Cyro Sampaio lança single “Viu!?” pelo Radar Balaclava

Cyro Sampaio divulgou, via Radar Balaclava, o single Viu!?. Produzida, mixada e masterizada por Roberto Kramer, a música apresenta um outro lado do artista, ambientado no r&b e pop. O lançamento faz parte do projeto Radar Balaclava, em que o selo paulistano Balaclava Records lança singles de artistas expoentes no mercado musical nacional. “Originalmente composta para integrar o repertório de outra artista, Viu!? ganhou um carinho muito grande e, como acabou não sendo aproveitada na hora, tratei logo de gravar”, relata Cyro. A faixa ainda conta com a bateria de Alana Ananias, que tocou com o menores atos durante o segundo semestre de 2023 e guitarras de Janluska, que acompanha Marina Sena nos shows e já trabalhou com nomes como Terno Rei, Jovem Dionísio, entre outros. A capa é uma foto de Murilo Amancio, que também assina o visualizer. Cyro é músico e compositor, vocalista e guitarrista da banda menores atos, além de cativar cada vez mais o público com a sua carreira solo, iniciada com o EP Nada Presta (2020). Do formato totalmente acústico, o projeto ganhou outros caminhos a partir de 2023, com o single Unfollow, que já mostrou o artista flertando com novos elementos, como beats e synths. Em seu show solo, o músico apresenta suas principais composições em versões intimistas no violão e guitarra, que ganham nova vida conforme o sentimento e a energia fluem em experimentações vibrantes na presença de improvisações, loops, efeitos e batidas eletrônicas. Atualmente, suas apresentações também contam com versões adaptadas de grandes sucessos de bandas e artistas como Incubus, Fresno (..) além da inusitada Melhor Eu Ir, de Péricles. O formato experimental também começa a ser cada vez mais explorado em cima dos palcos. Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se para São Paulo com o menores atos para gravar o renomado segundo álbum de estúdio Lapso (2018). A banda realizou shows em todo território brasileiro e ainda esteve no line-up de renomados festivais como Rock In Rio (2019) e Lollapalooza (2022). Cyro Sampaio também é um dos fundadores do selo independente ativo Flecha Discos, o qual foi responsável por diversos lançamentos do cenário nacional desde 2017.

Gabriel Elias retorna às raízes reggae em “Tropical” e celebra autodescoberta

O artista mineiro Gabriel Elias, um dos destaques da cena musical contemporânea, lançou seu quinto álbum, Tropical. As nove faixas do projeto apresentam elementos do reggae, pop e ijexá, mescladas com a essência do verão e a leveza do estilo de vida praiano que o artista adotou nos últimos tempos. “Voltar a fazer um álbum de reggae, o que eu não fazia desde o Solar (2016), era algo que eu queria há tempos. Agora que cheguei aos 30 anos de idade, só tenho gratidão pela trajetória que construí e sinto que posso ser um cara importante neste lugar. O reggae é uma verdade muito grande para mim, independente das dificuldades midiáticas ou de aceitação em fazê-lo no Brasil. O conceito de Tropical me soa como algo sensitivo. Penso em cair no mar, em tomar água de coco gelada numa sombra embaixo de um coqueiro em um dia de verão. O tropical para mim é muito mais do que o clima. É um estado de espírito, é conexão com a natureza, é a liberdade de ser e estar”, explica o artista. A concepção do álbum surgiu após uma viagem de veleiro por ilhas paradisíacas que durou 12 dias – sem internet e acompanhado pelo som do silêncio -, onde o luxo era acordar na natureza, poder mergulhar em águas cristalinas e repensar o estilo de vida. Foi neste período que Gabriel Elias trocou a agitada São Paulo pela reserva natural de Itaguaré, pertencente a Bertioga, na Baixada Santista, e passou a se dedicar ao surf (outra de suas paixões). Não à toa, a música de trabalho se chama Paradisíaca e reflete esse momento onde a simplicidade pauta cada movimento do artista. “Paradisíaca é uma música que nasceu após esta viagem muito espiritual, onde aprendi a velejar e que, sem dúvidas, mudou minha vida. Tem um trecho dela que ilustra bem: ‘deixa o vento me guiar sob a luz do dia’. A letra trata de sairmos da rotina e deixarmos o prazer do presente tomar conta. É uma canção com muita brasilidade, que tem elementos reggae, mas também tem muito do ijexá no balanço, no pulso que a canção traz, muito do violão de nylon ali. Sem dúvidas é uma música muito importante dentro do projeto porque foi a partir dela que o conceito do álbum Tropical foi criado”, explica. As nove faixas de Tropical foram produzidas por Gabriel Elias e Renato Gallozi e agraciadas com audiovisuais em formato live session filmados em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, sob a direção de Bruno Fioravanti. A capa do álbum reflete bem esta escolha por uma vida mais próxima à natureza e este momento de redescoberta. “Mais uma vez trabalhei com meu fotógrafo favorito, Victor Costa, que assina quase todas as minhas capas há alguns anos. Ele captou bem essa sensação de movimento, de correr para a vida que escolhemos porque não temos tempo a perder, sabe?”.

Autoramas lança “Cosquinha no Dedão”, primeiro single do Autoraminhas

Os Autoramas estão com novo projeto! É o espetáculo infantil Autoraminhas, um show todo especial para a criançada que sempre marcou presença nas apresentações da banda. Para celebrar o Dia das Crianças, a banda disponibilizou, via Ditto Music, o primeiro single dessa nova aventura: Cosquinha no Dedão. Gabriel Thomaz, Jairo Fajer, Luma Lumee e Igor Sciallis numa nova super aventura musical cuja característica é incorporar letras acessíveis ao público infantil à já consagrada sonoridade da banda que mistura new wave com surf music e abusa de efeitos na guitarra e no baixo. É rock de gente grande feito pra gente pequena. No repertório, músicas inéditas, alguns clássicos da banda e hits de outros artistas que irão agitar o público de todas as idades. O álbum está em previsto para a volta às aulas de 2025.

Gabriel Gonti celebra o amor e a delicadeza no single “Doce Flor”

Um dos destaques da MPB pop, o cantor e compositor mineiro Gabriel Gonti lança sua nova música Doce Flor. Essa é uma canção intimista e cheia de saudade que celebra a infância e as relações familiares, eternizadas através da música. Escrita para suas sobrinhas gêmeas e sentindo saudade de estar perto da família, a faixa é um lançamento da Olga Music. A faixa ganhou um clipe intimista e lúdico dirigido por Júnior Silva e gravado em frente à casinha de boneca das meninas. “Compus essa música para as minhas sobrinhas, Mel e Lis, na época do batizado delas, em 2021. Ela celebra minha relação como tio, algo que valorizo profundamente, além de admirar muito a criação que minha irmã dá a elas. É um presente cheio de carinho, onde falo sobre distância e amor”, conta Gabriel. “O vídeo foi feito na casinha de boneca delas na fazenda, onde elas guardam desenhos e brinquedos e passam grande parte do tempo nas férias”. Gabriel Gonti acumula mais de 50 milhões de plays nas plataformas digitais incluindo sucessos como A Gente Se Dá Bem com Ana Gabriela, que tem mais de 15 milhões de plays no Spotify. Ele foi o primeiro artista produzido por Maria Rita no single Odoyá, em 2021. Com passagens por palcos importantes como o do Rock in Rio e South by Southwest, as músicas do artista figuram em várias playlists populares e rádios importantes do Brasil. Abrindo uma nova fase, Doce Flor é um convite do artista para que os ouvintes compartilhem seus amores e saudades, celebrando a beleza das pequenas coisas.

Entrevista | Shawn James – “Foi provavelmente o show mais energético de nossas vidas”

Após a bem-sucedida turnê de 2023 pelo Brasil, o músico norte-americano de folk blues rock Shawn James inicia nesta sexta-feira (11) mais um giro pelo Brasil, com seis datas. A primeira será em São Paulo, no Carioca Club. O giro de Shawn James, chamado Muerte Mi Amor, em referência a uma das mais aclamadas músicas do seu álbum mais recente Honor & Vengeance, passará ainda por Curitiba (12/10, CWB Hall), Florianópolis (13/10, Célula Showcase), Brasília (15/10, Infinu), Rio de Janeiro (16/10, Solar de Botafogo) e Belo Horizonte (18/10, A Autêntica). Nesta aguarda volta ao Brasil, Shawn James traz o disco Honor & Vengeance na bagagem, lançado em 2023, que escancara músicas intimistas e sentimentais em uma roupagem mais folk. Ballad of the Bounty Hunter, Muerte Mi Amor, Six Shells e Dust to Dust são os destaques e as mais ouvidas pelo seu público. Shawn James ganhou holofotes midiáticos de todo o mundo com o lançamento da série The Last of Us, na HBO: em 2016, sua música Through the Valley foi tocada pela personagem Ellie no trailer de anúncio do jogo de videogame The Last of Us Part II. Isso levou a música ao topo da parada viral do Spotify no Reino Unido, conquistando mais de 60 milhões de streams nas plataformas digitais. Um pouco antes de chegar ao Brasil, Shawn James conversou com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre os shows no País, carreira, lançamentos, entre outros assuntos. Confira abaixo. Como serão os shows no Brasil? Como está a expectativa? As duas últimas vezes que estivemos em São Paulo foram incríveis. A primeira vez foi meio solo comigo e meu violinista. Mas a última, lá no Fabrique Club, foi provavelmente o show mais energético com multidão e interação que já tivemos em nossas vidas. Então, sim, estamos muito animados. Estamos trabalhando em um novo set, um monte de músicas novas e antigas, um monte de coisas para fazer uma noite realmente boa. Mas você acha que vai se concentrar mais no álbum Honor & Vengeance? Vai ser uma mistura. Sabe, isso é uma coisa sobre mim. Tipo, sempre que lançamos uma música nova, não gosto de focar apenas nas coisas novas porque há muita música antiga que é a favorita das pessoas e que as fez gostar de nós e isso e aquilo. Então será uma mistura. Acho que tocaremos cerca de metade do novo álbum ao vivo. Além disso, será uma mistura de todos os álbuns que fizemos também. E você disse que foi uma apresentação incrível aqui. Você tem alguma lembrança mais marcante aqui? Houve muitos bons momentos no Brasil. A última vez que estivemos aqui, tivemos alguns dias antes para apenas sair. E saímos um pouco no bairro de Pinheiros. Fomos a vários restaurantes e bares, fomos ao Beco do Batman e toda aquela área do entorno. Meu amigo Santi (chef argentino radicado no Brasil) é dono de alguns restaurantes e tem uma propriedade chamada Punta Blanca Ranch (Gonçalves, MG). Não consigo lembrar exatamente onde fica, mas fica a algumas horas ao norte de São Paulo. E era um dos campos mais lindos, passeios a cavalo, apenas cabanas. Foi épico! Tem muita coisa boa no Brasil. Uma das minhas favoritas, no entanto, é que depois do show na Fabrique, em São Paulo, havia um bar de cachaça do outro lado da rua que era bem pequeno, era como um lugar de propriedade local. E depois do show, fomos lá e havia um monte de fãs. Eles estavam tipo: “vamos lá, vamos lá”. E, então, acabamos bebendo um pouco demais. No final da noite, eles estavam nos servindo esta cachaça onde estavam acendendo fogo e todas essas coisas malucas. Sim, foi uma boa noite. Foi divertido. Você é um artista que faz música sem seguir fórmulas prontas. Como funciona esse universo musical que você habita? Sim, não há uma fórmula para explicar, mas baseio muitas coisas que faço em sentimentos e em coisas pelas quais passei, experiências ou sentimentos que tenho. Ou talvez seja um livro que li ou uma música que ouvi ou um filme que assisti e me sinto inspirado. E muitas vezes está em todo lugar. Às vezes será minha própria história, como especialmente meu primeiro álbum, Shadows (2012). Essas são muitas das minhas experiências de vida crescendo com meu pai e com outras coisas. Mas aí vem um álbum como Honor and Vengeance, por exemplo. Sempre fui fã de filmes de faroeste como The Good, the Bad and the Ugly, Ennio Morricone, The Composer, filmes e histórias assim. Então sabia que sempre quis criar algo assim. E tive esse tempo longe da estrada que me inspirou. A maneira como funcionou para mim é que eu simplesmente comecei a ter ideias. Às vezes é música, às vezes são ideias, às vezes é uma letra, mas é o que vier a você. Honor & Vengeance veio com uma ideia, não? Honor & Vengeance, especificamente, veio com a ideia. Queria criar um álbum que fosse como um filme que passasse, que tivesse um começo, um meio, um cara mau, um cara bom. Como muito empurra e puxa e então um final que esclarecesse tudo. Lembro que comecei e disse: ‘bem, o que vai ser? O que vai acontecer? Qual é o drama que faz a história acontecer?‘ Foi então que criei The Outlaw. E a razão pela qual ele se tornou um fora da lei é porque alguém matou sua esposa e ele se vingou. Então ele se torna um fora da lei por causa disso. Então, realmente, ele não está errado. Ele estava se vingando disso, mas aos olhos do governo e da lei, ele é um criminoso. Foi aí que começou. A música tento fazer com que se encaixe no que estou sentindo, no que acho que ele sentiria ou no que acho que os caçadores de recompensas sentiriam. Me coloco no lugar deles e tento pensar sobre o que estaria em suas mentes, sabe, e então escrevo isso. E sim, não há

Upfront Fest, com Bad Manners, muda para janeiro de 2025

Upfront Festival, novo festival em São Paulo que reunirá bandas internacionais e nacionais de diversas vertentes, do ska, street punk, punk rock e hardcore, foi adiado para 2025. O fest, que aconteceria no próximo dia 27, agora será dia 26 de janeiro. O local permanece o mesmo: o Carioca Club. A banda principal do fest é o Bad Manners, ícone do ska britânico, que retorna a São Paulo após a avassaladora estreia no Brasil em 2022, com duas datas de sucesso no Hangar 110. A Grade 2 não participará mais e uma nova atração será anunciada em novembro deste ano, a banda não tem disponibilidade neste período, mas a Agência Sobcontrole, que realiza o evento, trabalha para marcar a vinda da banda ainda em 2025. Para quem quer ver a banda, poderá usar o ingresso do festival para o show que a banda futuramente fará no Brasil. Completam o lineup as bandas Inocentes, na imperdível turnê de 40 anos, o Skamoondongos, expoente do ska no Brasil e sempre ativo na cena do gênero, além do sempre divertido Sapo Banjo e a enérgica Maga Rude, uma banda composta por sete mulheres da nova geração do ska nacional. As bandas tiveram problemas de logística na América do Sul (Chile e Colômbia ) e com isso decidiram que não seria viável vir para fazer somente um show no Brasil, assim mudando a data para definitivamente tocar no Up Front em janeiro de 2025. Para quem desejar o reembolso, é preciso entrar em contato com o Clube do Ingresso pelo site. * UPFRONT FESTIVAL – SÃO PAULOData: 26 de janeiro de 2025Horário: 15h às 21h30Local: Carioca Club PinheirosIngressos

As I Lay Dying, ícone do metalcore, retorna ao Brasil em março de 2025

Prestes a lançar um álbum em novembro deste ano, o As I Lay Dying, banda pioneira que definiu e moldou gênero metalcore, confirmou o seu esperado retorno à América Latina para março de 2025. A etapa brasileira da turnê consistirá de quatro datas, passando por Belo Horizonte (13/03), Rio de Janeiro (14/03), São Paulo (15/03) e Curitiba (16/03). A venda de ingressos já começou. Do Brasil, o As I Lay Dying seguirá para Argentina, Chile, Colômbia, México, além de se apresentar pela primeira vez em sua história no Peru e na Costa Rica. A turnê é uma realização da Liberation, que também já anunciou para 2025 a nova turnê brasileira do Garbage com o L7. Cinco anos desde o álbum Shaped By Fire, o As I Lay Dying ressurge com nova formação e o single We Are The Dead, uma introdução impressionante ao álbum Through Storms Ahead, o oitavo da carreira da banda, cujo lançamento será em 15 de novembro. Somando-se aos icônicos membros Tim Lambesis (vocal) e Phil Sgrosso, estão na nova formação do AILD o ex-guitarrista do Unearth, Ken Susi, o baterista Nick Pierce e o baixista Ryan Neff, que também assumiu os vocais das partes mais melódicas do repertório da banda. Através de novos elementos e com espetacular produção assinada pelo guitarrista Phil Sgrosso e Hiram Fernandez, mixagem de Aaron Chaparian e masterização de Ted Jensen, Through Storms Ahead é uma evolução dos consagrados lançamentos anteriores do As I Lay Dying, uma obra avassaladora que os solidificará como um dos grandes nomes do metalcore mundial. AS I LAY DYING LATIN AMERICA TOUR 202513/03 Belo Horizonte, Brasil14/03 Rio de Janeiro, Brasil15/03 São Paulo, Brasil16/03 Curitiba, Brasil

Earth Crisis e Point of no Return anunciam turnê conjunta pelo Brasil

As bandas Earth Crisis, de Nova Iorque (EUA), e a paulistana Point of no Return farão três shows juntos em março de 2025 pela América do Sul. A turnê começa em Santiago, no Chile, dia 7 de março, no Teatro Parque Cousino. Depois serão dois shows no Brasil: dia 8 em Piracicaba, no Casarão Music Studio, e em São Paulo, dia 9, no Espaço Usine. A venda de ingressos já começou. Vale destacar que os shows do Earth Crisis e do Point of No Return em São Paulo capital acontecem dentro do NDP Fest, que em breve anunciará mais atrações. SERVIÇO Earth Crisis e Point of no Return em PiracicabaData: Sábado, 8 de março de 2025Local: Casarão Music StudioEndereço: Rua Treze de Maio, 283 – Centro, Piracicaba/SPIngressos Earth Crisis e Point of no Return em São PauloData: Domingo, 9 de março de 2025Local: Espaço UsineEndereço: Rua Barra Funda, 973 – Barra Funda, São Paulo/SPIngressos

Ícone do grunge, Mudhoney anuncia três shows no Brasil

Mudhoney, um dos maiores nomes da cena grunge dos anos 90 que revelou bandas como Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam e Alice in Chains, retorna ao Brasil em março de 2025 para uma turnê que passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de um show em Buenos Aires. O show de São Paulo acontece no dia 21 de março, no Cine Joia, e é uma produção da Maraty, produtora do jornalista André Barcinski e do produtor Leandro Carbonato. Os ingressos estão à venda. Quem já viu Mudhoney num palco sabe o que esperar: uma das maiores bandas ao vivo das últimas quatro décadas, mesclando punk e rock de garagem em shows intensos e empolgantes. A banda convidada é a santista Apnea, quarteto que conta com o baterista Boka, do Ratos de Porão, com um som influenciado pela música dos anos 70 e 90, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock. Mudhoney, uma lenda viva do rock Formada em 1988, a banda lançou 12 álbuns de estúdio e chega ao Brasil embalada pelo elogiado Plastic Eternity (2023), grande disco que recebeu críticas entusiasmadas. Mudhoney esteve pela primeira vez no Brasil em 2001, abriu a turnê do Pearl Jam em 2005 e não se apresenta no país desde 2014. O disco de estreia do Mudhoney, o EP Superfuzz Bigmuff(1988), é um clássico do grunge, com hinos como Touch Me I’m Sick, In ‘n’ Out of Grace e Sweet Young Thing Ain’t Sweet No More. Kurt Cobain o considerava um dos 50 maiores discos da história do rock. Nos discos seguintes, Mudhoney (1989), Every Good Boy Deserves Fudge (1991) e Piece of Cake, o Mudhoney embalou uma sequência impressionante de grandes canções, como Here Come Sickness, This Gift, Good Enough, Into the Drink, Suck You Dry e Blinding Sun, entre muitas outras. A formação da banda tem três integrantes fundadores, Mark Arm (vocais e guitarra), Steve Turner (guitarra) e Dan Peters (bateria) e, desde 2001, Guy Maddison (baixo). Essa formação gravou os últimos seis discos de estúdio e tem excursionado para plateias que reverenciam o Mudhoney como um nome pioneiro do grunge e que vem mantendo, ao longo dos últimos anos, uma excelência musical indiscutível. SERVIÇO MUDHONEY EM SÃO PAULOData: 21 de março de 2025 (sexta-feira)Local: Cine JoiaEndereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SPIngressos MUDHONEY NO RIO DE JANEIROData: 22 de março de 2025 (sábado)Venda on-line MUDHONEY EM BELO HORIZONTEData: 23 de março de 2025 (domingo)Venda on-line