Nasi lança novo single solo “Coração Traidor”; ouça!

Depois de Onde os Anjos Não Ousam Pisar, faixa-título do álbum solo de 2006, Nasi lançou mais uma composição inédita de Zé Rodrix & Ethel Frota, Coração Traidor. A faixa, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (16) com distribuição da Ditto Music, apresenta uma mistura de blues, ragtime e baião. Aliás, conta com um naipe d kazus. Por fim, a divertida letra cai muito bem na voz rouca do cantor do Ira!.
Brasativa lança álbum que traz primeira parceria com Rael; ouça!

Após 14 anos acompanhando os shows de Rael, a banda Brasativa finalmente lançou a primeira parceria com o artista. Não me Dominou chegou a todos aplicativos de música nesta sexta-feira (16), defendendo a liberdade de pensamento em um reggae envolvente e cheio de referências. A faixa é um dos destaques do álbum Verdade Virá à Tona, que traz ainda participações especiais de Cidade Verde Sounds, Dow Raiz, Denise D’Paula, Daniel Yorubá, Maestro Tiquinho, entre outros. Com elementos do trap e do dancehall, o single Não me Dominou tem riffs poderosos de guitarra e baixo e uma letra forte e marcante. “Não me Dominou traz uma mensagem motivadora que mostra que por meio da união e da música podemos lutar contra a ignorância, o medo e a discórdia”, conta Bruno Dupre que assina a produção da música e sua composição ao lado de Rael. Desde 2008 o Brasativa acompanha o cantor Rael o que proporcionou grandes oportunidades de apresentação em festivais como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Festival de Salvador, João Rock e Montreal Jazz Festival, Festival D’Eté (Quebec Summer Festival) no Canadá, e uma turnê pela Itália em 2022. “Esse single irá coroar todos esses anos de parceria, no melhor momento do grupo em seu primeiro álbum”, completa Dupre. O trio continua acompanhando o cantor em suas turnês, sendo peça chave em diversas apresentações e projetos, bem como em seus discos. A banda possui uma extensa lista de participações na carreira do cantor, entre elas a produção musical de Bruno Dupre nas faixas Trabalhador, Hip Hop é Foda parte 1 e Papo Reto feat Black Alien e Daniel Yorubá. Composto por Bruno Dupre (voz e guitarra), Muka Bras (bateria) e Rato Bass (contrabaixo-elétrico), o grupo mostra em seus shows uma sonoridade particular na mistura do reggae, rap e jazz.
Julies, representante da nação pop reggae, lança primeira parte do DVD

Uma das maiores revelações da música nacional e representante da nação pop reggae nacional, Julies anunciou a chegada do seu tão aguardado primeiro DVD, Julies ao Vivo. O projeto, que tem produção musical de Thiago Stancev, Bruno Duprê e do próprio cantor e participações especiais de Deko, Viegas e Planta & Raiz, será dividido em duas partes. Aliás, a primeira está disponível a partir desta sexta-feira (16). Com uma pitada de pop, Julies, já conta com mais de 3 milhões de streams nos aplicativos de música e parcerias com grandes nomes como Maneva, Ana Lu, Zapi, Banda Good Vibe, entre outros. Gravado no Studio Na Mata, o DVD Julies ao Vivo traz as canções do primeiro álbum do artista, Começo, Meio e Fim, de forma mais viva, com toda emoção que só um ao vivo pode proporcionar. A primeira parte da produção já traz algumas das queridinhas dos fãs de reggae. Pequena, Buquê pra Multidão, Aiai e Quem Brinca com fogo? são as primeiras a serem divulgadas enquanto as participações ficarão para fechar o projeto com chave de ouro. “A gravação desse DVD é a realização de mais um sonho. Ao longo desses três anos de jornada, quase dois de pandemia, pude realizar alguns como parceria com Maneva, Planta&Raiz, poder compor com esses caras e ser co-autor de um álbum importante como o do Maneva. Mas esse tem um sabor especial, é a celebração de toda minha caminhada. Poder olhar e ter certeza que sua obra é digna de um projeto ao vivo, de um DVD, e esse vai ser o primeiro de muitos. Então poder dar esse passo tão importante, em tão pouco tempo, em uma carreira construída com amor, tudo orgânico, e poder contar com pessoas como Deko, Planta&Raiz e Viegas nessa gravação é motivo de celebração máxima”, comemora o cantor.
Supergrupo santista Apnea lança álbum de estreia, Sea Sound

Após meses de trabalho, a banda santista Apnea lançou o tão aguardado álbum de estreia, Sea Sound, na última sexta-feira (9). A produção veio acompanhada do videoclipe da canção Highs and Lows. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 1970 e 1990, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, a banda Apnea construiu seu som com influências que passam por A.S.G., Fumanchu, Alice in Chains, Soundgarden, Cave In, até Led Zeppelin e Black Sabbath. O álbum Sea Sound traz uma mistura ímpar e única de sonoridades. Em resumo, faz com que o Apnea alcance originalidade e personalidade dentro de elementos tradicionais das décadas citadas acima. Formada por músicos experientes com projeção e extensa carreira, o quarteto é considerado como um supergrupo com status de local hero no Brasil. A Apnea conta com membros das bandas Ratos de Porão, Garage Fuzz e Bayside Kings.
Entrevista | Barão Vermelho – “A saída do Cazuza foi um baque muito grande”

*Em uma nova formação e com promessas para o futuro, o tecladista e um dos fundadores do Barão Vermelho, Maurício Barros, conversou sobre grandes momentos da banda, projetos e a turnê comemorativa dos 40 anos de carreira. Em decorrência do marco alcançado, projetos do grupo já estão em curso e outros já possuem lançamento programado. Barão 40 é o título que leva ao menos três das produções em comemoração dessa data, que incluem EPs, turnê nacional e série no Canal Bis. Em todos os projetos, a banda buscou trazer as grandes composições de sua trajetória, hits e demonstrar o potencial que a nova formação pode proporcionar. De acordo com Maurício, a música sempre teve grande influência em sua vida, e a sua ideia de montar uma banda se deu ainda muito cedo, devido a influência cultural que os Beatles tiveram em outros meios de cultura, como os desenhos. “A minha leitura é que talvez o sucesso dos Beatles na época em que eu era criança, e tudo que aquilo representou na cultura pop. Em todo desenho animado tinha uma banda que tocava. E acredito que isso de certa forma tenha chegado a mim”. E com isso, a banda nasceu a partir da articulação de quatro amigos: Roberto Frejat, Maurício Barros, Dé Palmeira e Guto Goffi, com a indicação de um vocalista que, posteriormente, se tornaria um dos maiores nomes da música brasileira, Cazuza. Cazuza fez parte do Barão Vermelho do primeiro lançamento (1981) até 1985, quando decidiu deixar a banda e seguir carreira solo. Foi nesse momento que o grupo sofreu com a perda do primeiro membro fundador da banda. Maurício destacou a importância que Cazuza tinha para o grupo, em suas composições, e para o público. Saídas no Barão Vermelho “A saída do Cazuza foi um baque muito grande na época, porque ele representava muito para a banda. Ele era o letrista principal, quer dizer, ele era o letrista. Super carismático e era a cara e a identidade da Barão para o público, veja bem, para o público”. Com essa saída, a banda se viu sem um importante pilar na sustentação de suas letras e público. O tecladista afirma que passaram por um período de “vacas magras”, se reestabelecendo somente anos depois, com Frejat como vocalista. Contudo, a banda continuaria a ser assolada pela perda de integrantes. Anos depois, Frejat também decidiria seguir carreira solo. O processo de separação dele foi mais demorado, interpolando entre o Barão Vermelho e seus projetos. Aliás, deixou a banda em períodos de hiato, entre reuniões e datas comemorativas. O vocalista saiu definitivamente em 2017. Atualmente, Rodrigo Suricato ocupa os vocais, a convite de Maurício. Sua entrada foi motivo de estranhamento pelo público, mas dado o histórico de mudanças, Barros explica que a simpatia dos fãs já foi conquistada. Seguindo em frente, mesmo com idas e vindas, Barros diz que não existe fórmula para todo o sucesso da banda, e que o Barão sempre buscou se reinventar para o próximo passo. “Como o Guto diz: Barão enche o saco da sua própria cara antes do público encher“. A banda chega com sua turnê a São Paulo na última semana de outubro e início de novembro, com promessas do próprio Maurício Barros para um retorno a Santos, local do último show de Cazuza como integrante da banda. *TEXTO POR RENAN PABLO (SANTA PORTAL)
Turnê Matanza Ritual traz clássicos do Matanza para o Arena Club, em Santos

Depois de passar pelo Rock in Rio, o som da banda de punk hardcore Matanza vem agitar o palco do Arena Club com a turnê Matanza Ritual nesta sexta-feira (16). Os ingressos já estão disponíveis a partir de R$ 50,00 e podem ser adquiridos pela plataforma Articket. Após o fim da banda em 2018 e dois anos de pandemia, o vocalista Jimmy London, que fundou o Matanza ao lado de Donida em 1996, reuniu grandes nomes do metal brasileiro para celebrar o legado da banda. Fazem parte da formação da turnê Felipe Andreoli (Angra) no baixo, Antônio Araújo (Korzus) e o baterista Amilcar Christófaro (Torture Squad). Em 2022, o Matanza Ritual lançou o single Sujeito Amargo, escrito por Antônio Araújo e Jimmy London durante a pandemia. A faixa tem a ideia de passar o desconforto e a ansiedade que o tal sujeito sente em seu estômago. O grupo vai trazer também, é claro, clássicos dos 22 anos de existência do Matanza original para matar a saudade dos fãs. Os ingressos para o show no Arena Club já estão disponíveis e custam a partir de R$ 50,00 (pista – meia-entrada – segundo lote) no site do Articket. O Arena Club está localizado na Rua Pinheiro Machado, 33, Vila Mathias, em Santos. Serviço Matanza Ritual Data: 16/09 (sexta-feira) Abertura dos portões: 22 horas Local: Arena Club – Rua Pinheiro Machado, 33, Vila Mathias, em Santos
Fresno reflete sobre sentimentos e expurga antigos fantasmas em clipe

Fazer terapia é um convite para o autoconhecimento, pois, no caminho, se identifica falhas, mas também se aprende a administrar os sentimentos. É algo libertador e assustador ao mesmo tempo. Esse foi o processo que levou Lucas Silveira, que completa a Fresno ao lado de Vavo e Guerra, a compor Casa Assombrada, terceira faixa da tracklist do disco Vou Ter Que Me Virar (2021). Hoje (14), a canção ganhou um videoclipe. A busca por externalizar essas reflexões se desdobrou em um registro audiovisual dirigido por Gabriel Twardowski e produzido pela Flavor Studio. “Pensei muito sobre o que a gente realmente tinha que cumprir quando falamos sobre casa assombrada em um vídeo, porque é um assunto muito clássico”, explica Gabriel, que completa: “foram meses pra entender até que ponto a gente podia fazer algo novo e demonstrar isso com personalidade, assim como a música retrata o novo momento da banda”. Mesclar a gravação original com efeitos visuais foi a maneira que o diretor encontrou, ao lado da Fresno, para atingir esse objetivo. Combinar o real com o virtual, inclusive, é algo que o grupo tem explorado nos últimos lançamentos. “Casa Assombrada é um dos carro-chefes de Vou Ter Que Me Virar. Ela causa uma identificação muito grande com o público, porque cada pessoa que ouve tem os seus próprios fantasmas para lidar”, comenta Lucas. Não à toa, a faixa é a segunda mais executada do álbum, ultrapassando a marca de 1 milhão e meio de plays, e uma das mais aguardadas das performances ao vivo. O disco, lançado em novembro do ano passado, tem ainda os videoclipes de Já Faz Tanto Tempo, com participação do Lulu Santos (assista aqui), e Vou Ter Que Me Virar. Esse trabalho também conta com dois compilados de remixes, o VTQMV RMXS 01 e VTQMV RMXS 02.
A Banda dos Corações Partidos lança vídeo para potente Que Amor é Esse?

Que amor é esse?, música do recém-lançado segundo disco do grupo sergipano A Banda dos Corações Partidos com participação da rapper Stella, acaba de ganhar um videoclipe tão potente e expressivo como a canção, um indie rock denso, com passagens intimistas e outras explosivas, que expõe perspectivas de um relacionado tóxico. É, sem dúvida, a música mais visceral do disco Canções De Ódio, Ressentimento e Abandono, em que Diane Veloso sente e dramatiza cada palavra cantada, na carne e na alma. O instrumental acompanha a tensão, tanto nos arranjos como nas melodias, entre partes cadenciadas e outras explosivas. “Amar é sofrer? É manipulação, chantagem, agressão? É possessividade? Não, isso não é amor! É melhor ficar só”, reflete Diane em diálogo com a letra e contexto da letra, agora também escancarada em imagens, que se comunicam com a linguagem das artes cênicas. Sobre o clipe, o diretor Baruch Blumberg comenta sobre esta conexão da música com o teatro. “A letra me trouxe uma visualidade teatral, com cenários propostos em cima desse palco, que mostra que é palco, mas que também quebra essa parede com a câmera. Além disso, desde o primeiro momento fez sentido ser no teatro, pois a banda carrega todo esse elemento cênico com a força de Diane, que tem o teatro como parte essencial de sua vida”. O clipe, revela Baruch, foi filmado em um dia só. “Montamos todos os cenários e íamos saltando de um para o outro, criando uma coisa orgânica da banda por esses espaços, se misturando ao tecido e as formas e sombras do corpo, as projeções nas fitas”.
Cigana lança EP “Estrago” pela Balaclava Records; ouça!

O indie rock intenso da banda Cigana ganha diferentes contornos no EP Estrago. A utilização de novos elementos, em especial eletrônicos, guiou a sonoridade repaginada do grupo paulista, ampliando o som para além da sua discografia já conhecida. O lançamento é da Balaclava Records nas principais plataformas e chega acompanhado de lyric videos para todas as faixas no YouTube. Depois de chamar atenção no cenário independente ao longo dos últimos oito anos e estrear pela Balaclava Records com o single robabrisa, em 2021, Cigana solidifica sua nova fase, somando o EP Estrago ao primeiro álbum, Todos os Nós, e ao EP Tudo Que Há de Novo. Se na estreia a banda mergulhou fundo no indie rock, psicodelia e música brasileira, no último EP já surgiam experimentos levando a intervenções, interseções e interferências a que Cigana se propõe, cada vez mais, na sua sonoridade. Agora, a banda incorpora sintetizadores, colagens e samples. Para criar essa sensação visual, o quarteto se reuniu novamente com o videomaker Rafael Souza, do Lavanderia Estúdio, que já havia assinado o clipe de robabrisa, para realizar todos os lyric videos. Além do primeiro single, Ideia Errada, o novo EP inclui também thomyorke, De Madrugada e Não Derruba Mais. “Desde nosso EP Tudo Que Há de Novo, de 2020, nós começamos a experimentar mais com nossa música. Pensar muito mais em detalhes, camadas, timbres e em como nossa música soa pro público. Tentamos trazer um olhar mais pop, tanto para nossas composições quanto pra produção em si, e o nosso EP Estrago é uma continuação natural disso. Nós sempre conversamos e pensamos muito em como uma banda de ‘rock’ em 2022 deve soar pra mostrar algo novo, sem parecer datada, e nós aplicamos todas essas ideias na produção desse trabalho”, resume a banda. Estrago foi produzido pelo estúdio e coletivo Lazy Friendzzz, com Cosmo Curiz assinando a co-produção na faixa thomyorke. Cigana é Vic Groppo, Caique Redondano, Felipe Santos e Matheus Pinheiro e recebe a guitarra de Gui Escafandro em Ideia Errada e Não Derruba Mais. O EP já está disponível nas principais plataformas de streaming.