Louis Tomlinson vem ao Brasil em 2024; SP, RJ e Curitiba na rota

Ex-membro do One Direction, Louis Tomlinson desembarca em São Paulo com a turnê Faith in the Future World Tour, em 2024. A apresentação na capital paulista acontece no dia 11 de maio, no Allianz Parque. Após dois anos desde a sua última passagem pelo Brasil, com três shows esgotados, o artista britânico retorna ao país com seu novo álbum, o segundo da carreira, que dá nome à turnê. A venda de ingressos para o show começa no dia 6 de novembro, tanto no site quanto na bilheteria, que abre às 10h. Os valores vão de R$ 320, na cadeira superior, a R$ 1.000, no deck. É permitido adquirir até seis ingressos por CPF. O cantor ainda passa por apresentações no Rio de Janeiro e em Curitiba. Louis Tomlinson Louis Tomlinson, que lançou sua carreira solo com o álbum Walls em janeiro de 2020, já se tornou uma das maiores sensações da música pop atual, inclusive já tendo ultrapassado a marca histórica de um bilhão de streamings no Spotify. Além disso, Tomlinson é um vencedor de diversos prêmios, incluindo o TDY Awards 2020 de “Best Album of the Year – WALLS”; o iHeartRadio Music Awards 2020 para “Best Fan Army”, o Teen Choice Award de “Best Song – Male Artist” em 2019 com “Two of Us”, o iHeart Award de “Best Solo Breakout” em 2018 e o EMA Award de “Best UK & Ireland Act” em 2017, entre outros. Como ex-membro do One Direction, Louis Tomlinson acumulou uma impressionante lista de prêmios, incluindo 7 American Music Awards, 7 BBC Teen Awards, 6 Billboard Music Awards, 5 Billboard Touring Awards, 7 Brit Awards, 12 MTV Europe Awards, 4 MTV Video Awards, 3 People’s Choice Awards e 28 Teen Choice Awards, totalizando 193 prêmios em 286 indicações. LOUIS TOMLINSON Quando: 11 de maio, às 20h Onde: Allianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1705, Água Branca, região oeste Preço: a partir de R$ 320 Link
Arvo Festival: Rock, samba, hip hop e muita água rolando em Floripa

Marcela Mattos A previsão era de tempestade, o desafio era enfrentar as adversidades e curtir o Festival Arvo, se precavendo ao máximo para evitar os perrengues que a chuva poderia trazer. Com uma proposta de sustentabilidade e ecologia, a 8º edição do evento reuniu cerca de 8 mil pessoas em Floripa, com um lineup que ia do rock ao funk, transitando pela MPB, samba, rap e outras vertentas da música brasileira. Cheguei ao Festival Arvo por volta das 15h30, mas por conta de toda a logística pra entrar no evento (que incluía uma caminhadinha de meia hora em uma estrada semi-alagada), perdi o show da Tulipa Ruiz, mas não a disposição e nem o bom humor. Felizmente, seguir a recomendação da organização, de ir de galochas, contribuiu muito para o meu bem-estar durante todo o rolê! Logo que entrei fui impactada pelo Coral Tape Mirim, junto com a cacica Eliara Antunes, já anunciando a potência e a presença da música ancestral. Em seguida, Anelis Assumpção veio com sua energia super positiva, onde o clima de entrosamento da banda se estendeu ao público, entregando um fim de tarde digno da ilha da magia, onde a chuva abrilhantou o cenário, sem chegar a incomodar. Destaque para nossa conterrânea santista Tulipa Ruiz, curtindo o show da amiga. Em seguida, já no cair da noite, Rubel subiu ao palco com suas canções românticas, talvez o momento mais melódico do festival. O carioca apostou na conexão com o público, conversando e fazendo comentários entre uma música e outra. Como em todo festival, fica difícil conseguir acompanhar tudo o que está rolando, mas deu tempo de conferir a Tenda Discoteca, com destaque para a participação do Projeto de Raiz, que trouxe seu hip-hop de responsa, apresentando a MC Yasmim Limas, que mandou a braba no mic, envolvendo geral no seu som recheado de papo-reto e vivências reais nas letras. Saí da tenda e fui surpreendida pelo samba de Jorge Aragão, que já abriu o show com Eu e Você Sempre. Momento nostalgia total, geral cantando junto os clássicos dos anos 90, daquele jeito de não deixar nem mesmo o mais roqueiro ileso: impossível não dançar e cantarolar com aquele repertório emocionante, executado de forma impecável. Parabéns pros músicos! Nessa hora a chuva deu uma trégua e o público chegou em peso, confirmando o FBC como uma das atrações mais esperadas do festival. O padrin abriu sua apresentação agradecendo seu reconhecimento na cena musical brasileira e apresentou as músicas de seu disco novo, O Amor, o Perdão e a Tecnologia Irão nos Levar Para Outro Planeta, que agradou geral pela produção competente de sempre, recheada de referências orgânicas. Pra não decepcionar o público, encerrou o show com um pot-pourri dos hits de seu disco anterior, Baile. Na hora da chuva mais pesada do dia todo foi a vez de Liniker entrar no palco. Mas água, nem lama nenhuma, foi capaz de desanimar o público, que foi presenteado com uma baita sintonia musical. A cantora não só mostrou total entrosamento com a banda, como se divertiu regendo seus músicos e até botando todos pra dançar no fim do show. Nação Zumbi chegou com toda potência de uma banda que se mantém atual nas críticas contundentes de suas letras e na sonoridade de suas levadas, com mais de 30 anos de carreira. Infelizmente o show foi interrompido algumas vezes por problemas técnicos, mas tanta “energia boa circulando”, como comentou Du Peixe, também acabou por dar outra trégua na chuva. O vocalista conduziu a apresentação com tranquilidade, trocando ideias com o público, puxando algumas canções a capela, acompanhado de riffs clássicos que Dengue tocava no baixo, fazendo geral cantar junto. Importante destacar o open água, iniciativa importantíssima de redução de danos pra qualquer rolê. Porém, um pouquinho mais de investimento na infraestrutura poderia garantia melhor a permanência no local. Fez falta um espaço onde fosse possível sentar sem estar com os pés na lama, pra descansar um pouco. Mas, sem dúvida, os sapatos sujos não serão a principal lembrança que Arvo2023 deixou. Impacto positivo no público presente, impacto reduzido no lixo gerado pelo evento. Parabéns, Arvo! Que na próxima edição continue exalando seu brilho, faça chuva ou faça sol.
Taking Back Sunday lança oitavo álbum de estúdio, 152
21° Curta Santos divulga selecionados para a Mostra Videoclipe Caiçara

A direção do Curta Santos – Festival de Cinema de Santos definiu os dez videoclipes da região da Baixada Santista que farão parte da mostra Videoclipe Caiçara na 21ª edição do evento, que acontece entre os dias 15 e 19 de novembro de 2023. O festival contará ainda com outras duas mostras oficiais: mostra Olhar Caiçara (com 14 curtas-metragens da região) e a mostra nacional de curtas-metragens, Olhar Brasilis, que terão seus filmes anunciados nos próximos dias. Os videoclipes regionais selecionados para a categoria Videoclipe Caiçara são: “A MALUCA” – Artista: D’Luma Direção: Dave Lamberti. São Vicente (SP) “ASHLEY” – Artista: Lola Milles Direção: Giovanna Barbosa e Matheus de Castro. Praia Grande (SP) “A VIDA É UM ROLÊ DOS BONS” – Artista: DZRock Direção: Maurício Toshiaki. Santos (SP) “CRIAR OUTROS MUNDOS” – Artista: Veron Direção: Veron. Santos (SP) “INDOMÁVEL LEON & ESPERANZA” – Artista: Depois da Tempestade Direção: Maria Ferreira. Santos (SP) “ENTRE FILOSOFIAS E ESCRITAS” – Artista: Caiçara Clã Direção: Pedro Ferraro. Santos (SP) “FILHOS DE JUDAS” – Artista: Rafael Domingos Direção: Gabrielle Deschain. São Vicente / Praia Grande (SP) “MURO INVISÍVEL” – Artista: Theus Direção: Tati Pasquini Lopes. Santos (SP) “PERDAS” – Artista: Brisa Direção: Dave Lamberti. Praia Grande / Itanhaém (SP) “PRA SEMPRE” – Artista: Rafo Melo Direção: Rafo Melo e Márcio Dias. Santos (SP) * 21º CURTA SANTOS – FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS De 15 a 19 de novembro de 2022 Site
Boca Livre retoma banda e lança single inédito; ouça!

Um mês depois de anunciar o retorno do grupo, o Boca Livre apresenta Rio Grande, single inédito lançado pela Som Livre, disponível nas plataformas digitais. O videoclipe, dirigido por Susanna Lira, pode ser assistido no canal da Som Livre no YouTube. Composta por Zé Renato e Nando Reis, a faixa marca a retomada do grupo: a velha amizade e, principalmente, a harmonia – musical e vocal – venceram. Com melodia de Zé Renato, a música tem harmonia calcada no violão de cordas soltas, com espaços para viola, solos vocais e aberturas de vozes. A temática da letra de Nando Reis, cheia de alusões à natureza, faz surgir a ideia de um novo clássico do Boca Livre. Admirador de longa data do grupo, Nando Reis celebra o resultado da composição e, também, o fato de a canção ter sido escolhida para ser lançada na volta do quarteto. “O Boca Livre faz parte da minha história, da história da música do Brasil, de brasileiros e brasileiras como eu. Imediatamente aceitei o convite do Zé Renato. Sobretudo, porque a melodia que ele me mandou era muito linda, como todas as que ele faz. Escrevi a letra inspirado pela própria melodia e pela relação afetiva que tenho com o Boca Livre”, conta Nando. “Rio Grande” foi gravada no estúdio Visom Digital, com arranjo de Maurício Maestro – também na voz e no baixo elétrico – e produção musical de Zé Nogueira (que gravou o sax soprano e executou as programações). A formação se completa com os “bocas” Zé Renato (violões), David Tygel (viola) e Lourenço Baeta (flauta), além de Marcelo Costa (presente desde o primeiro disco), na bateria e na percussão; João Carlos Coutinho, nos teclados; e Aleska Chediak, no violoncelo. “Cada composição é diferente e única. O grande desafio do arranjador é fazer com que a música seja fiel à proposta inicial, com ideias surgidas a partir da melodia e da letra”, ressalta Maurício Maestro. Ele conta que recebeu a gravação original do Zé Renato cantando e que percebeu que a canção tinha duas partes principais. “A primeira estava em uma região mais grave, que talvez não permitisse abrir os vocais – marca registrada do Boca Livre. Já a segunda parte, numa região mais aguda, em que dava para inserir as vozes. Então, comecei a pensar em como transformar a primeira parte para que a gente pudesse colocar as vozes quando quisesse. A solução foi abrir os vocais para cima, fazendo com que a voz da melodia ficasse no centro, ou na parte grave, e as vozes mais agudas aparecessem no alto, de forma mais brilhante, com a boca livre”, conclui Maestro.
Tô Pela Cidade: Gabriel Gonti abraça a energia e amores cariocas em novo EP

Paris é conhecida como a cidade do amor, mas para o cantor Gabriel Gonti esse título pertence a outro lugar: o Rio de Janeiro. Entre encontros e desencontros amorosos, Gonti se inspirou na energia apaixonante da cidade maravilhosa para lançar o EP Tô Pela Cidade. As quatro faixas do projeto vem acompanhadas de produções visuais, que contam a história de um casal que vive os altos e baixos de um relacionamento. Tô Pela Cidade é o primeiro trabalho do artista com a produção da Rodamoinho Records. Além dos clipes de Primeiro Bom Dia e da faixa-título, o visualizer de Novela Favorita, terceira do projeto, também já está disponível. O EP ainda traz a inédita Coração de Neve. Apesar de ser o seu debut com a empresa de entretenimento carioca, o mineiro possui um currículo extenso com três álbuns: Eterno Viajante (2017), Gonti (2019) e Gonti Acústico (2020). Em sete anos de carreira, Gonti acumula parcerias com grandes artistas – como Maria Rita e Boyce Avenue – e shows em festivais como o SXSW, nos Estados Unidos, e o Rock in Rio.
Yoùn mostra autenticidade e inovação em seu novo álbum Unicórnio

Unicórnios são criaturas mitológicas raras e especiais e uma metáfora poderosa para expressar o espírito do novo álbum da dupla Yoùn. Unicórnio vem para explorar a raridade e a singularidade musical de Shuna e GP que prometem experimentar diferentes sonoridades e atingir um novo patamar na música brasileira. Atualmente com 15 milhões de plays de seu primeiro álbum (BXD IN JAZZ, 2021) no Spotify, Yoùn surgiu entre as linhas de trem do Rio de Janeiro e, por meio de uma fusão única de estilos e influências, encontrou um som fresco e inovador que desafiou paradigmas e estereótipos, revelando a baixada fluminense de maneira inédita. Conquistaram um público fiel e apaixonado de forma orgânica, alcançando nomes como Caetano Veloso e Gilsons. Agora com Unicórnio, a dupla pretende quebrar barreiras sociais e culturais, além de ocupar novos espaços com todo seu potencial e talento artístico. “Acho que o Yoùn está começando a entender quais são suas prateleiras porque conseguimos fazer música desde o R&B mais alegre possível até a MPB mais sutil e elegante. Estar com um instrumento na mão ou com uma ‘machine’ não é um problema, sempre nos adaptamos. Então, Yoùn se encaixa em R&B, MPB, Hip Hop e música preta em geral de uma forma muito natural, porque estamos conseguindo fazer música boa” diz GP. O novo álbum é apenas o lado A de um projeto maior que, em breve, ganhará o lado B e uma edição deluxe. Ele conta com 11 faixas inéditas e mistura conexões musicais e visuais por meio de dois clipes, além de nove visualizers que se conectam e se transformam em um filme, mostrando que, para além da música, a dupla também se liga a diferentes universos como moda e cinema. “Temos qualidade para fazer coisas diferentes, talento para fazer música e arte no geral e sempre tentamos trazer clipes legais e bem elaborados, além de um visual que faz com que as pessoas entendam Yoùn como algo chique”. Em um processo de criação completamente imersivo, a dupla participou de cada etapa da produção de Unicórnio junto com a JOINT, selo, gravadora e produtora que acompanha Shuna e GP desde seu primeiro trabalho, conhecida por dar vida às concepções artísticas de talentos embrionários e que já conta com mais de 45 milhões de plays nas plataformas digitais. Além disso, o álbum é uma verdadeira tapeçaria de colaborações e parcerias, onde YOÙN une forças com uma série de artistas notáveis, como Carlos do Complexo, Tuyo, Rashid, KING Saints, Sango, Wax Roof, Zamba, Pivet Panda, Duquesa, Ajuliacosta, Luccas Carlos e Zudizilla. “O álbum vem mostrar outra proposta do Yoùn. Provar que somos artistas híbridos, que conseguimos falar de coisas finas, tocando um violão e, também, fazer uma música mais incisiva que sabe onde quer chegar”.
Àiyé faz jornada conceitual entre o sagrado e o profano em clipe duplo

Atração do Primavera Sound, Àiyé joga um holofote de LED na ponte entre a pista e o terreiro, o sagrado e o profano em seu recém-lançado disco Transes. Reunindo a estrutura lírica e poética do ancestral e do futurista, ela lança o conceitual clipe duplo Pomba Gira / EXU. Representando as entidades e forças espirituais de modo performático, o vídeo é um cartão de visitas para uma artista que tem feito de sua fé a sua verdade. Por meio de sua poética, Àiyé traz um olhar pop e universal para temas brasileiríssimos. Repleto de símbolos, entre eles a encruzilhada (um dos estandartes do álbum de Àiyé) e uma atmosfera contemporânea em sua estética, a produção traz uma abordagem punk e ‘do-it-yourself’ para o sagrado para representar diferentes versões de exu. “Esse é talvez o lançamento mais conceitual e profundo que eu já fiz. Escolhi essas músicas juntas pra homenagear tanto o Orixá Exú, a quem me refiro na música baseada em um itã da criação que conta como Exú comeu o mundo, digeriu, e depois devolveu tudo pro lugar – se tornando assim o guardião de todas as coisas, dos entres, tudo e nada, justamente por conhecer a essência de tudo que existe. E também a entidade Exu, através das pombogiras, que revelam a força e o poder de se saber mulher”, conta Larissa Conforto, a multiartista carioca à frente de Àiyé. Ela continua: “Elas são a própria revolução feminista, elas revelam as histórias das mulheres que lutaram por si mesmas, desafiando os muros do patriarcado, mesmo que isso lhes custasse a vida. As putas, as trabalhadoras, as mães solteiras, as travestis, aquelas que lutam pra ter direito sobre o próprio corpo. Eu quis trazer uma releitura atual dessas entidades tão fortes e amadas. Quis mostrar pombogiras dos anos 2000, que dirigem suas bikes e andam de coturno. Pra mim, elas guardam o espírito punk/riot grrrl. São as punk brasileiras, a história das nossas marginais, que não serão esquecidas”. Lançado pela Balaclava Records, Transes é o segundo álbum solo da artista. Em 13 faixas, Àiyé une referências que vão de Clara Nunes a Rosalía, passando por nomes como o galego Rodrigo Cuevas, Bjork e Djavan. As duas faixas co-produzidas pela artista com Diego Poloni ganham a criação cinematográfica com direção de Àiyé e Mooluscos.
Novo álbum do Duran Duran tem covers de Stones, Specials, Billie Eilish e Talking Heads

O Duran Duran lançou Danse Macabre, o décimo sexto álbum da carreira. A produção conta com três músicas inéditas, novas versões de clássicos do catálogo da banda e covers assombrosos de músicas de artistas como Billie Eilish, Talking Heads, Rolling Stones e The Specials. Recém-induzido ao Hall da Fama, o Duran Duran já havia divulgado os singles Danse Macabre, Black Moonlight e Psycho Killer. A faixa-título traz consigo uma aura sombria e envolvente, que foi cuidadosamente produzida por Mr. Hudson e conta com a colaboração do ex-guitarrista da banda, Warren Cuccurullo. Danse Macabre também inclui um retrabalho de um b-side raro e favorito dos fãs: Secret Oktober 31st. Conta ainda com as participações do ex-guitarrista Andy Taylor, do renomado compositor e produtor Nile Rodgers, bem como da talentosa Victoria De Angelis do Måneskin.