Lori mergulha no indie pop em Prison of My Mind; assista ao clipe

Como que a gente aprende a lidar com as mudanças na vida? Terapia, leitura de tarô ou voltando para as origens espirituais? Em Prison of My Mind, o novo clipe de Lori, a cantora e compositora ítalo-brasileira busca diversas soluções para a cura de sua inquietude. O single é o primeiro em inglês na carreira da artista e traz referências múltiplas, tais como o indie pop de Scarlett, em Sweet Talk; os synths e doçura da canção Telepatia, da Kali Uchis; as guitarras groovadas de bandas como The Marías; e, até mesmo, a produção vocal inspirada nos vocais etéreos da Kate Bush. “Essa é uma introdução para apresentar as músicas em outros idiomas do meu disco: inglês e italiano. E esse é também o primeiro single que explora mais o meu lado indie pop, que estava presente no EP Vênus em Virgem (2019), em faixas como Interlagos. E mais importante que tudo, em POMM falo de sentimentos que sempre fizeram parte de mim e do meu mundo: a busca por paz de espírito, os sentimentos deixados pelas pessoas que passaram pela minha vida e foram embora, o meu futuro na música…”, explica Lori. O single Prison of My Mind embora retrate muitas das reflexões que a cantora sentiu nos últimos anos, já foi um poema antigo que carregava desabafos ao lidar com a perda e o trauma na sua vida. A transformação para música foi feita com Gabriel Nascimento – parceiro de Lori desde o primeiro single da carreira – na busca por refletir na música a sensação de inquietação e de esperar por algo melhor. “Ela se tornou, desde aquela época, uma música que eu canto com os pulmões cheios, sentindo todas as palavras. Em todas as fases da produção do álbum ela foi uma faixa protagonista. Sempre imaginei como cenário pegar uma estrada de noite, olhando pela janela enquanto os carros e as luzes passam por você. Deixando pra trás e seguindo em frente. No clipe, feito pelo Lavanderia Studio, trouxemos justamente a cena do carro em movimento junto com cenas embaixo d’água para remeter a essas sensações de nostalgia e movimento”, detalha Lori. Lori é uma artista pop ítalo-brasileira com forte influência do EDM/synthpop/R&B e uma das artistas do selo PWR Records. Em sua discografia ela traz o EP Vênus em Virgem (2019) e os singles Choro na Cama, Introestelar e Popstar, que direcionam sua carreira com um maior foco no mercado do pop brasileiro, criando a estética de seu disco de estreia Cuore Aperto, ainda sem previsão de lançamento. O single Prison of My Mind é uma composição da Lori e do Gabriel Nascimento, que também é responsável pela produção, mixagem e masterização da música. As guitarras também foram gravadas por ele e por Lucas Carrasco, guitarrista oficial da banda. Já a capa do single é uma criação de Janaína Morena. O clipe, por sua vez, contou com produção do Lavanderia Studio, e roteiro da Lori. A direção é da própria cantora junto a Rafa Souza, que também foi responsável pela filmagem, montagem e edição. A assistência de produção, direção, fotos e backstage são da Janaína Morena, que também atuou no clipe junto a Lucas Carrasco.
Em parceria com Samuel Rosa, Nando Reis lança single da série Nando Hits

Para comemorar a marca de 1 bilhão de streamings só no Spotify, o cantor Nando Reis acaba de lançar mais um single da série Nando Hits, em todas as plataformas digitais. A escolhida dessa vez é Sutilmente, composição de Nando com Samuel Rosa, gravada ao vivo no show em São Paulo, em outubro de 2019. Este é o sétimo lançamento da série. O single chegou acompanhado também de um webclipe já disponível no Youtube oficial do cantor. Mas antes, os fãs que acessam a Nando Reis Wallet, lançada oficialmente em junho deste ano, puderam assistir com exclusividade. “Sutilmente é uma das pérolas da minha parceria com Samuel. Começou de maneira nada usual – eu mandei a letra primeiro; de um modo geral escrevo sobre as melodias – e foi concluída em 2 tempos”, conta Nando. “Assim que recebeu a letra, Samuel imediatamente musicou e me ligou dizendo que faltava um refrão. Num primeiro momento discordei mas acabei escrevendo. E Samuel estava certíssimo: o refrão leva as pessoas ao delírio!”, reflete o cantor. Com mais de 40 anos de carreira, Nando Reis é considerado um dos maiores compositores e hitmakers brasileiros. Com o projeto Nando Hits, lançado em 2018, o cantor lança uma nova luz sob canções do seu repertório que até então não tinham tido a oportunidade de serem trabalhadas com a devida importância – ou até mesmo nunca tinham sido gravadas por ele, mas por seu parceiros. Já foram lançadas N, em parceria com o duo Anavitória e desde lá já foram seis lançamentos: Onde Você Mora, com Melim, Um Tiro no Coração, com Pitty, Não Vou Me Adaptar, ao vivo, com Arnaldo Antunes, Vou Te Encontrar, com Péricles e Sim, com Jão. O projeto prevê também o lançamento de álbuns que integrarão as versões ao vivo e de estúdio, assim como conteúdos audiovisuais e podcasts com os convidados. O conjunto de versões regravadas, somadas aos já conhecidos ‘hits’, inspiraram sua mais nova turnê Nando Hits, que vem percorrendo o Brasil desde dezembro de 2021. As próximas datas e cidades estão disponíveis no site oficial do músico.
Villain: The Boys e Fresno inspiram novo single de Mike Keslley

Quem vivencia um relacionamento tóxico usualmente perde a perspectiva de realidade, deixando de distinguir onde inicia a sua personalidade em paralelo à pessoa que está ao seu lado. E é sobre isso que Mike Keslley canta no single Villain. Com toques sombrios, a faixa explora o eletropop e a musicalidade emo conectando-se com o experimentalismo à medida que elucida uma voz fora do eixo. Para chegar nessa sonoridade, Mike Keslley inspirou-se especialmente em nomes como YUNGBLUD, Ariah, Number Teddie e Fresno Mike destaca que compôs Villain logo depois de ter tido um insight assistindo a série The Boys, do Prime Video. “Um dos personagens fala que o vilão é simplesmente um herói que trabalha sozinho. E isso faz todo sentido, levando em consideração que o vilão costuma ser aquele personagem cheio de traumas, que precisa de cura e não tem apoio da população ou dos ditos heróis”. Ainda vale frisar que Villain antecipa o EP de estreia de Mike Keslley, previsto para meados de 2023. Anteriormente, o músico lançou os singles Em Chamas, Florida Keys, Uvb-76 e Neptune.
Invisibilidade na cidade é tema de single do The Bombers; ouça O Fantasma

The Bombers lançou, nesta terça-feira (13), O Fantasma, single que antecede o quinto álbum da banda, previsto para outubro deste ano. Nesta nova etapa, o grupo busca suas influências musicais em nomes que vão desde Rancid e Social Distortion, até Paralamas do Sucesso, Titãs e o rock nacional dos anos 1970. O Fantasma representa a nova fase da banda paulista e nos cede uma amostra do que virá no disco Alma em Desmanche, que conta com temáticas um pouco mais amargas e sonoridade pesada, em contraste com um refrão mais pop. “A faixa traz uma musicalidade mais fluída e menos comprometida com o que se espera ouvir de nós”, revela o vocalista Matheus Krempel. O novo single, composto por Krempel em parceria com Lucas Lerina, versa sobre a invisibilidade que acomete os dias atuais. “A letra trata da angústia de se sentir solitário e abandonado em uma sociedade egocentrista e hipócrita. Sejam nas redes sociais, onde as pessoas colecionam milhares de seguidores como se fossem amigos ou mesmo na maior cidade de todo o continente americano, que é São Paulo. É sobre a frieza do dia a dia, bem distante dos likes distribuídos nas redes sociais”, explica o vocalista, que também diz tentar refletir na letra, como extrair algo positivo dessa condição de anonimato. A faixa ganhou um videoclipe feito por um coletivo de amigos, com imagens captadas no local que inspirou a letra, a estação de metrô Marechal Deodoro em São Paulo. “Não se trata de uma tradução da letra para o ambiente visual, no entanto, a ideia foi a de colocar como protagonista aquele que passa despercebido. As atrizes representam nessa história, a tensão e a escolha de olhar o outro ou não. O se olhar no espelho para enxergar o problema do outro”, conta Krempel. O The Bombers foi formado em 1995 e atualmente é composto por Matheus Krempel (voz e guitarra), Gustavo Trivela (guitarra), Raul Signorini (baixo) e Estefan Ferreira (bateria).
Viper volta às origens do power metal em Timeless, single do novo álbum

O Viper lançou nesta terça-feira (13) o single Timeless. A faixa, que foi composta pelo guitarrista e co-fundador Felipe Machado, dará nome também ao novo disco da banda, que será lançado ainda este ano pelo selo Wikimetal Music. O lançamento segue o sucesso dos singles Under the Sun e Freedom of Speech, e vem na sequência da apresentação histórica da banda no dia de abertura do Rock In Rio 2022. O novo álbum, ainda sem data de lançamento confirmada, será o primeiro inédito da banda desde All My Life (2007), e conta com a produção de Maurício Cersosimo (Paul McCartney, Avril Lavigne). Os primeiros singles do disco ganharam clipes dirigidos por Caio Cobra, diretor de Intervenção e Virando a Mesa (Netflix). Timeless será o primeiro com a formação atual da Viper, que conta com Leandro Caçoilo (vocais), Felipe Machado e Kiko Shred (guitarras), Pit Passarell (baixo e vocais) e Guilherme Martin (bateria). A banda atualmente está em turnê pelo Brasil – além do material novo, os shows também contam com o repertório de músicas clássicas da banda que incluem Living for the Night, Rebel Maniac e To Live Again, entre outras. Nesse novo single, o Viper conta também com um convidado especial, o baixista Nando Machado. “Os títulos dos nossos álbuns sempre vêm de alguma música. Foi assim com Soldiers of Sunrise, Theatre of Fate, Evolution… para manter a tradição, será assim com Timeless também. Essa canção é um bom resumo do som do álbum: rápida, melódica, com um vocal matador. Acho que ela tem o que os fãs esperam de uma música do Viper”, afirma o guitarrista e autor da música, Felipe Machado. “O próximo disco tem um nome muito especial: Timeless. O tempo pode te devorar, te abraçar ou simplesmente passar… mas o Viper passou por tudo que o tempo nos deu. E aqui estamos, sempre em frente, sempre fortes. O disco novo está incrível”, afirma o baixista Pit Passarell.
Planet Hemp anuncia Distopia, primeiro single em 22 anos

E “adivinha doutor quem tá de volta na praça?” Planet Hemp! O trecho entre aspas é de um dos maiores hits da banda carioca, a faixa Ex-quadrilha da Fumaça (do álbum A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, o último de estúdio do grupo, lançado em 2001), e narra a profecia que está prestes a se cumprir. Após anunciarem a assinatura com a Som Livre para o lançamento de seu novo disco, o quinteto formado atualmente por Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru anuncia agora a data de lançamento de seu novo single. Distopia, um feat com o músico Criolo, chega às plataformas de áudio e ao YouTube, com um clipe oficial, no próximo dia 20 de setembro, prometendo entregar tudo que o Planet faz de melhor: um mix de rock, rap e reggae, tudo isso temperado com muita atitude, o discurso subversivo e a proposta questionadora de sempre – mas que não envelhecem nunca. Apresentada quando o grupo subiu ao palco do Lollapalooza neste ano e em dezembro do ano passado, quando lotaram a Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, Distopia é a faixa de introdução ao novo álbum do grupo, capaz de sintetizar bem a mensagem central do disco. “A gente achava que nunca mais ia lançar um disco do Planet. Estávamos bem resolvidos com a agenda de shows rolando desde 2008. Mas o momento da pandemia e todo o descaso do governo – que só foi crescendo e colocou o país numa situação de violência absurda – pareceu um chamado a criar algo e a nos posicionarmos por meio da música. Era como se cada um estivesse em um canto até o momento que recebemos o chamado do Batman. Esse foi o momento em que entendemos que era necessário tirar a poeira da capa e voltar para unificar o público”, conta Marcelo D2. Sobre como rolou o feat com Criolo e a receptividade do público nas ocasiões em que a música foi performada ao vivo, BNegão complementa. “Na primeira vez que tocamos essa faixa ao vivo, a Fundição Progresso (casa de shows no Rio de Janeiro) veio abaixo. Foi um momento muito importante para nós, ao apresentarmos um som novo depois de duas décadas, e também para o público, que nos cobrava bastante isso. E quando tocamos na loucura que foi o Lollapalooza – numa apresentação levantada em 24 horas, na total surpresa -, tivemos a oportunidade de defender o som ao vivo junto com o Criolo, num show transmitido em tempo real e direto para todo o planeta. Foi louco o bagulho”. Com de reefs de guitarra, muito peso e intensidade, Distopia é repleta de mensagens que carregam os princípios da banda nesse retorno. A track traz ainda um manifesto, entoado pela voz de BNegão: “repense, reflita, recuse, resista” são as palavras de ordem presentes na faixa, e que de maneiras diferentes se refletem por todo o disco.
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Em Miolo do Oxente, Janu vai da lambada e arrocha ao indie e dream pop

Janu faz da sua música um mergulho pessoal, regional e universal, onde ritmos, estilos, líricas e sotaques se multiplicam e se combinam de modos inesperados. O novo disco, Miolo do Oxente, traz no título a intenção de entrar a fundo nas suas raízes, e ainda ir além. Sem se limitar aos estereótipos de um nordeste plural, ele une ritmos locais a outros vindos de longe. O resultado é uma coleção de canções habitadas por personagens e histórias que ampliam o escopo sonoro e lírico já apresentado no primeiro álbum, Lindeza. O álbum foi um inevitável produto da pandemia. Embora estivesse projetada antes do isolamento, a gravação ocorreu à distância, com Janu e Paulo Franco – cantor e músico da banda Gato Negro e prestes a lançar seu trabalho solo – se dividindo entre a produção musical e a gravação de todos os instrumentos. Entre idas e vindas digitais, foram se formando beats, harmonias e experimentações. “Algumas músicas, como Vey, Direção, Só e Miolo do Oxente seguem muito das inspirações no pop em seu sentido amplo – tanto no indie como na música popular mesmo. São misturas de arrocha e dream pop, piseiro e lambada francesa, guitarrada árabe e bregafunk. No disco tem de tudo isso. A ideia inicial era esse estudo sobre os pops – o pop pop e o pop popular”, resume Janu. Já canções como Viver é Massa e Dados Binários têm mais traços experimentais, com inspiração na neopsicodelia. Um exemplo disso é Caiu no Poço, que se inicia com um arranjo de I am the Walrus, dos Beatles, e uma inspiração em MGMT e Mané do Rosário – manifestação cultural tradicional de Alagoas. A faixa encapsula a ideia por trás do disco: explorar novos limites da canção e da musicalidade para além das expectativas. O lançamento vem na esteira de um resgate feito por Janu do repertório de seu primeiro álbum, Lindeza, em um show gravado ao vivo. Agora, o músico está pronto para uma nova fase criativa. Janu vem se tornando um expoente do efervescente cenário independente alagoano a partir de Arapiraca. O músico já acumula uma vivência musical que o projetou para plataformas de alcance nacional com o EP Matuto Urbano e músicas como Perdi La Night, que integra a trilha sonora do filme Morto Não Fala (Denninson Ramalho, Globo Filmes), e Teu Sorriso – esta última marca presença no filme O Retirante, do alagoano Tarcisio Ferreira, e no especial de 80 anos de Pelé. Com Miolo do Oxente, Janu olha para frente, sem deixar de reverenciar suas origens. “Esse é um disco que versa muito sobre caminhos, direção, retomada”, sentencia.
Pitty e Nando Reis se apresentam juntos em São Paulo no dia 23

Depois da estreia oficial em Recife e Natal, a turnê do projeto PittyNando, de Pitty e Nando Reis, vai chegando a outras cidades do Brasil. Dia 23 de setembro eles se apresentam na capital paulista, no Espaço Unimed. Posteriormente, partem para Vitória, Rio de Janeiro, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e vários outros pontos do país, numa agenda que vem sendo atualizada diariamente e pode ser conferida no site oficial. Pitty, que também assina a direção do show ao lado de Paulo Kishimoto, conta um pouco sobre a experiência. “Para nós a estreia foi surpreendente, o entrosamento tanto entre nós dois como entre a banda foi incrível. O público cantando todas as músicas do início ao fim foi realmente muito catártico. O show está lindo e estou muito feliz com o resultado da montagem, da luz, dos vídeos. Visualmente a gente chegou no lugar que queria e não vejo a hora de compartilhar isso com o resto do Brasil partindo agora de São Paulo”. “As Suas, As Minhas e As Nossas é uma turnê com começo, meio e fim, então quem estiver a fim de ver esse show é bom aproveitar porque é uma turnê bem pontual”, completa a cantora. Pitty e Nando Reis A ideia do projeto surgiu a partir de conversas de Pitty e Nando Reis depois que ela apresentou uma versão da música Relicário no programa Saia Justa (GNT). Ele mandou uma mensagem dizendo que adorou e daí veio a primeira parceria, a canção Tiro no Coração, em 2021, e depois surgiu a vontade de realizar essa turnê inédita. Eles mergulharam nos repertórios um do outro, encontraram as músicas que mais combinavam e trabalharam em novos arranjos e novas versões. Para acompanhá-los montaram uma banda composta por músicos que já tocam com um ou com outro: Martin Mendonça (guitarra), Felipe Cambraia (baixo), Daniel Weksler (bateria), Alex Valey (teclados) e Paulo Kishimoto (lap steel e percussão). Fazem parte do setlist do show, sucessos como All Star (Nando Reis), Máscara (Pitty), Do Seu Lado (Nando Reis) e Me Adora (Pitty), além de várias outras surpresas. Serviço Show: Pitty e Nando Reis – As Suas, As Minhas e As NossasData: 23 de setembro (sexta-feira)Local: Espaço UnimedAbertura da casa: 20h30Início do show: 22h30Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP IngressosCamarote B: R$ 480 (inteira) e R$240 (meia)Mezanino: R$ 180 (inteira) e R$90 (meia)Pista: R$ 160 (inteira) e R$80 (meia)Setores B,C e D: R$ 280 (inteira) e R$140 (meia)Setores E F e G: R$ 240 (inteira) e R$120 (meia) Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço Unimed (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou pelo site Ticket 360.