Terrapeixe lança primeiro single de álbum de estreia

A banda Terrapeixe inaugura uma nova fase mergulhada na linguagem dos beats e sintetizadores com a música Filho, que acaba de chegar a todas as plataformas. Primeiro de uma série que vai culminar em Baile de Led, álbum de estreia do grupo carioca, o single surgiu da parceria com o poeta Heyk Pimenta, além de marcar também o início do trabalho com o produtor Emygdio Costa. A música ganhou ainda um clipe dirigido por Sasha Lazarev. “Sua arquitetura sonora surgiu como um plano piloto do espírito, das cores, textura e texto do disco, como uma célula primordial cujo DNA se espiralou por toda gestação da obra”, conta Guilherme Gonçalves, que integra a banda junto com Tiano Cris, Victor Moreto e Vinicius Neves. Enquanto a letra soa como o conselho de um pai, que avisa sobre a dureza do mundo sem deixar de apresentar uma saída para esta, que se dá na dança e na alegria da coletividade, o arranjo de Emygdio valoriza a linguagem eletropop, somada às influências da música latino-americana que norteiam a produção musical do grupo. “Esse olhar para uma sonoridade mais eletrônica surgiu tanto de um interesse nosso em fazer uma música dançante contemporânea quanto da necessidade herdada de tempos pandêmicos de se fazer música à distância, cada um na sua casa, o que acabou se tornando também uma solução e uma estética que fez sentido pra nós. Passada esta fase, estávamos juntos novamente trabalhando em cima de uma base que só foi possível por meios tecnológicos e esses dois momentos formam a identidade do álbum”, conta Guilherme. Ouça Filho, do Terrapeixe
Jogos Mortais renova, mas hesita em sair da zona de conforto

Paulo José Ribeiro Em 2021, Espiral: O Legado de Jogos Mortais tentou reinventar a franquia de Jigsaw sem Jigsaw. Foi o primeiro filme a não contar com o protagonista da série, além de ser dono do maior orçamento de toda a saga, com US$ 20 milhões. A aposta, no entanto, não correspondeu, registrando a sua pior bilheteria e maior fracasso comercial, com apenas US$ 40,6 milhões. Dois anos depois, Jogos Mortais ainda sente a necessidade de mudar para atrair novos públicos às salas de cinema, mas faz isso de forma muito mais pragmática. O lançamento traz de volta o seu protagonista, John Kramer, interpretado por Tobin Bell, numa história que se passa entre os dois primeiros filmes da franquia, o que abre espaço para mais referências nostálgicas e rostos conhecidos pelos fãs – entre eles o da aprendiz de Kramer, Amanda Young, a “Porca”, vivida por Shawnee Smith. À procura de uma cura para o câncer de cérebro terminal, Kramer viaja para o México onde encontrou um tratamento “milagroso”, mas descobre ser alvo de um esquema milionário que se aproveita de pacientes com doenças terminais. O terreno está pronto para o retorno de Jigsaw, desta vez movido por uma vingança pessoal. A obra se aproveita da contestação moral, presente desde o primeiro Jogos Mortais, do seu vilão/protagonista para inseri-lo de vez como um personagem principal, sem deixar que o espectador acompanhe as vítimas e descubra o motivo delas serem sequestradas para o jogo por esse ponto de vista, mas colocando a história na perspectiva do seu “assassino”. Isso conversa com a tendência do anti-herói contemporâneo, solidificada no cinema e TV, que se encaixa perfeitamente não só à série como a todo o subgênero do torture porn, dotado de um niilismo que discute a subjetividade das relações humanas através da violência e gore extremos. Aqui, a sensação de expurgo é predominante nas mortes, colocando-as sob uma visão mais justiceira do que agonizante, por conta do punitivismo que toma grande parte das cenas mais sangrentas (acenando para o julgamento de normas sociais do slasher dos anos oitenta). Esse aspecto confronta a visão do próprio Kramer, que ao se preocupar em ser justo nos jogos, cria um personagem com caráter piedoso, ainda que psicótico, e gera um conflito crucial para esse novo formato narrativo, que o vê como a verdadeira vítima. É curioso que o filme deixe subentendido, na cena em que decide deixar suas armadilhas de lado ao pensar estar curado de seu câncer, que elas ainda eram vistas pelo personagem como um ato de sadismo, o que acrescenta elementos à ambiguidade proposta e enriquece a história. A conciliação para chamar novos fãs e agradar os antigos também passa por retomar características da linguagem dos clássicos da franquia. Existem muitas referências visuais aqui, desde uma montagem dinâmica, até a aceleração no tempo de imagens que constroem espécies de jump cuts em alguns planos e a iluminação mais esverdeada que em determinados momentos figurou na fotografia e design de produção “sujos” dos filmes dos anos 2000 e está no subconsciente do público que acompanha as armadilhas de Jigsaw há quase 20 anos. A própria divulgação do longa remete aos primeiros lançamentos, com um pôster que segue o mesmo estilo ao brincar com uma das armas dos jogos e formar o número correspondente ao título. O retorno do diretor Kevin Greutert, de Jogos Mortais 6 e Jogos Mortais 3D, últimos filmes no formato mais familiar, também são parte importante do objetivo do projeto, já que ambos possuem mortes das mais memoráveis e gráficas. Em um espaço como o torture porn, onde tudo aparentemente é muito superficial e tem dificuldades para lidar com um desenvolvimento mais dramático de seus personagens, pareceria improvável que uma obra desse estilo desse certo em um momento em que o terror ganha notoriedade por ser mais psicológico e sugestivo. Até os filmes com horror mais frontal, que mostram mais e escondem menos, tendem a estar revestidos de uma ironia cômica, fruto de um espectador cínico em relação a esse tipo de cinema. Entendendo esses riscos, Jogos Mortais procura mediar dois mundos diferentes para se reerguer e dar sangue novo à franquia. O resultado é positivo, até certo ponto, com um estudo de personagem que acontece ao subverter a estrutura narrativa da série, sem comprometer as características que a fizeram ser o que é. Existe um limite para a suposta ousadia de todo o conceito, mas dentro do contexto mainstream em que está inserido e de toda a covardia após um fracasso monumental, as novas ideias são bem dosadas. O retorno já é realidade. Com um orçamento de US$ 13 milhões, Jogos Mortais X alcançou a maior bilheteria no primeiro final de semana da história da franquia, inaugurada em 2004, com mais de US$ 18 milhões. Atualmente, já foram somados US$ 43,8 milhões mundialmente. Grande parte do sucesso se dá graças ao apelo referencial preguiçoso que o cinema de horror tem investido com seus reboots, mas o novo olhar sobre John Kramer e seu propósito de vida ainda é proveitoso dentro de todas as suas margens.
The Bombers anuncia data de novo álbum e libera single duplo; ouça!
Diana Krall anuncia show extra em São Paulo; veja preços

A pianista e cantora Diana Krall confirmou uma apresentação extra em São Paulo. Além do esperado show no dia 18 de novembro, no Tokio Marine Hall, a artista também adicionou uma apresentação extra para o dia 17 de novembro, e os ingressos já estão à venda. Eles custam entre R$ 200,00 e R$ 1.400,00. O Rio de Janeiro também está na rota da artista, com um espetáculo marcado para o dia 15 de novembro, no Vivo Rio. As apresentações são parte integrante do renomado projeto Open Jazz, concebido pela Dançar Marketing. Diana Krall é a única cantora de jazz a ter oito álbuns de estreia no topo da parada de álbuns de jazz da Billboard. Até o momento, seus álbuns ganharam dois Grammy Awards, 10 Juno Awards e nove álbuns de ouro, três de platina e sete multiplatina, consolidando seu lugar como uma das maiores referências do jazz contemporâneo. Canadense nascida em Nanaimo, na Colúmbia Britânica, Diana Krall descobriu sua paixão pela música desde muito jovem. Aos 4 anos de idade, começou a estudar piano e, aos 15 anos, já se apresentava localmente com jazz. Seu lançamento mais recente, This Dream Of You, foi aclamado pela crítica dos fãs e da imprensa. A arte única de Diana Krall transcende qualquer estilo musical único e a tornou uma das artistas mais reconhecidas de nosso tempo. Como o New York Times observou recentemente, ela possui “uma voz ao mesmo tempo fria e sensual, combinada com uma sofisticação rítmica”. Serviço Diana Krall no Rio de Janeiro Local: Vivo Rio (Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro) Data: 15 de novembro de 2023 (quarta-feira) Horário: 21h, abertura da casa às 19h Classificação: 16 anos Diana Krall em São Paulo Local: Tokio Marine Hall (Rua Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo) Data: 17 e18 de novembro de 2023 (sexta-feira e sábado) Horário: 22h, abertura da casa às 20h Classificação: 16 anos
Hardcore Superstar remarca shows no Brasil para novembro; veja datas e locais

A banda sueca Hardcore Superstar adiou para novembro os shows que fará no Brasil. A causa da mudança na agenda é um problema de saúde que afetou a família do guitarrista Vic Zino. Com tal pedido dos músicos, a produtora Dark Dimensions agiu prontamente para reagendar as datas da turnê: Belo Horizonte (16/11), Curitiba (17/11) e São Paulo (18/11). Confira os dados abaixo. 16/11 – Mister Rock, Belo Horizonte/MG Bandas de abertura: Sioux 66 e mais bandas a serem confirmadas Ingressos online 17/11 – Jokers, Curitiba/PR Bandas de abertura: Sioux 66 e Electric Mob Ingressos online 18/11 – Clube Carioca Pinheiros, São Paulo/SP Bandas de abertura: Inluzt e Nite Stinger Ingressos online Os ingressos adquiridos anteriormente serão válidos normalmente para os novos dados, sem necessidade de troca. Qualquer dúvida ou devolução/reembolso entre em contato com Sympla (MG e PR) e Clube do Ingresso (SP).
Reverendo Frankenstein celebra Halloween com álbum ao vivo

Enquanto prepara seu segundo álbum de inéditas, a banda Reverendo Frankenstein lança registro ao vivo no programa Kiss Club, transmitido pela rádio Kiss FM, no próximo dia 31. Morto Ao Vivo é o primeiro registro da formação atual que, além de Alex from Hell e M.Krempel, conta também com o baixista Villa von Zorch e o baterista Renan Pigmew, que entraram para a banda em 2022. O álbum foi gravado durante show com as bandas Inocentes e Statues on Fire, em janeiro deste ano, no Red Star Studios, em São Paulo. Morto Ao Vivo foi gravado por Rodolpho Sartini, mixado e masterizado por Matheus Krempel, com produção da própria banda. A capa ficou por conta de Cláudio Villa. Além da versão em áudio, a banda lança também o vídeo do show, produzido pela Karranca Vídeo, que já trabalhou com artistas como Cólera, DFC e Dead Fish, entre outras. O vídeo ficará disponível no canal do Reverendo Frankenstein no YouTube. Com oito faixas, Morto Ao Vivo é uma prévia de Renascido, que dá sequência ao álbum Está Vivo… Está Vivo! de 2016 (também lançado em 31 de outubro) e ao EP Tic-Tac, de 2019. SERVIÇO Kiss Club 31 de outubro, terça às 22h Local: Red Star Studios (Rua Teodoro Sampaio, 512, Pinheiros – São Paulo/SP) Horário: 22h Entrada: Grátis O show também será transmitido pela Kiss FM (veja frequências aqui), pelo site e canal da rádio no YouTube. MORTO AO VIVO – Tracklist: Lado Escuro Esse Ser O Raio Que o Parta PQP A Praieira Tailspin Tic-Tac Entre Trevas (Fique Longe de Mim)
Hevo84 anuncia turnê de retorno; Santos está na lista

Os anos 2000 estão em alta! A banda Hevo84 anunciou seu retorno aos palcos em uma turnê nacional. Intitulada Tour de Retorno, a série de shows apresenta o reencontro entre Renne Fernandes, Eric Malfini, William Reis e Daniel Perim. Juntos, os artistas vão encarar a maratona de shows, que inicia no dia 14 de novembro, em Diadema. A turnê seguirá por mais de 20 cidades, em todas as regiões do Brasil. Movidos pela nostalgia da febre dos emos e coloridos do início dos anos de 2010, o vocalista Renne Fernandes está entusiasmado com a volta. “Nos últimos tempos, recebemos dos fãs muitos pedidos de shows e relatos de como a nossa música mudou a vida deles, e isso nos instigou a pensar em algo grande. Agora, sentimos que essa “vibe” está em alta muito mais do que antes, entendemos que é o momento de retribuir este carinho”, comemora o vocalista. Para os que acompanhavam o folhetim adolescente Malhação e viam os diversos programas de auditório daquela época, o Hevo84 é figurinha carimbada. A banda emplacou o hit Passos Escuros na trilha de Malhação 2009, como tema do casal Luciano (Micael Borges) e Veridiana (Amanda Richter); no ano seguinte, os garotos apareceram novamente na tracklist de Malhação, com o cover de Rádio Pirata da banda RPM. A Tour de Retorno vem com força e para reviver momentos emblemáticos para a banda e para os fãs que tiveram a adolescência marcada pelos sucessos dos meninos. “Essa turnê é uma celebração dos momentos mais marcantes da nossa vida e dos nossos fãs. Precisamos desentalar esse grito nas gargantas das pessoas, viver aquele sentimento novamente”, revela o vocalista. Retorno do Hevo84 Durante a pausa, os integrantes trabalharam em novos projetos. O anúncio do reencontro é um presente aos fãs da banda, que nunca perderam as esperanças de um retorno. Com a intenção de se tornar a maior turnê da história do grupo, os integrantes revelaram que os shows serão totalmente dedicados aos fãs e com o melhor repertório de todas as apresentações, recheado de sucessos “das antigas”, como Passos Escuros e Minha Pira, e dos novos hits como Só mais essa noite e Então vai, canções do novo EP, Invencível, lançado em 2023. Os ingressos estão disponíveis no site Articket. Sobre o futuro? Os meninos da Hevo84 ainda não sabem. A paixão pela música move os paranaenses, mas o plano é deixar acontecer e se reunirem só para tocar. “É o momento que tanto esperamos por mais de 10 anos. Guardamos todos os pedidos com muito carinho para viver esse momento. É uma felicidade imensa e não vejo a hora de ver todos por aí. O futuro veremos depois”, acrescenta a banda. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE SHOWS 14/11 – Diadema; 15/11 – São José dos Campos; 17/11 – Ribeirão Preto 19/11 – Campinas 20/11 – Santos 24/11 – Porto Alegre 26/11 – Floripa 02/12 – Belo Horizonte 15/12 – Curitiba 16/12 – Londrina 17/12 – Maringá; 06/01 – Brasília 07/01 – Goiânia 11/01 – Salvador 12/01 – Aracaju 13/01 – Maceió 14/01 – Recife 18/01 – João Pessoa 20/01 – Mossoró 21/01 – Fortaleza 28/01 – Rio de Janeiro 03/02 – São Paulo
Fuzz Fest anuncia Fistt, Paura e Cannon of Hate; veja detalhes

O Fuzz Fest revelou o lineup da edição 2023, que acontece no dia 15 de dezembro, a partir das 20h, no Dantas Music Bar (Rua Senador Dantas, 401). O festival temático do Garage Fuzz em Santos contará, além dos anfitriões, com as presenças das bandas Paura, Fistt e Cannon of Hate. Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla. Eles custam entre R$ 35,00 (lote 1) e R$ 45,00 (lote 3). A nova edição do Fuzz Fest traz uma programação bem diversa, reunindo o hardcore melódico do Fistt, referência no interior de São Paulo e que não vem a Santos há anos. O quinteto de hardcore Paura lançou, recentemente, o disco Karmic Punishment, o oitavo da extensa carreira. Neste registro, a experiente banda paulistana mostra 13 faixas de um hardcore pesado, agressivo, que trazem debates sobre temas sociais e políticos sensíveis ao Brasil e ao mundo dos últimos quatro anos. Celebrando dez anos de carreira, a Cannon of Hate, de Cubatão, lançou no ano passado o álbum Democracia de Plástico, repleto de críticas ao período assombroso que o Brasil viveu nos últimos anos (e ainda vive). Donos da festa, o Garage Fuzz consolidou a nova fase da banda com Victor Franciscon no vocal, assumindo o posto de Alexandre “Farofa”, atualmente morando em Israel.
Julico traz sutileza e psicodelismo no novo single Onirikum; ouça!

A onipresença da arte na vida de Julico, o mote do single anterior, Música, é mais uma vez o fio condutor de outra faixa do segundo disco solo do guitarrista/vocalista do The Baggios, Onirikum. A canção, que também dá nome ao disco, exalta o lado cancioneiro do filho pródigo de São Cristóvão (Sergipe). A canção traz uma atmosfera nostálgica e fala da importância de revisitar as raízes e o valor do amor em tempos brutos. Em Onirikum, Julico propõe esta viagem por meio da música e suas melodias e possibilidades. Onirikum, o single, é um dos pontos-chave de todo o novo álbum, que será lançado no streaming ainda neste mês de outubro de 2023. É a verve tropicalista psicodélica de Julico, com melodias que crescem e explodem em elegantes arranjos em piano e cordas, anunciados por dedilhados precisos no violão de náilon e entre a característica guitarra blues roqueira do músico. É, aliás, a primeira vez que o compositor e produtor musical sergipano grava oficialmente uma canção com violão de náilon. Segundo Julico, é fruto da forte influência que a música brasileira te trouxe nos últimos anos; com referências de Milton Nascimento, Joyce e Arthur Verocai. Julico gravou baixou, violão, teclados, guitarras e vocais em Onirikum, e teve na bateria seu amigo Ravy Bezerra e percussões de Betinho Caixa D’agua.