Bad Luv lança “Sonho Bom” em homenagem à filha de Gee Rocha

Acostumados com arranjos enérgicos e densos, os integrantes da Bad Luv decidiram baixar o volume e abrir o coração em seu novo single, Sonho Bom, disponível agora em todas as plataformas digitais. A faixa é uma homenagem emocionante ao nascimento de Nara, filha do guitarrista Gee Rocha (conhecido nacionalmente por sua trajetória no NX Zero). O que torna a canção ainda mais especial é a sua origem: ela nasceu como um presente surpresa do vocalista Caio Weber para o parceiro de banda e amigo de longa data. De uma demo caseira a um hino de paternidade A inspiração para a letra surgiu quando Caio ouviu uma gravação caseira antiga feita por Gee. Em apenas uma tarde, o vocalista escreveu os versos que narram a expectativa e o amor incondicional por alguém que acaba de chegar ao mundo. “Foi muito fácil imaginar como é esperar alguém que você nem sabe quem é de fato, mas que já ama mais do que tudo. Fiz a letra, gravei e mandei pro Gee, que ficou muito emocionado”, relembra Caio Weber. Colaboração familiar A atmosfera sensível de Sonho Bom ganhou um toque de autenticidade com a participação de Camila Cat, esposa de Gee e mãe de Nara. Ela divide os backing vocals com o marido no trecho mais emblemático da música: “Agora já sei o seu nome, você é meu norte”. Musicalmente, a faixa rompe com o perfil pesado do álbum anterior da Bad Luv, apostando em violões e uma entrega vocal mais contida. Esse respiro acústico funciona como um “abre-alas” para o segundo álbum de estúdio do grupo, previsto para ser lançado ainda em 2026. Sentimento de um recomeço no Bad Luv com Sonho Bom Para Gee Rocha, a música sintetiza a mudança de chave que a paternidade trouxe para sua vida. “Eu descobri que minha mulher estava grávida e parece que a nossa vida já começou a mudar ali. Estou muito feliz que fizemos esse som juntos, porque é uma música muito especial para a minha filha”, finaliza o guitarrista.

Bane e Stick To Your Guns iniciam miniturnê no Brasil nesta semana

Nesta semana, as produtoras Solid Music e Powerline trazem ao país a turnê conjunta do Bane e Stick To Your Guns. As apresentações colocam no mesmo palco duas forças que definiram o gênero em diferentes décadas, mantendo viva a chama da resistência e da comunidade underground. O roteiro começa em Florianópolis (quinta, 30), passa por Curitiba (sexta, 1) e encerra em São Paulo, no Hangar 110, no sábado (2). Stick To Your Guns Vindos de Orange County, Califórnia, o Stick To Your Guns chega ao Brasil embalado pelo lançamento de seu oitavo álbum, Keep Planting Flowers (2025). A banda é o exemplo perfeito de como unir a agressividade do metalcore com os refrões catárticos do punk melódico. Com letras que abordam saúde mental e frustração social, o grupo consolidou clássicos como Against Them All e Amber, garantindo um show de alta voltagem e interação constante com o público. Bane Já o Bane representa a essência mais pura e emocional do hardcore dos anos 90. Após um hiato que parecia definitivo, a banda de Aaron Bedard retornou aos palcos para provar que clássicos como o álbum Give Blood (2001) são atemporais. Conhecidos por serem uma das bandas que mais excursionou pelo mundo, o Bane transforma seus shows em um grande coral de vozes, onde a barreira entre palco e plateia simplesmente deixa de existir. Turnê do Bane + Stick To Your Guns Serviço

Aespa confirma show em São Paulo com a turnê “Synk: Complæxity” em setembro

O aespa, formado por Karina, Giselle, Winter e Ningning, anunciou a passagem da turnê mundial 2026-27 aespa Live Tour Synk: Complæxity por São Paulo. O show acontece no dia 4 de setembro de 2026, na Mercado Livre Arena Pacaembu. Diferente da turnê anterior, este novo espetáculo marca uma ousada reformulação criativa. O show apresentará uma experiência de concerto totalmente reimaginada, com novo design de palco e uma narrativa visual que acompanha o lançamento do segundo álbum de estúdio do grupo, intitulado Lemonade. Império global do Aespa O anúncio da turnê chega em um momento de consagração absoluta para o quarteto. Recentemente, o grupo faturou o prêmio de “Grupo do Ano” no Billboard Women in Music 2025 e recebeu indicações ao American Music Awards. Visualmente, o aespa também dita tendências, tendo vencido o Red Dot Design Award 2026 na categoria Design de Produto. Antes de desembarcar na América Latina, o aespa será uma das atrações principais do Lollapalooza Chicago em agosto, servindo como uma prévia do que os “MYs” (como são chamados os fãs) podem esperar da dinâmica produção ao vivo. Ingressos e VIP A venda oficial será realizada pela plataforma Ticketmaster Brasil. Fique atento ao cronograma para não ficar de fora: Para quem busca uma experiência premium, a turnê oferecerá pacotes VIP, que incluem ingressos em setores privilegiados, brindes exclusivos e acesso ao evento de despedida (send-off) após o show. Preços Arquibancada Norte: R$ 260,00 meia-entrada e R$ 520,00 inteira  Pista: R$ 265,00 meia-entrada e R$ 530,00 inteira  Cadeira Oeste Descoberta: R$ 370,00 meia-entrada e R$ 740,00 inteira Cadeira Leste: R$ 370,00 meia-entrada e R$ 740,00 inteira Cadeira Oeste Coberta: R$ 380,00 meia-entrada e R$ 760,00 inteira Pista Premium: R$ 445,00 meia-entrada e R$ 890,00 inteira PIT A: R$ 495,00 meia-entrada e R$ 990,00 inteira PIT B: R$ 495,00 meia-entrada e R$ 990,00 inteira

Jambu mergulha na melancolia pesada com o single “Desculpa”

Consolidada como um dos nomes mais relevantes do indie rock contemporâneo, a banda amazonense Jambu está de volta com material inédito. O trio, formado por Gabriel Mar (voz e guitarra), Roberto “Bob” Freire (guitarra) e Yasmin “ysmn” Moura (bateria e voz), lançou o single Desculpa, via Deck. A faixa serve como o “abre-alas” do novo EP Cartas que escrevi enquanto sonhava, com lançamento previsto para maio. Se em Manauero (Deluxe) a banda explorava cores vibrantes do indie, em Desculpa o caminho é mais profundo e sombrio. A música abraça uma vertente mais densa, com guitarras de timbre pesado, cordas em afinação drop e uma atmosfera que explode em um pós-refrão visceral. Evolução e maturidade da Jambu A produção da faixa é assinada em parceria com Fepa, conhecido como guitarrista da banda O Grilo. Essa colaboração ajudou a lapidar o novo som da Jambu, que busca equilibrar a pegada do rock clássico com a sensibilidade melancólica do indie moderno. “A Jambu é uma banda de rock, tem músicas pesadas, mas dentro do rock tem níveis”, explica o vocalista Gabriel Mar. “A gente abraçou muito essa melancolia, botando peso nas guitarras. É um processo constante de evolução da nossa maturidade, do nosso timbre, com uma bateria mais pegada e um som mais profundo.” Novo EP Cartas que escrevi enquanto sonhava promete ser um registro de transição e afirmação. Com Desculpa, a banda prova que é possível manter a essência melódica que os tornou populares enquanto exploram texturas sonoras mais rústicas e emocionais.

Papangu antecipa álbum “Celestial” com o single “Colosso”

A banda paraibana Papangu acaba de liberar mais uma peça fundamental de seu próximo quebra-cabeça sonoro. Já está disponível em todas as plataformas digitais o single Colosso, a segunda amostra do álbum Celestial, que chega em agosto pela gravadora Deck. A faixa é uma construção ambiciosa que revela a pluralidade do grupo. Segundo o integrante Pedro Francisco, as primeiras partes surgiram ao piano com uma sonoridade que remetia diretamente ao Clube da Esquina e às montanhas de Minas Gerais. O desfecho, porém, foi capturado em um santuário ecológico no Rio Grande do Norte, onde a melodia final “invadiu” o músico em meio à mata. Uma sonata em três atos Diferente da estrutura pop convencional, Colosso organiza-se como uma sonata dividida em três partes: A música não tem pressa. Ela se beneficia de um certo estatismo para desenvolver suas ideias, empilhando camadas sonoras que culminam em um final denso, onde tudo parece desmoronar sob o próprio peso. Húbris, redes sociais e Ozymandias Liricamente, a canção utiliza o Colosso de Rodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo) como alegoria para a “húbris”, o orgulho excessivo. A banda traça um paralelo entre os invasores da antiguidade e a performance insustentável do sucesso nas redes sociais e a fragilidade do ego masculino contemporâneo. A letra ecoa o famoso soneto Ozymandias, de Percy Shelley, desenhando a contradição entre o sonho humano de perfeição eterna e o passo implacável e corrosivo do tempo. Cinema em Super 8 O videoclipe de Colosso é, na verdade, um curta-metragem de quase sete minutos. Gravado em filme analógico com câmera Super 8, o visual ressalta a luta entre o pequeno e o grande. Enquanto a letra fala de estátuas antigas, a tela mostra a realidade da especulação imobiliária e a busca por lugares reais em um mundo de reproduções ocas. A direção é do cineasta paraibano Helder Bruno, com fotografia do pernambucano Ivan Cordeiro, e conta com a participação do pescador José Antônio Gomes da Silva, unindo a banda a figuras que representam a resistência do cotidiano real.

Fresno abraça o analógico e a memória em “Carta de Adeus”

A trajetória da Fresno, iniciada em 1999, ganha hoje um de seus capítulos mais maduros e esteticamente corajosos. O trio gaúcho, Lucas Silveira, Vavo e Guerra, disponibilizou nas plataformas digitais o álbum Carta de Adeus. O trabalho, que já havia sido apresentado na íntegra em um show histórico no Espaço Unimed no último dia 18, revela uma banda que não tem medo de abandonar as ferramentas digitais modernas para buscar o que é essencial. Diferente dos álbuns anteriores, marcados por camadas densas de sintetizadores e edições precisas, Carta de Adeus é um exercício de organicidade. As guitarras soam como guitarras, a bateria respira e as vozes ocupam o espaço de forma nua e crua. >> LEIA ENTREVISTA Tonalismo dos anos 80 A sonoridade do disco foi moldada pelo uso de equipamentos analógicos da década de 80, como câmaras de eco e unidades de chorus. Esse “relicário” sonoro não é apenas um capricho vintage, mas uma forma de Lucas Silveira revisitar sua própria adolescência em Porto Alegre, cercada por sons de bandas como The Cure, New Order, Titãs e Engenheiros do Hawaii. Destaques do repertório Obra coletiva Apesar do nome sugerir um encerramento, Carta de Adeus é um disco de expansão. Ele vocaliza e potencializa o trabalho de uma rede criativa potente: Camila Cornelsen (direção criativa), Giovanna Cianelli (design), André Figueiredo (filmmaker) e Gabriel Rolim (direção visual).

Nicotine Dolls traz turnê confessional ao Brasil em setembro

O Nicotine Dolls, banda formada em Nova York e que se tornou um fenômeno global de streaming, confirmou três apresentações no Brasil para setembro de 2026. Realizada pelas produtoras Sellout Tours e Powerline Music & Books, a turnê marca a expansão internacional do grupo após ultrapassar a marca de 80 milhões de reproduções em seu catálogo. Liderada pelo carismático Sam Cieri, a banda conquistou uma legião de fãs, são quase 3 milhões de seguidores somando TikTok e Instagram, com uma proposta honesta: letras que dissecam o amor, a perda e a busca por conexão, embaladas por uma voz que a revista SPIN descreveu como tendo a “aspereza de Bruce Springsteen e a emoção de Lewis Capaldi”. Trajetória de Sam Cieri O eixo central do Nicotine Dolls é a escrita direta de Cieri. Antes de consolidar a banda com John Merritt (baixo) e Abel Tabares (bateria), o vocalista percorreu um caminho nada tradicional: abandonou a escola para tocar em bares na Flórida e em Las Vegas, chegando até a integrar turnês da Broadway. Essa bagagem teatral transparece em suas performances ao vivo, onde cada música é entregue com uma carga narrativa e dramática impressionante. Hits como What Makes You Sad (com quase 20 milhões de plays) e a aclamada releitura de The Best, de Tina Turner, serão os pilares do setlist que também apresentará as faixas do álbum de estreia de 2025, an Attempt at Romantic. Roteiro brasileiro A banda passará por três capitais: Serviço: Nicotine Dolls no Brasil Os ingressos já estão à venda exclusivamente pela plataforma Fastix.

Colomy mergulha no Yacht Rock com o novo single “Causas Naturais”

O trio Colomy disponibilizou em todas as plataformas de streaming o single Causas Naturais, o primeiro cartão de visitas do álbum Pra Quem Andou Perdido, que será lançado em julho pela Universal Music. Acompanhada de um videoclipe vibrante, a faixa revela um amadurecimento que troca as baladas contemplativas do disco anterior, Jaú (2023), por um som mais colorido, acelerado e dançante. Composta por Sebastião Reis, Pedro Lipa e Magno Britto, a música é um mergulho inédito do grupo no yacht rock, subgênero que dominou as rádios entre o final dos anos 70 e início dos 80, conhecido pela produção impecável e vibe sofisticada. Conexões internacionais e locais O que chama a atenção em Causas Naturais é o peso dos nomes envolvidos. A percussão é assinada por Barrett Martin (conhecido por seu trabalho com Screaming Trees e Mad Season). Mas as surpresas do álbum não param por aí: o disco completo contará com a guitarra de Peter Buck (cofundador do R.E.M.) e a participação do mestre brasileiro Guilherme Arantes. “Essa música traz um frescor dançante e pop ao mesmo tempo. É um lado diferente nosso que sempre esteve lá, mas que ainda não tínhamos gravado”, explica Sebastião Reis. A letra reflete sobre dilemas e recomeços de ciclos, com versos marcantes como: “Eu não tenho medo de morrer de amor, só de saudade e de outras causas naturais”. Show de lançamento no Blue Note Para os fãs que querem conferir essa nova sonoridade ao vivo, a Colomy se apresenta no dia 20 de maio no Blue Note São Paulo. O show será uma oportunidade exclusiva de ouvir, em primeira mão, as canções do novo álbum que promete ser o guia de reencontro para “quem andou perdido” nos últimos tempos.

Paulo Miklos anuncia álbum de memórias; ouça o single “O Sal da Terra”

Paulo Miklos está de volta com um projeto que promete tocar o coração de diferentes gerações. O cantor e compositor lançou nas plataformas digitais o single O Sal da Terra (clássico de Beto Guedes e Ronaldo Bastos), a primeira amostra de seu aguardado novo álbum pela gravadora Deck. O projeto não é apenas um disco de intérprete; é um mapa afetivo da trajetória de Miklos. O repertório foi construído a partir das canções que moldaram sua identidade e marcaram momentos decisivos de sua vida, desde as paixões da juventude até os acontecimentos que definiram sua carreira. Mensagem atual em O Sal da Terra A produção do single (e do álbum) é assinada por Rafael Ramos e Otávio de Moraes. Este último também é o responsável pelos luxuosos arranjos e pela regência do naipe de cordas e metais que acompanham a banda completa na gravação. O resultado é uma versão que respeita a essência solar da original, mas ganha uma densidade e elegância típicas da maturidade vocal de Paulo. “São canções que carregam o grande poder de me trazer de volta as sensações e paixões de anos marcantes”, comentou o artista. O Sal da Terra, especificamente, foi escolhida para abrir os trabalhos por sua mensagem de união e generosidade, algo que Miklos considera fundamental para o momento atual do mundo. Jornada de reconexão Diferente de seus trabalhos autorais anteriores, onde explorou o rock e o pop contemporâneo, este novo disco coloca Miklos como um curador de sua própria história. Ao revisitar clássicos da MPB com essa roupagem orquestral e moderna, ele reafirma sua versatilidade como um dos maiores intérpretes do país.