Simple Plan e Nx Zero fazem side show do I Wanna Be Tour em SP

No dia 1 de março vai acontecer o side show da I Wanna Be Tour, na Vibra São Paulo, com um show especial do Simple Plan e outro do NX Zero. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (13). “Estamos muito animados com a turnê I Wanna Be Tour no Brasil! Ainda não conseguimos acreditar que o primeiro show em São Paulo esgotou em um dia! Para comemorar, decidimos junto com nossos amigos do NX Zero, que tínhamos que dar aos nossos fãs mais uma chance de nos ver tocar. Estamos muito felizes em anunciar que começaremos mais cedo, organizando nossa própria pré-festa e com nossos amigos do NX Zero na noite anterior ao IWBT! Não poderíamos vir ao Brasil e não fazer um show completo para vocês! Vai ser incrível e mal podemos esperar para ver todos vocês lá!”, declarou Chuck Comeau, baterista do Simple Plan. E tem mais! US$ 1 de cada ingresso vendido para a turnê irá para a Simple Plan Foundation. Fundada em 2005, esta instituição tem como objetivo ajudar jovens e mostrar como a música pode ser uma ferramenta para encontrar um propósito na vida. Desde a sua criação, a Simple Plan Foundation doou mais de US$ 2 milhões para diversas causas no Canadá e recebeu vários prêmios por sua filantropia. A venda de ingressos para o warm-up começa no próximo dia 14 de novembro na Eventim. Idealizada pela 30e, a I Wanna Be Tour vai reunir em sua primeira edição nomes nacionais e internacionais que têm o rock, suas nuances e atitudes como ponto de partida. As 12 atrações confirmadas são: Simple Plan, A Day To Remember, The All-American Rejects, All Time Low, The Used, Asking Alexandria, NX Zero, Pitty, Boys Like Girls, Mayday Parade, Plain White T’s e Fresno. São Paulo terá a primeira apresentação da turnê no dia 2 de março, no Allianz Parque. Depois a tour passará por: Curitiba (3 de março, no Estádio do Couto Pereira), Recife (6 de março, na Área Externa do Centro de Convenções Pernambuco), Rio de Janeiro (9 de março, no Engenhão – Estádio Nilton Santos) e Belo Horizonte (10 de março, na Arena da Independência).

andre L. R. mendes celebra a inquietude criativa e as raízes do processo criativo em EP

O cantor, compositor e multi-instrumentista andre L. R. mendes é um criador inquieto. Ele já lançou um álbum esse ano, preparou um novo para o próximo e ainda preparou novas canções, gravadas em take único que exploram sua busca por novos caminhos e conexões com suas raízes e história. É assim OK hippie, que chega com clipes para todas as suas faixas.  andre L. R. mendes é um artista independente com forte veia autoral, um bardo dos tempos atuais que faz de suas canções artesanais um reflexo de suas visões, esperanças e dilemas, e uma tradução dos nossos tempos em forma de poesia. Ele deu início à sua carreira nos anos 90 como membro da banda Maria Bacana, lançada pela renomada gravadora RockIt!, de Dado Villa-Lobos. O grupo recebeu o reconhecimento da crítica e foi considerado uma revelação pela revista Bizz em 1997.  Foi apenas em 2011 que andre decidiu embarcar em sua carreira solo com o lançamento do primeiro álbum, intitulado Bem-Vindo à Navegação. Demonstrando ser um compositor hiperativo, ele estabeleceu a meta de lançar um álbum por ano, o que seguiu fazendo de 2011 a 2016, quando interrompeu essa sequência por um motivo nobre: o lançamento de um novo disco com a banda Maria Bacana. Os álbuns continuaram em 2018 e de 2020 até este ano, quando lançou Imperioso Encantamento. O seu próximo álbum já está gravado e tem lançamento programado para 2024. Em Ok Hippie, ele lança uma parceria com seu pai (Eu me lembro muito bem); celebra o seu amor (Música de Casamento); faz uma homenagem ao baixista Lelê da sua banda Maria Bacana, que faleceu durante a pandemia com uma versão emocionante de uma música do grupo (Por Aí) e se inspira no realismo fantástico da literatura latinoamericana para refletir a luta contra a opressão (Mazé Bassim).

Megadeth fará show único no Brasil em 2024; veja detalhes

O Megadeth confirmou o retorno à América Latina para o lançamento do 16º álbum, The Sick, The Dying… And The Dead, com parada no Brasil. A banda de David Mustaine trará seu thrash metal intransigentemente feroz para São Paulo, em 18 de abril, no Espaço Unimed, com produção da Mercury Concerts. A venda dos ingressos vai abrir para o público na terça-feira (14), às 10h, pela plataforma Ticket 360. E na véspera, no mesmo horário, será aberta a pré-venda exclusiva para os membros do fã-clube da banda. Em 2019, a banda seria uma das atrações do Rockfest, em São Paulo, mas Mustaine foi diagnósticado com câncer na garganta e iniciou o tratamento imediatamente. Em seguida veio a pandemia, os cancelamentos das turnês… No entanto, em setembro do ano passado o Megadeth soltou um novo trabalho e ficou claro que a potência sonora retornou ao ápice, com riffs frenéticos, solos de guitarra ferozmente intrincados e o mesmo espírito inovador do início, tudo misturado com a precisão e virtuosismo característicos, e claro a voz rouca, singular e irônica de Mustaine. “Pela primeira vez em muito tempo, tudo o que precisávamos neste disco está no seu devido lugar”, afirmou Mustaine, guitarrista, vocalista e líder do Megadeth. SERVIÇO Data: 18 de abril de 2024 (quinta-feira) Local: Espaço Unimed. Rua Tagipuru, 795 Portas: 19h30 MEGADETH: 21h30 Preços                      Inteira           Meia Pista Premium       R$ 680,00     R$ 340,00 Pista                        R$ 440,00     R$ 220,00 Mezanino                 R$ 720,00     R$ 360,00 Camarote A              R$ 850,00     R$ 425,00 Camarote B              R$ 800,00     R$ 400,00

Dharma Numb adianta seu segundo EP com o single Complexo

O quinteto paulista de hardcore melódico, Dharma Numb, lançou o videoclipe para Complexo. A faixa integrará o segundo EP e marca a entrada da banda no casting da Algohits. Em atividade desde 2019, após lançar em 2020 o EP Dharmage, eles preparam para alçar novos voos. Para isso, no último ano eles se concentraram em produzir o novo material que foi gravado no estúdio Sunrise Music, em Araraquara (SP), com produção de Ali Zaher Jr., que além de contribuir na engenharia de som das gravações, é o baixista do quinteto, fez parte do Reffer e integra a atual formação do CPM22. Completam a linha de frente, Vitor Franciscon (atual Garage Fuzz, ex-Bullet Bane), nos vocais, Danilo Inada (atual Angular, ex-Rawfire), na guitarra, Pedro Melara (ex-Rawfire), na guitarra, e Thiago Babalú (atual Urutu, ex-Reffer e ex-Gigante Animal), na bateria. A experiência dos músicos na cena de hardcore paulista reverbera em seus acordes que trazem melodias rápidas, intensidade nos vocais e densidade na temática abordada. “A reflexão da letra é sobre como possuir um estilo de ser e agir de forma mais simples,algo de fato complexo no período em que vivemos”, comentam os integrantes da Dharma Numb. O videoclipe que foi filmado em uma madrugada conta com a direção assinada por Leandro Asai e Pedro Melara tem como uma das propostas conceituais traduzir a dualidade entre o simples e o complexo. “Pensamos em fazer um vídeo simples, com o que tínhamos em mãos, feito por nós mesmos e nossos amigos que estão no mesmo corre. Ideia que conversa com o tema da música, que fala justamente sobre ser e viver de formas mais simples”, revela Pedro Melara, guitarrista, que roteirizou o clipe.

Andre Ribeiro busca a conexão entre as pessoas em “o que será de nós”

Em uma era onde a música muitas vezes é moldada por expectativas e padrões de mercado, o cantor e compositor Andre Ribeiro lança seu debute solo em um disco que exige um momento de contemplação, de calma para embarcar em uma jornada climática e de ambiências com questionamentos existenciais contemporâneos.  O que será de nós chega apresentando um criador novo porém em um momento de maturidade artística e criativa. “Apesar do disco estar pronto desde 2021, agora talvez seja o momento em que ele finalmente deixa de ser uma narrativa pessoal e começa a se tornar uma conexão com quem estiver disposto a ouvir o disco”, diz andre ribeiro, refletindo sobre o processo de criação.  Prestes a voltar aos palcos, andre ribeiro fez parte da banda Alaska por uma década e, desde 2019, tem se dedicado ao seu projeto solo. Após vários singles e um EP lançados ao longo desse período, ele consolida todas as experiências em seu debut. Cada passo explorava diferentes roupagens sonoras e estilos, servindo como uma introdução ao público para não esperar uma linearidade sonora, mas sim uma viagem multifacetada pelas emoções e pensamentos do artista. “Eu tento não pensar no disco como um cartão de visita, que me apresenta enquanto produto”. Ele compartilha que cada elemento do álbum – desde as músicas até a tracklist e o título – surgiu como uma expressão natural do que sentia. “Tenho me permitido cada vez mais compor e criar por mim e para mim,” diz ele, revelando uma abordagem profundamente pessoal à sua música e carreira. O que será de nós é um lançamento do selo e produtora independente paulista Eu Te Amo Records, label de nomes do indie como Meyot, Kassel e IIGOR.

Após show no Brasil, Måneskin lança versão deluxe do Rush!

O Måneskin lançou Rush! (Are U Coming?), uma nova edição de seu aclamado álbum Rush! O novo trabalho apresenta cinco músicas inéditas, incluindo a provocante balada de rock Valentine, que entrelaça perfeitamente os vocais sensuais do vocalista Damiano com os refinados floreios de guitarra do guitarrista Thomas. Na relação de canções inéditas estão Honey (Are U Coming?) e The Driver, que foram tocadas no recente show dos italianos em São Paulo. O álbum também traz o lançamento tão aguardado de Trastevere – a cativante balada crua é liderada perfeitamente pelos vocais impactantes e apaixonados de Damiano, originalmente apresentada ao vivo no fenomenal show da Circo Massimo em Roma, onde se tornou instantaneamente querida pelos fãs. Carregando o nome do bairro onde cresceram em Roma, é uma das músicas mais cruas e pessoais que a banda já escreveu. Off My Face apresenta uma sonoridade turbo-carregada, uma melodia instantaneamente viciante e letras enfáticas que exploram o tema do amor tóxico e da sensação de vício em outra pessoa, tornando-a uma fatia primorosa do som que levou Måneskin à fama global. The Driver é um bop épico com seu refrão contagioso e um solo de guitarra estelar, servindo de trilha sonora para a jornada de uma história de amor e atuando como uma metáfora para descrever o clímax de se apaixonar. Valentine chegou acompanhada por um videoclipe oficial, já disponível para assistir no YouTube da banda.

Bayside Kings reflete sobre energias opostas da vida no EP Dualidade

As forças complementares da existência são escancaradas e dilaceradas em quatro novas músicas que a banda Bayside Kings apresenta no EP Dualidade, um lançamento de quatro faixas plurais, em termos sonoros e líricos, que chega às plataformas de streaming pelo selo Repetente Records. É o terceiro fragmento, de quatro partes, que formarão o álbum conceitual #livreparatodos. Todas as faixas de Dualidade, como sugerem o nome do EP, tratam que antíteses, situações e posicionamentos contrários que, inevitavelmente, hora ou outra, colidem e colocam o indivíduo na encruzilhada: é preciso escolher um caminho, uma ideia, uma bandeira. (Des)obedecer, o primeiro single deste EP, é sobre romper limites e crenças que impedem o indivíduo de ser autêntico e seguir a vida por si. É um levante contra as amarras da sociedade e encorajar as pessoas a se posicionarem contra algo que não concordam. Entre a Guerra e a Paz traz em debate o conceito de ‘os fins justificam ou meios’ e incentiva o livre arbítrio, se desprender das amarras do julgamento alheio, mesmo que isso tenha o seu preço. Este foi o segundo e último single. Já a inédita Na Dor/O Amor traz mensagens e reflexões sobre aprendizados de vida ao longo dos anos, alguns que vêm mais prazerosos, pelo amor, outros mais amargos, pela dor. O ponto de inflexão é entender qual caminho buscar a partir deste questionamento. A também inédita, e faixa que fecha o EP, Pare(Ser), critica como a imagem, para o sociedade de consumo, é mais importante do que o indivíduo realmente é. Vale mesmo a pena publicar em redes sociais cada passo ou, ainda, publicar tudo antes mesmo de se ter de fato a experiência? Melodias e agressividade Dualidade mostra como o Bayside Kings amadureceu com precisão cirúrgica ao absorver influências de seus ídolos e transformá-las em músicas com o DNA do quinteto santista. Assim, Dualidade é um dos mais registros mais agressivos da carreira do Bayside Kings, ao mesmo tempo em que traz os refrões mais melódicos e riffs com cargas de hardcore, punk rock e até thrash metal. É, ainda, a consolidação da fase da banda com letras em português. Dualidade reafirma um 2023 de bons resultados e novidades para o Bayside Kings enquanto parte do cast da Repetente Records. Afinal, Badauí foi quem sempre incentivou a banda a começar a compor em português. A visão do vocalista do CPM22 foi certeira. “Temos um grande objetivo para 2024 e o suporte da Repetente Records será fundamental para isso acontecer”, comenta a banda.

Red Devil Vortex renova metal nacional com intenso álbum de estreia

A banda Red Devil Vortex lançou o seu primeiro álbum completo. Formada por brasileiros que vivem em Los Angeles, o trio buscou captar em estúdio a energia do ao vivo, descrita pelo público como uma “parede sonora”. O álbum, homônimo, foi produzido, mixado e masterizado por Adair Daufembach (Angra, Project 46, Kiko Loureiro, Dirk Verbeuren). A faixa de abertura, Open the Gates, também ganhou um clipe especial dirigido por Tom Flynn (Lamb Of God e Buckcherry). “Acredito que este disco represente um passo sólido na carreira do Red Devil Vortex e é também o melhor e mais forte disco dentro da nossa discografia atual. É o resultado de um trabalho que nós três acreditamos muito e também um registro da força do Red Devil Vortex como banda, por ter sobrevivido a várias adversidades e ainda estar aqui”, diz o vocalista e baixista Gabriel Connor. A banda é composta ainda por Luis Kalil (guitarra) e Eduardo Baldo (bateria). E Connor completa: “Nós nos tornamos amigos em Los Angeles, anos antes de nos tornarmos a banda que o Red Devil Vortex é hoje. Independente de bandas ou projetos, sempre nos demos muito bem e apoiamos a carreira um do outro e o fato de acabarmos tocando junto foi um processo que aconteceu de maneira natural. Não buscamos ser diferentes, buscamos ser nós mesmos e nos dar a liberdade para criar o que vem naturalmente de nós três. Temos uma química forte e a música individual que cada um traz funciona muito bem em grupo”. O álbum promete elevar ainda mais o status do Red Devil Vortex no cenário do rock. O lançamento se soma aos EPs Something Has To Die (2018) e Dark Secrets (2020), além de múltiplos singles. A banda, conhecida por sua sonoridade caótica e profunda, letras que flertam com visões apocalípticas e desejos carnais, é também profundamente enraizada na dualidade humana. Suas canções narram histórias de sonhadores, pecadores, guerreiros, sobreviventes, vilões e reis deste mundo que ousam enfrentar tudo e nunca desistir. Além de sua carreira musical, os membros do Red Devil Vortex têm se destacado individualmente em seus respectivos campos. Luis Kalil está prestes a ministrar uma série de workshops pelo Brasil, enquanto Gabriel Connor recentemente se apresentou no evento beneficente KISS Cancer Goodbye II em Sarasota, Florida, ao lado de músicos como Todd Kerns e Ace Frehley, tocando músicas do KISS para arrecadar fundos para o tratamento de pacientes com câncer.