Eu Galhardo lança o clipe de “Seja Luz”; assista!

Identificando-se como Eu Galhardo, o cantor, compositor, músico e produtor musical Rafael Galhardo, com um currículo de tocar e produzir grandes artistas, resolveu abrir espaço e apresentar a sua singularidade. O projeto solo que vem em formato de disco neste ano, começou com a faixa escrita há vinte anos atrás Olhe Só, e agora, depois o segundo single intitulado Seja Luz, escrito em um momento que era difícil pensar em coisas boas, e Galhardo não só pensou, como trouxe à tona e agora, brinda o novo novo com clipe super alto astral. Dirigido mais uma vez por Renan Yudi, o clipe traz uma vibe positiva enquanto mostra Eu Galhardo se divertindo enquanto canta a faixa em uma sala de estar e a dançarina Jessica Queiroz, se envolve mostrando a sua leveza e coreografia em uma rua tranquila com uma vista um tanto quanto relaxante. >> Confira entrevista exclusiva com Eu Galhardo Foi durante o período da pandemia, que o cantor sentiu a necessidade de transcrever um sentimento que o incomodava em forma de música. Seja Luz nasce para nos alertarmos da maneira como a gente lida com o outro. “Não importa quem, cada vez mais, dentro das minhas reflexões diárias e da minha rotina diária, eu percebo que existe um bem individual atropelando o bem comum. E isso, pra gente como sociedade, é péssimo.” comenta Eu Galhardo. Dessa forma, o cantor escreveu não sobre aquilo que o incomodava, mas sobre como ele acredita que devemos agir: com empatia, em sermos luz e pensarmos sempre no bem e focarmos nas coisas boas que nos cercam.
Lebronx representa nova cena musical da cidade baixa de Salvador em Ladrão Fino

Lebronx, novo projeto de rap que reúne o produtor e multi-instrumentista DJ Black Sheep e os rappers Sennk e Jeza da Pedra, estreou com o potente single Ladrão Fino. A música faz uma fusão de sonoridades periféricas, indo do trap ao samba e pagodão baiano, com elementos de música eletrônica, trip-hop e até de rock. A letra, por sua vez, enaltece a cultura de rua por meio de um anti-herói romântico e profético. “O Lebronx é formado por três caras que compartilham o mesmo sonho de fazer música que atinja o coração e a mente das pessoas. A ideia do grupo nasceu no Leblon, bairro periférico na cidade baixa, onde Sennk, Jeza e eu nos juntamos para tornar esse sonho em realidade. Estamos muito animados com o lançamento da primeira fase desse projeto, mesmo depois de um ano engavetado. Foi um grande desafio pra mim, já que venho da cena de música eletrônica em Salvador, trabalhar com esses dois artistas talentosos. O processo criativo foi algo surreal e marcante para todos nós. Cada um trouxe suas influências e características individuais para criar algo único”, conta o DJ Black Sheep, produtor musical do projeto. Jeza da Pedra, único carioca do grupo soteropolitano, revela que “já vinha desaguando na Bahia há algum tempo”. O artista que já abriu o show de Baco Exu do Blues no Circo Voador (RJ), também firmou parcerias com nomes de destaque da música baiana, como o produtor Ubunto e o queer rapper Hiran com quem se apresentou no eixo RJ-SP A arte da capa do single é uma criação do renomado artista multimídia Hebert Amorim, conhecido como @artefeft, do subúrbio do Rio e cujo trabalho já recebeu reconhecimento do jornal inglês The Guardian e está em exibição no Museu de Arte do Rio na mostra “Funk: Um grito de ousadia e liberdade”. Com mixagem e masterização do estúdio @suburb_io, Ladrão Fino cria ponte entre as ruas e quebradas de todo o país através de um beat swingado e tropical, nascido de um projeto que já estreia com personalidade e maturidade. O single está disponível em todos os serviços de música via Lab344.
Saviors, novo álbum do Green Day, já está entre nós; ouça!
Aurora inicia nova etapa da carreira com o single The Conflict of the Mind

Aurora iniciou 2024 com um novo single, The Conflict Of The Mind. A faixa marca o início de uma nova era para a cantora, que agora colabora com artista e produtor Chris Greatti (Willow). A canção dá sequência a seu mais recente single, Your Blood, apresentado em novembro passado, que já ultrapassa 5 milhões de streams. Sobre a música, a cantora disse: “Eu costumo me isolar quando estou em dor. Aprendi que privo as pessoas ao meu redor da grande honra de estar lá por alguém que você ama. Falem uns com os outros antes que seja tarde demais… conversar é uma parte importante da cura”.
The Libertines revela Shiver, terceiro som do novo álbum

The Libertines divulgou, nesta sexta-feira (19), Shiver, a terceira faixa de seu próximo álbum, All Quiet On The Eastern Esplanade, que será lançado em 8 de março. Contando com 11 faixas e a produção de Dimitri Tikovoï, o álbum é o quarto trabalho de inéditas da carreira do grupo britânico e o primeiro desde Anthems for Doomed Youth, disponibilizado em 2015. “Nosso primeiro álbum nasceu do pânico e da descrença de que podíamos realmente estar em um estúdio. O segundo nasceu de total conflito e miséria. O terceiro da complexidade. Neste parece que estávamos todos no mesmo lugar, na mesma velocidade, e realmente nos conectamos”, comenta o guitarrista e vocalista, Carl Barât, em material promocional. Confira tracklist abaixo 1 – Run, Run, Run 2 – Mustang 3 – Have A Friend 4 – Merry Old England 5 – Man With The Melody 6 – Oh Shit 7 – Night Of The Hunter 8 – Baron’s Claw 9 – Shiver 10 – Be Young 11 – Songs They Never Play On The Radio
Magic!, do super hit Rude, retorna a São Paulo em abril

Dona de hits de escala mundial, como a música Rude, além de show super elogiado no Rock in Rio 2015, a banda canadense Magic! está de volta ao Brasil em 2024 e com show confirmado em São Paulo, no dia 14 de abril, na Audio. Em nova fase, o trio traz mais uma vez sua sonoridade reggae com apelo pop radiofônico à capital paulista com produção da Gig Music e do Hangar 110. A Magic! volta ao Brasil em meio à novidades na vitoriosa e produtiva carreira de 12 anos, como o single Good Feeling About You, que chegou às plataformas digitais de todo o mundo nesta sexta-feira (19). E 2024 é ano de disco novo, já intitulado Inner Love Energy. O lançamento marca a estreia da banda na conhecida desenvolvedora musical OneRPM. Em uma recente entrevista, a banda revelou que a nova música é sobre conexões humanas, que equilibra a nostalgia e a inovação, isto é, mostrando o conhecido pop reggae, mas com novidades. Atualmente, a Magic! é Nasri Atweh, vocalista, guitarrista e produtor, Mark “Pelli” Pellizzer, guitarrista e teclas, e Ben Spivak, baixista. Desde 2012, são três discos lançados: Don’t Kill the Magic, em 2014, o segundo álbum, Primary Colours, em 2016 e o terceiro, Expectations, em 2018. Outros hits do Magic! reverberam forte no Brasil, como Cut Me Deep, em parceria com a cantora Shakira, e This Is Our Time, parte da trilha sonora oficial da Copa do Mundo do Brasil, além do single Don’t Kill the Magic, que pode ser considerado outro sucesso gigantesco da banda. SERVIÇO Magic! em São Paulo Data: 14 de abril de 2014 (quinta-feira) Horário: 19h Local: Audio (Avenida Francisco Matarazzo, 694 – São Paulo) Venda Ingresso: a partir de R$ 180,00 (Pista) e a partir de R$ 230,00 (Camarote) Classificação: 18 anos Realização: Gig Music e Hangar 110 Música e Cultura
Kaiser Chiefs aquecem os ânimos para novo álbum com “Burning in Flames”

O Kaiser Chiefs divulgou o single Burning in Flames, quarta amostra do aguardado álbum Kaiser Chiefs’ Easy Eighth Album, que chega às plataformas em 1 de março. Após o sucesso de How 2 Dance, Jealousy (co-escrita em parceria com o lendário Nile Rodgers) e Feeling Alright, a banda traz uma faixa animada com inspirações disco, reforçando a versatilidade, inovação e bom humor que têm marcado sua carreira. Burning in Flames conta com colaboração de David Arnold, parceiro frequente da banda e conhecido compositor de trilhas sonoras, incluindo cinco filmes de James Bond. A faixa celebra o legado do Kaiser Chiefs e abre novos caminhos, convidando o ouvinte às pistas de dança. Aliás, a faixa é um exemplo da sonoridade audaciosa do álbum, produzido por Amir Amor (Rudimental), conhecido por seu trabalho com Sam Smith, Ed Sheeran e Charli XCX. >> Confira entrevista exclusiva com o baixista Simon Rix Sobre a jornada da banda e o novo single, o vocalista Ricky Wilson fez uma reflexão. “Estar em uma banda por mais de 20 anos não é tão fácil quanto parece. Às vezes, qualquer um de nós pode sentir que não quer mais continuar. Contanto que não sejamos mais de dois ao mesmo tempo, acho que estamos bem. Não restam muitas bandas da nossa época, e às vezes parece que não vale a pena. Mas se seu brinquedo favorito está quebrado, você não o joga fora, você o conserta. Às vezes, fui culpado de medir o sucesso com base em opiniões alheias ou críticas, ou até mesmo nas vendas de discos, que qualquer um pode manipular a seu favor hoje em dia. O verdadeiro sucesso é poder fazer um Easy Eighth Album”.
Guerra, baterista da Fresno, lança single Deve Ser Difícil Ser Artificial

O músico e produtor pernambucano Guerra, baterista da banda Fresno, lançou Deve Ser Difícil Ser Artificial, primeiro single de Numatofuturo, álbum de estreia de sua carreira solo. Este lançamento marca uma nova fase na carreira de Guerra, que acumula participações em projetos como La Cumbia Negra, do renomado produtor Miranda, e Cara Palavra, com Débora Falabella, Mariana Ximenes, Bianca Comparato e Andreia Horta. Deve Ser Difícil Ser Artificial é uma faixa que encapsula a complexidade da era pós-moderna, quase apocalíptica, em que vivemos. A música apresenta uma fusão de pop, funk, e elementos clássicos da MPB, com timbres envolventes e sintetizadores que remetem à irresistível sonoridade dos anos 80, criando uma trilha sonora para animar o Carnaval. O visualizer da faixa, assinado por Letícia Ribeiro (reconhecida contadora de histórias visuais e diretora de cena), conta com Tânia Assumpção na direção executiva e produção da CAVE.
Far From Alaska lança EP 3.3., com cara pop e participação internacional

O trio potiguar de rock Far From Alaska, formado por Emmily Barreto, Cris Botarelli e Rafael Brasil, revelou o EP 3.3. Rompendo com seu som tradicional, o EP chega com três faixas e promete explorar o território pop, exibindo a versatilidade da banda e o compromisso em empurrar seus limites criativos. Falando sobre o som do EP, os integrantes da banda contam que 3.3 é o projeto mais diferente da Far From Alaska até agora. Uma incursão ao pop, é um testemunho de seu comprometimento com a exploração e a auto-liberação como banda. “Neste trabalho exploramos nossas habilidades de songwriting em um estilo que não é nossa zona de conforto”, conta a banda. “Esse EP é o que traduz de forma mais radical essa nossa busca pela ‘era 3’ e ficamos orgulhosos e surpresos com o resultado desse bloco”, completam os integrantes.. As composições do EP revelam uma concepção diversificada. Desde a vintage Good Part, que remonta a 2014, até a melodia nascida no chuveiro de Secret, transformada em um reggae, e a criação rápida de Meltdown em apenas cinco minutos, cada faixa reflete o espírito de experimentação da banda. “Essas músicas foram feitas pela Cris em diferentes contextos, não necessariamente relacionados à vivência e sonoridade da banda. Todas elas foram trazidas para a gente nesse espírito de ‘ah, vamos tentar’ e saíram melhores do que poderíamos imaginar”, explicam os integrantes. Colaborações com o cantor Lucas Silveira, da banda Fresno (que produziu a faixa Good Part), e do produtor musical Gabriel Souto (responsável pelas faixas Secret e Meltdown), trouxeram dimensões únicas ao EP, tornando o processo geral um trabalho de amor. O Far From Alaska busca compartilhar uma experiência “feel-good” com seu público através do EP, descrevendo-o como uma “trilha sonora para tardes preguiçosas de verão à beira-mar”. O lançamento em janeiro é estratégico, capturando a essência de um pôr do sol de verão: “Aquele fim de tarde na beira da praia, meio cansado de ter passado o dia no sol, meio quietinho, mas curtindo muito cada momento e já com saudades do verão, mesmo sem ele nem ter passado ainda”, explica a banda. Um destaque do 3.3 é a colaboração com a lenda do reggae Pato Banton na faixa Secret. A banda enfatiza a singularidade dessa parceria e expressa a alegria em ter um artista do calibre de Pato Banton contribuindo para o projeto. A combinação de rock e reggae, executada de maneira impecável, adiciona uma vibração leve ao EP. O trio conta: “A ponte entre a gente e o artista foi realizada através da Marã Música e do Rike Roncoletta, que já trabalha com a gente há alguns anos e foi certeiro na hora que ouviu a música e realmente entendeu a necessidade que tínhamos ali”. O EP 3.3 serve como prelúdio para o terceiro álbum de estúdio do Far From Alaska, programado para ser lançado na segunda metade de 2023. Antes de 3.3, a banda já lançou os dois primeiros “blocos” do álbum, que vieram através dos EP’s 3.1, lançado em outubro de 2022, e 3.2, disponibilizado em março de 2023.