Yungblud e Billy Corgan lançam registro ao vivo de “Zombie” no Riviera Theatre

Yungblud disponibilizou nesta quinta-feira (8) o lançamento em áudio e vídeo de Zombie (Live From The Riviera Theatre), gravado ao lado de Billy Corgan, líder do The Smashing Pumpkins. A gravação registra a única vez em que os dois artistas subiram juntos ao palco para apresentar ao vivo a versão reimaginada da faixa. A performance foi captada no clássico Riviera Theatre, em Chicago, em 30 de julho, véspera das apresentações de ambos no festival Lollapalooza Chicago, onde Yungblud fez o show de abertura direto para o set de headliner do Smashing Pumpkins na noite de sexta-feira. Do sucesso global de Idols à bênção dos pioneiros do rock alternativo Originalmente lançada no aclamado álbum Idols, trabalho indicado ao Grammy e líder das paradas internacionais, Zombie rapidamente se tornou o single de consumo mais rápido de toda a carreira de Yungblud, ultrapassando a marca expressiva de 200 milhões de reproduções globais e rendendo uma indicação ao Grammy de Melhor Canção de Rock. A admiração do jovem artista britânico pelo legado dos anos 1990 gerou um desdobramento natural no estúdio: a faixa ganhou uma versão recriada em conjunto com o The Smashing Pumpkins. A nova roupagem teve produção musical assinada por Matt Schwartz e Billy Corgan, trazendo as linhas inconfundíveis de guitarra de James Iha, a bateria virtuosa de Jimmy Chamberlin e os timbres de Corgan, expandindo a canção para a assinatura de “parede sonora colossal” que consagrou o quarteto de Chicago.
Fresno confirma data extra de show com orquestra no Vibra São Paulo

Celebrando 27 anos de trajetória e os dez anos do emblemático álbum A Sinfonia de Tudo Que Há, a banda gaúcha Fresno anunciou uma apresentação extra de seu concerto orquestral na capital paulista. O espetáculo Fresno Sinfonia’26 acontece na sexta-feira, 4 de dezembro de 2026, no palco do Vibra São Paulo. O anúncio atende à grande procura do público após os ingressos para a data especial na conceituada Sala São Paulo se esgotarem em poucos minutos. Realizado pela Opus Entretenimento, o espetáculo traz Lucas Silveira (voz e guitarra), Gustavo Mantovani (Vavo) (guitarra) e Thiago Guerra (bateria) acompanhados integralmente por uma orquestra, unindo a pressão das guitarras e distorções à dinâmica de naipes de cordas e sopros. Os ingressos já estão disponíveis pela plataforma Uhuu e em pontos físicos autorizados, com valores a partir de R$ 105,00 (meia-entrada). Uma década de A Sinfonia de Tudo Que Há e 27 anos de estrada Lançado originalmente em 2016, o disco A Sinfonia de Tudo Que Há representou um divisor de águas na discografia do grupo ao incorporar arranjos de cordas orquestrados por Lucas Lima, aproximando a intensidade emocional do rock alternativo da grandiosidade erudita. Completando exatamente dez anos em 2026, as composições ganham arranjos ampliados ao vivo, dividindo espaço com clássicos de todas as fases da discografia do grupo: Setores e valores dos ingressos (configuração Auditório) Setor Inteira Meia-Entrada Cadeira VIP R$ 450,00 R$ 225,00 Cadeira Setor I R$ 420,00 R$ 210,00 Cadeira Setor II R$ 400,00 R$ 200,00 Poltrona I R$ 350,00 R$ 175,00 Poltrona II R$ 300,00 R$ 150,00 Camarote Setor I R$ 450,00 R$ 225,00 Camarote Setor II R$ 420,00 R$ 210,00 Plateia Superior I R$ 230,00 R$ 115,00 Plateia Superior II R$ 220,00 R$ 110,00 Plateia Superior III R$ 210,00 R$ 105,00 Serviço: Fresno Sinfonia’26 no Vibra São Paulo Fresno Sinfonia’26 (Show extra com orquestra) Pontos de venda físicos (sem taxa de conveniência)
Rodrigo Santos lança disco em homenagem a Nelson Motta com show no Cavern Club em São Paulo

O cantor, compositor e ex-baixista do Barão Vermelho Rodrigo Santos apresenta em São Paulo o show de lançamento do álbum Rodrigo Santos canta Nelson Motta. O espetáculo acontece neste sábado (10) no palco do The Cavern Club SP, localizado no Shopping Vila Olímpia. O projeto homenageia os 60 anos de trajetória musical de Nelson Motta, reunindo 16 composições icônicas do letrista repaginadas com a energia do rock and roll, incluindo releituras de parcerias com Lulu Santos, Erasmo Carlos, Rita Lee e Guilherme Arantes. Formato “dois shows em um” A apresentação na capital paulista foi estruturada em duas partes complementares: No palco, Rodrigo Santos (voz e baixo) comanda uma superbanda de veteranos da música brasileira: Ricardo Palmeira (Cazuza) e Nani Dias (Lobão) nas guitarras, Luiz Lopez (Erasmo Carlos) nos teclados e backing vocals, Sérgio Melo (Lulu Santos) na bateria e Oscar Von (Kiko Zambianchi) no violão e guitarra. Na segunda metade do show, Renan Bozute assume as baquetas para conduzir a Festa Rock. Serviço: Rodrigo Santos canta Nelson Motta no The Cavern Club
Filzer quebra hiato de sete anos e lança o EP “Projetando Labirintos”

O cantor e compositor Filzer oficializou seu retorno ao mercado fonográfico com o lançamento do EP Projetando Labirintos. O registro chega às plataformas digitais exatamente sete anos após a estreia de Memórias do Subsolo (2019), seu primeiro disco solo, marcando o início de uma nova fase artística. Composto por quatro faixas que já vinham sendo testadas e lapidadas no calor das apresentações ao vivo, o trabalho funciona como o fechamento de um ciclo criativo e abre alas para novos projetos que incluem singles inéditos, parcerias de estúdio e a expansão de sua agenda de circulação. Do Vale do Paraíba ao Litoral Norte: produção e arranjos coletivos A produção musical de Projetando Labirintos foi conduzida em conjunto por Vinícius Oliveira, Marcos Manfredini e pelo próprio Filzer, que também assumiu a direção artística e a concepção visual do projeto gráfico. A captação envolveu uma dinâmica regional entre o Vale do Paraíba e o Litoral Norte paulista: A instrumentação conta com guitarras expressivas de Marcos Manfredini, linhas de baixo precisas de Vinícius Oliveira e a pegada rítmica de Kleber Amorim na bateria. Um dos momentos de destaque instrumental surge na faixa de encerramento, Ritual dos Elefantes, que traz a participação do pianista João Leopoldo acrescentando timbres clássicos de piano, sintetizadores e órgão Hammond.
A Banda dos Corações Partidos completa 20 anos de estrada e aborda feminicídio e luto no EP Borrada

O veterano grupo sergipano A Banda dos Corações Partidos, de Aracaju, assinala duas décadas de carreira com o lançamento do EP Borrada. O projeto, composto por cinco faixas inéditas, já se encontra disponível em todos os tocadores digitais de streaming e estabelece uma virada contundente na trajetória iniciada em 2006. Pela primeira vez na história da banda, a vocalista e atriz Diane Veloso assina a totalidade das letras, dividindo as composições com o prestigiado músico e arranjador sergipano Alex Sant’Anna. A obra abandona o tom melodramático da “dor de cotovelo” clássica para dar lugar à exaustão física do corpo feminino, ao luto e ao combate à violência de gênero sem concessões poéticas atenuantes. O disco reverbera um cenário alarmante: dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que o país registrou 1.571 casos de feminicídio em 2025, média de quatro assassinatos diários e recorde histórico desde a sanção da lei em 2015, sendo 60,9% cometidos por companheiros ou ex-companheiros das vítimas. Da seresta à ruptura sonora: spoken word e teatralidade Se em registros prévios, como o EP Desamor (2017) e o álbum Canções de Ódio, Ressentimento e Abandono (2022), a banda flertava com a era de ouro do rádio, as serestas e a estética brega-dramática, Borrada direciona seu foco para uma sonoridade mais sombria, angular e visceral: Contrariando a lógica algorítmica de singles fragmentados, o EP foi concebido como uma obra imersiva de fôlego contínuo, cuja densidade lírica exige escuta atenta do início ao fim. Faixa a faixa e impacto das letras Logo no tema de abertura, os versos confrontam o público com a rotina de desemprego, rotinas exaustivas e a farsa de crimes cometidos supostamente “por amor”, desarmando romantizações tóxicas para expor o isolamento de mulheres que vivenciam agressões silenciadas entre quatro paredes. A colaboração contínua entre Diane Veloso e Alex Sant’Anna resulta em um manifesto sobre a sobrevivência física e emocional da mulher contemporânea no Brasil.
Duo goiano Agnoizze faz turnê por São Paulo após lançar o EP “Mais Rápido Que Seu Carro”

O duo goiano Agnoizze desembarca em São Paulo para uma sequência de cinco apresentações no circuito independente entre os dias 11 e 18 de outubro de 2026. A circulação celebra o lançamento do EP Mais Rápido Que Seu Carro, novo trabalho lançado pelo tradicional selo goiano Monstro Discos. Formado em Goiânia no início de 2023 por Pedro Paulo (baixo e vocais) e Frederico Damasceno (bateria), o duo transforma a formação minimalista de apenas dois instrumentos em uma parede sonora abrasiva. O projeto alia o peso e a distorção do noise rock à urgência do punk, abrindo a turnê no espaço alternativo FFFrontClique para abrir o painel lateral e ver mais informações, na capital paulista. Crítica à escala 6×1 e produção de peso Sucessor do EP de estreia lançado em 2024, Mais Rápido Que Seu Carro reúne quatro faixas autorais gravadas com a urgência das ruas. O projeto tem produção musical assinada por Rodrigo Andrade, baterista da aclamada banda goiana Hellbenders, e mixagem de Vinicius Lunardi. As letras colocam o dedo nas feridas reais da classe trabalhadora urbana: Do Goiânia Noise aos palcos paulistas Apesar da trajetória recente, o Agnoizze conquistou relevância acelerada no Centro-Oeste ao integrar a programação de festivais históricos como o Goiânia Noise Festival e o Festival Bananada, além de dividir noites com ícones do underground como Ratos de Porão, Black Pantera e Rogério Skylab. A perna paulista transita pela capital e pela região do ABC Paulista, conectando o duo a coletivos autogestionados, espaços punks e bandas expoentes do hardcore, rap e punk rock regional, como Casca de Ferida, Jonabug e o rapper Kamau. Agenda completa: Agnoizze em São Paulo
Apocalyptica retorna a São Paulo com a turnê “Plays Metallica Vol. 2” no Carioca Club

O grupo finlandês de violoncelos Apocalyptica se apresenta em São Paulo na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no Carioca Club. A apresentação faz parte da concorrida turnê mundial do álbum Plays Metallica Vol. 2, sequência direta do projeto que revelou o conjunto ao mundo há quase três décadas. A produção do evento é assinada pelas produtoras Overload e Livin’ Stage, e as entradas já estão à venda online pela plataforma Clube do Ingresso. Do clássico de 1996 às bênçãos de Hetfield, Trujillo e fitas de Cliff Burton O espetáculo baseia-se no disco lançado em 2024, continuação oficial do histórico Plays Metallica by Four Cellos (1996), álbum de estreia gravado quando os integrantes ainda eram estudantes da prestigiada Academia Sibelius, em Helsinque. O que começou como uma brincadeira entre recitais acadêmicos converteu-se em um fenômeno internacional: poucos meses após a estreia, o quarteto já abria concertos para os próprios gigantes de Los Angeles. Em Plays Metallica Vol. 2, a reverência ganhou contornos definitivos de estúdio com a produção do lendário Joe Barresi (reconhecido pelos trabalhos ao lado de Tool, Queens of the Stone Age e Soundgarden), além de participações estelares da própria banda norte-americana: A amizade entre os grupos é notória: em 2011, o Apocalyptica foi uma das atrações convidadas a dividir o palco do histórico The Fillmore, em San Francisco, durante a celebração dos 30 anos de carreira do Metallica. Duas décadas de relação estreita com o público brasileiro Ao longo de mais de 30 anos de estrada, o Apocalyptica expandiu seus horizontes para além dos tributos, consolidando dez discos autorais de estúdio, colaborações com o Rammstein e mais de 6 milhões de cópias comercializadas mundialmente. A relação com o Brasil completou duas décadas em 2025: Serviço: Apocalyptica em São Paulo (Plays Metallica Vol. 2)
Betume canaliza pessimismo político e claustrofobia moderna no EP de estreia “Gulag”

Texturas cinzentas, modulações gélidas e uma resposta sonora à asfixia social do presente: aprofundando o clima denso apresentado em seu single inaugural, o trio gaúcho Betume lançou seu primeiro EP de estúdio, intitulado Gulag. O registro consolida a assinatura estética do grupo ao transformar o desamparo coletivo, a precarização da vida no capitalismo tardio e o avanço da extrema-direita em paisagens sonoras cortantes e reflexivas. Formada em 2025, em Porto Alegre (RS), por Guilherme Silva (guitarra e voz), Vinícius Fantin (baixo) e Rodrigo Corrêa (bateria), a banda apresenta uma sonoridade marcante que funde a estética raivosa e urbana do Oi! à atmosfera soturna e melancólica do post-punk. O resultado é um trabalho coeso, cru e sem concessões, já disponível nos principais tocadores digitais de streaming. Fusão entre a fúria do Oi! e o frio do post-punk Se o cartão de visitas anterior já insinuava um caminho melancólico, Gulag mergulha de vez na escuridão analógica e na agressividade rítmica das ruas. A identidade do registro se apoia em: A metáfora do encarceramento cotidiano O título do EP estabelece um paralelo contundente entre a histórica referência aos campos de trabalhos forçados e a sensação contemporânea de vigilância, cansaço contínuo e punição imposta pela rotina de produção e sobrevivência nas metrópoles. Em Gulag, a Betume documenta o esgotamento psíquico de quem se vê encurralado entre a falta de perspectivas materiais e a escalada de retrocessos sociais, fazendo da urgência e do peso uma trincheira artística.
Sepultura anuncia show intimista no Cine Joia antes de encerrar turnê de despedida

O Sepultura anunciou a realização de The Last Ceremony, uma apresentação especial e intimista agendada para quinta-feira, 5 de novembro de 2026, no palco do Cine Joia, na Liberdade, em São Paulo. O concerto acontece exatamente dois dias antes do encerramento oficial da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. Em contraste direto com os megafestivais e arenas globais que ditaram o ritmo dessa reta final, o evento foi planejado para resgatar a crueza dos primeiros anos: sem pirotecnias ou barreiras distantes, priorizando apenas os amplificadores, os músicos e a catarse direta com os fãs. As entradas já podem ser adquiridas online através da plataforma Shotgun, com ingressos a partir de R$ 200,00 (meia-entrada). Quatro décadas de impacto: a química da formação derradeira Surgido em Belo Horizonte nos anos 1980, o Sepultura revolucionou o metal extremo global, tornando-se o maior expoente da música pesada da América Latina e influenciando gerações de músicos pelos cinco continentes. Em The Last Ceremony, o público terá uma das derradeiras oportunidades de testemunhar a coesão técnica e o peso avassalador da formação que comanda esta despedida histórica: A precisão rítmica do jovem baterista norte-americano Greyson Nekrutman aliada à presença cênica imponente de Derrick Green e aos timbres inconfundíveis de Andreas Kisser e Paulo Jr. ganha contornos ainda mais superlativos na acústica e na proximidade física do Cine Joia. Repertório exclusivo para uma noite histórica A produção adiantou que o setlist para a data será desenhado sob medida para a ocasião, incorporando faixas e passagens sonoras exclusivas que não figuraram nas grandes arenas da turnê. A proposta é oferecer uma experiência biográfica e densa, atravessando os clássicos imortais que moldaram o thrash, o death metal e o groove comemorados nos 40 anos de história da banda. Por se tratar de uma casa com capacidade restrita, o evento desponta como um dos itens mais cobiçados pelos colecionadores de momentos históricos do underground e da música pesada brasileira. Serviço: Sepultura apresenta “The Last Ceremony” no Cine Joia