Mundo Video lança primeiro disco com Ana Frango Elétrico e Putodiparis

Após dois EPs lançados, o duo carioca Mundo Video, formado pelos compositores, instrumentistas e vocalistas Gael Sonkin e Vitor Terra, debuta seu primeiro álbum, Noite de Lua Torta (Balaclava Records). O disco foi gravado entre junho de 2022 e setembro de 2023, no entremeio de projetos individuais e de outros materiais da banda. A sonoridade de Noite de Lua Torta foi construída a partir de performances ao vivo realizadas em diferentes contextos; enquanto o aspecto eletrônico surgiu após um convite para um show em uma rave, o álbum foi lapidado com roupagem indie pop após a adição das letras. Esse ecletismo pode ser reparado nos diferentes colaboradores que compõem o disco, que vão da cantora Ana Frango Elétrico (Perto da Praia) ao trapper Putodiparis (Amantes da Paz); as faixas ainda recebem coros femininos gravados por artistas de várias pontas do cenário independente, como Gab Ferreira, Janine Prici e Carol Maia. O duo cita Tears for Fears, Tim Maia, Daft Punk e Lulu Santos como algumas das inspirações por trás de Noite de Lua Torta. As gravações do disco iniciaram no Rio de Janeiro e foram finalizadas em São Paulo, cidade onde a Mundo Video se encontra radicada no momento. A discrepância entre o bucolismo carioca e a urbanidade paulista é um dos temas de Noite de Lua Torta, com composições que tratam da saudade de casa e da solitude da metrópole. O álbum ainda discorre sobre os diferentes momentos do amor, da paixão ao fim do fascínio.
Titãs recebe convidados em show intimista no Teatro Bradesco

Na próxima terça-feira (22), o Teatro Bradesco celebrará seus 15 anos com um show intimista do Titãs, Microfonado. Sérgio Britto, Branco Mello e Tony Bellotto, acompanhados por Beto Lee e Mario Fabre, apresentarão novas versões dos clássicos da banda, além de músicas do álbum Olho Furta-Cor. Os ingressos estão disponíveis. O show terá as participações especiais de Ney Matogrosso, Vitor Kley, Luiza Possi, Roberto de Carvalho e promete ser um dos grandes momentos do ano, unindo diferentes gerações da música brasileira em um espetáculo inesquecível. Com direção de Otávio Juliano e desenho de luz de Guilherme Bonfanti, Titãs Microfonado oferece uma releitura envolvente e íntima dos clássicos da banda, aliando proximidade com o público e uma sonoridade mais diversificada. “Depois do grande sucesso do Encontro, sentimos a necessidade de reencontrar nosso público em teatros e voltar a tocar algumas canções importantes que ficaram de fora da turnê com os ex-integrantes”, comenta Tony Bellotto. A apresentação explora uma nova dimensão musical, com arranjos acústicos e semi-acústicos, guitarras elétricas, pianos acústicos e elétricos. “Os shows elétricos nas grandes arenas são sempre muito bons, mas esse show, concebido para teatros, é muito especial pela proximidade e cumplicidade com o público”, ressalta Branco Mello. O show será integralmente gravado para o projeto “Teatro Bradesco Apresenta” e posteriormente disponibilizado no canal oficial do YouTube do Teatro Bradesco, permitindo que todo público reviva essa celebração. No repertório, sucessos como Sonífera Ilha, Epitáfio e Flores dividem espaço com faixas mais recentes do álbum Olho Furta-Cor, como Apocalipse Só, Raul e Como é Bom Ser Simples. Clássicos como Enquanto Houver Sol e A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana também marcam presença, garantindo uma experiência completa e nostálgica. “Fora violões e piano acústico, entram também neste show guitarras semi-acústicas, piano elétrico e hammond, o que traz mais cor e diversidade para o espetáculo”, acrescenta Sérgio Britto. Data: 22 de outubro de 2024Horário do show: 20 horasAbertura da casa: 18 horasDuração: 90 minutos.Classificação: 12 anos. Menores somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.
Entre o space rock e colagens surrealistas, Rod Krieger lança A Assembleia Extraordinária

Pode-se afirmar que A Assembleia Extraordinária (Café8 Music) é uma obra artesanal. Produzida de forma solitária na pequena aldeia de Sobral do Parelhão, no interior de Portugal, ela traz Rod Krieger no seu momento mais particular. Em nove faixas, ele dá vida a uma narrativa por vezes introspectiva, porém quase sempre irônica, que também sairá em filme. Quase todos os instrumentos do álbum foram Rod Krieger quem tocou, com exceção do piano e a flauta de Cai o Sol e Sobe a Lua, respectivamente assinados por João Nogueira e João Mello, do sitar de Cabelos Longos e da tampura de O Fluxo das Coisas, ambos por Fabio Kidesh, que também está nas vocalizações da introdução, faixa-título do disco. “Esse foi o primeiro trabalho em que fiz praticamente tudo sozinho, então tive momentos em que eu precisava me acertar comigo mesmo e decidir as coisas para poder ir para a próxima etapa do processo. Foi um aprendizado técnico e pessoal, porque ao mesmo tempo atuei como músico, produtor, compositor e engenheiro de áudio e não ter alguém para decidir as coisas do lado foi uma experiência nova”. A assinatura de Rod Krieger pode ser conferida não somente nas músicas, mas também nos vídeos que vão compor o filme do álbum que será lançado ano que vem. Foi ele quem roteirizou, filmou, editou, finalizou. Para somar, imagens do fotógrafo Daryan Dornelles captadas em diferentes lugares e situações fecham a narrativa proposta. Até o momento, já foram revelados os vídeos de Cai o Sol e Sobe a Lua, Este Comboio Não Para em Arroios, Cabelos Longos e agora, com o disco, é lançado o clipe de Era. Inclusive, sobre a faixa ter sido escolhida como música de trabalho do álbum, ele comenta. “A fusão entre as batidas eletrônicas com melodias vocais pop psicodélicas me agradam bastante. Além disso, essa faixa representa uma sonoridade que já venho trabalhando há algum tempo. No momento em que estava gravando a música, brinquei com alguns loops e sintetizadores, o que tirou ela um pouco do rock clássico e deixou com uma sonoridade mais contemporânea.” Para o filme, ainda serão captados também registros documentais na turnê do álbum, que já tem datas em Portugal – dia 11 de Outubro em Leiria, no Texas Club, 18 em Caldas da Rainha, no Festival Impulso, 19 no Porto, no Socorro e fecha em Lisboa, dia 25, na Fábrica Braço de Prata – e no Brasil, sendo dia 11 de dezembro no Rio de Janeiro, no Audio Rebel, e 14 em São Paulo, no Bar Alto. Influências do álbum “Quando cheguei em Portugal tentei escutar o máximo de música portuguesa possível e achei que a melhor maneira seria vir de trás pra frente. Peguei os primeiros discos dos cantores clássicos como José Cid, Sérgio Godinho, entre outros, e quis entender um pouco da cena musical do país. Um disco, aliás, dois, que me chamaram muito a atenção foram os dois primeiros discos do Jorge Palma, (Como uma Viagem na Palma da Mão e o ‘Te Já). Acho eles sensacionais e escuto frequentemente, tanto que acabaram entrando para a minha lista de álbuns favoritos da vida e, com certeza, eles tiveram uma atuação forte em mim que acabou influenciando também o A Assembleia Extraordinária”, conta Rod Krieger que também aponta Aphrodite’s Child, Beto Guedes, Arnaldo Baptista, Bob Dylan, The Pretty Things e Kraftwerk como artistas que de uma forma ou de outra também guiaram as criações do álbum. “De vez em quando eu revezava os artistas e ia para os brasileiros e fiz uma imersão no disco Molhado de Suor, do Alceu Valença. Daí, gravei Cabelos Longos. Outro disco que mexeu bastante comigo nessa jornada foi o José Cid 10.000 Anos depois entre Venus e Marte”, recorda. E finaliza: “As influências sempre foram as mesmas, o que muda é o estado de espírito e, no caso da Assembleia Extraordinária, apesar de o corpo e o espírito estarem em solo português, havia uma parcela que ainda tinha uma saudade do Brasil, o que acabou gerando uma fusão de referências entre as minhas duas casas”.
Biquini lança álbum com releituras de hits com convidados especiais

Tudo começou em 2018 com um encontro inesperado com a dupla Matheus e Kauan. Ao descobrirem que eles eram fãs do grupo, o Biquini os convidou para gravarem juntos um dueto. A escolha da faixa foi da própria dupla: Quanto Tempo Demora Um Mês. Esse foi o ponto de partida para o projeto Vou Te Levar Comigo, que chega agora com sete faixas, sete encontros sempre com artistas de estilos bem diferentes da banda. “É neste encontro de estilos que cada música ganhou novas interpretações e nuances. Nossos convidados também se sentiram assim mais à vontade”, explica Bruno Gouveia. Produzido por Carlos Coelho, Vou Te Levar Comigo leva o ouvinte a encontros do Biquini com artistas como Fagner, Guilherme Arantes, Péricles, Falamansa e Alex Escobar. Ao longo do ano, os shows constaram com participações de cada convidado no telão e foram a O sétimo convidado foi Sidney Magal, numa versão com pitadas de salsa para a música Chove Chuva, de Jorge Benjor. “Esta música se tornou um grande sucesso em nossa carreira e a consideramos quase que um filho adotivo. E não haveria melhor música para cantamos com Magal”, avalia o tecladista Miguel Flores da Cunha. O single sai no dia 2 de outubro e o álbum chega nas plataformas a partir do dia 4. “Já pensamos em fazer um volume 2 nos próximos anos. Os encontros com cada artista foram sempre cercados de grande alegria e troca de informações. E achamos que o público sempre sai ganhando com isso. O que não falta é música!”, afirma Bruno Gouveia.
Balaclava Fest anuncia sideshows com Water From Your Eyes, Terraplana, entre outros

Após ter anunciado a décima quarta edição do Balaclava Fest, que acontece em 10 de novembro em São Paulo com shows de Dinosaur Jr., Badbadnotgood, Ana Frango Elétrico e muito mais, a Balaclava Records completou a programação em torno de seu festival com uma noitade complementar de shows. O selo e produtora reunirá, em uma mesma noite, o hypado grupo nova-iorquino Water From Your Eyes, com um pop de vanguarda, que remete a nomes como Stereolab e Sonic Youth; a banda curitibana Terraplana, um dos maiores nomes nacionais da cena alternativa e shoegaze, estreando músicas inéditas de seu próximo álbum; o multiinstrumentista argentino GAL GO, saxofonista de King Krule, em seu projeto solo experimental; e o duo carioca Mundo Video de sonoridade pop, torta e imprevisível, em um show intenso e divertido. Os shows acontecem no dia 9 de novembro, na Casa Rockambole, localizada no bairro de Pinheiros em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse. Water from Your Eyes é uma banda de Brooklyn, Nova York, formada pelo duo Rachel Brown e Nate Amos. Desde sua formação em 2016, o grupo se destacou por seu estilo único, que mistura elementos de pop, rock, eletrônica e música experimental. A dupla norte-americana vem causando muito barulho na cena alternativa com seus ritmos maníacos e letras absurdas. Rachel e Nate vem fazendo música pop experimental, caótica e viciante, desde sua estreia revolucionária em 2017, levando o bedroom pop e o ruído digital distorcido a novos patamares. Após uma série de lançamentos que ganharam a imprensa especializada, com destaque para o álbum Structure (2021), foi somente em 2023 que a banda ganhou reconhecimento mundial e fãs ao redor do mundo, ao assinarem com a gravadora Matador Records e lançar o aclamado disco Everyone’s Crushed. A noite traz também os curitibanos do Terraplana, apresentando músicas de seu aclamado álbum de estreia olhar pra trás, lançado ano passado pela Balaclava Records, além de canções inéditas de seu segundo disco, previsto para o primeiro semestre de 2025. A banda traz uma atmosfera nostálgica, com letras sobre auto-reflexões e amizades, cobertas sob uma camada sonora de guitarras que remetem a gêneros do rock alternativo como o shoegaze, post rock e slowcore. Formada em Curitiba, a Terraplana surgiu na cena independente em 2017 com o EP Exílio. O grupo é formado por Stephani Heuczuk (voz e baixo), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silverio (bateria). A outra atração internacional desta noite de aquecimento do festival é GAL GO, projeto de lgnacio Salvadores, multiinstrumentista nascido na Argentina e radicado em Londres, conhecido também por ser saxofonista de King Krule. Salvadores produz músicas sob esse pseudônimo gravando e mixando tudo em seu home studio. Colaborador essencial de Archy Marshall, vocalista e compositor à frente do King Krule, Ignacio foi uma das forças por trás do disco The Ooz, indicado ao Mercury Prize, e apontado como uma das influências centrais de Man Alive e Space Heavy, os discos mais recentes do inglês. O duo carioca Mundo Video, formado pelos produtores, instrumentistas e vocalistas Gael Sonkin e Vitor Terra, começa a revelar seu primeiro álbum de estúdio a partir dos singles já lançados O Que Nos Aproxima e Amante da Paz. Com lançamento marcado para 15 de outubro, o álbum lovesong expande a estética já incorporada pela banda em lançamentos anteriores; numa dualidade entre o clássico e o contemporâneo, o duo segue investindo em produções com quebras imprevisíveis e composições que trazem a cultura pop como norte. Em 2024, a Balaclava Records trouxe ao Brasil nomes como King Krule, Tortoise, Gong, Karate, Elephant Gym e DIIV, além dos já anunciados The Smashing Pumpkins, The Vaccines, David Cross Band e bar italia. Serviço Sideshow Balaclava Fest 2024 Water From Your Eyes, terraplana, Gal Go e Mundo Video Data: 9 de novembro de 2023, sábado Local: Casa Rockambole / Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros Horários: Portas: 18h / Shows a partir de 19h Classificação etária: 16+ Ingressos
The Cure revela segundo som do novo álbum; ouça A Fragile Thing

A Fragile Thing, segunda faixa extraída do novo álbum do The Cure, Songs of a Lost World, que tem lançamento marcado para 1° de novembro, já está disponível para audição. O disco, o 14° de estúdio da banda, é o primeiro de inéditas em 16 anos. As canções foram tocadas pela primeira vez na turnê Shows Of A Lost World, que levou o Cure por 90 cidades em 33 países, incluindo o Brasil. “Ela foi inspirada nas dificuldades que enfrentamos ao escolher entre as necessidades mútuas exclusivas e em como lidamos com o arrependimento fútil que pode vir depois dessas escolhas, por mais seguros que cuidamos a respeito delas… Muitas vezes é difícil ser uma pessoa que você realmente precisa ser”, comenta o vocalista Roberth Smith sobre a canção. Songs of a Lost World foi escrita e arranjada por Robert Smith, produzida e mixada por Robert Smith & Paul Corkett, e tocada por The Cure. O álbum foi gravado no Rockfield Studios, em Gales. Songs of a Lost World será lançado nos formatos digitais e em LP simples, LP duplo masterizado por Miles Showell à meia velocidade em Abbey Road, LP de vinil marmorizado, cassete duplo, CD, e edição de luxo em embalagem de CD com um Blu-ray, trazendo uma versão instrumental das faixas e uma versão com mixagem Dolby Atmos. Ouça A Fragile Thing
Com shows marcados no Brasil, The Offspring lança Supercharged
Sugar Kane lança álbum “Antes que o Amor Vá Embora”; ouça!

Mesmo antes de ser lançado, o novo álbum do Sugar Kane já era considerado um divisor de águas na carreira da banda. Eles, que já têm mais de 27 anos de estrada e sempre foram 100% independentes, se juntaram com a gravadora Deck e com o produtor Rafael Ramos para produzirem juntos Antes que o Amor Vá Embora. “Já tínhamos na nossa cabeça que a única chance de trabalhar com alguém de fora seria se fosse com a Deck e com o Rafael e isso fez e está fazendo toda a diferença”, comentou o guitarrista Vini Zampieri. “Ter um outro olhar sobre o trabalho acabou tendo um impacto positivo no resultado”, completa. Além de ter um produtor de fora, os integrantes do Sugar Kane passaram bastante tempo compondo e gravando no estúdio até definirem quais canções entrariam ou não no material final. “Acho que a principal diferença desse disco para os outros foi a escolha de repertório. Fizemos mais de 30 músicas e 12 entraram. É um disco direto, rápido e intenso”, apontou o baterista Pindé. A temática também mudou. “Abordamos sentimentos novos, mais otimistas do que os que escrevemos anteriormente. Tentamos mudar a perspectiva do mundo caótico e apocalíptico que temos no presente. É um disco mais alegre”, revela Vini Zampieri. Sobre o processo de gravação Zampieri conta: “Como eu não moro em São Paulo, gravava as versões de voz e violão para que os outros três montassem a música. Depois mostramos para o Rafael e ele ia nos guiando, também à distância. Assim que tivemos tudo aprovado, partimos para as gravações definitivas mas muita coisa ficou nesses primeiros takes”. Justamente por isso, o álbum soe tão espontâneo. Antes que o Amor Vá Embora também marca a entrada do Carlos Fermentão no baixo e fazendo backing vocal, o que também trouxe uma mudança no clima das músicas, já que antes só o Alexandre Capilé fazia as vozes. “Ele já tinha tocado muitas vezes conosco em shows, mas tê-lo na banda é uma alegria. Além de músico ele é compositor e trouxe algumas canções para esse trabalho”, comentou Alexandre Capilé. Somado às muitas novidades do álbum, o Sugar Kane convidou duas participações especiais, Badauí, do CPM22, canta Dormi no Chão e Jup do Bairro Agora. Badauí é contemporâneo deles e há tempos queriam fazer algo juntos. Já Jup, uma artista de outra geração, eles conheceram pouco tempo atrás e tiveram uma identificação imediata. Ficou aquela promessa de uma música juntos, até que veio esta oportunidade. “Essa música foi perfeita porque a interpretação dela casou muito bem”, declarou Capilé. Novos integrantes, participações especiais, letras mais solares, produtor e gravadora. Definitivamente Antes que o Amor Vá Embora parece querer dizer que agora é que o amor nunca mais vai embora.
Blue Mar une raízes brasileiras e indie rock no álbum Oliveira; ouça!

Brasileiro cidadão do mundo, Blue Mar faz de sua música um caldeirão de influências. Guiado por sua guitarra virtuosa e um feeling genuíno que o levaram ao reconhecimento internacional, ele se aproxima da música brasileira em Oliveira, seu novo álbum de estúdio. Após quase um ano na estrada cruzando os Estados Unidos, Europa e África do Sul, Blue Mar se sentiu compelido a embarcar em algo novo e se reconectar com suas raízes ao mesmo tempo que busca seu próprio espaço na cena alternativa. A faixa-foco, Fallen Leaves, ganhou um clipe dirigido pelo coletivo Filhos do Dono, mostrando belas cenas do litoral brasileiro. >> CONFIRA ENTREVISTA COM BLUE MAR O que começou como uma brincadeira com samplers rapidamente evoluiu para sessões imersivas de gravação em Londres com Ian Flynn e Liam Hutton no Unwound Studios, assim como ao lado de Pedro Serapicos no Alcachofra Studios, em São Paulo. Além de Fallen Leaves, o disco conta os já lançados singles Siren in the Darkness, Tough Spell, Never Ever Was e Belle of the Ball, que acumulam mais de 300 mil streams. Apesar da vibe energética e muitas vezes dançante do álbum, Oliveira é um registro pessoal que mergulha nos altos e baixos da vida, tentações e escolhas que nem sempre trazem felicidade. O nome do álbum tem um valor sentimental e se aproxima da busca por raízes do artista, pois é o sobrenome de solteira de sua mãe.