Machine Gun Kelly anuncia show solo em São Paulo

O artista multiplatinado mgk (Machine Gun Kelly) confirmou seu retorno a São Paulo. O cantor, que se tornou uma das figuras mais dinâmicas da cena musical global, traz a sua Lost Americana Tour para uma apresentação solo em São Paulo, no dia 6 de setembro de 2026, no Espaço Unimed. Com mais de 20,6 bilhões de streams acumulados, mgk consolidou uma trajetória marcada pela quebra de paradigmas. Após dominar o rap, o músico fez uma transição bem-sucedida para o rock/pop punk com o aclamado Tickets to My Downfall (2020), que atingiu o topo da Billboard 200, e manteve a relevância com o sucessor Mainstream Sellout (2022). Turnê “Lost Americana” A turnê atual promove seu sétimo álbum de estúdio, Lost Americana (2025). O repertório promete um espetáculo de alta energia, mesclando faixas que definiram sua fase rock, como bloody valentine e my ex’s best friend, com o material mais recente, que continua a flertar com a versatilidade do alt-pop e do rap. Multitalento em foco Para além da música, mgk se firmou como uma força no entretenimento e cinema. Recentemente, o artista se destacou por seu papel como a pioneira do rock Sister Rosetta Tharpe no filme Rosetta (Amazon MGM Studios) e pela sua participação em projetos de comédia, demonstrando uma versatilidade que o mantém no centro das conversas da cultura pop mundial. Serviço: Machine Gun Kelly em São Paulo – Lost Americana Tour
Lionel Richie confirma show único no Nubank Parque, em São Paulo

O lendário Lionel Richie desembarca em São Paulo para uma noite histórica no Nubank Parque, no dia 19 de dezembro de 2026. Com um repertório recheado de clássicos que definiram a música pop, o artista promete uma experiência de conexão profunda com o público brasileiro. Informações sobre Lionel Richie em São Paulo Vendas e pré-venda (clientes Itaú) O Itaú Unibanco oferece benefícios exclusivos, incluindo 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito. Público Início Fim Private Bank e Personnalité 16/06, 10h 17/06, 10h Demais clientes Itaú 17/06, 10h 18/06, 10h Venda geral (online) 18/06, 12h – Bilheteria oficial 18/06, 13h – Setores e preços Dica: Clientes Itaú podem parcelar em até 3x sem juros em qualquer compra. O que esperar do show do Lionel Richie em São Paulo? Lionel Richie conduz seus espetáculos como uma “memória coletiva”. Prepare-se para cantar do início ao fim hinos como: Informação importante sobre o pacote VIP O Pacote VIP Super Fã Itaú (R$ 500,00) inclui itens exclusivos, mas atenção: ele é vendido separadamente e exige a compra prévia de um ingresso para os setores específicos (Platinum, Orange, Diamond, Gold ou Silver). Classificação etária: Entrada de 5 a 15 anos acompanhados; 16 e 17 anos podem ir desacompanhados. (Sujeito a alteração por decisão judicial).
Blink-182 relança Take Off Your Pants and Jacket com faixas inéditas no streaming

O Blink-182 lançou a edição de 25 anos de Take Off Your Pants and Jacket, o álbum que mudou a história do punk rock ao ser o primeiro do gênero a estrear no topo da Billboard 200. Além das 13 faixas clássicas que definiram hits como The Rock Show, Stay Together for the Kids e First Date, esta edição comemorativa traz um presente especial para os fãs mais dedicados: seis músicas que nunca tinham chegado ao streaming. Fim do mistério das edições raras Quando o disco foi lançado, em 12 de junho de 2001, a capa foi dividida em três versões colecionáveis, cada uma representada por um símbolo: o avião vermelho, a calça amarela e a jaqueta verde. Cada uma dessas edições trazia duas músicas “escondidas” que se tornaram o Santo Graal dos fãs da banda. Agora, pela primeira vez, todas as seis raridades estão reunidas em um único lugar. Impacto de Take Off Your Pants and Jacket O álbum é um divisor de águas não só para o blink-182, mas para o rock moderno. Ele refinou a fórmula que a banda começou a desenhar em Enema of the State, trazendo uma produção mais polida, mas mantendo a atitude adolescente, o senso de humor escrachado e a energia inesgotável. Vinte e cinco anos depois, a relevância do disco continua intacta.
Tributo à Elza Soares com Sandra Sá e Caio Prado chega à Caixa Cultural São Paulo

Nos dias 11, 12 e 14 de junho, a Caixa Cultural São Paulo será palco de um tributo emocionante aos 70 anos de carreira de Elza Soares. O espetáculo, que já passou por palcos de peso como o Rock in Rio, ganha em São Paulo uma edição histórica: pela primeira vez, a cantora Sandra Sá se une a Caio Prado para conduzir essa celebração. Um encontro de gerações e potências O show é inspirado no icônico DVD Elza, Ao Vivo no Municipal (2022). A escolha de Sandra Sá e Caio Prado não poderia ser mais precisa. Sandra, com sua trajetória marcada pelo soul, samba e uma presença de palco arrebatadora, dialoga perfeitamente com a força de Elza. Caio Prado, por sua vez, traz a intensidade da nova geração, vale lembrar que foi ele quem presenteou Elza com a poderosa “Não Recomendado”. A banda, composta por músicos que participaram da gravação original no Municipal, garante que a fidelidade sonora e a intensidade emocional do espetáculo sejam mantidas, elevando o público a um estado de catarse que culmina na emblemática Mulher do Fim do Mundo. Formação cultural O projeto vai além da música. No dia 12 de junho, às 11h, a produtora executiva Vanessa Soares ministrará a oficina gratuita Produção Executiva na Prática: do Edital à Realização. É uma oportunidade de ouro para jovens estudantes do sistema público entenderem os bastidores da cultura no Brasil. Inscrições aqui. Serviço – Tributo Elza Soares com Sandra de Sá e Caio Prado Dica: Como o tributo é extremamente concorrido, chegue cedo para garantir o seu ingresso na bilheteria!
Interpol anuncia novo álbum “This Mirror Weighs a Ton” e compartilha duas faixas

O Interpol anunciou seu novo álbum, This Mirror Weighs a Ton, o primeiro em quatro anos e também o primeiro lançado pelo selo Partisan Records. O disco chega em 28 de agosto e foi antecipado pelas duas primeiras faixas: a faixa-título e See Out Loud. Produzido por Andrew Wyatt e mixado por David Fridmann, This Mirror Weighs a Ton amplia a paleta sonora do Interpol com a adição de cordas, instrumentos de sopro, harmonias vocais em camadas, violão e experimentações de design de som, sem abandonar a identidade rítmica e melódica característica da banda. O álbum foi gravado no estúdio de Wyatt, no Lower East Side de Manhattan, marcando a primeira vez em mais de uma década que o grupo grava um disco em sua cidade natal. As faixas This Mirror Weighs a Ton e See Out Loud exploram a dualidade, mostrando o Interpol expandindo os limites de sua própria sonoridade sem perder a essência que o tornou uma referência. A faixa-título se desenvolve como uma revelação gradual, guiada por linhas de baixo distorcidas, movimentos ondulantes, texturas vocais fantasmagóricas e um design de som imersivo que transforma a linguagem familiar da banda em algo mais amplo e sutilmente estranho. Já See Out Loud aposta em ritmos tensos, guitarras cortantes e na atmosfera noturna tão associada ao Interpol, enriquecida por harmonias vocais sobrepostas, mudanças de perspectiva e uma rara participação vocal de Daniel Kessler, sua primeira desde PDA, do álbum Turn On The Bright Lights. O título do álbum surgiu a partir do processo de improvisação vocal de Paul Banks, no qual melodias e frases são desenvolvidas simultaneamente. Temas como reflexão, percepção e tensão emocional atravessam o disco, cuja capa traz uma obra da artista Addie Wagenknecht, atualmente parte da coleção permanente do Whitney Museum of American Art. Nos últimos dois anos, o Interpol permaneceu em atividade praticamente ininterrupta, liderando festivais e apresentações em arenas pela Europa, América Latina e Ásia. Com números de streaming em alta histórica e um público cada vez maior ao redor do mundo, a banda viveu um momento marcante ao realizar seu maior show até hoje na Cidade do México, diante de mais de 200 mil pessoas. No início deste ano, o grupo também se apresentou no Coachella Valley Music and Arts Festival, onde estreou ao vivo músicas do novo álbum, incluindo See Out Loud e Wings on Fire. No próximo mês, o Interpol inicia uma turnê norte-americana de 23 datas. Os ingressos já estão à venda pelo site oficial da banda. This Mirror Weighs a Ton – Tracklist
Mari Romano reflete a importância do encantamento cotidiano no enérgico álbum Além da Pele

A compositora, arranjadora e produtora carioca Mari Romano decidiu habitar a própria pele de forma completa em seu segundo álbum de estúdio. Além da Pele é um marco de maturidade pessoal e artística que transita por um universo popular e experimental, onde arranjos de sopros minuciosos encontram batidas eletrônicas e a força da percussão brasileira e latino americanas para refletir sobre crise climática, ansiedade digital e a urgência de estar presente no agora. Mari Romano estava sumida da música já faz alguns anos, mas não dos tocadores. Desde 2018, ela se consolidou como um dos principais nomes na área de produção de podcasts no Brasil. Mas em 2026, se prepara para um retorno à música autoral, com um lançamento especial. Além da Pele é seu novo disco, de 11 faixas, todas diferentes entre si. “Quis aproveitar esse trabalho para fazer tudo o que eu queria. Não penso em fazer um próximo disco tão espalhafatoso como esse. Minha ideia era transmitir uma espécie de encantamento radical, saiu um disco eufórico”, reflete ela. “Estamos o tempo todo nos comparando com os outros, vivendo na alteridade do meio digital. Eu sofria muito com essa ansiedade. Aterrar em mim mesma me deixou mais presente e acalmou essa aflição. Quis fazer um disco vivo, curioso, com energia, mas que carregasse também a complexidade da vida”. O repertório é um mosaico de ritmos que desafia classificações rígidas. Da ironia ácida de Tudo Errado, inspirada no New Jack Swing, ao samba bem-humorado de Maluco da Retronoia com a percussão mestre de Zero Telles, Mari Romano demonstra domínio técnico e narrativo. O álbum explora desde a hipnose industrial da faixa em inglês Mosquito até a influência folclórica argentina em Sentimento e Nada, composição que remete aos anos em que Mari viveu em Córdoba. O encerramento com Ilusão Delícia traz uma mensagem de renascimento, transformando dores em um samba luminoso que celebra a capacidade humana de recomeçar. Mari Romano iniciou sua jornada musical aos 11 anos e, desde então, acumulou experiências que passam pelo coletivo Xanaxou, pela graduação em Composição na Argentina e pela produção do elogiado Romance Modelo (2017). Sua carreira como editora de som de grandes podcasts brasileiros (incluindo produções como Foro de Teresina, Pistoleiros, Maníaco do Parque e Reply All) refinou sua percepção estética, permitindo que, em Além da Pele, ela assumisse o protagonismo total: das vozes e guitarras aos arranjos de metais. Os arranjos foram escritos por Mari Romano e executados pelo trio Copacabana Horns (formado por Marlon Sette, Diogo Gomes e Jorge Continentino, músicos que acompanham nomes como Caetano Veloso e Maria Bethania), e Aline Gonçalves. Além disso, a artista reuniu um time estelar de músicos: Kassin (baixo), Jeremy Gustin e Pedro Fonte (bateria), Danilo Andrade e Thomas Jagoda (pianos e synths), Guilherme Lirio e Rafael Barone (baixo), Vitor Wutzki e Bichinho (guitarras), Abel Souza (cavaquinho), além da percussão de Zero Telles e Marja Lenski. “É impressionante quanto a gente ganha da vida quando começa a habitar a própria pele de forma completa. Sem fugir dela, sem fugir da vida. Esse disco é a celebração desse momento. De quando entramos em sintonia com nós mesmos, passamos a estar no mundo, com tudo o que ele tem: sujeita, alegria, vacilos, amores, sonhos, frustrações. Pra mim esse disco é isso”, conta Mari. Mais do que um retorno, esta é uma afirmação de identidade. Um disco que convida a dançar, sentir, não se perder de si, e lutar pelas coisas que importam. Além da Pele está disponível em todas as plataformas de música digital.
Yagô inicia os caminhos do álbum Menestrel com o reggae contemporâneo “Nádegas”

O cantor e compositor maranhense Yagô dá início à sua mais nova era artística com o lançamento de Nádegas, primeiro single de seu álbum Menestrel. Já disponível em todas as plataformas digitais, a faixa funciona como um cartão de visitas para a estética que guiará todo o seu próximo projeto de estúdio. Combinando a tradição das pedras de São Luís com uma roupagem pop e futurista, a música apresenta ao Brasil um reggae contemporâneo de essência dub roots. É uma sonoridade tropical, orgânica e sensorial, feita sob medida tanto para curtir uma brisa quanto para dançar colado. Nascido em São Luís do Maranhão, capital nacionalmente consagrada como a “Jamaica Brasileira” por sua icônica cultura de radiolas, Yagô bebe diretamente da fonte de sua identidade territorial. Em Nádegas, produzida por Anselmo dos Reis, o artista transforma o balanço clássico do reggae em uma atmosfera relaxante e transcendental que fala sobre desejo, cotidiano e liberdade de corpos. O lançamento antecipa o conceito de Menestrel, um disco estruturado para expandir a música preta a partir de uma ótica intimista, espiritual e profundamente conectada aos afetos da Ilha do Amor. Figura ativa na cena independente desde a década de 2010 quando circulava sob o nome de Yhago Sebaz e lançou os discos #NegoBeats (2014) e Meio Amargo (2019) , o cantor se reinventa sua maturidade de palco e estúdio. A atual fase de Yagô conecta corpo, imagem e som em uma narrativa contínua. Com letras e direção de arte que exaltam um clima naturalista e sensual, o single projeta a força da música maranhense para além de suas fronteiras geográficas, provando que o reggae é uma cultura viva, fluida e totalmente integrada ao pop alternativo de 2026.
Abençoada: Maria Diva exalta luta e força feminina em novo videoclipe com Ruty Helen

A rapper, produtora musical e compositora independente Maria Diva, considerada umas das principais vozes femininas do trap e rap do Litoral Norte de São Paulo, lançou o videoclipe do single Abençoada, em colaboração com a cantora Ruty Helen. De acordo com Diva, a música e o videoclipe trazem um pouco da vivência como mulher, mãe, trabalhadora e artista independente na cena urbana do Litoral Norte. Além disso, o projeto busca fortalecer o movimento do Hip-Hop de Caraguatatuba, a representatividade de mulheres dentro da música e também do setor audiovisual. “Abençoada fala sobre força, fé, superação e identidade. O principal propósito do projeto é mostrar que, mesmo diante das dificuldades, ainda é possível acreditar nos sonhos e reconhecer a própria força. A ideia também visa valorizar pessoas reais, histórias reais e mostrar que cada pessoa carrega dentro de si um motivo para se sentir abençoada”, complementa Maria. A faixa é o terceiro feat realizado entre as duas cantoras, que possuem uma afinidade artística e pessoal de longa data. Para Ruty, essa foi a melhor música que as artistas já fizeram juntas e afirmou que o convite foi muito especial e irrecusável. “Participar do clipe de “Abençoada” foi uma realização muito importante para a minha carreira e, principalmente, para a minha vida pessoal, porque escrever “Abençoada” me fez lembrar o que mais importa nesse mundo: quem eu sou, os meus sonhos e que Deus está acima de tudo. Também me fez perceber o quanto é importante ter por perto pessoas que realmente têm um carinho sincero por mim.”, contou Ruty Helen. A direção do videoclipe foi realizada pela cineasta e produtora cultural da empresa Corpo Ancestral, Letícia Andra, em parceria com a equipe da Maresias TV. As locações utilizadas como cenários foram a Praia do Centro, a pista de skate e o Mirante do Camaroeiro, localizados no município de Caraguatatuba. Maria conseguiu viabilizar o projeto com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Edital nº 47/2024 de Caraguatatuba. O financiamento possibilitou a contratação de uma equipe com mais de 20 profissionais das áreas de dança, maquiagem, figurino, elenco, audiovisual e alimentação. “Uma das partes mais importantes de “Abençoada” foi justamente conseguir movimentar a cultura local e envolver profissionais de diferentes áreas dentro do projeto. Dar oportunidade para esses profissionais foi gratificante, pois consegui fortalecer a cena cultural da minha cidade e mostrar que a arte também gera trabalho, renda e transformação social”, afirmou Diva. Quem é a Diva? Ao se deparar com o nome forte e empoderado dessa artista, logo se imagina se tratar de um nome artístico/fictício. Entretanto, se enganou quem tirou essa conclusão. Maria Diva Martins de Abreu foi denominada diva quando nasceu, em 1995, na pequena cidade mineira de Josenópolis, mas há cerca de 10 anos, mora no Litoral Norte paulista. A jovem garante que desde a infância é ligada à música e sempre sentiu vontade de se tornar uma cantora e compositora. Quando completou 16 anos, definitivamente, Diva decidiu que iria escrever canções e cantar. A partir daí, a artista se encontrou no rap e segue se dedicando para conquistar o sucesso tão sonhado. Atualmente, Diva está se graduando no ensino superior em serviço social, trabalha como operadora de caixa em um supermercado com expediente de oito horas diárias, cuida do filho de nove anos, e, nos poucos momentos vagos, usa o tempo livre para fazer shows em eventos e produzir no estúdio caseiro dela. “Meu maior sonho sempre foi inspirar as pessoas que estão a minha volta, conquistar meu espaço na cena e poder ter minha renda exclusivamente com meu trabalho musical. O que eu mais quero é dar uma vida melhor para meu filho e para minha família com a minha vocação artística”, afirma a rapper. A rapper garante que tem muitas novidades para serem divulgadas nos próximos meses, pois a principal intenção é lançar um álbum só com faixas inéditas. “Estou com muitas letras e músicas sendo trabalhadas em meu Home Studio e em breve vocês verão novos lançamentos. Aguardem”, completou Diva.
Lizzo reafirma seu poder com o novo álbum “Bitch”

A multi-artista e vencedora do Grammy e Emmy, Lizzo, está de volta para elevar o nível. O novo álbum de Lizzo, intitulado apropriadamente Bitch, já está entre nós, consolidando sua trajetória de autoconfiança e reinvenção sonora. Conceito por trás do título Lizzo não escolheu o nome ao acaso. Reivindicando um termo historicamente usado para diminuir mulheres, ela o transforma em um emblema de poder, amor-próprio e liberdade. A artista cita influências fundamentais, como Meredith Brooks e Missy Elliott, como inspirações para usar a palavra em seus próprios termos. “É uma declaração de confiança sem desculpas”, comenta a cantora. Destaques de Bitch, de Lizzo Além das paradas de sucesso