Histórico show do Blur no Wembley chega ao streaming; ouça!

Um ano após um fim de semana memorável no Estádio de Wembley, na Inglaterra, chega Live at Wembley Stadium, o novo álbum ao vivo do Blur. A apresentação captura os históricos shows de julho de 2023, onde o Blur apresentou suas icônicas e amadas canções para 150 mil fãs. Live at Wembley Stadium apresenta uma coleção de músicas capturadas em duas noites inesquecíveis – os maiores shows da carreira da banda até hoje, que viram Damon Albarn, Graham Coxon, Alex James e Dave Rowntree se apresentarem para uma multidão de fãs pela primeira vez no icônico estádio de Londres. Os shows profundamente emocionantes, que aconteceram nos dias 8 e 9 de julho de 2023, capturaram, de acordo com o Financial Times (que lhe deu cinco estrelas na crítica), “uma sensação de grandiosidade”; e “borbulharam com a energia vibrante de uma banda no seu auge”, segundo o veículo Evening Standard, que também cravou as cinco estrelas. Na tracklist, destaque para as músicas – tanto no álbum, quanto no vídeo – The Narcissist e St Charles Square, de seu último álbum número 1, o aclamado The Ballad of Darren, bem como There’s No Other Way, Popscene, Beetlebum, Trimm Trabb, Villa Rosie, Coffee & TV, Under the Westway, Out of Time, To the End, Parklife, Song 2, This is a Low, Girls & Boys, Tender e The Universal. Ouça o show do Blur em Wembley

Bastille anuncia o lançamento do álbum “&” com o single Seasons & Narcissus

O novo álbum da Bastille, & (Ampersand), foi anunciado para outubro. O trabalho é uma coleção de canções que falam sobre a experiência humana. Para celebrar o anúncio, a banda apresentou o single Seasons & Narcissus, uma bela canção de amor sobre o clássico mito grego de Narciso. A música foi escrita por Dan Smith e produzida pelo colaborador de longa data Mark Crew. A versão física do novo álbum da banda já está disponível para pré-venda na UMusic Store.

Post Malone chama Luke Combs para o single Guy For That; ouça!

Post Malone lançou o single Guy For That, com a participação de Luke Combs. A canção é parte do novo álbum de Post Malone, F-1 Trillion, que está programado para o próximo dia 16 de agosto, e já está disponível para pré-venda na UMusic Store. A primeira música apresentada, do novo trabalho, I Had Some Help com Morgan Wallen, continua a dominar nas rádios Country e Top 40 americanas, mantendo-se no #1 do Billboard Hot 100 por seis semanas não consecutivas.

Apeles, de Eduardo Praça, lança álbum Estasis; ouça!

Eduardo Praça, músico por trás do projeto Apeles, está de volta com seu novo álbum Estasis. Conhecido por seu trabalho com as bandas Ludovic e Quarto Negro, Eduardo Praça vem solidificando sua carreira solo desde 2016 sob o pseudônimo Apeles. Estasis é o capítulo final da trilogia iniciada com Rio do Tempo (2017) e seguida por Crux (2019). Este novo álbum representa uma nova era na discografia de Apeles, divergindo dos trabalhos anteriores ao expandir o foco além do cantor como figura central. O disco explora um mundo sonoro único, convidando artistas de diversas partes do mundo, incluindo Itália, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Grécia e Brasil, para colaborar em uma obra que gira em torno de um clube noturno imaginário de mesmo nome. Cada faixa do álbum é acompanhada por videoclipes gravados em Super 8, lançados ao longo do último ano, que adicionam uma camada visual nostálgica e artística à experiência auditiva. Estes vídeos destacam a atmosfera íntima e onírica que permeia o conceito do álbum, imergindo os espectadores no universo criativo de projeto. A direção musical de Estasis é assinada por Apeles e Helio Flanders, da banda Vanguart, consolidando uma parceria que traz ainda mais profundidade e inovação ao trabalho. Com uma carreira marcada por um legado significativo em suas bandas anteriores, Apeles traz em 2024 uma performance ao vivo que promete ser tão rica e multifacetada quanto sua música. O espetáculo ao vivo de Apeles é um convite para explorar um mundo de camadas sonoras, poéticas, boêmias e complexas, reafirmando Apeles como uma figura central na cena musical contemporânea.

Thami percorre trajeto de vida pessoal e musical em seu primeiro álbum Labirinto

Labirinto é um conjunto de percursos a ser trilhados com o objetivo de chegar no caminho certo que levará até a saída, mas até lá, você pode se perder ou se sentir desorientado. Thami pegou a sua experiência vivida na música para se munir completamente da arte e migrou para São Paulo em busca da realização do seu sonho. Andar por esse caminho não foi fácil, teve seus momentos bons e ruins, de felicidade e tristeza, solidão e solitude, e foi aproveitando cada momento que a cantora e compositora carioca, decidiu cantar sobre o que vivenciou nesse trajeto. Assim, nasceu o álbum Labirinto, disponível nas plataformas digitais. Thami começou a carreira musical participando de projetos como Proteja Seus Sonhos 2, da Som Livre, fez parte do coral da IZA no prêmio Multishow e também foi backing vocal da Tuany Zanini no show do Rock in Rio 2019. Lançou um EP e com alguns singles conseguiu bater mais de 3 milhões de plays em suas plataformas digitais. Ainda sim, a cantora almejava mais e após ter algumas faixas já escritas decidiu mudar para São Paulo para construir e lançar o que imaginava ser um EP. A decisão foi difícil, mas certeira, trouxe novas influências, sons e contatos, começando pelo produtor Julio Mossil que deu um belo norte ao trabalho da artista. O que era para ser um EP se transformou em um álbum com dez faixas, sendo três singles lançados com antecedência. Primeiro, saiu Deixa Queimar marcando o início de uma fase madura, ousada e apaixonante, representando a coragem. Em seguida, saiu Quando Acordar de quando a artista transformou sua solidão em solitude. E depois, Caminhando em Ré, para trazer a importante mensagem de quando é necessário dar uns passos para trás, e que isso, não significa retroceder. As outras sete faixas inéditas contam com a “Intro” sendo uma poesia feita pela própria Thami, Talvez que receberá um clipe após o lançamento do disco, fala sobre as tentativas incertas da vida e também é cantada em espanhol, Labirinto é a força para você seguir e não desistir do seu percurso, só siga! Já Será é a incerteza de quando tudo parece não fazer sentido, nem mesmo quem você é. Sem Saída aborda relacionamentos amorosos ou não, de quando uma pessoa nos tira o brilho e nos deixa sem saber para onde ir. Saudade é a faixa da distância da família, do Rio, e a única com participação especial do rapper Rodd, por ele ser seu amigo, e também carioca, Thami viu sentido em ter nessa faixa alguém próximo e que já a ajudou muito e que ainda ia trazer o swing da cidade maravilhosa. E por fim, Mesmo Que Eu Volte é a certeza que nada é certo, mas é preciso fazer o melhor que podemos sempre. O álbum mescla R&B, soul, pop e afrobeat com alguns ritmos vibrantes da música brasileira, como a faixa Saudade que também tem samba. Labirinto é composto inteiramente por Thami que escolheu apresentar o seu mais verdadeiro íntimo da sua experiência. “Acho que eu nunca vou saber se cheguei ao final do meu labirinto pelo simples fato de ter aprendido a curtir o processo, o caminho. É muito bom saber que apesar de todas as adversidades, de todos os problemas, eu consigo olhar o copo meio cheio. Consigo seguir respeitando meu tempo, meu corpo…olhando pra mim com carinho e cuidado. Isso pra mim é a maior saída de qualquer labirinto. Sem hipocrisia, é óbvio que a gente quer visibilidade, quer retorno financeiro…Mas muito além disso, eu quero ser feliz, ser feliz enquanto caminho. E isso eu tenho conseguido. Então sigo em frente,” comenta Thami.

Gu Andersen convida Bells para o single “Tô Te Esperando pra Dançar”

Gu Andersen aproveita o sucesso de Quando A Gente Sente, seu single anterior, para lançar uma nova faixa em parceria com Bells, que conta com mais de 1,3 milhão de plays em Caminhada e participa do coletivo Reggae Brazuca. A nova faixa, Tô te Esperando pra Dançar, que acaba de chegar em todos os apps de música, é mais uma prévia de seu primeiro álbum, As Minhas Armas São Flores. A produção ficou a cargo de Bruno Dupre, vocalista da banda Brasativa e produtor, que tem em seu currículo trabalhos com Maneva, Rael e Viegas. Com uma sonoridade de reggae dos anos 90, a música é inspirada em Lady (Aco 1045), da banda de reggae Mano Bantu, e conduz o ouvinte em uma jornada prazerosa e dançante, levando os sentidos de quem der play a uma viagem aconchegante e falando sobre o que o músico ama cantar: amor. “Tô Te Esperando Para Dançar é mais que uma música, é uma experiência emocional e sensorial em movimento. Ela revela o diálogo íntimo de um casal durante a espera, a chegada e a dança, que simboliza a decisão de seguirem juntos no amor. É uma canção extremamente dançante e gera fácil identificação no ouvinte, carregando em si um astral vibrante, encorajador e gostoso de sentir”, revelou. Sobre a escolha de Bells para o feat, ele pontuou que a parceria aconteceu com a ajuda de Dupre e que sua versatilidade vocal chamou muito a atenção, tornando-se uma escolha óbvia para integrar a faixa: “Eu já tinha ouvido falar dela e já tinha escutado algumas de suas canções, as quais curti bastante. Além disso, sua versatilidade e talento para cantar me chamaram atenção e, somados ao seu maravilhoso timbre, senti que teria que ser ela depois de levantar algumas opções. E, para a minha sorte, meu produtor, Bruno Dupre, está produzindo também o novo álbum da Bells e foi ele que fez a ponte de contato entre nós. Foi um grande presente do universo conspirando ao meu favor para que isso acontecesse. Bells é cheia de energia, focada, carismática, generosa e contribuiu muito com sua visão de artista para esta canção”, pontuou. André de Almeida Mitsuoka, no trombone, e Eduardo Ferreira de Oliveira, no trompete, participaram da composição das linhas dos metais, que dominam de forma brilhante. Ambos já tocaram com Natiruts e outras bandas expoentes no Brasil. “Acredito que a maioria das pessoas que já viveu um amor intenso, em algum momento da relação, teve que tomar uma decisão importante sobre continuar ou terminar. Essa canção, de uma forma enérgica e muito viva, tem o poder de encorajar as pessoas a agirem diante de dúvidas, incertezas e inseguranças na vida a dois. Compondo essa música, já tinha em mente convidar uma cantora para um feat, e o universo me trouxe a queridíssima Bells, que adicionou um toque especial à canção com sua voz e interpretação incríveis”, contou.

Áurea Semiseria mostra toda a sua essência com o single “Big Mama”

A rapper Áurea Semiseria lançou o single Big Mama em todos os apps de música, produzido por El Lif, que já trabalhou com Juyê em Do Desespero Ao Amor, além de contar com a produção musical da própria artista. A faixa explora todos os seus lados enquanto humana e o contraste com sua personalidade em suas rimas, como ela conta. “Sempre fui vista como uma figura fofa e meiga, mas quando rimo, as pessoas se perguntam: ‘Isso tudo tá mesmo saindo da boca dessa querida?’ ‘Big Mama’ mostra que sim!”. A composição da faixa iniciou em 2018, após algumas reflexões da artista sobre estatísticas da população e da sociedade. O resultado foi além do autoconhecimento e vem com uma pitada especial a cada play, já que “não é todo dia que nasce uma Semiseria”, como diz a própria rapper. As inspirações que ela compartilha para a faixa impactaram os versos de algumas maneiras diferentes. “‘Big Mama’ é uma mescla de três figuras diferentes que fazem parte de mim de diferentes formas. Primeiro, minha mãe, uma mulher incrível que sempre levou a vida com alegria e amor, todo mundo ama Ana Semiseria. Depois, uma personagem de um filme do início dos anos 2000 que marcou minha infância, uma mulher engraçada e inspiradora. E claro, The Notorious B.I.G., que influenciou muito a minha escrita e minhas linhas mais debochadas, falar a verdade contando a minha história”, revelou. O single chega para ser o carro-chefe do EP Semiseria, com sete faixas, entre elas, três parcerias: uma com Iza Sabino, outra com Una e uma terceira com Big Black, além de ter quatro beatmakers à frente do projeto: Mu540, ÉOCROS, El Lif Beatz e Apoema. “O EP Semiseria é um grande passo na minha carreira, sendo o segundo trabalho num espaço de sete anos, onde passei por mudanças estéticas e dificuldades para ser lançado. Hoje, o mercado musical é muito complexo, e artistas independentes estão tendo dificuldades para apresentar seus trabalhos, mesmo com a ajuda da internet”.

GuardaMar, rock alternativo de Sergipe, fala de distância e saudades em ‘Sina’

A GuardaMar, banda de rock alternativo criada em Aracaju (Sergipe) em 2022, retomou os lançamentos com o single Sina, o quarto da carreira, que fala de um sentimento universal e plural: a saudade. Sina é uma canção da GuardaMar escrita por Mairon Goes, que fez parte da primeira formação da banda como vocalista. A canção reflete sobre algo que muita gente sente, a saudade de alguém que passou pela sua vida e não está mais, um apelo emocional a alguém que se foi e a cada dia se afasta ainda mais. O eu-lírico enxerga a sua situação literalmente como uma “sina” da qual não consegue se livrar e busca desesperadamente chamar a atenção do “seu amor” para que assim possam voltar a viver os momentos felizes que compartilharam, pois se sente insuficiente sozinho. A parte instrumental da música foi inspirada em como uma onda, que começa calma no oceano, vem se construindo e termina quebrando na praia. O início da canção teve referências de músicas como It was a good day, do Ice-T, City Pop Japonês e bandas como A-Ha e Tears for Fears. Já do meio pro final, a GuardaMar assume suas influências mais pesadas. GuardaMar hoje é Franklin Sobrinho (Vocal), Deyvisson de Oliveira (Guitarra), Rooney Aciole (Guitarra) e Daniel Bitencourt (Baixo). A primeira formação contava ainda com Mairon como co-vocalista e compositor e Jonh Lucas na bateria. A banda nasceu da necessidade que seus integrantes tinham de se expressar musicalmente. A princípio tinha como referências da música dos anos 80 aos anos 2000. Contudo, com o passar do tempo e com as referências introduzidas de forma natural por cada integrante, a banda passou a possuir uma característica muito própria, passando por uma mudança drástica em sua forma de tocar, compor e produzir. “Como músicos buscamos nos conectar com as pessoas e trazer esse espírito de comunidade e liberdade e aceitação que é tão importante no Rock e que de certa forma foi dissipado com o tempo. Sentimos a música como o ponto de união de pessoas para fazer amigos, se divertir, dançar e essencialmente serem quem são”, eles destacam sobre a gênese da GuardaMar. Atualmente o objetivo da banda é produzir o primeiro álbum e trazer ao público de forma concreta o som e a estética que representam a mensagem que a banda quer passar, e que foram desenvolvidos ao longo desses dois anos juntos. As principais influências do quarteto sergipano é Stone Temple Pilots, Alice in Chains, Teenage Wrist, Mac DeMarco, Future Islands, Turnstile, Aha, Tool, Pitty, Scalene e Engenheiros do Hawaii. Os assuntos de suas canções são os mais variados: o amor, algumas sátiras, críticas sociais e temas como evolução pessoal, tudo cantado em português.