Com malas prontas para vir ao Brasil, Pixies revela Vault of Heaven; ouça!

O Pixies, banda veterana do rock alternativo, faz um épico com sonoridade inspirada em Ennio Morricone sobre a rotina do dia-a-dia como surrealista em sua nova faixa, Vault of Heaven, que chega com um clipe. A canção estará em seu oitavo álbum de estúdio, Doggerel, que será lançado em 30 de setembro pela BMG. O novo trabalho é um disco que caminha entre os extremos sonoros mais marcantes na carreira do Pixies, só que dessa vez os músicos mostram uma faceta mais sombria e madura ao lado de melodias pop e momentos folk. A produção é dividida entre Tom Dalgety (Royal Blood, Ghost) e o guitarrista e vocalista Black Francis. Além dele, a banda é formada pelo guitarrista Joey Santiago, pelo baterista David Lovering e pela baixista Paz Lenchantin. Em outubro, pouco após o lançamento do álbum, o Pixies chega ao Brasil para um show no Rio de Janeiro e um em São Paulo, como co-headliners do Popload Festival.
Marcelo Tofani faz estilo Bee Gees e cai na pista com single de estreia

Assim como comenta na introdução da faixa, o artista mineiro Marcelo Tofani canta fininho e faz estilo Bee Gees em Certificar, single já disponível nos aplicativos de streaming de áudio, e que abre o processo de lançamento do seu primeiro disco-solo, previsto para o segundo semestre de 2022. O trabalho sai pelo selo AQuadrilha, encabeçado pelo rapper conterrâneo Djonga. Certificar ganhou também um videoclipe no canal de YouTube do cantor e compositor. “Essa faixa começou comigo pirando em um documentário do Bee Gees e, com isso, quis flertar com o pop daquela época, mas também sintetizando minhas influências que vão desde a época em que eu integrava o grupo Rosa Neon até os tempos atuais de AQuadrilha”, pontua Marcelo Tofani. O resultado é uma canção de refrão envolvente e que remete à atmosfera das pistas. “Estava afim de fazer uma música nessa pegada anos 1970 e 1980. Peguei alguns samples, pianinho, bateria, levei a melodia para o estúdio com o produtor Gabriel Moulin e trabalhamos nela ao longo de um dia”, completa ele, que integrou o grupo Rosa Neon ao lado de Marina Sena. Com direção de Caio Vieira, o videoclipe de Certificar busca uma estética plástica com elementos monocromáticos. “O clipe tem referências do som Virtual Insanity, do Jamiroquai. Além da parte visual, na qual quisemos usar peças-chaves que remetem ao conteúdo da letra”, finaliza Marcelo.
Filarmônica de Pasárgada lança álbum “PSSP”; confira faixa a faixa

PSSP é o novo álbum do grupo paulistano Filarmônica de Pasárgada, com 14 canções inéditas inspiradas na história da cidade de São Paulo. As faixas do disco abordam diversos aspectos ligados à metrópole paulista, ora de modo mais factual, ora de modo mais onírico, por vezes com ironia e humor: a sua fundação na colina histórica pelos jesuítas no século 16, a economia do café, a desigualdade social, o drama da Cracolândia, a recorrente crise hídrica, a poluição, o descaso em relação aos rios da cidade, o machismo e o racismo impregnados no desenvolvimento urbano de São Paulo são alguns dos temas que atravessam o álbum. As canções de PSSP foram escritas e arranjadas pelo compositor do grupo, Marcelo Segreto, e contam com participações especiais de Tom Zé, Barbatuques, Trupe Chá de Boldo, Música de Montagem, Mestre Zelão e Escola Mutungo de Capoeira Angola. O projeto gráfico de PSSP é de Guto Lacaz, a produção musical é de Segreto e o lançamento é pelo selo YB Music em parceria com a Gravadora Experimental da Fatec Tatuí. PSSP por Marcelo Segreto GPS (Caê / Marcelo Segreto) A canção GPS, a primeira faixa do álbum, aproveita a ideia do sistema de navegação por satélite (que usamos cotidianamente para nos localizarmos em nossas respectivas cidades) como metáfora da busca sentimental do eu-lírico pela cidade de São Paulo, misturando denominações atuais e antigas de logradouros da metrópole paulista. Cartão postal (Marcelo Segreto) A faixa faz uma paródia da canção Luar do Sertão (João Pernambuco / Catulo da Paixão Cearense) construindo um retrato irônico e bem-humorado da cidade de São Paulo, uma cidade sem cartões postais e cheia de problemas tais como a poluição, a carência de transporte público, a desigualdade social e o estresse. Rios e ruas (Marcelo Segreto) Rios e Ruas é uma canção que versa sobre os rios (canalizados e enterrados) que ainda correm debaixo das ruas e avenidas da cidade de São Paulo: “São São Paulo milagroso tem riacho e eu não acho, tudo sepultado vivo, vive embaixo desse chão”. Ao final da canção, os nomes dos rios vão pouco a pouco se sobrepondo aos nomes das ruas e avenidas que atualmente passam sobre eles. A faixa é uma homenagem ao Coletivo Rios e Ruas, projeto social de conscientização em relação aos rios paulistanos. Falta de (Marcelo Segreto) Falta de retrata as recorrentes crises hídricas vividas pela população paulistana, fazendo um paralelo entre o desaparecimento da água nas torneiras dos moradores da cidade e o desaparecimento das palavras na letra da canção. A faixa nasceu de uma encomenda do caderno Ilustrada do jornal Folha de S. Paulo que, em 2014, pediu para o grupo compor uma música sobre a crise hídrica vivida naquele ano. Nome de rua (Marcelo Segreto) Com participação especial do cantor e compositor Tom Zé, Nome de Rua aborda o machismo que observamos na história e no desenvolvimento de São Paulo, uma vez que somente 15% das mais de 48 mil ruas da cidade recebem nomes femininos. “Pois as ruas, alamedas, praças, passarelas/Avenidas, estações, pontes e vielas/São sempre femininas, mas as meninas/Não estão no nome delas”. Saudosa ma loka (Kiko Dinucci / Marcelo Segreto) Primeira parceria de Marcelo Segreto e Kiko Dinucci, Saudosa Ma Loka resgata as personagens de Adoniran Barbosa, com referências a diversas canções do compositor, inserindo-as na São Paulo atual da Cracolândia e da violência urbana. “A maloca derrubada/O ardifício incendiado/Hoje Joca queima pedra/Mato Grosso pele-e-osso/Doniran no camburão”. Virada cultural (Marcelo Segreto) Virada cultural faz um relato non-sense e bem-humorado da metrópole paulista, com referências a vários pontos importantes da cidade a partir de uma onírica virada cultural, evento já tradicional da cidade. “As ruas eram rios/O Copan tava quadrado/O aerotrem já tava pronto/O Minhocão tava enterrado”. Spleen (Marcelo Segreto) Spleen é uma canção dedicada ao escritor romântico Álvares de Azevedo (1831/1952), tomada pelos sentimentos de tristeza e melancolia misturados ao clima enevoado de uma imaginada São Paulo do século XIX: um nevoeiro da alma que, ao final da faixa, pode dissipar-se. “Nuvem de chumbo/Sinto o peso do mundo/Na neblina/Mas ela passa/Como um raio de sol/Iluminina”. Lira paulistana (Paula Mirhan / Marcelo Segreto) Lira paulistana é uma canção dedicada ao poeta e escritor modernista Mário de Andrade (1893/1945) e que propõe uma combinação devaneante entre duas importantes gerações de artistas ligados à cidade de São Paulo (o movimento modernista inaugurado em 1922 e a Vanguarda Paulista da década de 1980), fusão resumida ao final da faixa: “Tarsiwaldi, Ozzetatit, Arrigo Bananère, Itamário”. Kasato Maru (Fernando Henna / Marcelo Segreto) Kasato Maru é uma canção em forma de haicai, gênero de poesia japonesa composto por três versos. A faixa faz uma homenagem à imigração japonesa em São Paulo (o bairro da Liberdade, no centro da cidade, abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão). Kasato Maru é o nome do navio que, em 1908, chegou ao Porto de Santos transportando o primeiro grupo de japoneses para o Brasil. Quarto de despejo (Marcelo Segreto) Com participação especial de Mestre Zelão e da Escola Mutungo de Capoeira Angola, Quarto de despejo é uma canção dedicada à escritora Carolina Maria de Jesus e ao músico, educador e mestre de capoeira Mestre Moa do Katendê. A canção retrata a opressão secular contra a população negra no Brasil e como essa violência está intimamente relacionada à história da cidade de São Paulo. Psiu (Marcelo Segreto) Psiu é uma canção dedicada ao compositor americano John Cage e inspirada em sua obra 4’33’’. A faixa apresenta um espaço de silêncio repentino a partir de 0’22’’, fazendo com que o som ambiente do local onde está o ouvinte seja a complementação sonora da canção. Assim, é como se o som da cidade de São Paulo (se o ouvinte nela estiver) fizesse parte da composição. A cada nova escuta, uma nova canção. São Paulo de Piratininga São Paulo S Paulo SP (Marcelo Segreto) Com participações especiais dos Barbatuques, Música de Montagem e Trupe Chá de Boldo, a canção São Paulo de Piratininga São Paulo S
Vivi Rocha derruba clichês românticos no clipe e single, “Com você”

Depois do lançamento da nostálgica Um recado pra mim, a cantora, compositora e pianista paulistana Vivi Rocha mostra uma faceta um pouco mais romântica de seu trabalho em Com você. Apesar de descrever uma pessoa se apaixonando, a letra procura fugir dos clichês românticos, indicando que a proximidade se dá mesmo sem grandes gestos. O single chega às plataformas e com um vídeo em preto e branco da cantora gravando em estúdio. “Posso não querer tomar um banho gelado no inverno por você e eu me sinto cada vez mais com você”, canta Vivi. A canção também busca se afastar da ideia de que um relacionamento deve ser exibido nas redes para ser real: “Posso não querer postar o dia incrível que eu tive com você e me sinto cada vez mais com você”. “Nem tudo que está nas redes é real e nem tudo que não está não existe. Essa é uma canção para espantar o friozinho e aquecer os corações com a ideia de que o amor real é aquele vivenciado nas pequenas coisas”, resume Vivi. Com você foi produzida por Habacuque Lima e gravada no Trampolim Estúdio, sendo o segundo lançamento do projeto IMPERMANENTE, financiamento coletivo criado para a produção do segundo álbum da cantora e compositora. A escolha de Com Você como single foi feita pelos apoiadores, após uma live da artista apresentando faixas inéditas. Vivi Rocha fará deste um novo capítulo da sua trajetória musical. Sucessor da estreia Entreatos e de seus três EPs subsequentes, IMPERMANENTE será, para o público, uma possibilidade inédita de mergulho nos bastidores da feitura de um disco independente.
Dramón revela “O Tempo Abaixo dos Céus”, single inspirado por literatura

Músicas climáticas e que brincam com os sentidos são uma das muitas facetas de Dramón, projeto de ambient e eletrônica do músico Renan Vasconcelos. Abrindo caminho para o novo disco, C É U S, a ser lançado pelo selo americano Mystery Circles, a inédita O Tempo Abaixo dos Céus revela forte conexão com todo o conceito do álbum, calcado na temática dos mistérios para além do firmamento. O single já está disponível para streaming, e o álbum fechará um ciclo criativo iniciado pelo artista como um desafio pessoal em 2020 de criar uma música por semana. Embora seja uma faixa instrumental, O Tempo Abaixo dos Ceús é uma peça narrativa importante dentro das sensações que Dramón quer passar com o novo trabalho. Tanto que a inspiração veio da literatura. A ideia da paisagem também permeia o álbum, tendo se tornado um dos temas centrais do single anterior, Ouro Cinza da Terra. “O Tempo Abaixo dos Céus é uma música bem desoladora, inicialmente inspirada em paisagens de romances norte-americanos como A Folha Dobrada (William Maxwell) e O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger), romances que retratam algum grau de angústia e alienação. Essa música é meio chave para toda a conceituação do disco pois quando há esse nível de desolação, os céus ganham um protagonismo maior e mais especial: é para lá que olhamos e confidenciamos nossos medos e desejos, e imploramos por respostas”, resume.
Banda Barba Ruiva mostra outros tons da faixa “Notícias”

O trio Barba Ruiva explora outros lados do seu versátil repertório no compacto Notícias. O lançamento celebra os cinco anos do selo Caravela Records – cujo primeiro artista foi justamente a banda carioca -, com uma nova interpretação da faixa de mesmo nome, parte de seu disco de estreia. Além disso, o single inclui a versão original presente no trabalho autointitulado e um take alternativo de Just Fuck, com solo de guitarra invertido. O resgate dessas canções atesta a versatilidade de Barba Ruiva, que integra a cena do rock independente do Rio de Janeiro com um relacionamento estreito com a música brasileira, o blues, o indie rock e a psicodelia, mas sempre com um olhar pop. Para revisitar Notícias, Rafael Figueira (lead vocal e guitarra), Leonardo de Castro (baixo e voz) e Aline Vivas (bateria e voz) revelaram um trecho inédito. “Notícias é uma música de poucos acordes, maiores e menores. Essa versão que estamos lançando agora tem uma cara meio jazzística e até meio progressiva porque ela tem umas fases, umas transições diferentes. É uma música que vai se escalando, ela começa de um jeito e vai para outro lugar como se ela fizesse um passeio que visitasse locais musicais diferentes”, resume Figueira, compositor da canção. A versão que chega para os fãs agora foi gravada em 2012 no Estúdio SuperFuzz com Lisciel Franco e contou também com os técnicos de gravação Elton Bozza e Felipe Nareba. O resultado foi bem diferente da versão do disco lançado cinco anos depois, produzido por Maurício Negão. A história da banda começa em meados dos anos 2000, quando os músicos retornaram ao Brasil após uma longa residência nos Estados Unidos. Desde então, os integrantes atuam como compositores, escritores, atores e realizadores culturais. Com o lançamento de seu primeiro disco no fim de 2017, o trio buscou sedimentar seu lugar na cena independente.
Natália Xavier transforma raízes nordestinas em poético álbum

Primeiro álbum de Natália Xavier, Eu Também Sou Teus Rios foi imaginado como um diálogo íntimo e autoral da artista com sua ancestralidade nordestina. Coco de roda, maracatu, baião e afoxé povoam canções que trazem contornos contemporâneos de MPB, em uma investigação autobiográfica, porém universal, sobre noções de identidade e raízes. O disco amplia a poética introduzida nos primeiros singles para apresentar uma artista em pleno amadurecimento lírico, estético e musical. Natália Xavier faz música brasileira que abarca referências teatrais e poéticas, em um diálogo com suas origens, mas também com suas múltiplas formas de expressão, incorporando sua experiência como artista visual e poeta, além de cantora e compositora. Suas canções se guiam pela palavra poética e pelo potencial de imaginar novos mundos por meio da arte. “Tatear os corações das árvores que te precedem, para correr com a própria seiva por entre as fissuras do mundo”, resume Xavier. Ela é raiz-nordeste. O pai, baiano. A mãe, pernambucana: “O que pulsa no sangue é importante”, diz Natália, também mestranda em Artes pela Unicamp, atriz, escritora e astróloga tradicional. Vinda da poesia e do teatro narrativo, a criação musical de Natália é imensamente guiada pela palavra e por seu potencial imagético. O simbolismo das águas em fricção com a selvageria dos bichos guia o caminho em Eu Também Sou Teus Rios. Esse norte surge como acalanto e busca por sentidos em uma parceria com o músico Eder Sandoli, guitarrista conhecido por colaborar com nomes como Itamar Assumpção e Tom Zé e que assina também a direção musical do álbum. Tendo como referência o trabalho musical de Alceu Valença, Chico César, Lenine, Zeca Baleiro e a pesquisa sonora dos grupos A Barca, Raízes de Arcoverde, e da cantora Renata Rosa, a sonoridade do disco foi sendo tecida, ao longo de um ano, a várias mãos. Natália recebe parceiros como Marcelo Lemos, na faixa Revirada; Claudio Tegg, em Eu também Sou Teus Rios e Confios; Maria Fernanda Batalha surge em Penélope; e Dani Bambace e Leilor Miranda estão em Olho de tigre.
Valentin canta as pressões econômicas em “Agora Eu Preciso Pagar Contas”

Valentin faz de suas canções um livro aberto sobre as dúvidas e dilemas do amadurecimento, uma MPB urbana e crua que dialoga com as questões de sua geração. Em Agora Eu Preciso Pagar Contas, o artista canta a turbulência emocional colocada em segundo plano pelas pressões sociais e econômicas da vida adulta. Ele recebe o vocal da cantora Amanda Gabana nessa parceria inédita que antecipa seu novo disco, A Cidade, previsto para a próxima sexta-feira (11). Este é um lançamento do coletivo de criação musical OCorreLab. O novo single se une às faixas Tragédia Branda e Lobo nas plataformas, os primeiros gostinhos do próximo capítulo na trajetória de Valentin, nome artístico do músico gaúcho Érico Junqueira. A Cidade será seu quarto disco, após Eu, Valentin (2010), Salvem o Relógio da Torre (2011) e Em Frente (2012). Entre o último álbum e 2022, Valentin disponibilizou uma série de singles e EPs. Agora, o músico está pronto para uma nova etapa criativa.
Arena Festival recebe Braza, Dead Fish, Zimbra, Supercombo e mais em Santos

Santos recebe no fim de semana mais uma edição do Arena Festival, evento que vai trazer sete grandes nomes do rock nacional em uma maratona de shows: Braza, Dead Fish, Supercombo, Zimbra, Scalene, Esteban e Gloria. O evento tem início no sábado (13), ao meio-dia, e termina apenas no domingo (14), às 2 horas. Confira mais sobre as atrações do Arena Festival Braza A banda carioca Braza está em atividade desde 2016 com o ritmo reggae fusion, que mistura o reggae a vários outros gêneros. Ela é formada por três ex-integrantes da banda Forfun: Danilo Cutrim (guitarra e voz), Vitor Isensee (teclado e voz) e Nicolas Christ (bateria), além de Pedro Lobo (baixo e voz), e marcou participação em grandes festivais pelo Brasil, como Lollapalooza, Planeta Atlântida e Porão do Rock. Em 2022, a Braza lançou o álbum Eita, que traz uma mistura da herança cultural brasileira com linguagens mais contemporâneas da música popular e vários ritmos como funk carioca junto de rap e reggae. Entre as faixas de destaque estão Andei Andei, com Samba e Reggae, Avenida, que abre o álbum com funk carioca e kuduro, e Cartas do Tarô. Dead Fish Famosa por seu discurso político que aborda saúde, educação, denuncia, desigualdades e violência, a Dead Fish é uma das principais bandas de hardcore do Brasil. Formada nos anos 1990 no Espírito Santo, a banda lançou seu primeiro álbum de forma independente em 1998, chamado Sirva-se. Em 2022, o Dead Fish lançou os discos 30+1 parte um e 30+1 parte dois, em comemoração aos 30 anos de carreira da banda. Anarquia Corporation, Você, Urgência e Ponto Cego poderão ser conferidas no show da banda capixaba. Supercombo A banda de rock alternativo foi formada em 2007, também no Espírito Santo, trazendo como temática principal os dilemas e emoções do dia a dia e tornando-os mais profundos. A formação atual da banda é integrada por Leo Ramos (voz e guitarra), Pedro ‘Toledo’ Ramos (guitarra e voz), Carol Navarro (baixo e voz), Paulo Vaz (teclados) e André Dea (bateria). Com quase meio milhão de ouvintes mensais no Spotify e mais de um milhão de inscritos no YouTube, a banda arrasta multidões pelo Brasil. Em fevereiro de 2022, lançou seu primeiro DVD ao vivo, Quando a Terra Era Redonda, gravado antes da pandemia. Junto com o DVD, a banda disponibilizou o single Todo Dia é Dia de Comemorar. Zimbra Os santistas da banda Zimbra lançaram este ano o single Abismo em estúdio e acústico, que também faz parte do álbum Sala Dois. Formada em 2010, a banda já percorreu o Brasil em turnês, passando pelos festivais Rock in Rio em 2019 e Lollapalooza em 2016. Scalene Gustavo Bertoni, Lucas Furtado e Tomas Bertoni formam a Scalene, banda brasiliense de stoner rock fundada em 2009, com influências de grupos internacionais. Em 2022, a Scalene vem a Santos com o mais recente lançamento, Labirinto, que tem uma veia mais experimental e traz participações do rapper Edgar na faixa Ouroboros e da banda americana O’Brother na faixa Fortuna. Esteban Na carreira solo desde sua saída da Fresno em 2012, Esteban Tavares coleciona cinco álbuns e vários singles, seguindo a linha do indie pop. Em junho de 2022, o cantor relançou a canção As Terças Podem Se Inverter, do álbum Saca La Muerte de Tu Vida, lançado em 2015. Desta vez, a faixa contou com a participação especial de Lucas Silveira, vocalista da Fresno. Gloria Direto do underground emo, a banda Gloria ganhou espaço no Metal com o sub gênero Metalcore, na qual é referência no país. Na atividade desde 2002, a banda é formada por Mi Vieira nos vocais, Peres Kenji e Vini Rodrigues nas guitarras e Leandro Ferreira na bateria. Ao todo, o Gloria lançou cinco álbuns e agora vem a Santos com os singles Passageira, Falso Messias e Caos e Dor. Ingressos Os ingressos para o Arena Festival custam a partir de R$ 70,00 a meia-entrada e podem ser adquiridos pelo site do Articket. O Arena Club está localizado na Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Mathias, Santos.