Travis revela terceiro single do novo álbum; ouça Bus
Titãs e Bruna Magalhães unem vozes em “Porque Eu Sei Que É Amor”

No clima do Dia dos Namorados, o Titãs lançou Porque Eu Sei Que É Amor, segunda faixa do projeto Titãs Microfonado, uma parceria com o Midas Music. A convidada da vez é a cantora Bruna Magalhães. Em Titãs Microfonado, a banda gravou releituras intimistas de alguns de seus sucessos, além de canções do recente álbum Olho Furta-cor, com a presença dos convidados Ney Matogrosso, Preta Gil, Lenine, Vitor Kley, Major RD, Bruna Magalhães e Cys Mendes. “Bruna Magalhães com sua voz suave e precisa foi outra grande surpresa nos encontros para o projeto Titãs Microfonado”, comenta Branco Mello. “Foi um dos dias mais emocionantes da minha vida e trajetória como cantora, estar no meio de grandes nomes da música brasileira, como os Titãs, Lenine e Ney Matogrosso vai ficar marcado, para sempre, na minha memória”, fala Bruna Magalhães. O single foi lançado originalmente em 2009, no álbum Sacos Plásticos, e composto por Sérgio Britto em parceria com Paulo Miklos. Nessa releitura, a letra ganha um arranjo acústico e um audiovisual intimista, trazendo Bruna Magalhães, Sérgio Britto, Tony Bellotto, Branco Mello, Beto Lee e Mario Fabre interpretando à luz de velas para uma plateia composta por amigos e familiares. “Das músicas lançadas por nós, nos últimos anos, essa foi a de maior sucesso. Agora, a regravação valorizou ainda mais a melodia da canção“, comenta Sérgio Britto. “O dueto do Sérgio Britto com a Bruna Magalhães evidenciou, como nenhuma outra versão, a natureza romântica de Porque Eu Sei Que É Amor, revelando as ambiguidades e prazeres comuns a todas as paixões”, finaliza Tony Bellotto. O projeto Titãs Microfonado se estende para além das plataformas digitais, chegando aos palcos de importantes casas de música brasileiras em um novo show intimista. A próxima apresentação será dia 19 de julho, no Vivo Rio (Rio de Janeiro).
Chal retorna com seu rock rural no single Um Grande Amigo

O artista goiano Chal retorna com a música Um Grande Amigo (produzida no lendário estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro), um rock rural que fala de superar o medo e assumir uma realidade. Um Grande Amigo é uma música sobre sincronicidade. Chal usa seu folk elétrico altamente passional para cantar sobre sentimentos do íntimo de qualquer indivíduo. É uma faixa sobre saudosismo, brilhantes coincidências e firmeza para trilhar caminhos. “Para matar saudades, e vivenciar o destino, é necessário superar o medo. Voltar para casa exige essa capacidade”, fala Chal. Nesta canção, Chal toca seu violão em ritmo cadenciado sob uma cama de teclados setentista e uma bateria minuciosamente marcante. A gênese da música data de meados de 2012, quando ele preparava canções para o segundo álbum, Enlace. “Por um contexto de coerência artística, sempre com o olhar atento de Constança nos meus trabalhos, ela não integrou o álbum. Mesmo assim, particularmente, é o meu favorito”, fala Chal ao mencionar a direção artística de Constança Scofield nos trabalhos à época no estúdio Toca do Bandido. Segundo Chal, Um Grande Amigo nasceu após ele assistir o filme O Encantador de Cavalos, com Robert Redford. “Lembrei-me de uma queda que tive, quando tinha meus 8, 9 anos, de um puro sangue mangalarga, que meu tio havia me dado. Foi uma queda perigosa, após o cavalo disparar. Felizmente nada de grave me aconteceu, nem a ele. Mas o medo de voltar a andar persistiu por mais 1 ou 2 anos. O filme me tocou muito. A faixa fala de resiliência, de enfrentamento do medo”. Para o músico, este lançamento chega num momento muito importante. “Onde eu, e tantos outros artistas, operários da arte em geral, lutam para manter esse sopro de beleza respirando. E o mundo precisa dele, dessa emoção genuína, como nunca”. O último single de Chal foi Sinto Muito, canção remanescente do disco indicado ao Grammy Latino O céu sobre a cabeça, lançado pela Toca Discos.
Clara Castro desperta a chegada do novo disco com “Hora de Acordar”

Foi no auge da pandemia, momento suspenso que atravessou a vida de todos, que Clara Castro compôs a letra de Hora de Acordar. A partir de um olhar à paisagem vazia, a cantora mineira delineou a canção, com a melodia de Tata Rocha. Agora, quatro anos depois, a artista apresenta uma nova versão da faixa, como primeiro single de seu terceiro disco de estúdio – previsto para o segundo semestre. Hora de Acordar une sons orgânicos e da banda com programações e sons sampleados, entre a MPB, indie rock e um pop alternativo. O single, que marca a mudança de Clara de Juiz de Fora para São Paulo, reunindo uma série de perspectivas sobre a metrópole, se desdobra ainda em um registro audiovisual, disponível no canal de YouTube da cantora. “Hora de acordar pra ver que o mundo é muito mais e tudo que pensamos ser melhor, não passa de rasa superfície”, clama Clara no refrão da canção. Com um ar nostálgico, a voz da artista é acompanhada dos sons de um carrossel sampleado logo no início da canção, preparando o ouvinte para um segundo momento com novas programações e samples – e o corpo da banda composta por baixo, bateria e guitarra –, criando uma sonoridade mais aberta e singular. Como um cinema do cotidiano, o visualizer dirigido por Anas Obaid propõe um olhar documental para cenas do dia a dia que normalmente passam despercebidas. “Como um paralelo à criação da composição, para o registro audiovisual usamos de tela o portão da garagem e ficamos observando a cidade em takes de 20 a 30 minutos, enquanto ouvíamos a música. Por aquele período, fomos espectadores da vida real e estar nesse lugar de observação nos trouxe diversas reações”, lembra Clara, que completa: “O cotidiano em sua banalidade oferece cenas extraordinárias, e documentar tudo isso dá centralidade para elementos e lugares comuns da cidade”. O single abre o próximo disco da artista, intitulado Perambule, e marca os encontros e percepções desde sua chegada a São Paulo. “A metrópole se tornou personagem e paisagem, tudo ao mesmo tempo, e os arranjos buscam transportar os ouvintes para as sobreposições sonoras vindas dessa relação com a cidade”, explica Clara Castro. O seu novo disco chega em agosto.
Samuel Rosa lança Segue o Jogo e inaugura uma nova fase da carreira

Primeiro single do aguardado disco solo de Samuel Rosa, Segue o Jogo chegou nas plataformas digitais. A canção, com letra e música de Samuel, é uma das dez faixas do álbum Rosa, que marca a estreia de uma nova fase na carreira do músico após o fim do Skank, em 2023, depois de mais de 30 anos de estrada. Agora, Samuel celebra o início dessa jornada, feliz por estar ao lado de sua nova banda e por seguir com ela em nova turnê pelo Brasil a partir do segundo semestre deste ano. Segue o Jogo revela como o cancioneiro de Samuel Rosa extrapolou a condição de coleção de hits atemporais e se tornou uma marca, uma grife. Não é qualquer autor que conquista esse reconhecimento. É para seleto grupo de compositores – e isso no âmbito nacional e internacional. A introdução da música já mostra uma familiaridade na audição que se confirma segundos depois com a voz e o estilo de compor muito próprio de Samuel. Bingo, só podia ser ele! A música fala sobre temas que entram na seara das relações e é fundamentalmente sobre relações que trata o disco Rosa, em todas suas vertentes. Mas Segue o Jogo não é aquele tipo de ‘canção para cortar os pulsos’ à la Tom Waits. Pelo contrário: existe a plena consciência de que as coisas não deram certo, a relação chegou ao fim e tudo bem. Cada um segue sua vida, sabendo que o que fica é a lembrança de um amor que foi bom enquanto durou. “Você pra um lado/Eu pro outro/Tá tudo certo/Segue o jogo”, canta Samuel no refrão, que transmite aquela sensação de déjà-vu de sucesso infalível. “Eu não fiz a canção especificamente para algum caso. Fiz para coisas que vivi. E vejo nesses rompimentos o quanto de culpa que carregam as pessoas. As pessoas que saem de uma relação sentem culpa e as que ficam, também”, pondera Samuel. Ele queria falar sobre esse fim, mas não de uma maneira dura. “Acho que amor é isso: começa, mas tem uma hora para acabar. Eu não quis uma coisa muito densa, é quase que brincalhona para exatamente exorcizar essa culpa, essa condenação.” A melodia de Segue o Jogo contribui para a leveza dessa narrativa sobre um momento doloroso, porém inevitável, meio Erasmo Carlos, meio Jorge Ben Jor – influências que ecoam na música de Samuel. Nessa faixa, ele retoma o acorde de sétima maior, que dá à canção um tom de alegria, um recurso usado por ele desde a época do Skank. Por isso, Segue o Jogo estabelece uma tênue ligação com o hit Balada do Amor Inabalável, do álbum icônico Maquinarama (2000), do Skank. “O Skank foi uma das primeiras bandas do pop-rock brasileiro a insistir no acorde com sétima maior, hoje muito usado pela turma que redescobre agora a MPB, em Balada do Amor Inabalável, que foi uma música que estourou. Ela é toda com esse acorde, por isso que parece bossa nova. Então, Segue o Jogo tem um pouco de ‘Balada do Amor Inabalável’ na levada”, ressalta o músico. Já a sonoridade recriada pela bateria mais eletrônica, a cargo de Marcelo Dai, inevitavelmente remete ao delicioso clima de Cosmotron, disco disruptivo do Skank (2003). Samuel Rosa resgata também o recurso da harmonia vocal presente em Cosmotron. E essa harmonia, que surge sutilmente nos backing vocals de Samuel e dos integrantes de sua nova banda, Marcelo Dai, Pedro Kremer, Doca Rolim e Alexandre Mourão, ajuda a reforçar essa atmosfera ‘despressurizada’ de Segue o Jogo.
Jup do Bairro lança EP com feats de Edgar e Mateus Fazeno Rock

A multiartista Jup do Bairro lançou, via Natura Musical, seu EP in.corpo.ração nas principais plataformas digitais. Com produção musical de Jup em parceria com o duo CyberKills, o projeto traz as participações especiais de Edgar e Matheus Fazeno Rock. A direção de arte é de Gabe Lima, que junto à artista elaborou uma capa para cada canção, além da capa do próprio EP em si. O novo EP conta com cinco faixas, nesta ordem: sinfonia do corpo (in.corpo.ração), lave sua boca (suja) quando for falar de mim, não vou mais chorar nem me lamentar, feat. Edgar & Mateus Fazeno Rock, espero que esse samba te encontre bem e mulher do fim do mundo. Apenas uma delas não foi escrita por Jup do Bairro: a mulher do fim do mundo, composta por Alice Coutinho e Rômulo Fróes e eternizada na voz de Elza Soares, mas que agora ganha uma versão inédita e totalmente reinventada por Jup. “Regravar uma canção que ficará sempre como sinônimo de Elza Soares foi um desafio e tanto, mas acima de qualquer coisa, foi a homenagem mais genuína e especial que já fiz para ela. Decidi incluir este clássico em meu EP como um agradecimento e também celebração pessoal à Elza, uma mulher que sempre esteve à frente de seu tempo. Elza escancarou caminhos para que artistas como eu pudessem cantar, então sigo sua trilha, refazendo-a dentro de minha estética, mas sabendo que só um hoje porque antes houve um começo de tudo lá atrás. E quem começou foi Elza”, sinaliza Jup. O show de lançamento de in.corpo.ração está marcado para dia 28 de Junho, na Casa Natura Musical, em São Paulo, com Urias e Mu540 de atrações convidadas. Mais informações sobre ingressos, horário de abertura da casa e afins, acesse: Jup do Bairro convida MU540 e Urias – Casa Natura Musical.
Rebeca canta sobre caminhos que levam ao amor em Apressa

Apressa, canção que a cantora e compositora Rebeca lança hoje pela Deck, surgiu a partir de conversas entre amigos. “E se fossemos outras pessoas? E se encontrássemos a pessoa que a gente ama em outro momento da vida?”, comenta a artista sobre os questionamentos trocados com amigos como Renato Cortes, que levaram à composição da música. Para fazer a letra, ela se inspirou no estilo de escrita de seu parceiro da banda Gragoatá, Fanner Horta. “Ele escreve deixando uma incerteza no ar, e suas letras costumam me transportar para uma cena em que o eu lírico tá andando na rua em direção a algum lugar e tem uma reflexão, um desabafo, sem muita resolução a vista, mas expressando um sentimento sempre muito singelo”, explica. A sonoridade da faixa traz referências de artistas como Adam Green, Devendra Banhart e Little Joy – interesses musicais que a cantora divide também com Fanner Horta – e a produção musical é assinada por Rafael Ramos, da Deck, com quem a artista colabora agora pela primeira vez. “Eu já tinha vontade de gravar com ele e acho que ele leu meu pensamento sobre o caminho estético de Apressa. Ele trouxe texturas que deram cara pra música e propôs gravarmos com instrumentos antigos. Passamos um dia no estúdio, o Leon Navarro gravou os violões e eu toquei instrumentos que nunca tinha visto antes. Foi um dia lúdico e muito produtivo”, comenta Rebeca. Recentemente, a artista lançou Espiral, seu segundo disco solo. Apressa não integra o repertório do álbum, mas é um desdobramento das histórias começadas nele. “Acho que essa música é uma continuação de Telepatia, que fecha o disco. As duas falam sobre se abrir para uma nova relação, mesmo com incertezas e vulnerabilidades no caminho. Em Apressa, existe uma vontade de encontrar um meio termo no encontro, com uma disponibilidade maior e mais clareza.”
Com o Brasil na mira, Cigarettes After Sex libera single Baby Blue Movie
Blur anuncia álbum ao vivo Live at Wembley Stadium

Um ano após um fim de semana memorável de música e alegria no Estádio de Wembley, em Londres, o Blur anunciou nesta quarta-feira (5) um novo álbum ao vivo intitulado Live at Wembley Stadium, com lançamento previsto para dia 26 de julho deste ano, pela Parlophone, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Live at Wembley Stadium é uma coleção de músicas capturadas em duas noites inesquecíveis, os maiores shows da carreira de mais de 30 anos da banda até hoje, que viram Damon Albarn, Graham Coxon, Alex James e Dave Rowntree se apresentarem para mais de 150 mil fãs em Wembley, a primeira vez que o blur tocou no icônico estádio de Londres. Os shows extraordinários e extremamente emocionantes aconteceram nos dias 8 e 9 de julho de 2023. Na tracklist, destaque para as músicas “The Narcissist” e “St Charles Square” de seu último álbum número 1, o aclamado “The Ballad of Darren”, bem como “There’s No Other Way”, “Popscene”, “Beetlebum”, “Trimm Trabb”, “Villa Rosie”, “Coffee & TV”, “Under the Westway”, “Out of Time”, “To the End”, “Parklife”, “Song 2”, “This is a Low”, “Girls & Boys”, “Tender” e “The Universal”. Um longa-metragem do concerto, também intitulado Blur: Live at Wembley Stadium, será lançado nos cinemas do Reino Unido e da Irlanda, no dia 6 de setembro. Os detalhes sobre ingressos e cinemas serão anunciados em breve. Além disso, o documentário do longa, chamado Blur: To The End, também estará nas telonas do Reino Unido e da Irlanda a partir de 19 de julho. O filme retrata o capítulo mais recente da história da banda, capturado durante o período em que eles fizeram um retorno surpresa e emocionante com seu primeiro álbum em oito anos, The Ballad of Darren. Tanto Blur: To The End quanto Blur: Live at Wembley Stadium são dirigidos por Toby L e produzidos por Josh Connolly, através da produtora Up The Game e serão lançados pela Altitude. Até o momento não há previsão de estreia no Brasil.