If U, de Gab Ferreira, ganha videoclipe; assista!

Gab Ferreira apresentou o videoclipe de If U, single do EP Forbidden Fruits (2024, lançado este ano pela Balaclava Records). Dirigido por Hernando Ramírez e Nathalia Schultz, o vídeo transporta o espectador para uma jornada sensorial de telecinese, na qual o desconforto urbano e a libertação espiritual se encontram na natureza. A estética do clipe é rica em detalhes, com efeitos visuais que amplificam a experiência musical. “If U”, uma composição de Gab Ferreira e produção de OWLT. Gab Ferreira, conquistou o público digital depois da sua participação na quinta temporada do The Voice Brasil, em 2016. Atualmente, é integrante do catálogo de artistas musicais da Balaclava Records, e já possui três trabalhos lançados, as mixtapes, Lemon Squeeze, de 2018, Visions, de 2022 e Forbidden Fruits, em 2024.

Leila Pinheiro abre o projeto Elas Cantam as Águas; ouça Chuvarada

A gravadora Galeão lança o projeto Elas Cantam as Águas, que traz uma constelação de intérpretes de primeira grandeza da MPB. O primeiro single deste tão esperado álbum é Chuvarada de Gabriel Martins e Belex, já está disponível nas plataformas digitais. O single traz a sensibilidade artística e a estética musical de Leila Pinheiro na voz e no piano. Uma candente interpretação que enternece o coração do ouvinte mais exigente. Não bastasse o encanto de Leila Pinheiro, a canção tem luxuosa participação do violoncelista Jaques Morelenbaum, em inspirada performance instrumental. No repertório de Elas Cantam as Águas, canções de consagrados compositores como Ivan Lins e Vitor Martins. Duas referências no cancioneiro brasileiro com reconhecimento internacional. O projeto traz ainda composições de novos autores como Gabriel Martins, grata revelação pela qualidade e pela inserção na essência musical brasileira. Elas Cantam as Águas reúne a força das vozes femininas de grandes intérpretes como Zizi Possi, Leila Pinheiro, Fabiana Cozza e Rita Benneditto.

Lobão e Frejat lançam releitura do clássico “Vida Louca Vida”

Um grande sucesso dos anos 1980, que segue reverberando até os dias atuais, Vida Louca Vida saiu originalmente no LP Vida Bandida, de Lobão, também compositor – que ultrapassou a marca de 350 mil cópias vendidas no Brasil –, que chegou às lojas em meados de 1987. No ano seguinte, ganhou uma versão ao vivo no disco ao vivo O Tempo Não Para, de Cazuza, outro grande sucesso. Quase quatro décadas depois, Lobão, ao lado de Frejat, outro que teve íntima relação com Cazuza nos anos 1980, tanto profissional quanto pessoalmente, lançaram uma nova versão de Vida Louca Vida, um trabalho colaborativo que traz os dois se intercalando nos versos. É uma celebração da música e muito mais. “O que me movimentou a gravar Vida Louca Vida foi ter tocado com a orquestra lá no Serginho Grossman (Altas Horas, Rede Globo) e ter visto que a maneira que eu cantei, a orquestra, eu imitando o Cazuza, as pessoas ficaram muito emocionadas. Então eu decidi chamar o Frejat e ‘cometer’ uma homenagem implícita ao Cazuza”, explica Lobão sobre a concepção da ideia. Sobre o processo de gravação, prossegue: “Ele não tem nenhuma participação, mas como ele cantou a música e o Frejat talvez seja o parceiro mais profícuo e próximo do Cazuza, e é meu amigo, então chamei o Frejat e ele, o filho dele, o Rafa, que fez intervenções de guitarras, clavinete, órgão. Fizemos um intercâmbio, eu gravei a bateria, o baixo, algumas guitarras. Mandei para o estúdio dele, ele botou a voz, as umas guitarras, botou as guitarras do Rafa, os órgãos, e aí voltou para mim”. Sobre o videoclipe, desenvolvido por Arnaldo Belotto, o artista declara: “O vídeo é aquela coisa do vale da estranheza, que é aquela síndrome de você, quando percebe um robô exatamente igual ao ser humano, mas que é de natureza absolutamente diferente. Você se olha no vídeo: é para ser você, e você tem certeza que não é você. Te dá uma esquisitice incrível, porque você não se reconhece de maneira literal. É fantasmagórico, é sinistro, e por isso que eu acho que é fascinante o vídeo por Inteligência Artificial, porque é uma outra coisa completamente diferente”.

Zeca Baleiro e Wado lançam álbum com composições feitas na pandemia

Zeca Baleiro e Wado liberaram hoje (1) o álbum de parcerias inéditas Coração Sangrento. Produzido pelos artistas com Sérgio Fouad, o álbum reúne uma nova safra de canções, todas compostas por Wado e Baleiro a partir do período da pandemia, quando a parada dos shows deu espaço para novas criações. “Muito animado em apresentar Coração Sangrento, novo álbum em parceria com Zeca Baleiro. É um disco que morro de orgulho. Nele, reunimos dois punhados de canções inéditas, resultado de um encontro verdadeiro, canções feitas muito no bate bola dos áudios e vídeos trocados por WhatsApp. Essa amizade e a admiração mútuas colocam esse disco num lugar único; paira no ar uma vontade de praticar a canção bonita”, comenta Wado. Zeca Baleiro falou sobre a preferência de compor em parceria com músicos talentosos, como Wado. “Apesar de no início da minha discografia assinar quase todas as canções sozinho – letra e música -, sempre amei compor em parceria. Fiz música com parceiros os mais diversos, de Hyldon a Fagner, de Arrigo Barnabé a Frejat, de Vicente Barreto a Lô Borges. E falo isso com descarada vaidade, porque me orgulho da diversidade musical com que ergui meu trabalho ao longo dos anos. Agora é chegada a hora de lançar um disco inteiro ao lado de um querido parceiro, um dos maiores compositores da geração que sucedeu a minha, Wado”.

Soccer Mommy revela quarto álbum de estúdio, Evergreen

Após uma perda significativa, Sophie Allison, a Soccer Mommy traduziu o processo de luto em seu emocionante quarto álbum de estúdio, Evergreen, que já está disponível nas plataformas de streaming. O trabalho lida com uma gama complexa de sentimentos e, para Allison, a resposta estava na franqueza. “Quando eu estava escrevendo essas músicas e fazendo demos, era só eu e um violão”, ela começa. “Neste disco parece que há muitas coisas me acompanhando; temos pianos e coisas mais leves que ajudam a música, em vez de obscurecer o que era a imagem original”. Agora entrando em seus 20 e tantos anos, Allison aprendeu muito sobre si mesma nos últimos tempos. Ao pensar em seu progresso como compositora, desde que surgiu como adolescente, ela ainda reconhece partes de si mesma naquelas músicas antigas, mas está profundamente ciente da diferença.

Após anunciar shows no Brasil, Amyl and the Sniffers lança Cartoon Darkness

Após confirmar dois shows em São Paulo, a banda australiana Amyl and the Sniffers compartilhou seu terceiro álbum de estúdio, Cartoon Darkness, pela Rough Trade Records. Um novo videoclipe para a faixa Jerkin também foi lançado, dirigido pelo colaborador de longa data do Sniffers, John Angus Stewart, da PHC Films. Cartoon Darkness dá continuidade ao estilo bruto e explosivo que marcaram Comfort to Me, de 2021. Com 13 faixas em pouco mais de 33 minutos, o álbum traz uma sonoridade mais crua em comparação ao anterior, que apresentava uma produção mais polida. As letras exploram temas como questões sociais, inteligência artificial, grandes corporações de tecnologia, mudanças climáticas e guerra. As faixas variam da agressividade total, como em It’s Mine e Pigs, até momentos mais suaves e quase reminiscentes como na faixa Big Dreams. A vocalista Amy Taylor continua a canalizar a energia de Wendy O. Williams dos Plasmatics, uma abordagem que se destaca em um cenário musical muitas vezes dominado por produções altamente polidas e comerciais. Produzido e mixado por Nick Launay, Cartoon Darkness se afasta do som “big rock” de Comfort to Me, mas é um álbum bem construído, com faixas diretas e sem excessos. Amyl and the Sniffers é uma banda australiana de pub rock e punk rock composta pela vocalista Amy Taylor, o baterista Bryce Wilson, o guitarrista Declan Mehrtens e o baixista Gus Romer.

La Ciencia Simple, banda chilena de post-rock, estreia no Brasil

O grupo chileno La Ciencia Simple estreia no Brasil no próximo dia 15, no Sesc Avenida Paulista, em São Paulo. Aliás, vem com o vinil do álbum Ritmos en Cruz, seu quarto trabalho lançado em 2022 – produzido por John McEntire (Tortoise, The Sea and Cake) e masterizado por Heba Kadry (Björk, Explosions in the Sky). O álbum combina influências de post-rock, math-rock e atmosferas sonoras densas, propondo momentos de tensão e harmonia gradual ao longo de suas oito faixas. A banda chilena cativou públicos ao redor do mundo apresentando uma viagem emocional, que visita diferentes paisagens sonoras hipnóticas e momentos de energia intensa. A experiência visual e sensorial da La Ciencia Simple pode ser conferida no registro do show realizado em 2023, na Sala Master, dentro da Radio Universidad de Chile. A banda, formada em 2014, em Santiago, possui quatro álbuns de estúdio. A formação atual conta com Rienzi Valencia (guitarra e sintetizadores), Gonzalo Valencia (bateria, sintetizadores e programação), Edgar Sandoval (baixo) e Jorge Schain (guitarra). “Uma banda de pós-rock que vem de uma base hardcore-emo, o que confere grande intensidade às suas performances ao vivo, muitas vezes resultando em uma catarse profunda. Além disso, o grupo se destaca pelo uso de polirritmos, aproximando-se do math rock, mas sem a hipercinesia típica do gênero, e sim com atmosferas vibrantes e hipnóticas”, explica Gonzalo Valencia. O baterista e compositor, Gonzalo, assim como a banda estão ansiosos para tocar e conhecer um pouco mais do Brasil: “há alguns anos conhecemos uma banda chamada Hurtmold. Também gostamos muito de Bike, Ema Stoned e Glue Trip. Vamos adorar aproveitar essa viagem para saber um pouco mais sobre essas bandas e outras novas.”

Adi Oasis retorna ao Brasil para shows no Rio e em São Paulo

Após se tornar uma das atrações mais elogiadas do Queremos! Festival no começo do ano, a franco-caribenha Adi Oasis retorna ao país para shows intimistas nos Blue Note de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ela se apresenta nos dias 12 e 15 de novembro, respectivamente, às 20h. No Rio, os ingressos variam entre R$ 30 e R$ 150. Já na capital paulista, entre R$ 60 e R$ 150. Adi Oasis tem o baixo como instrumento principal e une, em suas músicas, R&B, soul e funk com letras sobre questões sociais, como feminismo e violência urbana. Anteriormente conhecida como Adaline, a artista já se apresentou ao lado de nomes como Lenny Kravitz, Gregory Porter, Masego, Chet Faker, Keyshia Cole e Anderson .Paak. Coroando uma fase de enorme sucesso na carreira solo, ela é a sexta artista francesa mais ouvida no mundo e está no Top 20 do Spotify global entre artistas de indie soul. Seu lançamento mais recente é a edição deluxe do aclamado álbum Lotus Glow, com participações especiais da brasileira Luedji Luna em Multiply, além de Danielle Ponder (Dumpalltheguns), Samm Henshaw (Serena), Jamila Woods (Red to Violet) e Durand Bernarr (na faixa-foco Le Départ). Localizados em pontos importantes das cidades, o Blue Note São Paulo fica localizado na Avenida Paulista, 2073 – 2º Andar, no Conjunto Nacional e sua versão carioca, na Av. Atlântica, 1910, na praia de Copacabana.