Lana Del Rey lança versão de clássico de John Denver

De surpresa, Lana Del Rey lançou Take Me Home, Country Roads, uma versão da clássica música de John Denver. A nova faixa, produzida por Zachary Dawes, um colaborador de longa data de Lana, vem após o recente single de sucesso Say Yes To Heaven, além do álbum Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd. Lana recebeu incríveis cinco indicações para o Grammy de 2024, incluindo Álbum do Ano, por Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd.

Mahi lança música autoral em parceria com Milton Guedes; ouça Tão Bem

A banda Mahi lançou a música Tão Bem, composta por Léo Jack e inspirada nos poemas escritos por sua esposa e vocalista da banda, Rafaella Guarany. A faixa conta com a participação do multi-instrumentista, cantor e compositor Milton Guedes. “Gravar com novos artistas é sempre um prazer, ainda mais este casal talentoso da Mahi, e ainda, com o convite do produtor Marcelão, baterista da banda Yahoo, com quem já trabalhei tantas vezes. Música boa e leve é sempre mais fácil de gravar, e o arranjo de assovio e gaita vai grudar nos ouvidos. Toda sorte e sucesso para a Mahi”, diz Milton Guedes. A vocalista Rafaella Guarany vem de longa participação na TV, onde atuou em Malhação, Zorra Total, Turma do Didi. Além das novelas da Globo, Totalmente Demais e A Força do Querer. Foi também assistente de Pedro Bial no Big Brother Brasil. Ela começou sua carreira musical em 2012 cantando na banda Octus, de atores-cantores, logo após com seu marido Léo Jack nos projetos Tritongo Acústico e Montes Alpha. Hoje atuando mais dentro da música na banda Mahi que teve início em 2021, é a vocalista junto com o Léo e o baixista Wellington Graziane e já teve vários singles lançados.

Banda virtual brasileira CriaZ do Bit critica a indústria musical em single

CriaZ do Bit, primeira banda virtual brasileira que conta com nomes como Pablo Bispo e Ruxell, produtores e compositores responsáveis por alguns dos maiores sucessos de Anitta, Gloria Groove, Ludmilla, IZA, Pabllo Vittar e Pedro Sampaio, na produção musical, lançou o single Isso Não É Hit. A faixa chega acompanhada de um lyric video, que poderá ser assistido no canal oficial do projeto no YouTube a partir do dia 7. CriaZ do Bit é formada pelos personagens Alice, Caramelo e Tilt. Quem dá vida aos personagens é o próprio Pablo Bispo, como Caramelo (um cão que é MC), a cantora Thamy Mangia como a humana Alice, e Sabrina Azevedo como a robô Tilt. Com uma letra divertida e ácida, Isso Não É Hit traz uma mistura de funk e rock com um refrão “grudento” (como, ironicamente, todo bom hit deve ter): “E eu cantei pra ela e ela disse / Isso não é hit / Isso não é hit e ninguém vai gostar”. Esta faixa é o segundo lançamento do projeto CriaZ do Bit, sucedendo o EP Faya Baby, lançado no final de outubro e que trouxe duas faixas: Faya Baby e Olho do Furacão. “Quando eu e Pablo nos juntamos pra criar Isso Não É Hit, foi um sentimento muito maneiro de ser resgatado, pois tivemos grandes inspirações em bandas que a gente já consumia na nossa adolescência como Mamonas Assassinas, Raimundos e Smash Mouth”, conta Ruxell. “A gente acha que misturar o baile funk com o rock pode trazer uma sensação subversiva de uma nova estética sonora, fortalecendo ainda mais a inovação que o CriaZ do Bit vem propondo na música urbana e esperamos que, no mínimo, as pessoas se divirtam e deem boas risadas com algumas brincadeiras que fizemos com a indústria da música”, completa o produtor reconhecido no universo do rap e do funk, que já desenvolveu trabalhos com grandes nomes da música brasileira como Anitta, IZA, Lexa e Rashid.

Jade Baraldo canta sobre desiguldade de gênero no EP Infame

A cantora e compositora Jade Baraldo está pronta para impactar o cenário musical com o lançamento de seu mais recente EP, intitulado Infame. O álbum aborda, de maneira descontraída, assuntos bem atuais e impactantes com relação a desigualdade de gênero e as inúmeras situações de discriminação enfrentadas pelas mulheres. As cinco faixas inéditas que compõem o EP exploram as nuances emocionais de um término de relacionamento, destacando os altos e baixos desse momento e a posição da mulher diante do machismo durante o processo de separação. O projeto incorpora ainda uma variedade de influências musicais, indo do eletrônico ao pop, com elementos do beat, do funk, tudo isso combinado com letras profundas e repletas de significado. “Estou muito animada em compartilhar Infame com o mundo. Este EP é um reflexo das experiências que muitas mulheres enfrentam diariamente, explorando a complexidade das relações e os desafios impostos pela desigualdade de gênero. Quis abordar essas questões de forma leve, mas ao mesmo tempo profunda, utilizando a música como meio de expressar as nuances emocionais de quem passa por situações como essa”, comenta a artista. O projeto reforça ainda a ideia da luta das mulheres contra o machismo em diversos ambientes, seja no trabalho, na família ou na sociedade em geral. De maneira bastante pessoal, Jade coloca-se como ponto central desse discurso, oferecendo uma perspectiva única e autêntica sobre as experiências femininas. A cantora já havia dado um gostinho do que estava por vir ao lançar o primeiro single do EP, Fim da Festa, que chegou acompanhado de um videoclipe cheio de personalidade. “Esse novo projeto é muito especial pra mim, pois é um convite à reflexão sobre as lutas das mulheres em diversos contextos. Cada faixa carrega uma narrativa única e pessoal, e espero que as pessoas se identifiquem com as histórias e os sentimentos que compartilho neste EP”. Jade explica ainda que, durante a criação, sentiu que poderia ser uma voz para aquelas que muitas vezes não são ouvidas. “Quero que as mulheres se sintam representadas e empoderadas ao ouvirem essas músicas, sabendo que não estão sozinhas em suas experiências”, conclui. Ouça Infame, de Jade Baraldo

Tuyo abre os trabalhos do terceiro álbum com o single Maravilha

Três anos depois do elogiado Chegamos Sozinhos em Casa, o grupo Tuyo dá início aos trabalhos que anunciam o terceiro disco de estúdio do trio, previsto para 2024. Maravilha é a primeira faixa e carrega consigo a responsabilidade de convidar o ouvinte à contemplação do agora. Para eles, aproveitar o presente e as pequenas conquistas é um exercício diário em meio ao frenesi causado pelo imediatismo do século 21. “Não tem a ver com ausência ou presença de ambição, mas a contemplação da paisagem, do que está acontecendo”, pontua Lio. Acompanhado de um videoclipe, o single tem produção musical assinada pelo próprio trio e por Lucs Romero. Ouça Maravilha abaixo

black midi comprova a importância dos side shows de festivais em SP

Texto por Thiago Menezes Sempre que um grande festival, como o Primavera Sound – que acontece em São Paulo, neste sábado (2) e domingo (3) – é anunciado, muitos se atentam majoritariamente para os consagrados nomes do line up. Bandas como The Cure e The Killers, figuras bem conhecidas no mundo da música, acabam atraindo grande parte do público desses eventos. Porém, curiosos e inquietos, que sempre procuram algum frescor, olham atentos para as letras menores da lista de atrações, que (injustamente) apresentam bandas menos populares por aqui. Aproveitando esses nomes mais emergentes, que já chamam atenção no exterior e dos mais entusiastas de novidades musicais, o Primavera Sound promove o Primavera na Cidade. Pequenos shows, em casas de shows charmosas da cidade de São Paulo, que antecipam os dias do festival com bandas que comovem uma cena mais “underground” da música. Foi assim que o Cine Joia recebeu, na última quarta-feira (29), um público curioso, mas preparado, para conhecer o black midi. Formada em 2017 e já com três álbuns de estúdio, a banda inglesa tem chamado certa atenção pela amálgama de estilos e influências em seu som. Assim que entram no palco, sem muito firula, portando apenas os instrumentos clássicos de uma banda rock n’ roll (guitarras, baixo e bateria), eles deixam claro como é o mecanismo do grupo. Puxado pelas guitarras de Cameron Picton e Geordie Greep, é na primeira porrada na caixa da bateria de Morgan Simpson que a banda mostra toda sua força, na canção 953. A furiosa introdução, mostrando influências do rock clássico ao metal, logo dá espaço para a graça e a calmaria dos vocais de Greep. Nesse momento, você logo percebe novas influências sonoras, que fazem com seus ouvidos precisem de um tempo para assimilar e aceitar que ali está uma banda que gosta e procura misturar todas as suas influências em um só som. É possível notar influências do jazz ao blues, passando pela hipnose dos sons mais intimistas do Radiohead, do rock contemporâneo do Arctic Monkeys e do Kings of Leon e das bandas de post-rock. Talvez, o público presente que já conhecia a banda e seus álbuns (com toques de saxofone e instrumentos incomuns para uma banda de rock pesado), não tenha se surpreendido com isso, e até tenha ido ao show justamente para presenciar tais performances. A plateia acompanhou a mistura sonora do black midi intercalando momentos de contemplação, quando o Greep e a banda levavam o som para áreas mais jazzisticas, e rodas punk respeitosas que eram provocadas pela eclosão do som do grupo. Entre as belas melodias, como em Magician, puxadas por Greep na guitarra, mas acompanhadas por sua cantoria influenciada por Tom Waits e Nick Cave, o baixista Seth Evans intercalava sua posição com um teclado, para preencher as leves melodias e/ou o som pesado que a banda trafega com muita competência e naturalidade. Simpson, por sua vez, é um maestro na bateria, que trocava olhares constantemente com a banda para poder conduzir a alternância entre o belo e o selvagem de suas músicas. O futuro do rock, da música, e dos festivais é promissor enquanto houverem novidades como o black midi. Fiquem atentos aos pequenos nomes nas lista de lineups. Que dure e volte muitas vezes.

Tom Jones confirma show único no Brasil; confira data, local e preços

Tom Jones anunciou show no Brasil. O lendário cantor galês faz única apresentação no país, no dia 17 de abril de 2024, em São Paulo, no Espaço Unimed, trazendo seus maiores sucessos. A venda de ingressos para o público geral estará disponível a partir do dia 5 de dezembro, começando às 10h online e às 12h na bilheteria oficial. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 10 vezes, estarão disponíveis online na Ticketmaster e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). A realização é da Live Nation Brasil. Sir Tom Jones continua a sustentar a sua popularidade em todo o mundo, cativando o público com a sua discografia atemporal de canções de sucesso e talento e carisma duradouros. Com uma carreira notável que se estende por mais de seis décadas, Jones é amplamente considerado um dos maiores cantores e artistas de todos os tempos, vendendo mais de 100 milhões de discos e continuando como uma figura estimada e influente na indústria musical. Aos 83 anos, Jones recebeu algumas das melhores críticas de sua carreira por seus álbuns mais recentes produzidos por Ethan Johns, Surrounded By Time, Long Lost Suitcase, Spirit In The Room e Praise & Blame. Os críticos elogiaram tanto o material gravado quanto às performances de Jones, destacando seu talento inegável e único tanto no estúdio quanto no palco. Nascido na cidade de Pontypridd, no País de Gales, Jones abandonou a escola ainda jovem, trabalhando em vários biscates antes de começar como membro de uma banda local chamada The Senators, mais tarde formando seu próprio grupo, Tom Jones and the Squires, tocando em clubes e pubs da região. No início dos anos 1960, ele assinou com a Decca Records em Londres, dando início a uma carreira diversificada e de sucesso e alcançando fama internacional com sua voz poderosa e presença de palco dinâmica. Ele tinha uma série de canções de sucesso, incluindo It’s Not Unusual, What’s New Pussycat?, Delilah e Green, Green Grass of Home, que acompanhava seu imensamente popular programa de TV intercontinental de 1969-1971, This is Tom Jones. Jones sempre teve um interesse fundamental por uma ampla variedade de músicas, o que o levou a trabalhar com dezenas de colaboradores icônicos ao longo dos anos, desde Stevie Wonder e Aretha Franklin a Van Morrison, Dolly Parton e Ed Sheeran, apenas alguns entre muitos. Embora seja conhecido por seus sucessos, ele é antes de tudo um artista diversificado com uma verdadeira alma de ritmo e blues. A carreira de Jones foi repleta de inúmeras honrarias e elogios, incluindo o título de cavaleiro profundamente acarinhado pela Rainha Elizabeth II em 2006, vários Brit Awards, um Silver Clef Award, o prestigiado Music Industry Trusts Award e um Hitmaker Award do US Songwriters Hall of Fame. Ele também atuou em filmes como Marte Ataca!, de Tim Burton, e Playhouse Presents: King of The Teds para a Sky Arts. Junto com sua turnê anual, Jones continuou ativo na indústria como treinador de longa data no The Voice UK e sendo um contribuidor valioso em uma variedade de eventos e transmissões, como o 25º aniversário do MusiCares (em homenagem a Bob Dylan) e o 57º Grammy Awards, bem como muitos outros para causas de caridade. Sua recente autobiografia, Over The Top And Back, foi um best-seller divertido, e seu álbum lançado em 2021, Surrounded By Time, fez dele o homem mais velho a reivindicar o primeiro lugar na parada oficial de álbuns do Reino Unido com um álbum de material novo, ultrapassando Bob Dylan. SERVIÇO – TOM JONES SÃO PAULO Data: 17 de abril de 2024 (quarta-feira) Local: Espaço Unimed Endereço: R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo Ingressos: a partir de R$ 290,00 (ver tabela completa) Classificação: 16 anos.* *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. PREÇOS SEÇÃO I, J e K*: R$ 290,00 meia entrada e R$ 580,00 inteira MEZANINO*: R$ 325,00 meia entrada e R$ 650,00 inteira SEÇÃO E, F , G e H*: R$ 375,00 meia entrada e R$ 750,00 inteira CAMAROTE A/B: R$ 395,00 meia entrada e R$ 790,00 inteira SEÇÃO A, B C e D*: R$ 440,00 meia entrada e R$ 880,00 inteira SEÇÃO AZUL*: R$ 490,00 meia entrada e R$ 980,00 inteira BLUE PREMIUM*: R$ 490,00 meia entrada e R$ 980,00 inteira *Assentos marcados

Morre Shane MacGowan, vocalista e compositor da banda The Pogues

Shane MacGowan, vocalista e compositor da banda The Pogues, morreu aos 65 anos. A informação foi divulgada pela família do músico nas redes sociais. A esposa de Shane MacGowan, Victoria Mary Clarke, lamentou a morte nesta quinta-feira (30). “Shane sempre será a luz que mantenho diante de mim, e a medida dos meus sonhos, e o amor da minha vida”. De acordo com o The Guardian, Shane foi hospitalizado em dezembro de 2022 com encefalite viral. Em 2023, ele precisou ficar meses em terapia intensiva. Nascido em Kent, Shane é filho de pais irlandeses. Ele foi o responsável por mudar a música na Irlanda, e incluí-la na cena do rock com o The Pogues. Uma das músicas mais famosas da carreira do artista é Fairytale of New York.

Africa Express vem ao Brasil com Damon Albarn e Nick Zinner

O coletivo Africa Express vem ao Brasil pela primeira vez em fevereiro. E junto com eles vêm Badsista, Damon Albarn (Blur e Gorillaz), Hak Baker, Imarhan, Jupiter & Okwess, Luedji Luna, Moonchild Sanelly, Nick Zinner (Yeah Yeah Yeahs) e Vhoor. Mais atrações serão anunciadas em breve. A apresentação será em 23 de fevereiro de 2024, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis para a venda a partir desta quinta-feira (30), às 12h, nos canais oficiais da Eventim. Com uma energia que atravessa fronteiras, tradições musicais e gerações, o Africa Express reúne músicos de diferentes culturas, gêneros e gerações que quebram barreiras e fomentam um espírito de unidade entre eles. E é justamente por isso que cada apresentação do Africa Express é única e composta por momentos mágicos e inesquecíveis. Foi no ano de 2006, durante uma viagem ao Mali, na África Ocidental que tudo começou. Damon Albarn (Blur, Gorillaz), Martha Wainwright e Fatboy Slim se reuniram com estrelas locais como Toumani Diabaté, Bassekou Kouyaté e Amadou & Mariam e foi deste encontro extraordinário que nasceu o Africa Express. No ano seguinte, em 2007, foi realizado o primeiro evento público do coletivo, com um show lendário de cinco horas no Festival de Glastonbury, que foi descrito pelo The Times como “uma epifania absoluta para todos que estavam por lá”. E em quase 20 anos de história, o Africa Express desenvolveu a criatividade e a colaboração na música e cultivou um público tão diversificado quanto os os músicos e artistas que fazem parte da sua história. É um ecossistema criativo e multicultural que, em cada show e também nas gravações em estúdio, reúne músicos, cantores e DJs de regiões como Nigéria, República Democrática do Congo, Etiópia, Argélia, África do Sul e Mali com artistas e produtores do Reino Unido, Estados Unidos e Europa. O Africa Express já viajou para a Nigéria, República Democrática do Congo, Etiópia, África do Sul e Mali. Também fez espetáculos aclamados em Lagos, Londres, Liverpool, Joanesburgo e por toda a Europa – de Istambul ao Festival de Roskilde na Dinamarca. O coletivo recebeu mais de 20 mil pessoas em Paris e 50 mil pessoas em uma praia da Espanha. Além disso, em 2012, o África Express lotou um trem antigo com 100 artistas de todo o mundo para uma turnê de uma semana pelo Reino Unido como parte do Festival Olímpico de Londres no ano de 2012. Esta turnê inesquecível teve shows em lojas, escolas e até em plataformas de trem. A apresentação final de cinco horas na estação de King’s Cross, em Londres, contou com Tony Allen, Nicolas Jarr, Fatoumata Diawara, John Paul Jones, Kano, M.anifest, Paul McCartney, Baaba Maal e Rokia Traoré – todos compartilhando o mesmo palco. O Africa Express lançou vários álbuns. Mais recentemente um EP e um álbum feitos durante uma semana de descobertas, colaborações, alegria e intensa produção musical em Joanesburgo. Africa Express em São Paulo Data: 23/02/2024 Abertura dos Portões: 15h Local: Parque do Ibirapuera (Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Portão 2) Setores e valores Pista: R$ 275,00 (meia) | R$ 330,00 (social) | R$ 550,00 (inteira)