Max lança teaser do documentário O Lado Sombrio da TV Infantil

O Lado Sombrio da TV Infantil (Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV), documentário de quatro episódios do ID que desvenda populares programas infanto-juvenis do final dos anos 1990 e início dos anos 2000, apresentou o seu teaser oficial. A produção revela os controversos bastidores do império construído por Dan Schneider, e estará disponível na plataforma Max a partir do próximo dia 16. A série documental apresenta acesso inédito a relatos das principais figuras que trabalharam com Schneider na Nickelodeon, incluindo ex-membros do elenco, seus familiares, e equipes de séries conhecidas como Tudo Em Cima (All That), Zoey 101, iCarly e Brilhante Victória (Victorious). Ao longo de quatro episódios são apresentados relatos emocionantes, que narram uma série de acontecimentos ocorridos durante anos, revelando um ambiente repleto de alegações de abuso, racismo, sexismo, e comportamentos inapropriados, além de histórias exclusivas sobre a presença de predadores infantis nos sets de filmagem. As entrevistas, complementadas com imagens de arquivo (algumas das quais nunca foram transmitidas), cenas dos programas de TV e comentários das redes sociais, buscam contextualizar e ressignificar muitos momentos dentro dessas séries. O Lado Sombrio da TV Infantil é dirigida por Mary Robertson e Emma Schwartz, e produzida por Maxine Productions e Sony Pictures Television – Nonfiction em associação com Business Insider.

Carniceiros, série ambientada no coração da caatinga, estreia dia 17

Carniceiros, série de cinco episódios, produzida em Petrolina, no sertão de Pernambuco, estreia nas plataformas digitais Claro tv+, Vivo Play e Looke, no próximo dia 17. Com direção de Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang, profissionais especializados no gênero terror, a série narra a história de uma misteriosa síndrome que desencadeia o caos global ao transformar cerca de 80% da humanidade em criaturas selvagens. Cada episódio conta com um enredo independente, revelando os horrores enraizados nas emoções humanas sob a pressão da sobrevivência. O piloto da série recebeu mais de 30 prêmios e/ou indicações no Brasil e no exterior, incluindo de Melhor Direção e Melhor Produção. Mais de 300 profissionais foram envolvidos na produção, sendo a maioria da região, incluindo o elenco, composto por novos talentos. O elenco de Carniceiros conta com Gabriel Henrique Fernandes, Adailton Matias, Catia Cardoso, Felipe Rosa, Fernanda Luz, Joedson Silva, Lineker Pereira, Núbia Kalumbi, Paulo Henrique Reis e Vitoria Marinho.

Clássica série animada Pokémon chega ao Globoplay

A série de animação Pokemón chega ao Globoplay no próximo dia 24. Na plataforma de streaming, o conteúdo terá áudio em português e em inglês, legendado em português. A exibição faz parte de um acordo entre Gloob e Globoplay com a The Pokémon Company International. Os episódios vão contar o próximo capítulo empolgante da aventura de Ash Ketchum para se tornar um Mestre Pokémon. Ash fará novos amigos que o ajudarão em mais um desafio em Alola: Kiawe, Vitória, Lulú, Chris e Lílian. Junto dos amigos e alunos da Escola Pokémon, Ash e Pikachu vão tentar desvendar novos mistérios e mergulhar em novas aventuras de tirar o fôlego.

Black Pantera anuncia quarto álbum de estúdio

O Black Pantera anunciou o quarto álbum de estúdio, ainda sem nome e data de lançamento definidos. A banda ficou 14 dias no estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, para gravar o sucessor de Ascensão. O disco do Black Pantera foi produzido por Rafael Ramos, será lançado ainda neste semestre e o primeiro single, Provérbios, tem lançamento marcado para o dia 26 de abril. O novo álbum é sobre ancestralidade: “A gente vem pensando bastante sobre esse tema, sobre como acabamos sendo eternos através de nosso sangue, nossa luta, nossa ancestralidade. São músicas que refletem isso de maneira incisiva, essa ideia de legado de todos nós. E, se você pensar, daqui 50 anos a banda pode até acabar, mas as músicas vão continuar existindo”, comentou o baixista Chaene. O som continua sendo um crossover de rock, punk, hardcore, funk e metal e se mantém pesado, mas traz novidades: acrescentando instrumentos de percussão, a banda se aproxima de seus laços ancestrais, dialogando cada vez mais com a estética tribal e acaba entregando em ritmo e poesia um álbum afro-latino, um chamado à união. As letras, sempre fortes e contundentes, ampliam a pauta antirracista e antifascista, como comenta o baixista Chaene. “A pauta ainda é a mesma, mas estamos falando de outras perspectivas”, finaliza Chaene.

Coala Festival reúne banda 5 a Seco para sua décima edição

Os primeiros acordes a ecoarem na história do Coala Festival, lá em 2014, foram trazidos pelo equilíbrio de três guitarras, um violão, um baixo e uma bateria. Com eles, a banda 5 a Seco — formada por Tó Brandileone, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Leo Bianchini e Vinicius Calderoni — estreou o evento que revolucionou o cenário de festivais e a forma de consumir música brasileira. Agora, o evento celebra a sua décima edição e faz uma ode ao ano em que tudo começou anunciando a 5 a Seco como primeira atração do line-up de 2024. O grupo retorna aos palcos após um hiato de cinco anos. Marcado para os dias 6, 7 e 8 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, o evento tem ingressos disponíveis no site oficial. “5 a seco marcou a nossa história e eles não podiam deixar de fazer parte do Coala Festival 2024. Estamos muito felizes com esta reunião para a edição comemorativa de dez anos. Tenho certeza de que será um grande show”, comenta Gabriel Andrade, sócio-fundador e curador do Coala Festival. Formada em 2009, a 5 a Seco é uma banda em que não existem protagonistas, pois seus integrantes se revezam nos instrumentos e na interpretação de cada música. Sucessos como Pra Você Dar o Nome, Em Paz e Geografia Sentimental fazem parte da história do quinteto, que reúne quatro álbuns e um EP, incluindo o último trabalho de estúdio intitulado Pausa (2019), responsável por anunciar o hiato do conjunto. De volta à ativa para subir ao palco do Coala Festival 2024, a banda prepara um show inédito, revisitando sucessos, para a ocasião. “Estamos vivendo uma mistura intensa de euforia e frio na barriga com a dimensão de voltar aos palcos depois de cinco anos de pausa, justamente num festival tão importante para nós quanto o Coala” compartilha Vinicius Calderoni. “Vamos fazer um show pra abraçar a catarse louca desse reencontro, revisitando músicas importantes do nosso repertório, tocando pela primeira vez publicamente canções do Pausa e, quem sabe, sinalizando o futuro”, completa. SERVIÇOCoala Festival 2024Datas: 6, 7 e 8 de setembro (sexta, sábado e domingo)Local: Memorial da América Latina – Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo Valores Passe para três dias: R$ 380Passe para dois dias: R$ 270Cliente Elo – Passe para três dias: R$ 370Cliente Elo – Passe para dois dias: R$ 260Ingressos

Fabio Luma lança Casa do Sol Raiar, releitura de The House of the Rising Sun

O cantor e compositor Fabio Luma lançou a faixa Casa do Sol Raiar, uma interpretação única e emocionante de The House of the Rising Sun. Além de ser uma adaptação de um clássico da canção mundial, Casa do Sol Raiar é uma jornada emocional, onde Fabio Luma mergulha nas profundezas da música folk e blues, trazendo uma nova perspectiva para a obra original enquanto mantém sua essência. Inspirado por suas experiências pessoais e pelas paisagens do Mato Grosso do Sul, Fabio encontrou uma conexão profunda com a letra original de The House of the Rising Sun. “A letra da faixa original é o lamento de um condenado à prisão, em Nova Orleans. Ele admite os erros e excessos que cometeu, mas relata um passado difícil de pobreza e problemas familiares. Eu senti nessa letra um paralelo muito forte com histórias que me comoveram quando vivi no Mato Grosso do Sul, na região da fronteira com a Bolívia e o Paraguai. Essa conexão me inspirou a escrever Casa do Sol Raiar, que narra a confissão de uma jovem arrependida por aceitar uma proposta suspeita, num momento de fragilidade”, comenta Fabio Luma. Desde a sua primeira gravação por Clarence “Tom” Ashley e Gwen Foster em 1930, The House of the Rising Sun foi reinterpretada por diversos artistas, incluindo Bob Dylan, Joan Baez, Nina Simone e The Animals, mas esta é a segunda adaptação que recebe para a língua portuguesa. Ao descrever sua inspiração para a faixa, Fabio compartilha: “Sempre achei essa canção fascinante, porque abriga um contraste raro e precioso, entre a melancolia de um blues autêntico e um arranjo instrumental furioso e incendiário.” Explorando temas de arrependimento, fragilidade e redenção, Casa do Sol Raiar transporta o ouvinte para um universo de emoções profundas e reflexões intensas. A voz cativante de Fabio Luma é complementada pelo arranjo de Gustavo Arthury, que eleva a experiência auditiva a novos patamares. A faixa enriquece seu panorama sonoro com elementos brasileiros, incluindo o característico som da viola caipira, numa reverência ao Mato Grosso do Sul. Ao mesmo tempo, preserva a essência do folk e do blues que conferiram à música original sua imensa potência emocional. Além da viola caipira, Fabio Luma enaltece em sua letra as paisagens e vivências de Corumbá, o fascínio do Pantanal e a fluidez do Rio Paraguai, adicionando camadas de profundidade e autenticidade à narrativa musical. Com sua sinceridade e poesia, Fabio Luma continua a se destacar como um dos talentos mais promissores da cena musical brasileira.

Cage the Elephant solta a dançante Good Time, terceira prévia de Neon Pill

O Cage The Elephant compartilhou o single Good Time, de seu próximo álbum Neon Pill, que será lançado em 17 de maio pela RCA Records. Good Time segue os singles recentes do novo álbum, incluindo Out Loud e Neon Pill. “Good Time foi uma daquelas raras faixas que me cativaram quase instantaneamente. A instrumentação foi tão impactante, com uma energia tão comandante, que foi quase como se eu não conseguisse me impedir de escrever algo para ela se eu quisesse. Muito diferente de qualquer coisa que já tínhamos escrito antes, e de alguma forma ainda parecia relativamente familiar em comparação com nossos trabalhos anteriores”, comentou Matthew Shultz. Para o vocalista, a canção “parecia visualmente que era alguma criatura alienígena monstruosa e estranha marchando e tropeçando por uma rua lotada no meio de um desfile em um dia quente de verão ou algo estranho assim”. “Eu queria que os vocais dançassem e brincassem com essa energia. Para serem potentes e ao mesmo tempo intuitivos ou um murmúrio aparentemente aleatório. Como se fossem uma peça confessional quebrada e desesperadamente delirante. Para ilustrar da melhor forma possível, psicose e o emaranhado do diálogo interno que circula constantemente quando nesse estado. Ao mesmo tempo, de maneira divertida, proclamando sarcasticamente que tudo era apenas uma boa hora ou talvez mais permitindo que a declaração sarcástica permanecesse aberta como mais uma questão em si. Uma música de festa que, por baixo da superfície, pode não ser uma música de festa de jeito nenhum”, completou Shultz. Neon Pill encontra o sexteto de Kentucky — os irmãos Matthew Shultz [vocais] e Brad Shultz [guitarra], Daniel Tichenor [baixo], Jared Champion [bateria], Nick Bockrath [guitarra principal] e Matthan Minster [guitarra, teclas, vocais de apoio] — forjando novos terrenos musicais, enquanto mantém sua criatividade intransigente e performances profundamente catárticas. “Para mim, Neon Pill é o primeiro disco em que fomos consistentemente não influenciados, e digo isso de maneira positiva”, observa Matthew. “Tudo é indubitavelmente expresso através de termos encontrado nossa própria voz. Sempre nos inspiramos em artistas que amamos e, às vezes, até os emulamos até certo ponto. Com este álbum, depois de passar por tanto, a vida quase nos obrigou a nos tornarmos cada vez mais confortáveis conosco mesmos. Não estávamos buscando muito além da pura experiência da expressão pessoal e, ao mesmo tempo, não necessariamente nos acomodando também. Apenas encontramos uma singularidade em simplesmente existir.” Ouça Good Time, do Cage The Elephant

Após super hit, Benson Boone libera primeiro álbum para audição

O cantor Benson Boone lançou seu álbum de estreia, Fireworks & Rollerblades. O ambicioso projeto inclui o hit Beautiful Things. Fireworks & Rollerblades começa com uma introdução explosiva, seguida por Be Someone, uma faixa cheia de sentimentos de intriga e saudade. O álbum também traz os singles Slow It Down, Cry e Friend. Em paralelo ao lançamento do álbum, Boone iniciou sua turnê mundial, homônima ao projeto, com ingressos esgotados em Chicago. O artista se apresentará no Brooklyn Paramount Theatre, em Nova York, na próxima semana. O álbum dá continuidade a uma tendência de grandes momentos para Benson Boone. No início deste ano, a iHeartRadio o nomeou “Artista On The Verge” e, no ano passado, foi nomeado “Artista Revelação”, da Amazon Music, e “Artista Global PUSH”, da MTV, em outubro. Enquanto isso, seu EP PULSE gerou dezenas de milhões de streams para faixas como What Was, Little Runaway e Sugar Sweet. Boone foi a atração principal de uma turnê com ingressos esgotados pela América do Norte e Europa, e então terminou o ano com o lançamento de seu comovente single To Love Someone.

Kauan Calazans revela o reggae rock Seja Como For; ouça!

Todos os caminhos, fórmulas ou mantras levam Kauan Calazans ao mesmo lugar: o agora, ao tempo presente que deve ser vivido e sentido intensamente, sem preocupações com os poréns e as reticências. Esta é a linha condutora do novo single do experiente músico carioca, Seja Como For. Seja Como For é um reggae rock com balanço e groove, radiante e que emana positividade, assim como o single anterior, Mentalize (Vem Coisa Boa). Nesta nova canção, mais um passo firme de Kauan Calazans na sua carreira pós-Folks, a mensagem é sobre abraçar a magnitude do momento e encarar eventuais rupturas ou separações sempre de cabeça erguida. “Quando estamos envolvidos emocionalmente em um relacionamento ou situação, precisamos sempre relativizar o racional e o irracional. Se algo acontecer, seja como for, sem ressentimentos, seguimos em frente. Vamos viver o momento e viver intensamente”, comenta o experiente músico. Parte importante deste lançamento, a capa do single é assinada pelo artista Michael Pointer, com quem Kauan Calazans tem uma conexão especial e conseguiu sintetizar a aura solar da música. A produção de Kauan é assinada por Felipe Rodarte, do estúdio Toca do Bandido (RJ). Confira o videoclipe de Seja Como For, de Kauan Calazans, abaixo