Pedrosa lança single e clipe “Eminente”; ouça!

O cantor, compositor e multi-instrumentista Pedrosa montou um estúdio dentro de casa, onde grava suas canções já há muito tempo. Foi assim, compondo, gravando e lançando que ele foi conquistando seu espaço na música brasileira e juntando cada vez mais fãs. Pedrosa vai lançar um novo álbum em 2025 e aos poucos tem revelado suas músicas. Eminente é a décima faixa do álbum Escondido Mundo. Ela é um reggaeton experimental romântico que fala sobre o sentimento de reconhecimento, de quão respeitosa, elevada e sincera pode ser a relação que se tem com outra pessoa. O single conta com um visualizer focado na estética Mixed Media, mostrando o dia a dia do Pedrosa fazendo seus projetos musicais. Antes disso Pedrosa já lançou o single Sentido Duplo com participação de KAIN, que também faz parte do novo projeto. Os lançamentos são da gravadora Deck.
Morre Sergio Mendes, pianista e maior expoente do samba-jazz, aos 83 anos

O pianista, compositor e arranjador Sergio Mendes, grande nome do samba-jazz, morreu aos 83 anos, nesta sexta-feira (6). Mendes foi um dos responsáveis por popularizar a bossa nova no exterior, fazendo que a música brasileira conquistasse um maior reconhecimento. O músico começou a carreira musical ao lado de grandes artistas como Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Baden Powell. Garoto prodígio, Sergio Mendes estudava no conservatório, sonhando em seguir carreira como pianista clássico. Até que, aos 15 anos, foi sequestrado pelo jazz e pela bossa nova. Nascido em Niterói, em 11 de fevereiro de 1941, aos poucos o adolescente começou a trocar as salas de aula pelos clubes e bares. Logo seu talento atravessou a Baía da Guanabara e, na virada da década dos 1950 para o 60, virou uma das atrações nos shows e nas jam sessions dos bares do Beco das Garrafas, em Copacabana. Em novembro de 1962, Sergio Mendes seria uma das atrações do concerto de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova York. A partir daí, aumentaram os convites para tocar e gravar com grandes nomes do jazz, encantados com o seu piano fluente, que sempre alternou balanço e lirismo. Foram tantos convites que, em 1964, ele se mudou para os Estados Unidos, onde prosseguiu a escalada rumo ao topo das paradas. Mendes estourou no exterior com o grupo Brasil ’66. A música propulsora foi a versão em bossa nova de Mas que nada, de Jorge Ben Jor, lançada em 1966. Anos depois, ele regravou a música com o grupo Black Eyed Peas. Em 1967, o músico ganhou ainda mais destaque ao apresentar a faixa The Look of Love no Oscar. A música, lançada originalmente por Burt Bacharach e popularizada por Dusty Springfield no filme Casino Royale, alcançou o 4º lugar nas rádios dos EUA na versão bossa nova. Mendes foi premiado com um Grammy em 1993, com o álbum Brasileiro. Apesar de ter sido indicado pela primeira vez em 1969 com um cover de The Fool on The Hill dos Beatles (elogiado em carta pelo próprio Paul McCartney), o único trabalho do músico a ser premiado pelo Grammy foi o disco Brasileiro, na categoria Melhor Álbum de World Music. O disco conta com ampla colaboração de Carlinhos Brown. Magalenha, um dos maiores sucessos de Mendes, composta por Carlinhos Brown, está no disco premiado. Esta é a faixa de Sergio Mendes mais ouvida em plataformas de streaming, acumulando mais de 115 milhões de reproduções. Sergio foi indicado outras três vezes ao prêmio, e ganhou dois prêmios no Grammy Latino. Em 2005, ele foi homenageado com o prêmio de Excelência Musical por sua contribuição para a música latina. Em 2010, venceu na categoria de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro com Bom Tempo. Em 2021, lançou a coletânea Sergio Mendes 80 Anos: Bossas do Brasil, que conta com 21 faixas selecionadas e focadas no melhor dos seus primeiros anos nos EUA, apresentando uma perfeita simbiose entre o jazz e a música do Brasil. Elas vêm de quatro álbuns instrumentais lançados originalmente pelo selo Atlantic, The swinger from Rio (1964), In person at Matador! (1965, gravado ao vivo num clube de jazz de São Francisco), The Great arrival (1966) e Favorite things (1967). Alguns dos principais criadores da bossa nova marcavam presença no repertório, incluindo Tom Jobim (Inútil paisagem, Bonita, Vivo sonhando, Só danço samba…), Carlos Lyra (Maria Moita), João Donato (Jodel, Caminho de casa) e Baden Powell (Consolação). Mas, esses discos também apresentaram ao mundo a então emergente geração da MPB, através de canções de Edu Lobo (Canção do amanhecer e Veleiro), Caetano Veloso (Boa palavra), Dori Caymmi (O mar é meu chão). E ainda há uma das raras e preciosas composições de Sergio Mendes, Noa noa.
Fresno se une a Chitãozinho e Xororó para lançamento de “Camadas”

A Fresno entendeu desde muito cedo o poder da junção improvável entre artistas e gêneros distintos. Agora, Lucas Silveira (vocal e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) dão uma nova perspectiva à canção Camadas, lançada na primeira parte do disco Eu Nunca Fui Embora, em abril. A faixa ganhou uma versão com a presença da dupla Chitãozinho e Xororó. Este lançamento antecipa a chegada da segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora, programada para 26 de setembro. A colaboração entre a banda e a dupla sertaneja brinda uma parceria que arrebatou o público há 16 anos, quando eles participaram do Estúdio Coca-Cola, iniciativa produzida pela MTV Brasil para promover encontros entre artistas de diferentes gêneros com o intuito de reforçar como a música é plural e é capaz de unir as pessoas. “Nossa amizade começou naquela época e, desde então, os fãs associam muito a gente. Foi algo que deu muito certo. Diria que aquela gravação foi um dos pontos mais decisivos da nossa carreira até hoje”, comenta Lucas. Em junho deste ano, Lucas participou de um show da dupla, em um festival em São Paulo, dando aos fãs uma palhinha do que estava por vir. O vocalista dividiu com Chitãozinho e Xororó as canções que a Fresno tinha acabado de lançar e Camadas logo chamou a atenção dos irmãos. “Por muito tempo brincamos que essa música era super sertaneja e está aí a prova”, afirma. Camadas com Chitãozinho e Xororó é o primeiro lançamento da parte final do álbum Eu Nunca Fui Embora. Definindo os próprios padrões para a divulgação do projeto, a Fresno dividiu o disco em dois momentos. “Se a gente soltasse tudo de uma única vez, ninguém ia ter ‘memória RAM’ para processar tudo. Nem a gente”, relembra o vocalista. A segunda parte do disco Eu Nunca Fui Embora, que será disponibilizada no dia 26 de setembro, lista seis canções inéditas, mais a faixa bônus, Camadas. Lucas, Vavo e Guerra já divulgaram a tracklist, mas o trio ainda guarda seus mistérios ao esconder os feats e uma das canções. É possível afirmar pelo histórico colecionado ao longo dos 25 anos de banda que nada do que eles fazem é óbvio e, por isso, os fãs podem esperar de tudo. Eu Nunca Fui Embora irá somar à discografia de estúdio da Fresno, que é composta por: Vou Ter Que Me Virar (2021), sua alegria foi cancelada (2019), A Sinfonia de Tudo que Há (2016), Infinito (2012), Revanche (2010), Redenção (2008), Ciano (2006), O Rio a Cidade a Árvore (2004) e Quarto Dos Livros (2003). Tracklist de Eu Nunca Fui Embora – Parte 2
Linkin Park voltou com vocal nova, single, anúncio de álbum e tour
The Wailers volta ao Brasil com turnê em comemoração ao legado de Legend

Sob a liderança de Aston Barrett Jr, o The Wailers desembarca no Brasil em outubro para shows em São Paulo (Reggae Live Station), Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis (Sunsplash Festival), Praia do Rosa, Juiz de Fora, Brasília (Festival de Música Soul Rebel), São Bernardo do Campo e Campinas. Uma das novidades da atual formação é a entrada do vocalista Mitchell Brunings, ex-The Voice Holanda, que foi eleito pela família Marley como a voz mais semelhante a de Bob em todo o mundo. Esta turnê será uma homenagem ao álbum Legend, trazendo seus sucessos clássicos à vida no palco. Os fãs serão apresentados com uma mistura única de nostalgia e ritmos reggae contemporâneos, tornando cada show uma experiência inesquecível. Confira agenda completa do The Wailers no Brasil 09/10 (quarta) – Brasuca Espaço Cultural – Campinas – SP 10/10 (quinta) – Araújo Vianna – Porto Alegre – RS 11/10 (sexta) – Sunsplash – Life Club – Florianópolis – SC (com Pato Banton e Iriê) 12/10 (sábado) – Praia do Rosa – Imbituba – SC (com Pato Banton) 13/10 (domingo) – Fundição Progresso – Rio de Janeiro – RJ 15/10 (terça) – Bar Cultural – Juiz de Fora – MG 17/10 (quinta) – Soul Rebel – AABB – Brasília – DF (*com Pato Banton) 18/10 (sexta) – Live Curitiba – Curitiba – PR (*com Marcelo Falcão e Pato Banton) 19/10 (sábado) – Estância Alto da Serra – São Bernardo do Campo – SP (*com Armandinho, Maneva e Alma Djem) 20/10 (domingo) – Estação Reggae Live – Espaço Unimed – São Paulo – SP (*com Mato Seco e Pato Banton)
Provável último álbum do Awolnation chega ao streaming; ouça The Phantom Five
Erykah Badu, rainha do neo-soul, confirma show único em São Paulo

A cantora e compositora Erykah Badu, aclamada mundialmente como a rainha do neo-soul, está de volta ao Brasil para um show em São Paulo. A apresentação acontecerá em 6 de novembro, no Espaço Unimed. A venda de ingressos começa nesta sexta-feira (6), no Ticket360. Conhecida por seus vocais exuberantes e melódicos, bem como por sua habilidade em combinar soul, R&B e batidas de hip-hop, Erykah Badu conquistou o mundo com uma sonoridade única que transcende expectativas. Seu álbum de estreia, Baduizm (1997), foi um sucesso instantâneo, rendendo dois Grammys à artista e consolidando hits como On & On e Next Lifetime. Este álbum não apenas pontua o início de uma carreira brilhante, mas também se tornou um marco do movimento neo-soul, destacando Badu como uma artista em constante evolução e transformação. Ao longo de sua carreira, Badu lançou álbuns aclamados e premiados como Mama’s Gun (2000), com o sucesso Bag Lady, e a série New Amerykah (2008 e 2010). Em suas obras, a artista explora temas sociais, política, ancestralidade, espiritualidade, além de questões pessoais como amor, relacionamentos, dores e solidão. Sua capacidade de abordar essas questões profundas com lirismo e musicalidade efervescente é uma das razões pelas quais Erykah Badu continua a ser uma figura central na música contemporânea. Com performances ao vivo tão eletrizantes quanto seus discos, o show de Erykah Badu em São Paulo será um long set imperdível, refletindo a essência de sua música: libertadora, autêntica e versátil. Esta é uma rara oportunidade para o público brasileiro vivenciar de perto a energia e a mística de uma das maiores artistas da música contemporânea. Para abrir esta noite especial, o público contará com a presença da talentosa Luedji Luna, cuja mistura rica de influências como jazz, MPB e ritmos afro-brasileiros promete criar a atmosfera perfeita para a performance de Erykah Badu. Show: Erykah Badu no Espaço Unimed Data: 6 de novembro de 2024 (quarta-feira) Abertura da casa: 19h Início do show: 20h30 Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP) Acesso para deficientes: sim Classificação:18 anos Ingressos: Abertura das vendas sexta-feira, às 12h, pelo site e aplicativo Ticket360.
Jonathan Ferr recria hits do Charlie Brown Jr em versões jazz futuristas; ouça!

Músico, pianista e compositor brasileiro, Jonathan Ferr transforma jazz, neo soul, hip hop, música eletrônica em jazz psicodélico e futurista. Natural de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro, Ferr lançou, pela Som Livre, o EP Livre, em parceria com a Orquestra Ouro Preto, com releituras de duas faixas do Charlie Brown Jr. “Eu ouço muitas coisas que a galera não sabe que eu curto, às vezes acho que até se surpreendem. É o caso da minha relação com o Chorão, eu sempre gostei das músicas do Charlie Brown, além de ter uma empatia com a figura do vocalista. Carismática e simpática, trazia as vivências da rua, do som periférico de forma muito disruptiva. Ele falava coisas que ninguém falava. Por isso a escolha das músicas do Charlie Brown Jr. para este novo trabalho autoral e envolto de muita pesquisa, junto a Orquestra Ouro Preto”, comenta Ferr. O EP Livre é composto de duas faixas do Charlie Brown que sempre tocaram Jonathan: Céu Azul e Lugar ao Sol. Para o artista, ambas as faixas falam sobre o amor, de forma profunda e sagrada. Para o projeto, o pianista revisitou as músicas do Chorão e trouxe uma releitura, uma nova versão dentro do jazz futurista dentro do seu trabalho de inovação e pesquisa. “Eu peguei trechos das músicas que faziam sentido para mim e trouxe para o jazz futurista, para dentro da realidade do meu trabalho. O EP é uma versão de Charlie Brown Jr. por Jonathan Ferr, não um cover. É a experimentação junto a recursos tecnológicos como vocoder e autotune, ferramenta que gosto muito de usar como forma de linguagem, mas que nunca vi ninguém usando dentro de um ambiente jazzístico. Para o músico, o EP sintetiza o caminho que ele quer seguir, o novo perfil artístico que busca, que é o caminho da inovação. Utilizar as ferramentas tecnológicas dentro da música para experimentar, mesclar as linguagens do trap, rap, do funk, dentro do jazz futurista. Apesar de nunca ter ido a um show do Charlie Brown, Jonathan Ferr acompanha desde jovem a trajetória musical da banda, além de outras referências que são fora da caixa, como Nirvana e Slipknot, até MC Cabelinho e TZ da Coronel. Somado a isso, o artista também explora dentro do Urban Jazz referências musicais de nomes como John Coltrane e T-Pain, além de claro, a própria Orquestra de Ouro Preto, que Jonathan possui forte admiração. “Eu já acompanhava o trabalho da Orquestra pelas redes sociais e já tinha visto que eles tinham gravado coisas muito legais, com parcerias incríveis como Pato Fu tocando músicas do Nirvana. Achei super fora da caixa, o que conversa com meu trabalho como um todo, o olhar futurista, de experimentação. Então, os convidei para fazer parte deste projeto e eles logo toparam, pois também acompanhavam o meu trabalho e tudo fazia sentido. Estou muito feliz de realizar esse sonho antigo que é gravar com uma orquestra”, finaliza Ferr.
“Ok Computer, do Radiohead, é recriado pela Nova Orquestra em SP

Música de concerto e rock alternativo se unem em apresentações em São Paulo. A Nova Orquestra recria o álbum clássico Ok Computer, do Radiohead, dia 15 de setembro, no Bona. Serão duas sessões: às 17h e 20h. Com a segunda performance já esgotada, os ingressos variam entre R$ 60 e R$ 120. A performance será em formato sexteto, com cordas, violão e percussão. O icônico álbum de 1997 será apresentado na íntegra, com faixas como “Paranoid Android”, “Karma Police”, “No Surprises”. A Nova Orquestra começou o ano com fogos de artifício – literalmente. Os integrantes acompanharam a queima que brindou a entrada de 2024 na Praia de Copacabana. Uma das atrações do festival Doce Maravilha e prestes a embarcar para uma turnê em Portugal, aa Nova Orquestra consolidou, ao longo dos últimos cinco anos, sua presença nos principais festivais do país, como Rock in Rio 2019 e 2022 e The Town 2023, além de colaborar com renomados artistas da música brasileira, como Pitty, Baco Exu do Blues e Jão. Com mais de 70 concertos realizados por todas as regiões do país e no exterior, cativou mais de 500 mil pessoas em apresentações ao vivo e alcançou milhões digitalmente, evidenciando seu potencial e influência. O Bona Casa de Música fica localizado na Rua Doutor Paulo Vieira, 101, no Sumaré.