Jinjer retorna ao Brasil para shows com o Heaven Shall Burn; veja datas

A banda ucraniana Jinjer e a alemã Heaven Shall Burn realizarão seis shows no Brasil entre o fim de novembro e começo de dezembro. O primeiro compromisso será em Porto Alegre, no dia (30/11), no Bar Opinião. Em seguida, as bandas passam por Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Nestes shows, Jinjer e Heaven Shall Burn prometem um set list repleto de clássicos e músicas veneradas pelo público, além de possíveis novidades. Confira as datas abaixo.
Lollapalooza Brasil divulga horários dos shows; confira combinações
Lollapalooza Brasil 2024 inicia vendas do Lolla Double

O Lollapalooza Brasil anunciou a categoria de ingressos Lolla Double, que compreende dois dias de festival a escolha do cliente por um preço promocional. As combinações possíveis para essa categoria são para pista, podendo abranger a sexta e o sábado, sexta e domingo e o sábado e domingo. Para aqueles que desejam adquirir o Lolla Double, os descontos de Meia Entrada (para pessoas elegíveis) e Entrada Social ainda serão aplicados. Para clientes Bradesco, o desconto de 10% também se aplica a categoria. O Lollapalooza Brasil é um dos eventos mais aguardados pelos fãs de música e entretenimento. No total serão quatro palcos, mais de 70 atrações, e uma programação com atividades simultâneas que tomam conta dos mais de 600 mil m² de extensão do Autódromo de Interlagos. Os ingressos para o festival estão disponíveis no site da Ticketmaster.
Tuyo aprofunda as raízes na soul music e se une à Luedji Luna em Paisagem

A convergência entre a sensação de (finalmente) alcançar a completude e viver uma imersão com ricas trocas musicais foi o guia para a criação do novo single de Tuyo, Paisagem. Além de Lio, Lay e Machado, a faixa conta com a participação da cantora baiana Luedji Luna. O resultado é um mergulho nas influências da soul music. “Sinto que é um chamado para pausarmos a correria do dia a dia e contemplarmos tudo o que já conquistamos até aqui”, sintetiza Lio. Paisagem ressalta a maturidade musical e a disposição do trio em explorar sem receio novos territórios sonoros, como a possibilidade de visitar outros balanços e timbres a partir do chill baile — movimento que trouxe uma nova roupagem para o funk. O produtor e DJ VHOOR, conhecido por hits como Se Ta Solteira e De Kenner, fez as primeiras provocações no que se tornou um estudo maior, envolvendo ainda o produtor musical Lucs Romero na condução, que já trabalhou anteriormente com Tuyo e nomes como Junior Lima, Marissol Mwaba e Franky Hill. Como de costume, os integrantes da banda também assinam a faixa que dá nome ao álbum. Em mais uma parceria do grupo com a diretora Laís Dantas, o videoclipe dá forma ao panorama que a Tuyo busca refletir em Paisagem. “A composição parte desse campo visual com alegorias que se multiplicam, mas que não podem ser descritas do mesmo jeito por pessoas diferentes. Cada um em cena faz a mesma coisa, mas à sua maneira”, explica Lio. Desde o primeiro momento, a banda teve a certeza de que este era o som ideal para uma colaboração com Luedji Luna. “Paisagem é sobre comunidade e afeto, e ter um dos nossos era necessário”, comenta Lio, que completa: “chegávamos a ouvir a voz da Luedji na nossa cabeça ainda nas primeiras versões”. A partir disso, o trio fez o convite que foi prontamente aceito. “A Lio me mandou uma mensagem quilométrica — como costuma fazer — para gravar essa canção, que é muito bonita. Amei fazer parte, escrever e responder ao tema da música. É uma banda que eu admiro, pra mim uma das mais modernas do país. Uma honra fazer parte desse novo álbum”, sintetiza Luedji. Este encontro deu tão certo que se tornou peça fundamental na narrativa que a Tuyo está construindo com os últimos lançamentos. “Ela ocupa o coração do disco”, resume Lio. Paisagem foi escolhida para nomear o próximo trabalho de estúdio da banda e é o último capítulo antes do lançamento do álbum, previsto para abril. O disco já lista Maravilha e Infinita. Ele ainda se desdobra em uma turnê que estreia no dia 17 de maio, na Audio, em São Paulo. “Buscamos oferecer uma inspiração que, embora pareça pertencer à ficção, acontece fora dos sonhos, na vida real”, finaliza Lio.
Emicida sorri com uma ponta de dor na música “Acabou, mas tem…”

Tom Jobim dizia que a música brasileira é aquela que ri e que chora. Este é um bom ponto de partida para abordar a nova música de Emicida, Acabou, Mas Tem…, uma canção que sorri com uma ponta de dor. A faixa, que tem produção assinada por Emicida e Damien Seth, carrega um pranto e um lamento emoldurados por uma harmonia que provoca esperança – algo que, de certa forma, reflete a dualidade do título do single. Quando lançou AmarElo (2019), Emicida usou o termo “neo samba” para definir a sonoridade presente no trabalho. Dessa forma, ele propôs criar algo novo, poeticamente bonito e liricamente empolgante, contudo, tendo como guia a renovação de um gênero originalmente brasileiro. Acabou, mas tem… chega como o encerramento do ciclo de AmarElo e também como evolução da incursão do artista pelo neo samba. “O ápice dos gêneros passa. É efêmero. Mas os artistas que têm substância se mantêm. Eu acho que encontrei a linguagem da minha música, tenho me sentido instigado por esse exercício de criação”, ele comenta. Ao iniciar aulas de flauta transversal, o rapper adicionou uma nova camada para o desenvolvimento dessa construção. “A minha música é ancorada na palavra e estudar um instrumento tem servido pra me libertar de umas amarras bobas que eu mesmo criei, fugindo de uns estereótipos e caindo em outros. Essa coisa de neo samba é uma responsa, por isso fui estudar sério. Quero criar algo musical que dê orgulho aos meus ídolos”, complementa. Com direção de Pedro Conti e Diego Maia, o videoclipe de Acabou, mas tem… reforça a dualidade ao representar a música por meio de uma animação, contrastando a suavidade do som com a dureza da letra. Ouça Emicida, Acabou, Mas Tem…
Djonga relança os dois primeiros álbuns em LP; saiba como adquirir

Djonga relançou em LP de seus dois primeiros álbuns: Heresia e O Menino Que Queria Ser Deus. O licenciamento fica por conta do Projeto Rocinante Três Selos, uma parceria entre a fábrica Rocinante, Três Selos e Tropicália Discos. As reedições em vinil 180g chegam com capa simples rígida, envelope especial, postal e obi. Lançado em 2017, Heresia foi o primeiro álbum de estúdio de Djonga. Carregado de reflexões, críticas sociais e poesia urbana, o disco aborda desigualdade social, racismo, sexo e criminalidade. Através de suas rimas, explora de maneira fugaz o seu catálogo de referências, histórias, cenários e personagens. No repertório, sucessos imediatos como O Mundo é Nosso e Esquimó. Sucessor de Heresia, O Menino Que Queria Ser Deus, de 2018, foi também um sucesso. As participações de Karol Conká, Hot, Sidoka, Sant e Thiago Braga acrescentam camadas de complexidade ao projeto, onde Djonga mergulha ainda mais profundamente em sua vida pessoal em busca de maturidade e evolução. Os dois LPs estão disponíveis no no site Rocinante Três Selos. Além de Djonga, artistas como Gilberto Gil, Chico César, Pabllo Vittar, Urias, Liniker, BaianaSystem, Céu e Djavan já tiveram álbuns revisitados pelo projeto. Para o futuro, ainda mais lançamentos e surpresas prometem agradar fãs de vários estilos.
Yard Act divulga segundo álbum de estúdio, Where’s My Utopia

Chegou às plataformasde streams o novo álbum do Yard Act, Where´s My Utopia, composto por 11 faixas inéditas. Este novo trabalho é um esforço colaborativo entre Yard Act e o membro do Gorillaz, Remi Kabaka Jr. Os vídeos musicais para os singles do álbum, incluindo Dream Job e We Make Hits, foram dirigidos pelo colaborador de longa data, James Slater. Where’s My Utopia? serve como sequência do álbum de estreia de sucesso da banda, The Overload, que foi lançado em janeiro de 2022. A banda foi formada em 2019 pelo vocalista James Smith e o baixista Ryan Needham e hoje conta ainda com o guitarrista Sam Shipstone e o baterista Jay Russell.
El Presidente apresenta álbum Beleza tem Cura, produzido por Benke Ferraz

Formado em Aracaju por integrantes de bandas como The Baggios, The Renegades of Punk e Cidade Dormitório, El Presidente não tem medo de experimentar. Os músicos mergulham profundamente na música psicodélica resultando num soft dark, psy pop, à brasileira, presente no álbum Beleza tem Cura, com produção assinada por Benke Ferraz (Boogarins). O disco foi gravado por Ricardo Ramos no Estúdio Orí com músicos experientes da cena Serigy e Brasileira. Beleza tem Cura reflete sobre a caminhada humana em meio a um sistema fadado ao fracasso. A obra de nove faixas conta com participações de Benke Ferraz, Tori e Yves Deluc (Cidade Dormitório). Beleza tem Cura revela que apesar de tudo parecer ok, nada está assim tão bem: nada me assusta mais que o ar, versa El Presidente em Baía Branca; pânico na city/ romance não cabe/ em seu portátil flexlife, aponta a homônima Beleza tem Cura. El Presidente surgiu a partir de um pseudônimo de João Mario, que produzia as próprias músicas. No projeto solo, João Mario lançou EP I (2015) e o single Piso de Cabeças (2016). O músico quis testar as músicas com banda e para isso convidou Gabriel Perninha (The Baggios) e Fábio Aricawa (Cidade Dormitório) a fazerem parte do projeto. Os três começaram a compor juntos e lançaram Edf Futuro (2018), que ganhou clipe, assim como Piso de Cabeças. Mais tarde, Aricawa convidou o músico e produtor Gagau para integrar o time, resultando na formação atual da banda.
Charli XCX revela primeira prévia de Brat; ouça single Von Dutch

A cantora Charli XCX lançou, nesta quinta-feira (29), o single Von Dutch, primeira faixa do seu aguardado álbum Brat. Produzido por Easyfun, Von Dutch é um retorno ousado e cheio de sintetizadores da artista. O álbum Brat é uma continuação de Crash, de 2022, que alcançou o primeiro lugar na parada oficial de álbuns do Reino Unido, e promete ser um disco club emocionante construído em torno de referências artísticas e comentários sociais. Na última semana, Charli lançou um importante Boiler Room – uma apresentação intimista em que o público fica ao redor do artista, sem a necessidade de palco, geralmente comandado por DJs, muito comum em Londres – no Brooklyn, em Nova York, para anunciar sua nova campanha com A. G. Cook, George Daniel, EASYFUN e Doss. O show quebrou o recorde de maior número de confirmações de presença para um evento do Boiler Room, com mais de 40 mil pessoas se inscrevendo para participar. Trazendo participações especiais de nomes como Addison Rae e Julia Fox, o show se tornou facilmente um dos momentos virais do ano. Junto com seu novo álbum, Charli tem trabalhado em vários projetos de cinema e TV, após o grande sucesso de sua contribuição para a trilha sonora da Barbie, Speed Drive, no ano passado. Ela é co-produtora executiva da trilha sonora do filme A24 Mother Mary, com Jack Antonoff, e também produz música original para a série Overcompensating, de Benito Skinner, no Prime Video. Além disso, a artista estrelará ainda o remake de Daniel Goldhaber do filme de terror cult de 1978, Faces of Death. Ouça Von Dutch, de Charli XCX