Coala Festival reúne banda 5 a Seco para sua décima edição

Os primeiros acordes a ecoarem na história do Coala Festival, lá em 2014, foram trazidos pelo equilíbrio de três guitarras, um violão, um baixo e uma bateria. Com eles, a banda 5 a Seco — formada por Tó Brandileone, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Leo Bianchini e Vinicius Calderoni — estreou o evento que revolucionou o cenário de festivais e a forma de consumir música brasileira. Agora, o evento celebra a sua décima edição e faz uma ode ao ano em que tudo começou anunciando a 5 a Seco como primeira atração do line-up de 2024. O grupo retorna aos palcos após um hiato de cinco anos. Marcado para os dias 6, 7 e 8 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, o evento tem ingressos disponíveis no site oficial. “5 a seco marcou a nossa história e eles não podiam deixar de fazer parte do Coala Festival 2024. Estamos muito felizes com esta reunião para a edição comemorativa de dez anos. Tenho certeza de que será um grande show”, comenta Gabriel Andrade, sócio-fundador e curador do Coala Festival. Formada em 2009, a 5 a Seco é uma banda em que não existem protagonistas, pois seus integrantes se revezam nos instrumentos e na interpretação de cada música. Sucessos como Pra Você Dar o Nome, Em Paz e Geografia Sentimental fazem parte da história do quinteto, que reúne quatro álbuns e um EP, incluindo o último trabalho de estúdio intitulado Pausa (2019), responsável por anunciar o hiato do conjunto. De volta à ativa para subir ao palco do Coala Festival 2024, a banda prepara um show inédito, revisitando sucessos, para a ocasião. “Estamos vivendo uma mistura intensa de euforia e frio na barriga com a dimensão de voltar aos palcos depois de cinco anos de pausa, justamente num festival tão importante para nós quanto o Coala” compartilha Vinicius Calderoni. “Vamos fazer um show pra abraçar a catarse louca desse reencontro, revisitando músicas importantes do nosso repertório, tocando pela primeira vez publicamente canções do Pausa e, quem sabe, sinalizando o futuro”, completa. SERVIÇOCoala Festival 2024Datas: 6, 7 e 8 de setembro (sexta, sábado e domingo)Local: Memorial da América Latina – Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo Valores Passe para três dias: R$ 380Passe para dois dias: R$ 270Cliente Elo – Passe para três dias: R$ 370Cliente Elo – Passe para dois dias: R$ 260Ingressos
Fabio Luma lança Casa do Sol Raiar, releitura de The House of the Rising Sun

O cantor e compositor Fabio Luma lançou a faixa Casa do Sol Raiar, uma interpretação única e emocionante de The House of the Rising Sun. Além de ser uma adaptação de um clássico da canção mundial, Casa do Sol Raiar é uma jornada emocional, onde Fabio Luma mergulha nas profundezas da música folk e blues, trazendo uma nova perspectiva para a obra original enquanto mantém sua essência. Inspirado por suas experiências pessoais e pelas paisagens do Mato Grosso do Sul, Fabio encontrou uma conexão profunda com a letra original de The House of the Rising Sun. “A letra da faixa original é o lamento de um condenado à prisão, em Nova Orleans. Ele admite os erros e excessos que cometeu, mas relata um passado difícil de pobreza e problemas familiares. Eu senti nessa letra um paralelo muito forte com histórias que me comoveram quando vivi no Mato Grosso do Sul, na região da fronteira com a Bolívia e o Paraguai. Essa conexão me inspirou a escrever Casa do Sol Raiar, que narra a confissão de uma jovem arrependida por aceitar uma proposta suspeita, num momento de fragilidade”, comenta Fabio Luma. Desde a sua primeira gravação por Clarence “Tom” Ashley e Gwen Foster em 1930, The House of the Rising Sun foi reinterpretada por diversos artistas, incluindo Bob Dylan, Joan Baez, Nina Simone e The Animals, mas esta é a segunda adaptação que recebe para a língua portuguesa. Ao descrever sua inspiração para a faixa, Fabio compartilha: “Sempre achei essa canção fascinante, porque abriga um contraste raro e precioso, entre a melancolia de um blues autêntico e um arranjo instrumental furioso e incendiário.” Explorando temas de arrependimento, fragilidade e redenção, Casa do Sol Raiar transporta o ouvinte para um universo de emoções profundas e reflexões intensas. A voz cativante de Fabio Luma é complementada pelo arranjo de Gustavo Arthury, que eleva a experiência auditiva a novos patamares. A faixa enriquece seu panorama sonoro com elementos brasileiros, incluindo o característico som da viola caipira, numa reverência ao Mato Grosso do Sul. Ao mesmo tempo, preserva a essência do folk e do blues que conferiram à música original sua imensa potência emocional. Além da viola caipira, Fabio Luma enaltece em sua letra as paisagens e vivências de Corumbá, o fascínio do Pantanal e a fluidez do Rio Paraguai, adicionando camadas de profundidade e autenticidade à narrativa musical. Com sua sinceridade e poesia, Fabio Luma continua a se destacar como um dos talentos mais promissores da cena musical brasileira.
Cage the Elephant solta a dançante Good Time, terceira prévia de Neon Pill

O Cage The Elephant compartilhou o single Good Time, de seu próximo álbum Neon Pill, que será lançado em 17 de maio pela RCA Records. Good Time segue os singles recentes do novo álbum, incluindo Out Loud e Neon Pill. “Good Time foi uma daquelas raras faixas que me cativaram quase instantaneamente. A instrumentação foi tão impactante, com uma energia tão comandante, que foi quase como se eu não conseguisse me impedir de escrever algo para ela se eu quisesse. Muito diferente de qualquer coisa que já tínhamos escrito antes, e de alguma forma ainda parecia relativamente familiar em comparação com nossos trabalhos anteriores”, comentou Matthew Shultz. Para o vocalista, a canção “parecia visualmente que era alguma criatura alienígena monstruosa e estranha marchando e tropeçando por uma rua lotada no meio de um desfile em um dia quente de verão ou algo estranho assim”. “Eu queria que os vocais dançassem e brincassem com essa energia. Para serem potentes e ao mesmo tempo intuitivos ou um murmúrio aparentemente aleatório. Como se fossem uma peça confessional quebrada e desesperadamente delirante. Para ilustrar da melhor forma possível, psicose e o emaranhado do diálogo interno que circula constantemente quando nesse estado. Ao mesmo tempo, de maneira divertida, proclamando sarcasticamente que tudo era apenas uma boa hora ou talvez mais permitindo que a declaração sarcástica permanecesse aberta como mais uma questão em si. Uma música de festa que, por baixo da superfície, pode não ser uma música de festa de jeito nenhum”, completou Shultz. Neon Pill encontra o sexteto de Kentucky — os irmãos Matthew Shultz [vocais] e Brad Shultz [guitarra], Daniel Tichenor [baixo], Jared Champion [bateria], Nick Bockrath [guitarra principal] e Matthan Minster [guitarra, teclas, vocais de apoio] — forjando novos terrenos musicais, enquanto mantém sua criatividade intransigente e performances profundamente catárticas. “Para mim, Neon Pill é o primeiro disco em que fomos consistentemente não influenciados, e digo isso de maneira positiva”, observa Matthew. “Tudo é indubitavelmente expresso através de termos encontrado nossa própria voz. Sempre nos inspiramos em artistas que amamos e, às vezes, até os emulamos até certo ponto. Com este álbum, depois de passar por tanto, a vida quase nos obrigou a nos tornarmos cada vez mais confortáveis conosco mesmos. Não estávamos buscando muito além da pura experiência da expressão pessoal e, ao mesmo tempo, não necessariamente nos acomodando também. Apenas encontramos uma singularidade em simplesmente existir.” Ouça Good Time, do Cage The Elephant
Após super hit, Benson Boone libera primeiro álbum para audição

O cantor Benson Boone lançou seu álbum de estreia, Fireworks & Rollerblades. O ambicioso projeto inclui o hit Beautiful Things. Fireworks & Rollerblades começa com uma introdução explosiva, seguida por Be Someone, uma faixa cheia de sentimentos de intriga e saudade. O álbum também traz os singles Slow It Down, Cry e Friend. Em paralelo ao lançamento do álbum, Boone iniciou sua turnê mundial, homônima ao projeto, com ingressos esgotados em Chicago. O artista se apresentará no Brooklyn Paramount Theatre, em Nova York, na próxima semana. O álbum dá continuidade a uma tendência de grandes momentos para Benson Boone. No início deste ano, a iHeartRadio o nomeou “Artista On The Verge” e, no ano passado, foi nomeado “Artista Revelação”, da Amazon Music, e “Artista Global PUSH”, da MTV, em outubro. Enquanto isso, seu EP PULSE gerou dezenas de milhões de streams para faixas como What Was, Little Runaway e Sugar Sweet. Boone foi a atração principal de uma turnê com ingressos esgotados pela América do Norte e Europa, e então terminou o ano com o lançamento de seu comovente single To Love Someone.
Kauan Calazans revela o reggae rock Seja Como For; ouça!

Todos os caminhos, fórmulas ou mantras levam Kauan Calazans ao mesmo lugar: o agora, ao tempo presente que deve ser vivido e sentido intensamente, sem preocupações com os poréns e as reticências. Esta é a linha condutora do novo single do experiente músico carioca, Seja Como For. Seja Como For é um reggae rock com balanço e groove, radiante e que emana positividade, assim como o single anterior, Mentalize (Vem Coisa Boa). Nesta nova canção, mais um passo firme de Kauan Calazans na sua carreira pós-Folks, a mensagem é sobre abraçar a magnitude do momento e encarar eventuais rupturas ou separações sempre de cabeça erguida. “Quando estamos envolvidos emocionalmente em um relacionamento ou situação, precisamos sempre relativizar o racional e o irracional. Se algo acontecer, seja como for, sem ressentimentos, seguimos em frente. Vamos viver o momento e viver intensamente”, comenta o experiente músico. Parte importante deste lançamento, a capa do single é assinada pelo artista Michael Pointer, com quem Kauan Calazans tem uma conexão especial e conseguiu sintetizar a aura solar da música. A produção de Kauan é assinada por Felipe Rodarte, do estúdio Toca do Bandido (RJ). Confira o videoclipe de Seja Como For, de Kauan Calazans, abaixo
Edgar lança single e clipe Original de Quebrada

Conhecido pelo som original e pelas letras que levantam problemas sociais, o rapper Edgar, o novíssimo Edgar, preparou um álbum ainda mais surpreendente, incorporando referências de ritmos mais pops como trap, reggaeton e funk. Durante a pandemia voltei a morar na Favela Coqueiro com minha família, revisitei minhas raízes, retomei contato com amigos e isso teve um impacto direto no álbum, tanto no som como nas letras”, explicou ele. Ele também optou por uma produção coletiva, com a ideia de ter visões diversas sobre seu trabalho, convidando os produtores: Nakata e Kazvmba, paulistanos, o carioca Os Fita, o ítalo-brasileiro Nelson D., o francês Dang e o inglês Jammz, que se dividem na produção das faixas. O primeiro single, acaba de ser lançado, é Original de Quebrada, produzida por Nelson D., um trap dubstep e a letra ironiza a própria música. “Cês têm tudo a mesma cara / Cês têm tudo o memo som /Mistura um verde com marrom/A ideologia ainda não tá bom”. O clipe, dirigido por ele mesmo, foi produzido em Guarulhos, na Favela do Coqueiro e arredores, tendo na equipe alguns amigos de Edgar. “A ideia era mostrar que dá para fazer as coisas dentro da favela, tanto de colocar as belezas do lugar como de ser uma experiência para quem mora lá”, comentou Edgar. O terceiro álbum de Edgar, Universidade Favela, sucessor de Ultrassom e Ultraleve, será lançado pela gravadora Deck no dia 17 de maio.
Ex-integrantes da Dona Cislene e Lupa se reúnem em nova banda; ouça single

Após anos de trajetórias individuais na cena musical de Brasília, os integrantes Bruno Alpino, Victor, Malms e Americano se reuniram para formar a banda Darby e lançar sua primeira música, Tão Solto. O reencontro desses músicos, que antes faziam parte de bandas diferentes, marca não apenas o surgimento de um novo projeto, mas também a consolidação de uma amizade de longa data. A ideia inicial de formar a Darby surgiu quando Americano propôs a Bruno Alpino (Dona Cislene) a regravação de algumas músicas de seu recém-lançado projeto solo. Embora inicialmente a proposta pudesse parecer estranha, a ideia de começar algo novo com um amigo de adolescência despertou o interesse de Bruno. Assim, os dois deram os primeiros passos em direção à criação da banda, convidando Victor (Lupa) e Malms (Mdnght/Breu) para completar o quarteto. O encontro em estúdio para criar e compartilhar referências musicais resultou na composição da música Tão Solto. Com uma sonoridade que transita entre diversas vertentes musicais, a faixa traz uma mensagem que vai além do simples contexto romântico. A canção reflete sobre a liberdade de continuar sonhando, de manter a essência e de se reconectar com o “eu criança”. Em um momento em que cada um dos integrantes se questiona sobre o adulto que se tornou, a música representa uma busca pela autenticidade e pela experiência plena da vida. Produzida em parceria com o renomado produtor Ricardo Ponte, o single marca o início de um novo capítulo na carreira dos membros da banda Darby. Com uma proposta musical que foge de rótulos e se propõe a experimentar sem medo, a banda promete trazer uma nova energia para a cena musical brasileira. O lançamento de Tão Solto é apenas o primeiro passo de uma jornada que promete ser repleta de novidades. Com planos de gravar novos singles e um álbum completo, além de realizar shows e participar de festivais, a Darby está determinada a deixar sua marca no cenário musical nacional. Com uma mensagem de liberdade e autenticidade, a banda se prepara para conquistar o coração do público e se tornar uma referência no novo rock brasileiro.
Paulo Miklos libera segunda prévia de álbum ao vivo; ouça Vou Te Encontrar

Enquanto está em cartaz no cinema como protagonista do filme Saudosa Maloca, que conta a história de Adorinan Barbosa, Paulo Miklos lançou o segundo single de seu álbum ao vivo, a belíssima Vou Te Encontrar. “A canção foi escrita especialmente para mim pelo Nando Reis. É um tema muito sensível, a perda, o luto. Nando conhece bem minha história. Fiquei muito emocionado quando recebi dele a canção, e cantei com essa mesma emoção na gravação ao vivo’ – comentou Paulo Miklos. Paulo Miklos (voz e guitarra) é acompanhado por Michelle Abu (bateria e vocais), Michele Cordeiro (guitarra e vocais) e Otavio Carvalho (baixo e vocais). Quem assina a direção artística do show é o próprio Paulo Miklos, do áudio-visual é Otavio Sousa e de fotografia Katê Takai. Paulo Miklos Ao Vivo será lançado dia 3 de maio. Além do novo single, a versão ao vivo de Todo Esse Querer também já está disponível nos aplicativos de música.
Rolimã traz nostalgia nas letras e nas melodias em Micuim

Com letra em português e referências à sonoridade do Midwest Emo (a música emo da década de 1990), Micuim é o novo single que a banda paulista Rolimã, de Águas de Lindóia. Micuim traz nostalgia nas letras e nas melodias, algo que também remete ao trabalho da banda Terno Rei, e fala sobre as insatisfações e stress da vida urbana de um jovem adulto que busca conforto em uma cidade do interior. Micuim teve produção de Marcus Maia (ex-Hevo 84 e Fake Number), pré de Stéfano Loscalzo e foi mixada e masterizada também por Maia.