Guitarrista Luiz Carlini ganha documentário; estreia é dia 3 de agosto

Luiz Carlini – Guitarrista de Rock chega aos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Poços de Caldas, Palmas e Porto Alegre no dia 3 de agosto. No filme, o diretor Luiz Carlos Lucena conta a trajetória do músico Luiz Carlini através dos depoimentos de amigos e artistas, como Erasmo Carlos, Andreas Kisser, Guilherme Arantes, Pepeu Gomes, Supla, Frejat, Thunderbird, Wanderléa. Luiz Carlini é considerado, junto com o amigo Sergio Dias, dos Mutantes, um dos maiores guitarristas do rock brasileiro de sua geração. Conviveu, acompanhou a trajetória e foi roadie dos Mutantes, seus vizinhos no bairro da Pompeia, berço do rock paulista. Criou a banda Tutti Frutti, que durante os anos 70 gravou e tocou com Rita Lee, compondo e participando de alguns dos maiores sucessos da cantora. É autor daquele que é considerado o mais importante solo de rock na música brasileira, inserido em Ovelha Negra, de Rita Lee, canção incluída no álbum Fruto Proibido, também um dos principais discos de rock e de música brasileira de todos os tempos. Foi o guitarrista solo do Camisa de Vênus na volta do grupo nos anos 90, tocou com Titãs, Barão Vermelho, Capital Inicial e outros grupos, foi líder das bandas de Erasmo Carlos e Guilherme Arantes. Foi responsável pelos shows de casas como Paulicéia Desvairada, criada por Nelson Mota nos anos 80, e Victoria Pub, onde se apresentou para plateias como as bandas Queen, Van Halen e Peter Frampton. Gravou com Eric Burdon, vocalista dos Animals e participou de mais de 400 discos de cantores e músicos diversos. Luiz Carlini continua liderando a banda Tutti Frutti em shows pelo Brasil e participando de gravações de estúdio com grandes artistas da música brasileira.
Com sonoridade hardcore, Planet Hemp lança single duplo; ouça!

O Planet Hemp lançou um single duplo em seu repertório com as faixas Ninguém Segura a Gente e Salve Kalunga, que chegam em todas as plataformas de áudio pela Som Livre. As duas canções exploram o punk rock/hardcore característico do grupo, que tem em sua formação atual Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru. A inédita Salve Kalunga é uma homenagem a Fábio Kalunga, ícone da cena musical underground carioca e líder do grupo Cabeça, falecido em outubro de 2017. Com vocais de BNegão – amigo de Kalunga, com quem trabalhou também na banda Seletores de Frequência, na qual Fábio era baixista – , a faixa traz trechos como “Salve Kalunga, lenda real / irmão dessa vida e de outras também”. Intensa e veloz, como o som que Kalunga fazia no Cabeça, a track exalta a relação do artista com o skate, assim como a relevância do esporte como parte da cultura urbana. Já Ninguém Segura A Gente vai soar parcialmente familiar para os fãs mais atentos do álbum Jardineiros, lançado pelo Planet Hemp em outubro de 2022. Com um discurso político latente, a nova música – um remix da faixa Taca Fogo, que integra a tracklist do disco – , chega agora ainda mais potente, concisa e direta nas suas críticas à cultura armamentista, à situação de violência nas favelas e ao descaso com a população em áreas como saúde e educação. O single duplo do Planet Hemp chega na sequência das faixas já apresentadas nas últimas semanas, Não Vamos Desistir e O Ritmo e a Raiva Remix. Os recentes lançamentos integram a estratégia atual da banda, prevendo alguns movimentos ainda no início deste segundo semestre que resultarão no lançamento de um produto.
Primavera Sound anuncia lineup com The Cure, The Killers e Pet Shop Boys
Alice Cooper revela segundo single de Road; Ouça White Line Frankenstein

O lendário Alice Cooper revelou o segundo single de seu novo álbum, Road, que será lançado em 25 de agosto. A bola da vez é a faixa White Line Frankenstein, que conta com a participação de Tom Morello (Rage Against the Machine). A canção sucede I’m Alice, revelada semanas atrás. “White Line Frankenstein é um monstro que criamos. É um motorista de caminhão que está por aí há muito tempo. Ele é o rei da estrada. Não mora em uma casa. Ele mora naquele caminhão. Na música, esse cara durão surreal está dirigindo em linhas brancas por toda a sua vida. Então, White Line Frankenstein seria seu identificador CB. É monstruoso e definitivamente uma música de palco”, comentou Alice Cooper em comunicado divulgado à imprensa. Ryan Roxie, Chuck Garric, Tommy Henriksen, Glen Sobel e Nita Strauss são os músicos que acompanham Alice Cooper na nova empreitada.
CARU resgata clipe perdido e debate efemeridade atual “Eu Gostaria”

“Eu gostaria que minha barba fosse feita, pelos fios dos teus cabelos, pra que meu rosto fosse totalmente exposto ao perfume dos teus seios.” Com esse trecho cheio de figuras maliciosas e deliciosas, a cantora e compositora baiana CARU inicia Eu Gostaria, single que agora ganha um clipe. Produzida e gravada por Diogo Strausz e Tó Brandileone em 2019, na cidade de São Paulo, a música foi inspirada pelos violões de Lenine. Sua natureza lírica respinga na história da própria canção, cujo vídeo foi perdido não uma, mas duas vezes e que finalmente é lançado. Após quatro anos, “Eu Gostaria” ganha uma leitura visual que abarca a potência rítmica da canção. A história por trás do clipe, gravado em São Paulo em 2018 é cheia de reviravoltas. O HD que armazenava o material da primeira versão do vídeo oficial, dirigido e finalizado pela diretora venezuelana Val Hidalgo, foi corrompido. No entanto, graças ao iCloud, que automaticamente salvou o material bruto enquanto Val o editava, o clipe pôde ser resgatado um ano e meio depois. Como um plot twist na narrativa, CARU teve o material visual salvo pelo armazenamento online – o mesmo que ela desconfiava, como canta em Nuvem (Ai Claud): “Quero ver quando esse céu abrir e sua rede balançar….” A diretora então finalizou o trabalho e enviou para CARU. Porém, o inesperado aconteceu novamente quando a artista perdeu o videoclipe em 2020. E agora, três anos depois, ele ressurgiu de um HD recuperado, trazendo à tona o trecho da música Pelas ruas perdidas da Bahia, que nunca pareceu tão adequado a uma situação real. Não por acaso, o vídeo usa recursos como stories do Instagram para trazer nossa relação com as redes sociais para uma narrativa profundamente envolvida com o virtual. O vídeo marca uma nova etapa na carreira de CARU. A cantora, natural de Feira de Santana, traz uma vivência que a levou a morar em Salvador, Madrid, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A artista tem colaborações com Capinan, Kassin, Paulo Mutti, Alberto Continentino, Felipe Guedes, Juliana Linhares, Jadsa e Canto Cego. Em 2020, CARU participou do programa ASA – Oi Futuro + British Council, além de fazer parte da Aceleração Labsônica Oi Futuro + Toca do Bandido. Nos anos seguintes, ela se apresentou em diversos festivais e palcos, incluindo Porto Musical, Coquetel Molotov, Festival FARO e Pitch da WME. Em 2022, CARU lançou o EP Paris, Bahia, que aborda histórias de uma migrante. O álbum explora o sentimento que transcende o contexto histórico dos nordestinos, ao se reconhecerem como eternos forasteiros em busca do preenchimento de um vazio interno.
I Am Morbid volta ao Brasil em outubro para tocar Covenant na íntegra
Sean Kingston lidera Replay Festival em São Paulo e Rio de Janeiro

Iniciando um lineup extenso dos artistas mais emblemáticos dos anos 2000, o Replay Festival anunciou Sean Kingston como a atração internacional que agitará São Paulo e o Rio de Janeiro. Sean Kingston vem com hits como Beautiful Girls, Fire Burning, Eenie Meenie, que marcaram época no início dos anos 2000. O festival acontece no dia 28 de outubro, no Riocentro, Rio de Janeiro, e 4 de novembro no Centro Esportivo Tietê em São Paulo. De acordo com a produção do evento, o Replay Festival trará uma experiência inovadora e diferenciada de tudo que o público está acostumado. Em breve serão anunciadas as atrações nacionais que farão parte do festival.
Com álbum visual, Rosana Puccia lança disco In Jazz autoral

O novo disco de Rosana Puccia e David Pasqua, In Jazz autoral, estava pronto quando Gabriel Jammal e Andrea Rosas, jovens cineastas, apaixonaram-se pelas canções e aceitaram escrever um filme de roteiro curto para dar identidade visual às composições inéditas dos artistas. As músicas soam como trilha de “bons musicais dos anos 40 e 50” e, naturalmente, inspiraram cenas com toques de glamour e enquadramentos que valorizam os cenários e a produção meticulosa de fotografia e arte. Como o título entrega, In Jazz autoral é um álbum de jazz e que explora vertentes clássicas do estilo, como jazz blues, traditional jazz e jazz balada. Este passeio pela linha do tempo dá amplitude para que o curta-metragem utilize diversos cenários de temática urbana e fusões, como a de trazer as street dances (danças de rua) se combinando ao jazz com fluidez para ilustrar as nuances de cada canção. In Jazz autoral é um álbum sobre amor e as fases do relacionamento, do apaixonar-se às DRs. Os temas são apresentados no filme pelos dançarinos e atores Sorriso e Carolina Nogueira, que conseguem combinar a expressividade do jazz com os passos de dança de rua para formar o casal protagonista da história inventada pelas letras e melodias das músicas. Seus autores, Rosana Puccia e David Pasqua, estão sempre presentes nas cenas como criadores dos personagens que vivem as situações cantadas. O disco é o sexto trabalho lançado como parceria de Rosana com David. In Jazz autoral tem como base instrumental o trio de piano, baixo acústico e bateria, enriquecidos com solos de sax, clarinete, trompete, guitarra e até pandeiro, em arranjos que vão agradar todos os gostos. Se pandeiro e jazz formam uma dupla inusitada, na faixa Jazz na Balada, são eles que quebram a rotina e combinam samba com jazz na maior irreverência. Reunindo oito músicas, o álbum tem as letras inusitadas de Rosana em inglês e português e as elegantes composições de David, que também empresta sua voz e as próprias letras em duas gravações. O curta-metragem é narrado através de seis das oito canções do disco e tem um interlúdio que conecta uma faixa à outra. Este é o primeiro álbum visual da carreira de Rosana Puccia e a segunda parceria dela com os diretores Gabriel Jammal e Andrea Rosas, que também assinam a produção do videoclipe No Camarim da Ilusão, lançado em março.
Duda Raupp volta aos anos 70 e 80 em Meu Guia, feat com Cristal

Segundo lugar na categoria “Produtor Revelação” no 1º Prêmio Rap Brasil, Duda Raupp apresentou mais um motivo por ter merecido o título: o seu mais novo projeto inspirado no soul dos anos 1970 e 1980. E para guiar esse trajeto o primeiro lançamento é o single Meu Guia, com participação de Cristal em uma dedicatória para o RAP. Através de seus pais, Duda cresceu escutando os sons da época setentista e oitentista. De cantores como Tim Maia, The Jackson 5, Cassiano, entre outros, o gênero sempre foi acompanhando a vida do produtor e ganhando ainda mais espaço junto com os representantes dessa nova década, como Anderson Paak, Free Nationals e Kali Uchis. Sendo assim, carregado de influências, Duda gravou um vídeo produzindo um beat em que explorava esse seu lado e o que não esperava era a repercussão que teve, entre os artistas que chegaram interessados no trabalho, Victor Xamã foi quem arrematou a produção, que veio a se tornar, com participação de Luedji Luna, Vigésimo Andar, uma das mais escutadas do novo disco do artista. Com isso, o produtor percebeu que a onda de misturar o antigo com o novo era uma vibe bem aceita para vários ouvidos. Esse foi o primeiro passo para o início do seu projeto, o segundo foi a ideia de músicas que brincaria com a ambiguidade, a letra que aparenta falar sobre uma relação amorosa com uma pessoa, na verdade fala sobre uma relação com alguma outra coisa. O desafio logo foi aceito por Cristal, parceira de Duda nas faixas O Plano É Não Voltar Pra Casa e Posse, e a rapper resolveu se declarar para o seu mais leal amor: o rap. “Acredito que foi consequência do que tô vivendo agora e minha relação com o meu trabalho mesmo. Lancei minha primeira música em 2019, apesar de ser muito recente, desde então eu mergulhei na cultura e o rap foi ferramenta de transformação na minha vida. Então por que não dedicar uma música pra ‘ele’?” comenta Cristal. Ouça Meu Guia