Twenty One Pilots anuncia Clancy, novo álbum de estúdio; ouça primeiro single
Vocalista do Cage the Elephant desabafa após “crise de saúde mental”

O vocalista do Cage The Elephant, Matt Shultz, alegou uma “crise de saúde mental” para justificar sua prisão, no ano passado, por posse de duas armas carregadas. O desabafo veio nas redes sociais. “É um milagre estar aqui hoje. Fui preso no ano passado e isso sem dúvida salvou minha vida. Após minha prisão, fui ao hospital por dois meses, seguidos de meses de tratamento ambulatorial. Posso finalmente explicar o que aconteceu. Nos últimos três anos, eu estava, sem saber, lutando para superar uma crise total de saúde mental. Em pouco tempo, entrei em psicose devido a uma resposta iatrogênica a um medicamento que me foi prescrito. Foi necessário o amor e o apoio dos meus irmãos na banda, da minha comunidade e, acima de tudo, da minha esposa Eva para me ajudar a superar isso. Eva ficou ao meu lado e salvou minha vida inúmeras vezes. Dizer que ela é uma guerreira e uma rainha é um eufemismo”. Eva Ross, citada pelo vocalista do Cage the Elephant, no comunicado foi fundamental para a recuperação do artista. “Ao longo do caminho, aprendi muitas lições difíceis e agradeço a Deus por ter conseguido sair do outro lado. Sinto-me humilde e grato pela oportunidade de escrever esta mensagem. Devo minha vida a Deus e ao sistema de apoio de amigos, familiares e Cage The Elephant. Direi apenas agora mais uma vez, porque precisa ser dito: Obrigado”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cage The Elephant (@cagetheelephant)
A Olívia prepara ambicioso EP com o lançamento do single Lobo Guará

A Olívia prepara o lançamento do EP Selva Rock Brasileira. O EP traz a identidade brasileira de forma pouco óbvia, através dos elementos nos arranjos, das escolhas de melodia e da temática socioambiental do último single Lobo Guará, que chegou ao streaming na última sexta-feira (23). Lobo Guará cativa com sua autenticidade, riff hipnotizante e letra provocativa. Um verdadeiro mergulho no rock pop que remete à vibração dos anos 80 e 90, com referências icônicas de bandas como Midnight Oil e Echo and The Bunnymen. A música também presta homenagem aos grandes refrões do rock brasileiro, enquanto levanta questões ambientais em sua narrativa, destacando-se no cenário musical contemporâneo. Louis Vidall, vocalista da A Olívia, afirma que “cada música desse EP foi feita com muito cuidado. Desde as escolhas dos bichos que estampam as capas, até as temáticas das letras. Algumas brincam com os instintos, outras com um sentimento de liberdade. No caso de Lobo Guará, a mais intensa do projeto, estamos falando de um animal muito representativo da fauna sul-americana, bastante identificado com o cerrado brasileiro e que foi o último escolhido para estampar uma nota, a de R$ 200,00.” “Essa foi a primeira parceria que Louis e eu fizemos. Ao mesmo tempo que é uma letra irreverente, é bastante explícita. Quando questionamos se o lobo é bicho ou nota, estamos na verdade questionando até que ponto a humanidade será capaz de provocar tanta destruição, ameaçando até mesmo a sua própria sobrevivência, só para manter intactos determinados interesses”, diz Marcelo Rosado, guitarrista.
Sensação australiana, The Terrys lança álbum Skate Pop; ouça!

O quinteto australiano The Terrys, sensação da cena local, lançou o segundo álbum da carreira, Skate Pop, na última sexta-feira (30). O sucessor de True Colour (2022) traz 13 faixas autorais. Skate Pop foi antecipado pelos singles Silent Disco, Clouds, No Bad Days e Favourite Place, além de Tokyo, que veio junto com o álbum. The Terrys é formado por Jacob Finch (vocais), Lukas Anderson (guitarra), Ben Salvatori (guitarra), Cameron Cooper (bateria) e Trent Cooper (baixo).
Day Limns é convidada da banda Plain White T’s na I Wanna Be Tour

A cantora Day Limns fará uma participação no I Wanna Be Tour, neste sábado (2), no Allianz Parque, em São Paulo. A performance de Day será ao lado da consagrada Plain White T’s, banda sensação dos anos 2000. Juntos, cantarão o sucesso Hey There Delilah. A canção-chiclete lançada pela Plain White T’s em 2006 serviu de inspiração para a série de TV homônima. A história de Hey There Delilah é uma narrativa tocante sobre um relacionamento à distância entre um compositor lutando para realizar seus sonhos em Los Angeles e uma estudante universitária residente em Nova York. A música, parte integrante do terceiro álbum de estúdio do grupo, intitulado All That We Needed, dominou as paradas musicais em 2006, permanecendo no Billboard Hot 100 por impressionantes 35 semanas. Finalista do The Voice Brasil 2017, Day Limns já colaborou com artistas como Vitão e Di Ferrero (NX Zero) e teve a oportunidade de abrir shows para Pitty e Avril Lavigne no Brasil. Recentemente, ela lançou o álbum VÊNUS≠netuno. Já primeira edição da I Wanna Be Tour, realizada pela 30e, tem em seu lineup nomes como Simple Plan, A Day To Remember, The All-American Rejects, All Time Low, The Used, Asking Alexandria, NX Zero, Pitty, Boys Like Girls, Mayday Parade, Plain White T’s e Fresno.
Ju Dourada faz viagem pessoal pelo Rio São Francisco no single Filha de Iemanjá

Depois de mergulhar nos relacionamentos obsessivos no clipe Voltas, a cantora e compositora Ju Dourada mostra outro lado de suas canções com Filha de Iemanjá, uma música poética que busca na água a força e a potência do feminino. A faixa celebra a vivência das populações barranqueiras e ribeirinhas do sertão norte-mineiro, e canta os caminhos que levam o Rio São Francisco até o mar. A composição é uma consequência do mergulho pessoal de Ju Dourada em sua própria espiritualidade, em busca de novos caminhos e autoconhecimento. Embora não pratique uma religião específica, a artista abraça o sincretismo, já presente em suas origens católicas, sem se limitar a credos ou crenças. Umbanda, budismo e astrologia fazem parte de suas convicções, de onde a cultura dos orixás desponta como uma importante fonte de conexão. “Filha de Iemanjá nasceu da minha ligação com a água, com o mar, que sei é de outras vidas. A melodia me veio quando eu olhava as ondas dentro do mar da Bahia. Muito tempo depois, eu comecei a letra, durante a pandemia de 2020, onde eu vivia um processo de introspecção e resgate da minha espiritualidade. A inspiração veio das lembranças de várias pessoas amigas que cultuam os orixás, que me diziam, do nada: acho que você é Filha de Iemanjá. Pra mim, fez todo sentido, ainda mais da minha ligação com a água. Só tenho paz perto da água. Seja um banho quente, um rio ou o balanço do mar. Como filha do Velho Chico e de Maria Alice, minha mãe (in memorian), incluí o sincretismo das Nossas Senhoras e o nome de minha mãe”, Ju explica. A influência dos sons, ritmos e cores do norte de Minas Gerais é palpável tanto na música quanto no clipe, gravado nas águas do Velho Chico. Para isso, Dourada contou com cineastas barranqueiros – Gleydson Mota, Nan Ferrési, Lucas Almeida -, cuja vivência às margens do rio é essencial para retratar essa conexão. A fotografia e edição são de Túlio Gustavo e Éric Almeida e a produção teve participação Coletivo de Cinema Cine Barranco, que já faz um trabalho para popularização do cinema no sertão norte-mineiro. “Um dos meus maiores sonhos é morar pertinho do mar, o que também é expresso na música. Trabalhando esse sentimento de volta pra casa, gravei o clipe no rio que corre em minhas veias e dá a cor parda de minha pele, o São Francisco, que banha minha terra natal. No videoclipe, relembro que o Velho Chico é minha casa mãe, e, seguindo seus fluxos, um dia chegarei ao meu destino, o mar”, resume Ju Dourada, parafraseando o encerramento do clipe. A produção da música é de Thuyan Santiago e Lauro Santana, que captaram a vibração de leveza e fluidez da música, embalada por elementos que fazem uma ponte de Minas à vizinha Bahia, chegando ao mar e cruzando o oceano até a África. Tudo isso para dar forma a uma jornada profundamente pessoal para a artista. “A música foi meu único alimento quando nada me descia pela garganta. Começar a compor foi a salvação de minha alma, e essa música, em especial, me mostrou que a arte, gigante como o mar, é o meu verdadeiro lar. É a celebração do arquétipo de Vênus através da cultura afro-brasileira dos orixás. É a água que representa as emoções, as origens, o abraço materno e a fluidez da alma. O arquétipo da sereia também existe na cultura barranqueira, como a Sereia Iara, cujo Salve IARA na música também deixa clara essa união”, completa Ju.
Turnover marca três shows no Brasil; veja local e datas

O Turnover, banda de indie rock de Virgínia (EUA), traz a turnê do último álbum Myself in the Way à América Latina no próximo mês de maio, com três datas no Brasil: Belo Horizonte/MG (10), São Paulo/SP (11) e Porto Alegre/RS (12). A realização é da Powerline Music Books em parceria com a Mirror/AM. Os ingressos para todos os shows da turnê começam a ser vendidos nesta sexta-feira (1), às 12h, pelo site do Clube do Ingresso. Turnover é uma banda de rock americana de Virginia Beach, Virgínia, com cinco discos e dois EPs lançados. Formada em 2009, a banda tem contrato com o badalado selo indie Run for Cover Records. A cada novo álbum, o Turnover incorpora elementos, experimenta sonoridades e apresenta uma sonoridade sempre atual e interessante. Indie rock, dream pop, grunge, emo e pop punk são alguns gêneros que explicam a proposta do Turnover. Do emo intimista de Magnolia (2013), passando pela aura melancólica de Peripheral Vision (2015), e pelo rock expansivo de Good Nature (2017), além das guitarras soft de Altogheter (2019), o Turnover chega ao quinto disco, Myself in the Way, com grooves descontraídos, batidas discos e riffs marcantes. Além de Brasil, a banda faz shows no México, Costa Rica, Colômbia e Chile. Atualmente a banda é Austin Emanuel Getz (vocais, guitarra), Casey Charles Getz (bateria), Daniel Joseph Dempsey (baixo) e Nick Rayfield (guitarra). SERVIÇO Turnover em Belo Horizonte (MG) Data: 10 de maio de 2024 Local: Música Quente Turnover em São Paulo (SP) Data: 11 de maio de 2024 Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP Turnover em Porto Alegre (RS) Data: 12 de maio de 2024 Local: Agulha Endereço: Rua Conselheiro Camargo, 300 – São Geraldo, Porto Alegre/RS
Guerrinha abre o show de King Krule em São Paulo

No próximo sábado (2) o cultuado artista britânico King Krule se apresenta pela primeira vez no país com produção da Balaclava Records. O show acontece no Terra SP, espaço localizado na Zona Sul de São Paulo, às 21 horas. E pra noite ser mais especial, a Balaclava anunciou a abertura com Guerrinha em um DJ set único, que começa às 20 horas. Guerrinha, pseudônimo mais famoso de Gabriel Guerra, músico nascido e criado no Rio de Janeiro tem mais de 75 discos lançados nos seus 30 anos de vida. Seus álbuns Wagner, Cidade Grande, lançados pelos selos gringos Two Headed Deer e Confuso Editions – tentam criar uma ideia de um mundo novo através das mais paradoxas sonoridades, como o jazz fusion dos anos 80 ou a exotica do anos 60. Archy Marshall, aka King Krule, tem quatro álbuns em sua discografia, sendo o mais recente Space Heavy, lançado em junho de 2023. A sonoridade de King Krule carrega influências do rock alternativo, pós-punk, jazz e hip hop, numa fusão de gêneros característica de uma nova geração multidisciplinar. Rapidamente, Marshall tornou-se um dos principais compositores da atualidade e atração disputada nos principais festivais mundo afora. Serviço – Balaclava apresenta King Krule em São Paulo Data: 02 de março de 2024, sábado Local: Terra SP Av. Salim Antônio Curati, 160 – Bairro Campo Grande Horários: Portas 19h / Abertura com Guerrinha 20h / Show 21h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos
Orquestra Petrobras Sinfônica recria Michael Jackson e Legião, em SP

Nem Billie Jean, nem o tal João de Santo Cristo vão ficar parados com a noite de concertos especiais que a Orquestra Petrobras Sinfônica vai apresentar no sábado (2), na Vibra São Paulo. Sob a regência do maestro Felipe Prazeres, a Orquestra leva ao palco os aguardados espetáculos Legião Sinfônico – com participação de Dado Villa-Lobos e os sucessos da banda Legião Urbana – e Thriller Sinfônico, com os clássicos do Rei do Pop, Michael Jackson(1958 – 2009). No dia do evento, às 17h, a casa Vibra São Paulo abre seu palco para o espetáculo Thriller Sinfônico, com os inesquecíveis sucessos do álbum mais vendido de todos os tempos, que serão interpretados com arranjos sinfônicos. Clássicos como Beat It, Thriller, Billie Jean, The Girl is Mine, Wanna Be Startin’ Somethin’, Human Nature e Pretty Young Thing integram o repertório icônico que será apresentado ao público. Logo em seguida, às 21h30, a Orquestra mergulha no universo de Renato Russo (1960 – 1996) com o Legião Sinfônico. No repertório, músicas como Tempo Perdido, Será, Pais e Filhos, entre outras, vão ser reinterpretadas de maneira singular e inédita, com arranjos escritos especialmente para a ocasião. Para deixar a noite ainda mais marcante, a orquestra contará com a participação mais que especial de Dado Villa-Lobos, integrante da Legião Urbana. As apresentações dão início à Turnê 2024 da Orquestra Petrobras Sinfônica, que, além de São Paulo, também chegará em Fortaleza, Natal e Recife no mês de maio. “Apresentações como Legião Sinfônico e Thriller Sinfônico são vitais para a democratização da música clássica, atraindo públicos diversos e proporcionando experiências que transcendem as barreiras tradicionais. Será uma volta no tempo em grande estilo revivendo tantos sucessos, dessa vez nas cores, timbres e palhetas sonoras da Petrobras Sinfônica”, destaca o maestro Felipe Prazeres. Serviço Orquestra Petrobras Sinfônica Local: Vibra São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo, São Paulo, Brasil Data: 2 de março (sábado) Thriller Sinfônico, às 17h Ingressos digitais Legião Sinfônico, às 21h30 Ingressos digitais