e deixei meus olhos o percorrem de cima a baixo. Você pode tocar I Can’t Help Thinking About Me!!! Podemos… você quer essa também? Sim!!! A sessão foi incrível e David até nos deu uma melodia extra, uma interpretação brilhante de Repetition, do Lodger”, completa Marc Riley. Brilliant Adventure (1992 – 2001) é o mais recente de uma série de boxes digitais premiados e aclamados pela crítica, incluindo Five Years (1969 – 1973), Who Can I Be Now? (1974 – 1976), A New Career in a New Town (1977 – 1982) e Loving the Alien (1983-1988). Em resumo, Brilliant Adventure (1992 – 2001) foi nomeado em homenagem à penúltima faixa instrumental guiada pelo koto do álbum hours… O box digital inclui novas versões remasterizadas, com um input dos produtores e colaboradores originais, de alguns dos materiais mais subestimados e experimentais de Bowie. Black Tie White Noise, The Buddha of Suburbia, 1.Outside, Earthling e hours… junto com o álbum ao vivo expandido BBC Radio Theatre, London, June 27, 2000, o não-álbum / versão alternativa / lados B e o compilado musical de trilha sonora Re:Call 5 e o lendário e inédito TOY.
WEKS lança Pérola, single em parceria com Tássia Reis

WEKS, baterista do NX Zero e Pitty, lançou na última sexta-feira (19), o single Pérola Feat. Tássia Reis em todas as lojas de música e com clipe em seu canal do YouTube. Seguindo com seu projeto de trazer mulheres de diferentes timbres e gêneros musicais para feats, WEKS convidou a cantora Tássia Reis para ser a frente de mais uma faixa impecável. Com seu timbre suave e harmônico, Tássia tem a capacidade de seduzir enquanto alveja nosso mais profundo sentir com a letra de Pérola. Com tom minimalista, a letra do single conta a ação simplificada de uma decisão que há tempos era difícil de ser tomada. Por fim, o clipe, dirigido e roteirizado por Keny Kanashiro, complementa a mensagem, com cores terrosas para dar a sensação de conforto e natural.
Lost Boy: novo single de Sv7urno apresenta a alma do artista nos versos

O novo single do rapper Sv7urno, Lost Boy, tem um beat produzido pela Cabine 808 e traz a essência de um artista que retrata seus sentimentos nas letras. O videoclipe foi uma produção realizada entre uma parceria da produtora audiovisual Maresias TV e a Huracán Filmes. O clipe está no canal do artista no YouTube e foi gravado no bairro Porto Novo, nas proximidades do Rio Juqueriquerê, em Caraguatatuba. Para Sv7urno, este é o tipo de música que pode transformar a carreira dele, através da sinceridade, autonomia e representatividade que transmite na letra desta canção. O fato mais interessante dessa canção é que ela foi produzida em setembro de 2019 e o vídeo gravado durante julho do ano passado. O artista relatou que definiu anunciar o lançamento só agora por conta da reformulação do canal, redes sociais e plataformas de streamings dele. A intenção do artista com esta nova faixa é fazer com que as pessoas compreendam as inúmeras facetas do verdadeiro Svturno e do trabalho dele. A história do Lost Boy O mais novo trabalho de Sv7urno surgiu em meio ao afastamento do rapper do lar em que vivia com a mãe. Na época, Sv7urno estava morando nos em uma república. O artista vivia sentindo crises de ansiedade e se via perdido por vários motivos relacionados a situação da vida dele. “Escrevi esta faixa em 20 minutos, enquanto o Diogo Masthifi finalizava o instrumental no estúdio. Tudo nesta track é de verdade, cada linha, cada verso, cada sorriso e cada choro, esse é o Saturno, e este sou eu!”, explicou o rapper. De acordo com Sv7urno, após esta música, ele não se perde mais e finalmente descobriu o que ele quer para ser: “Ele mesmo”. “Não vou me apoiar em personagens pra ser alguém e nem basear o meu sucesso em bens materiais, para de fato ser alguém na vida. Não preciso me apoiar em nada que vá me fazer infeliz pra ser alguém, mais do que sou hoje. Lostboy é a criança que perguntou o porquê de ter que estudar tanto ‘para ser alguém na vida’, LostBoy é o Wesles Santos, LostBoy é o Sv7urno”, concluiu o cantor. Esta é a mensagem que Sv7urno deixa para todos refletirem sobre aonde estamos e porque fazemos tudo em prol de algo que, às vezes, nem foi determinado por nós mesmos. Então, todos somos “Lost Boys”, “Lost Girls” “Lost LGBTQIA+. Redes sociais e streamings do artista: Spotify SV7URNO, twitter/Instagram @sv7urno e YouTube.
WAR retoma com coletânea especial com os maiores hits

Tudo começou em 16 de julho, quando o show do WAR de 2007 no Grove, em Anaheim, foi transmitido integralmente no YouTube. Durante o evento, Lonnie Jordan (atual membro e fundador do WAR) e o compositor e produtor Jerry Goldstein compartilharam suas memórias do show e responderam a perguntas dos fãs na seção de chat. A retrospectiva recém-produzida em comemoração aos 50 anos do WAR pode ser assistida no mesmo canal. Ela apresenta uma sessão de perguntas e respostas com Lonnie Jordan e Jerry Goldstein, que ajudaram a começar a banda e produziram todos os álbuns. Outros destaques incluem testemunhos de artistas influenciados pelo WAR, uma oportunidade de cantar junto com o vídeo de Why Can’t We Be Friends?, recentemente atualizado para 4K, e uma prévia exclusiva do Greateste Hits 2.0, do WAR. Disponível em todas as plataformas de streaming desde sexta-feira (12), a coletânea inclui 24 faixas gravadas entre 1970 e 1994, com os singles Slipping Into Darkness, The World Is A Ghetto, The Cisco Kid, e Summer. Outro single de ouro, Why Can’t We Be Friends? permaneceu nas paradas por 31 semanas e se tornou a trilha sonora da missão espacial EUA-União Soviética (Apollo-Soyuz), na qual astronautas e cosmonautas se conectaram ao espírito da amizade. A banda WAR foi criada no final dos anos 60 pelo produtor e compositor Jerry Goldstein e pelo cantor britânico Eric Burdon, que morava em Los Angeles e estava ansioso para buscar novos colaboradores depois de vários anos com o The Animals. Goldstein encontrou os músicos que se tornariam da WAR tocando em clubes em L.A. Pouco depois, Burdon começou a fazer shows com a banda e se conectou com os músicos, que conseguiam acompanhar seus devaneios com a facilidade de mestres do jazz. Originalmente anunciado como Eric Burdon e WAR, o grupo gravaria três álbuns juntos: Eric Burdon Declares War (que trouxe o hit Spill The Wine), e o álbum duplo, The Black-Man’s Burdon sendo lançado com grande aclamação, seguido após alguns anos pelo lançamento de Love Is All Around. Após Burdon sair do grupo em 1971, o WAR recomeçou sem ele, e sua carreira ganhou vida própria conforme sua popularidade disparava graças aos três álbuns R&B consecutivos no número 1 dos charts: The World Is A Ghetto (álbum mais vendido de 1973 da Billboard), Deliver The Word e Why Can’t We Be Friends?
Teco Martins faz cantiga de bebê com rap para o filho; ouça single

O cantor, músico e compositor π Teco Martins apresentou uma jóia rara que produziu em homenagem ao seu filho. Em resumo, Meu Filho, Ouro da Vida é o terceiro single de A Spectrum Solar, álbum com lançamento programado para 2022. “Essa é a música mais pop do disco, escrevi durante a gestação do meu filho. Sonoramente falando é uma mistura de Jorge Ben Jor com Black Alien. Tem uma pegada samba-rock-pop-indie, uma cantiga de bebê com rap suave”, comentou o artista. Por fim, essa faixa, a mais íntima e pessoal que π Teco Martins já fez, traz a participação de sua companheira, Amanda Ziza, e de seu filho, que na época tinha apenas dois meses e ficou no colo do pai durante a gravação. Ademais, dentro do conceito do álbum, cada música corresponde a uma cor e Meu Filho, Ouro da Vida é a amarela.
Ator e cantor Jaffar Bambirra apresenta o álbum “O Menino que Nunca Amou”

Quem recusa uma boa história? Ninguém, mesmo em tempos de tanta pressa. Essa foi a aposta de Jaffar Bambirra na composição do seu álbum O Menino que Nunca Amou. Artista multifacetado de 23 anos, Jaffar já é conhecido do público nas telinhas. Estuda Cinema na PUC e também atua. Fez trabalhos para o cinema e para a TV, como as novelas O Sétimo Guardião e Pega Pega, da Rede Globo, e Ricos de Amor, da Netflix. Agora, o que o move é um mergulho profundo em suas composições musicais dos últimos anos. Como em um quebra-cabeças, vai encaixando suas músicas com temas marcantes de amor para construir seu disco-história. Logo nos primeiros versos de O Menino que Nunca Amou, faixa dividida entre a abertura e o fechamento do álbum (Vou lhe contar/ a história de um menino que quis falar de amor/Que de tanto falar se fez entendedor), o compositor traz à tona uma referência de infância, nos tempos em que começou a ouvir Piazzolla com sua mãe. Quase nos faz lembrar, também, do poeta fingidor, de Fernando Pessoa, e do choro bandido, de Chico Buarque; mas, na contramão das duas referências, Jaffar afirma que aprendeu, de fato, a amar depois de tanto cantar. E são fragmentos dessas experiências que vamos conhecendo, pouco a pouco. Jaffar prefere não se enquadrar em rótulos e gosta de misturar estilos; tanto que passeia pelo rock, folk, pop e pela MPB, claro. Seu compromisso é com a Arte. Afinal, o gênero musical que produz agora pode se transformar no próximo trabalho. Se for para ser rotulado, que seja apenas como brasileiro. Influências diversas no trabalho de Jaffar Bambirra “Ouço muito de Coldplay a Djavan e de Caetano a sertanejo raiz. E vejo que essas influências me atravessam nesse meu trabalho, o que é ótimo. Eu nasci naquela serra/ Num ranchinho beira-chão/ Todo cheio de buracos/ Onde a lua faz clarão é uma das frases mais bonitas da música brasileira, porque traz a imagem contida nas palavras”, revela. Coincidência ou não, o arranjo de Bonita, especialmente na introdução, faz lembrar uma saudosa moda de viola. Já o significado de Quando fui seu par chegou depois da composição. “Entendi que ela também podia ser sobre o fim de um relacionamento abusivo quando uma amiga, que chorou ao ouvir, veio me falar”. A música fará parte da trilha sonora de Quanto mais vida melhor, nova novela das sete da Globo – na qual Jaffar também estará como ator. Entre influências que deságuam de todo lugar carregando emoções em devir, O Menino que Nunca Amou é produzido por Pedro Mamede, parceiro de longa data de Jaffar, e mixado por Pedro e Gabriel Lucchini. A banda que acompanha Jaffar Bambirra é formada por José Arimatéa (trompete), Lancaster Lopes (baixo), Kiko Horta (sanfona), Júlio Raposo (guitarras), Rodrigo Tavares (teclados), Guilherme Schwab (violão e bandolim) e Pedro Mamede (bateria e percussão).
Com Ed Sheeran, Snow Patrol e Chris Stapleton, Taylor Swift divulga nova versão de RED

A cantora Taylor Swift liberou na última sexta-feira (12) um dos discos mais aguardados do ano, RED (Taylor’s Version). Com nove faixas inéditas, versões estendidas das músicas já conhecidas dos fãs e as participações de Gary Lightbody, do Snow Patrol, Ed Sheeran, Phoebe Bridgers e Chris Stapleton, a cantora apresentou sua versão definitiva para o álbum de 2012. Dentre as faixas inéditas de RED (Taylor’s Version) estão: Better Man, Nothing New (feat.Phoebe Bridgers), Babe, Message In A Bottle, I Bet You Think About Me (feat. Chris Stapleton), Forever Winter, Run (feat. Ed Sheeran), The Very First Night e All Too Well Ten Minute Version. Além das canções vindas diretamente do cofre de Taylor, a cantora presenteou os fãs com um curta-metragem para All Too Well Ten Minute Version. Estrelado por Dylan O’Brien e Sadie Sink, o short film foi escrito e dirigido por Taylor Swift, com fotografia assinada pela renomada Rina Yang. Muito se falou sobre qual seria a faixa de trabalho do RED (Taylor’s Version) e após a artista fazer uma estreia impactante na plataforma de vídeos TikTok e interagir com os fãs por meio de diversos comentários em vídeos sobre teorias envolvendo o projeto, Taylor Swift relevou que a faixa de trabalho será Message In A Bottle. Ações promocionais de RED Em uma parceria global com a rede de cafés Starbucks, Taylor convida os fãs e clientes da marca para experimentar sua bebida favorita: o Caramelo Latte Desnatado (Versão da Taylor), em copos totalmente vermelhos. Durante a experiência de compra, os fãs que visitarem as lojas vão ouvir uma playlist especial, com os principais hits da artista. A ação acontece até o dia 19 de novembro. O projeto, que conta com 30 faixas, já está à venda na UMusic Store. Red (Taylor’s Version) é o segundo trabalho a ganhar versões repaginadas pela cantora, dentro da série de relançamentos realizados por Taylor para seus discos antigos. Anteriormente, Fearlerss foi lançado em abril e contém Fearless, Fifteen, You Belong With Me e o hit Love Story.
The Town: datas, local e lineup. Saiba tudo que já está confirmado do novo festival de SP

Agora é oficial: o megaevento The Town está confirmado para os dias 2, 3, 8, 9 e 10 de setembro de 2023. Os organizadores do Rock in Rio apresentaram o novo empreendimento do grupo, que ocupará o Autódromo de Interlagos. Aliás, a expectativa é que em sua primeira edição reúna em torno de 600 mil pessoas em mais de 230 horas de música, com apresentações dos principais nomes da música mundial. No entanto, até o momento, apenas dois nomes estão confirmados: IZA e Criolo. Para Roberto Medina, criador e presidente do Rock In Rio e do The Town, a efervescência da cultura paulista será o grande atrativo do festival. “Sonhava em fazer um evento em São Paulo, mas precisava ter a cara da cidade. É um enorme prazer e uma responsabilidade ainda maior idealizar e produzir um evento tão grandioso, um projeto único, à altura dessa grande cidade, que foi a inspiração para a criação de The Town. São Paulo atrai gente que sonha, como eu. Ela é multicultural, vibrante e intensa. É com essa inspiração que nasce The Town, que já no seu lançamento, estará entre os maiores eventos de música e entretenimento do mundo”, diz. Em síntese, The Town nasce robusto e com números de “gente grande”. Um investimento de aproximadamente R$ 300 milhões garantirá a entrega de um evento com a mesma qualidade e sofisticação do Rock in Rio. Todo o investimento terá reflexos impressionantes na economia da cidade. A expectativa é que o festival movimente já em sua primeira edição R$ 1,2 bilhão no Estado de São Paulo e gere mais de 27 mil empregos. Os palcos do The Town Primeiramente, o palco Skyline é o maior do evento e tem seu design inspirado nos prédios emblemáticos da capital. Aliás, a previsão é de quatro shows por dia, com a presença de grandes bandas nacionais e internacionais, incluindo a tradicional queima de fogos de artifício sincronizada, na abertura e no encerramento. Representando sua grandiosidade, o palco terá as medidas de 88m x 30m. O palco The One tem como inspiração a arte urbana de São Paulo, com o grafite como um dos principais representantes e tamanho de 61m x 25m. Em síntese, neste espaço se esperam conteúdos exclusivos do festival, através de encontros e apresentações produzidas sob medida. As bandas consagradas e novos artistas devem consolidar o tom de diversidade de ritmos em shows únicos e inesquecíveis. O New Dance Order palco dedicado à música de pista que fez sua estreia na última edição do Rock in Rio, desembarca no The Town. Sua proposta diferenciada estabelece a conexão entre o ser humano e a música, a partir de sensações vividas neste ambiente. Nesta narrativa totalmente futurista, a palavra da vez deste espaço é dançar. Aliás, as batidas serão as mais variadas – passando pelos gêneros house, techno, trance, bass, trap, EDM e outros beats eletrônicos. Todos preparados para envolver o público com uma energia singular. O palco para os artistas se apresentarem será na dimensão de 63m x 20m. Mais homenagens na música e na gastronomia Prometido como o espaço com o maior número de selfies da Cidade da Música, a São Paulo Square virá inspirada na região em que a Cidade foi fundada e irá reunir alguns dos seus principais ícones históricos, como a Catedral da Sé e a Estação da Luz, embalados ao ritmo de muito jazz e blues. Contudo, num cenário monocromático a arte predominará nas performances artísticas, música, dança e no colorido das obras, que tomará conta da plateia. Inspirado nos antigos galpões das fábricas que ajudaram a elevar o nome de São Paulo, o Factory trará o mood da cultura urbana e terá performances de street dance e shows de trap, hip hop e rap – que estão entre os gêneros mais consumidos da Cidade. Ademais, além dos palcos, o evento contará com a Arena Metrópolis, um espaço que abrigará um musical criado exclusivamente para The Town. Ao longo do dia, diversas sessões prometem impactar a plateia. Por fim, a homenagem não estaria completa se não estivesse presente a gastronomia paulista. O City Market será o espaço gourmet, com deliciosos cardápios, criados exclusivamente para The Town e assinados por conceituados chefs, bares e restaurantes que mostrarão porque São Paulo é reconhecidamente a capital gastronômica do nosso país.