Soul O Sul une grandes nomes em prol do RS, na Audio, em SP

A tragédia que aconteceu no Rio Grande do Sul uniu o Brasil em uma corrente de apoio às famílias devastadas pelas intensas chuvas e fortes enchentes, que já deixou mais de 150 mortos, mais de 80 desaparecidos e 806 feridos, além de mais de 615 mil pessoas desabrigadas, que é o que se tem informação até o momento. Pensando nisso, o movimento do Reggae Brazuca em parceria com a Audio fará um festival beneficente, o Musical Soul O Sul, que acontece na quinta (23), em São Paulo. O logo do festival forma um anagrama com a expressão “SOS” e pretende arrecadar doações, renovar esperança, ampliar e ajudar por meio de parcerias transparentes às vítimas. Entre grandes nomes, o festival conta com participações de Detonautas, Maneva, Planta & Raiz, Marina Peralta, Expressão Regueira, Restart, Falamansa, Bloco do Caos, Mato Seco, Big UP, Egypcio e muitos outros ícones da música. O formato é uma SuperJam e colocará cada artista no palco com cerca de três músicas em uma noite especial de solidariedade, totalizando cerca de 45 músicas tocadas ao vivo. O Musical Soul o Sul conta com parcerias da Showlivre, que fará a transmissão ao vivo do evento pelo YouTube e também da Rádio Transamérica FM, que irá somar nessa divulgação. Os ingressos já estão à venda por R$ 40,00, no site da Ticket360 e todo o valor arrecadado de bilheteria, bar e as taxas das vendas, bem como as doações físicas em parceria com a ONG Bem de Madrugada, serão encaminhados ao Sul do Brasil. Além disso, o evento está promovendo uma campanha de financiamento coletivo no site Benfeitoria. Através dessa plataforma, são aceitas doações em dinheiro, permitindo que pessoas que não puderem comparecer ao evento, mas desejam apoiar a causa, possam contribuir de qualquer lugar do mundo. Serviço ● Data: 23 de maio ● Local: Audio Club, São Paulo ● Horário: A partir das 19h ● Atrações confirmadas: Maneva | Planta e Raiz | Falamansa | Restart | Egypcio | Mato Seco | Bloco do Caos | Big UP | Marina Peralta | Cidade Verde Sounds | Denise D’ Paula | Deko | Pelé MilFlows | Bells | Expressão Regueira | LUAU | Alma Roots | E mais+ Ingressos: Site Ticket 360
Asfixia Social lança Bleeding in the Sun, um chamado por mudanças globais

A banda Asfixia Social lançou o álbum Bleeding in the Sun, pelo selo Marã Música. O novo trabalho, que já está disponível em todas as plataformas digitais, chega em um momento de crises globais e estabelece um diálogo entre as ruas do Brasil e do mundo, enquanto a banda vem conquistando espaço no cenário internacional. Bleeding in The Sun é um testemunho da jornada internacional do Asfixia Social, trazendo letras em vários idiomas, refletindo sua recepção calorosa em turnês no exterior. Segundo a banda, “o mundo está em crise, e o novo álbum é uma das formas de cultivar e propagar nossos meios de resistir nos quatro cantos do planeta”. Para a banda, “Bleeding in the Sun é o primeiro da nova formação com Thiko (guitarra) e Barba (bateria), além do Leo (baixo) e Kaneda (vocal/metais), em que banda buscou uma atmosfera mais descontraída em meio ao caos cotidiano, e isso gerou um disco muito real, em que o público vai se identificar e levar adiante essa energia reflexiva mas ao mesmo tempo explosiva”. A sonoridade diversificada de Bleeding in the Sun é reflexo da mistura musical que o Asfixia Social vem propondo. Com elementos de punk, rap, ska, funk, reggae, metal e dub, o álbum chega com um caldeirão de influências. Participações especiais, como do Selectah Carlos PXT (Tequilla Bomb), do vocalista Joe Keithley da banda canadense D.O.A., e da talentosa cantora inglesa Sahala Larnyoh, enriquecem ainda mais a mistura sonora. As composições do álbum são fruto de uma colaboração orgânica entre os membros da banda. “A maioria das músicas surgiu em cima dos riffs, melodias e letras que cada um dos integrantes já tinha anotado anteriormente”, compartilhou a banda. “Costumamos experimentar diferentes caminhos até que a própria música diga pra onde tem que ir”. Sangrando no Sol (Bleeding in the Sun) é o grito de resistência do Asfixia Social, um manifesto pela vida na Terra em meio às adversidades do mundo contemporâneo. “O sol não arde pra todos da mesma forma, sabemos bem, mas dia mais ou dia menos vamos todos pagar pelas atrocidades que estão sendo cometidas no mundo”, destacam.
Rod Krieger dá início ao segundo disco com o single Cai o Sol e Sobe a Lua

Cai o Sol e Sobe a Lua foi a primeira canção a ser escrita, “talvez a única composta em Lisboa”, lembra o gaúcho Rod Krieger que escolheu Portugal como sua segunda casa desde 2019. Hoje, vivendo entre o oeste português e o Rio de Janeiro, ele lembra dos dias quando teve acesso a obras de compositores portugueses, tendo se conectado principalmente com os primeiros discos de Jorge Palma. Foi neste momento que nasceu a música que viria a ser o pontapé inicial para o disco, que será lançado em outubro. “Como essa música é mais antiga, e quando foi criada não existia a pretensão de gravar um álbum, fiz algumas versões até chegar no resultado final. Então, ela acabou por ser uma espécie de laboratório para o que viria a surgir, como se fosse uma matriz. Às vezes, ficava criando versões para ela e surgiam outros fragmentos que se transformavam em novas canções. Sem querer acabei gerando o que viria a ser o segundo disco”, comenta Krieger. Space Rock com batidas eletrônicas e melodias pop psicodélicas: é nesta fusão de ritmos que o artista aposta a sonoridade. Já sobre a letra, ele reforça a influência da vida numa aldeia portuguesa. “Penso que nessa nova fase estou escrevendo de uma forma mais introspectiva, muito influenciado pela minha vivência na aldeia Sobral do Parelhão, que fica no oeste português. De uma certa forma, aquela vida um tanto bucólica acabou caracterizando um pouco as letras”. O processo de composição foi sob controle total do compositor, tanto que todos os instrumentos foram registrados por ele mesmo, no seu próprio estúdio, com exceção da flauta por João Mello, e das teclas que ficaram por conta de João Nogueira. A obra completa, que será lançada em Outubro, vai compor um filme que tem como pano de fundo a pequena aldeia de Sobral do Parelhão, localizada na cidade de Bombarral, no distrito de Leiria, em Portugal, onde o disco foi gravado de 2021 a 2023.
Milky Chance esbanja carisma em show repleto de hits na Audio

Texto: Tassio Ricardo O Milky Chance retornou ao Brasil após seis anos de sua apresentação no Lollapalooza 2018, quando foi coadjuvante frente à um lineup grandioso. No fim de semana, a banda alemã passou por Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Audio, no domingo (19), foi headliner do evento que contou com a abertura do cantor e surfista americano Donavon Frankenreiter. Liderado pela dupla Clemens Rehbein e Philipp Dausch, o Milky Chance foi muito bem recebido com um público altamente fiel que encheu o local. Pontuais, os músicos abriram o show com Synchronize, hit da coletânea Trip Tape 2 (2022). Surpreso com o entusiasmo de seus fãs, Clemens Rehbein arriscou várias palavras em português, fugindo bastante do perfil mais reservado. “Muito brasileiro” e “que fofo” foram alguns dos comentários ouvidos no meio da plateia. Do lado da banda, mais comentários elogiosos: “best night on this planet”. >> Confira entrevista com o Milky Chance Foi visível a conexão e a dedicação de seus ouvintes que sabiam de cór todos os sons apresentados. A dupla cantou uma versão acústica da música Scarlet Paintings, além de um cover de Tainted Love. O último single, lançado em 2024, Reckless Child, também foi muito bem recebido pelos fãs. Aliás, o repertório foi muito bem equilibrado. Contemplou o que há de melhor em cada um dos discos de estúdio, com um destaque maior para Sadnecessary (2013), maior sucesso comercial, e Living in a Haze (2023), o disco mais recente dos alemães. Seguindo para o final do show, o vocalista abraçou a bandeira do Brasil e cantou um dos seus maiores sucessos, Stolen Dance. Após uma hora e meia de show, a banda se despediu curiosamente ao som da música brasileira Conselho, do grupo Samba de Raiz, esbanjando carisma até seu último minuto em cima do palco. Edit this setlist | More Milky Chance setlists
Após show no Summer Breeze, Sebastian Bach revela álbum solo

Após se apresentar no Brasil, dentro da programação do Summer Breeze, Sebastian Bach lançou o álbum Child Within The Man (Reigning Phoenix Music), seu primeiro trabalho solo em dez anos. Junto com o disco, o cantor, compositor, escritor, astro da Broadway e ator também lançou um novo single do álbum, Freedom, que ganhou videoclipe. “Child Within the Man está relacionado ao fato de que o rock and roll me faz sentir como uma criança”, disse Bach ao Rock And Roll Globe. “A empolgação do rock, o som dele, o ato de colecionar, a vibe comunitária quando você faz uma festa ou vai a um concerto — para mim, o rock and roll, quando é feito da maneira certa, como neste álbum, parece um elixir mágico. Como algo que você pode desfrutar e que te faz sentir jovem. O espírito de ser uma criança pequena. Não consigo pensar em muitas coisas que façam isso neste mundo.” Child Within The Man foi gravado em Orlando, Flórida; produzido e mixado por Baskette; projetado por Jef Moll, com engenharia assistente de Josh Saldate; e masterizado por Robert Ludwig/Gateway Mastering. Bach escreveu ou co-escreveu todas as 11 faixas do álbum e cantou todos os vocais principais e de apoio. Child Within The Man conta com participações especiais de John 5, Steve Stevens e Oria nthi – todos co-escreveram suas respectivas faixas com Bach – e duas faixas co-escritas com Myles Kennedy (What Do I Got to Lose? e To Live Again); Devin Bronson nas guitarras, Todd Kerns (baixo) e Jeremy Coulson (bateria) completam os músicos do álbum.
Beth Gibbons faz sua estreia com “Lives Outgrown”; ouça!
Tributo ao Talking Heads reúne Lorde, Paramore, Miley Cyrus, entre outros; ouça!

O aguardado tributo ao Talking Heads já está disponível para audição. Everyone’s Getting Involved: A Tribute To Talking Heads’ Stop Making Sense conta com várias releituras de clássicos da banda de David Byrne. Inicialmente o projeto divulgou a versão do Paramore para Burning Down The House. À época, David Byrne retribuiu com um cover de Hard Times, do próprio Paramore. Infelizmente, Byrne não deve fazer o mesmo com todos. Antes da chegada do álbum, Making Flippy Floppy (Teezo Touchdown), Girlfriend Is Better (Girl In Red) e Take Me To The River (Lorde), que já era um cover de Al Green, também foram divulgadas. Everybody’s Getting Involved também conta com o cover de Psycho Killer, com Miley Cyrus, assim como Heaven, do The National. Kevin Abstract interpreta Once In A Lifetime, enquanto BADBADNOTGOOD e Norah Jones fazem o cover de This Must Be The Place ( Naïve Melody). Duas ótimas surpresas são as participações de El Mató a un Policía Motorizado (Slippery People) e Chicano Batman feat Money Mark (Crosseyed and Painless).
Kate Hudson estreia na música com o álbum Glorious; ouça!

A atriz Kate Hudson lançou seu álbum de estreia, Glorious, na última sexta-feira (17). O disco da atriz de Quase Famosos e Como Perder um Homem em Dez Dias conta com 12 canções autorais. Kate Hudson, que é filha da atriz Goldie Hawn e do músico músico Bill Hudson, disse que decidiu arriscar uma carreira na música, pois sabia que se arrependeria caso não tentasse. “Se eu estivesse no meu leito de morte e não tivesse lançado um disco seria o grande arrependimento da minha vida. Então, por que não fazer isso?”, disse a atriz em entrevista ao Today Show algumas semanas atrás. Hudson contou que começou a escrever o álbum após o fim das gravações de Glass Onion: Um Mistério Knives Out, em 2021.
Plutão Já Foi Planeta lança o single Ísis como presente para mãe e filha

Durante a campanha que culminou no lançamento do terceiro álbum de estúdio do Plutão Já Foi Planeta, disponibilizado em parceria com a Algohits, para divulgar o single Uma canção só sua, o trio incentivou os fãs a contarem uma história sobre alguma vivência pessoal que pudesse ser transformada em música. A história ganharia uma música produzida por eles. O resultado chegou com direito a uma série de novidades muito especiais. Uma delas é que é a primeira música que tem a vocalista Cyz Mendes na composição, junto de Sapulha Campos e Gustavo Arruda. Foram vários textos enviados e muitos deles poderiam mesmo render uma música. A história escolhida faz a música ainda mais especial, já que é uma canção sobre a história de Elieuda Guedes e sua filha, Ísis. “Ísis é uma mulher autista que tem uma mãe incrivelmente amorosa que a acompanhou e a acompanha em todas as suas fases de desenvolvimento e sente muito orgulho dessa criação e evolução como uma mãe atípica, e também fala sobre o lado bonito de toda essa cumplicidade, mesmo em meio as dificuldades”, relatam os integrantes do Plutão Já Foi Planeta. A banda relata que o caminho escolhido foi o de demonstrar na letra da música e dar todo o protagonismo, a cumplicidade entre mãe e filha, a compreensão que só a mãe tem de todos os sinais que a filha demonstra, suas emoções mistas, a maneira de se expressar e enxergar o mundo diferente, incluindo também na música alguns sintomas de espectro autista, como a sinestesia, quando a banda diz “sinto tudo colorido”. A produção, também assinada pela banda e comandada por Gustavo Arruda, remete a estética indie da década passada, década da qual a banda viveu ativamente e lançou dois álbuns, como uma sinalização de continuar sua essência. Para quem não conhece a real história da música, pode ser interpretada como uma carta de amor para um irmão, amigo, namorado, uma pessoa que te acolhe e te entende mesmo quando ninguém mais entende. Não por coincidência, o Plutão Já Foi Planeta resolveu lançar a música próximo ao dia das mães e presentear Elieuda com a audição da música alguns dias antes do lançamento. No instagram da banda é possível acompanhar como funcionou todo o processo e ver a reação de Elieuda com o presente. A capa do single, assim como os materiais visuais de divulgação, são assinados por Lívia Mendes, videomaker que conheceu a banda sendo fã e hoje trabalha ao lado da banda como criadora, diretora e social media.